PIADAS DE LOUCO
I
O psiquiatra incentiva o
paciente:
— Pode me contar tudo desde o
princípio.
— Pois bem, doutor: No
princípio eu criei o céu e a terra...
Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlZfhxvPRbBRyJ6NCUDjpaBitG1QQ143LtiZxY0ee5Stj56Pqi9pVtFlEsppUgbwhXBOpypAPiTymxOIHIIoDIvruHohSvoPnKvz-KDGqcGSebWzTtfc979NDdfIPzAowizK49GosGYDlgRVNltqK5_f4i9a8I89-UT4LbKklT-KLSu9BEFwnfjuCWgFY/s320/depositphotos_363020302-stock-illustration-a-woman-lies-on-a.jpgII
Um louco pergunta a um colega:
— Qual é o seu nome?
— Sei lá, me esqueci. E o seu?
— Também esqueci!
— Puxa! Então somos xarás!
III
Num exame de rotina, o médico do hospício pergunta a um dos pacientes:
— E então, o que foi que você
inventou dessa vez?
— Eu inventei um objeto que
permite ver através das paredes.
— É mesmo?! E como se chama
esse objeto?
— Janela.
IV
O louco pergunta a outro:
— Você sabe que horas são?
— Sei.
— Muito obrigado!
V
O psiquiatra, ao cruzar o
corredor do hospício, depara com um dos pacientes com a orelha colada na
parede, e pergunta:
— O que está havendo?
— Pssiu! Escuta só!
Curioso, o médico encosta a
orelha na parede, e após alguns segundos sentencia:
— Mas eu não estou ouvindo
nada!
— Pois é! Já faz uma semana
que está desse jeito!
VI
O doido planejava fugir do
hospício com um parceiro, e disse a ele:
— Vamos fugir de noite pelo
buraco da fechadura.
De noite, os dois saíram de
fininho e chegaram na porta. Mas o primeiro doido disse, decepcionado:
— Ih... pode desistir, não vai
dar mais pra fugir.
— Por que?
— Esqueceram a chave na
fechadura.
VII
Desta vez o plano de fuga era
pra pular o portão. Chegou a noite, mas na hora-H o doido disse:
— Ih... não vai dar pra pular
o portão!
— Mas por quê?
— Esqueceram ele aberto.
VIII
Na aula de pintura, o já
tradicional doido com mania de fujão pegou o pincel e pintou uma porta na
parede. Depois, disse ao médico:
— Eh, eh! Olha só o que eu vou
fazer!
E gritou:
— Ei, galera, vamos fugir! Tem
uma porta aqui!
Os doidos iam correndo,
trombavam na parede e se esborrachavam no chão. O médico estranhou a brincadeira,
e perguntou:
— Por que eles estão fazendo
isso?
— Doutor, olha como esses
caras são burros. Não sabem que a chave está comigo.
IX
O doido atendeu o telefone no
hospício e ouviu:
— Alô, é do hospício?
— Não, aqui nem tem telefone.
X
O doido, sentado num
banquinho, segurava uma vara de pescar mergulhada num balde de água. O médico
passa e pergunta:
— O que você está pescando?
— Otários, doutor.
— Já pegou algum?
— O senhor é o quinto.
XI
O hospício estava superlotado.
Então os médicos resolveram fazer um teste pra ver quem já estava bom e poderia
ter alta. Saíram gritando que o hospício estava inundando. Todos os doidos
começaram a nadar no chão, mas um deles permaneceu sentado num banco, sorrindo.
O médico imaginou que esse doido já estivesse bom, e perguntou:
— Por que você não está
nadando?
— Eu vou esperar a lancha, que
é mais rápido.
XII
No hospício o doido estava
sozinho, jogando paciência. Outro doido se aproximou e denunciou:
— Ei, você está roubando!
— Sim, mas não espalha.
— E você nunca descobre?
— Não, porque eu sou muito
esperto.
XIII
O doido estava no hospício,
escrevendo uma carta. O psiquiatra perguntou:
— Você está escrevendo para
quem?
— Para mim mesmo.
— E o que diz a carta?
— Não sei, ainda não recebi!
XIV
Três loucos vão fazer o exame
mensal, para ver se já podem receber alta. O médico pergunta ao primeiro deles:
— Quanto é 2+2?
— 72.
O doutor balança a cabeça,
desanimado. Virando-se para o segundo, repete a pergunta:
— Quanto é 2+2?
— Terça-feira.
O médico repete a pergunta
para o terceiro louco:
— Quanto é 2+2?
— É 4, doutor!
— Parabéns, você acertou! Como
chegou a essa conclusão?
— Foi fácil! Me baseei nas
respostas dos meus amigos: 72 menos terça-feira dá 4!
XV
TRIIIMM....
TRIIIMM......... TRIIIMM.........
Responde a secretária
eletrônica do hospício: Obrigado por ter ligado para o Instituto de Saúde
Mental, a companhia mais certa para seus momentos de maior loucura.
• Se você é
obsessivo-compulsivo, aperte repetidamente o número 1;
• Se você é co-dependente,
peça a alguém que aperte o número 2 por você;
• Se você tem múltipla
personalidade, aperte 3, 4, 5 e 6;
• Se você é paranoico, nós
sabemos quem é você, o que você faz e o que quer. Espere na linha enquanto
rastreamos sua chamada;
• Se você sofre de
alucinações, aperte o 7 nesse telefone colorido gigante que só você vê à sua
direita;
• Se você é esquizofrênico,
escute cuidadosamente, e uma voz interior lhe indicará o número a pressionar;
• Se você é depressivo, não
importa que número aperte: Nada vai tirá-lo de sua lamentável situação;
• Porém, se você vai votar no
Lula, desligue e espere até 2007. Aqui só atendemos loucos, e não imbecis!
XVI
No consultório psiquiátrico:
— Doutor, vou lhe contar um
segredo: Eu sou um galo!
O psiquiatra resolve
aprofundar a anamnese:
— E desde quando o senhor acha
que é um galo?
— Ah, desde que eu era um
pintinho.
Entendendo as piadas:
I
01
– O que o psiquiatra incentivou o paciente a fazer?
A contar tudo
para ele desde o princípio.
02
– O que o paciente respondeu que havia feito no princípio?
Que ele havia
criado o céu e a terra (como Deus no relato bíblico).
03
– Qual é a quebra de expectativa (o humor) nessa piada?
O psiquiatra esperava ouvir
o início da história de vida do paciente, mas descobriu que ele achava que era
o próprio Deus Criador.
II
01
– Qual foi a resposta do primeiro louco ao ser perguntado sobre seu próprio
nome?
Ele disse que não
sabia, pois havia esquecido.
02
– O que o segundo louco respondeu quando o primeiro lhe perguntou o nome de
volta?
Ele respondeu que
também havia esquecido.
03
– Por que eles concluíram que eram "xarás"?
Porque, na lógica deles,
como ambos tinham esquecido o nome, eles "compartilhavam" a mesma
situação/nome esquecido.
III
01
– Qual foi a invenção que o paciente afirmou ter criado?
Um objeto que
permite ver através das paredes.
02 – Qual é o nome do objeto
inventado pelo paciente?
Janela.
03 – Qual é a ironia na
resposta do paciente?
A janela
realmente permite ver através das paredes, mas ela já existe e não é uma
invenção nova ou tecnológica, como o médico esperava.
IV
01
– O que o primeiro louco perguntou ao outro?
Se ele sabia que
horas eram.
02
– O que o segundo louco respondeu à pergunta sobre o horário?
Ele respondeu
apenas "Sei".
03
– Por que o diálogo terminou de forma inusitada?
Porque o primeiro
louco agradeceu apenas pelo fato de o outro saber a hora, sem que a hora exata
fosse realmente dita.
V
01
– Qual era a posição do paciente quando o psiquiatra o encontrou no corredor?
Ele estava com a
orelha colada na parede do hospício.
02
– O que o médico ouviu quando decidiu imitar o gesto do paciente?
O médico
constatou que não estava ouvindo absolutamente nada.
03
– Qual foi a reclamação do louco sobre o silêncio da parede?
Ele reclamou que
a parede já estava daquele jeito (sem nenhum barulho) há uma semana inteira.
VI
01
– Qual era o plano original da dupla de doidos para escapar do hospício?
Eles planejavam
fugir durante a noite pelo buraco da fechadura.
02
– Por que eles decidiram desistir do plano quando chegaram na porta?
Porque o primeiro doido
percebeu que esqueceram a chave na fechadura.
03
– Qual é o duplo absurdo lógico presente nessa piada?
O primeiro é
achar que passariam pelo minúsculo buraco; o segundo é achar que a chave
espetada ali bloqueava a passagem deles em vez de abrir a porta.
VII
01
– Qual era o obstáculo físico que os doidos precisavam superar na nova
tentativa de fuga?
Eles precisavam
pular o portão do hospício.
02
– O que eles encontraram de errado no portão ao chegarem para a fuga?
Eles perceberam
que esqueceram o portão aberto.
03
– Por que eles cancelaram a fuga por causa do estado do portão?
Porque o plano
deles era rigorosamente "pular o portão", e com ele aberto, eles
acharam que o plano não faria mais sentido ou havia estragado.
VIII
01
– O que o doido desenhou na parede durante a aula de pintura?
Ele desenhou uma
porta na parede.
02
– O que aconteceu com as pessoas que tentaram seguir o conselho do doido e
fugir?
Elas iam correndo
em direção ao desenho, batiam de frente na parede e se machucavam no chão.
03
– Por que o autor do desenho considerou os amigos "burros"?
Porque ele achava
que eles estavam batendo na parede por pressa, sem saber que a chave da porta
desenhada estava no bolso dele.
IX
01
– Quem atendeu o telefonema dentro do hospício?
Um dos próprios
doidos internados.
02
– Qual foi a pergunta feita pela pessoa que realizou a chamada externa?
"Alô, é do
hospício?"
03
– Onde está a contradição cômica na resposta dada pelo doido?
Ele negou que ali
fosse o hospício usando o argumento de que o lugar nem sequer tinha telefone,
ignorando o aparelho na própria mão.
X
01
– Que ferramenta e recipiente o doido estava usando enquanto estava sentado no
banco?
Ele usava uma
vara de pescar mergulhada dentro de um balde de água.
02
– O que o doido respondeu quando o médico perguntou o que ele tentava capturar?
Ele respondeu que
estava pescando "otários".
03
– Como o médico acabou caindo na armadilha do paciente no final?
Ao perguntar se
ele já tinha pego algum, o doido respondeu que o médico era o quinto otário que
caía na conversa.
XI
01
– Qual foi a mentira inventada pelos médicos para testar a sanidade dos
pacientes?
Eles saíram
gritando pelos corredores que o hospício estava inundando.
02
– O que a grande maioria dos doidos fez ao ouvir o alarme falso?
Todos começaram a
se deitar e a fingir que estavam nadando no chão.
03
– Por que o doido que permaneceu sentado comemorando foi reprovado no teste de
alta?
Porque ele não
estava calmo por sanidade, mas sim porque preferia esperar uma lancha para ir
mais rápido.
XII
01
– Qual era o jogo de cartas que o doido jogava sozinho no início da cena?
Ele estava
jogando paciência.
02
– De qual infração o segundo doido o acusou ao se aproximar da mesa?
Acusou-o diretamente
de estar roubando no jogo.
03
– Qual foi o argumento usado pelo jogador para garantir que nunca era pego
trapaceando?
Ele disse que
nunca descobria os próprios roubos porque ele era esperto demais para si mesmo.
XIII
01
– O que o doido estava confeccionando quando o psiquiatra o encontrou?
Ele estava
escrevendo uma carta manuscrita.
02
– Quem era o destinatário final da correspondência que estava sendo escrita?
O próprio doido
que a estava escrevendo.
03
– Por que o escritor não soube dizer o conteúdo das linhas para o médico?
Porque ele alegou
que a carta ainda não havia chegado pelos correios para que ele pudesse abri-la
e ler.
XIV
01
– Quais foram os resultados absurdos que os dois primeiros loucos deram para a
conta 2+2?
O primeiro
respondeu "72" e o segundo respondeu "Terça-feira".
02
– Qual foi a resposta numérica exata dada pelo terceiro louco?
Ele respondeu
corretamente que o resultado era "4".
03
– Qual fórmula matemática sem sentido o terceiro usou para achar o número
correto?
Ele explicou que
chegou ao resultado subtraindo "terça-feira" de "72".
XV
01
– O que acontece se uma pessoa com transtorno de múltipla personalidade ligar
para o local?
A gravação
orienta a apertar consecutivamente os números 3, 4, 5 e 6.
02
– Onde o paciente com alucinações deve apertar o número 7, segundo a secretária
eletrônica?
No telefone
colorido gigante que só ele consegue enxergar à sua direita.
03
– Qual grupo político é satirizado no final do menu de atendimento?
Os eleitores do
Lula, que são orientados a desligar e esperar pelo ano de 2007 sob a piada de
que o local não atende "imbecis".
XVI
01
– Qual foi o segredo bizarro revelado pelo paciente na sessão de terapia?
Ele revelou em
sigilo absoluto que era um galo.
02
– O que o psiquiatra tentou descobrir ao perguntar sobre o tempo de duração do
sintoma?
Ele tentou fazer
a anamnese clínica para descobrir o início do delírio.
03 – Qual foi o marco temporal
de infância que o paciente usou para justificar sua forma de ave?
Ele afirmou que
se sentia assim desde os tempos em que era apenas um "pintinho".
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