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quarta-feira, 17 de junho de 2026

PIADAS DE LOUCO - COM GABARITO

 PIADAS DE LOUCO

I

O psiquiatra incentiva o paciente:

— Pode me contar tudo desde o princípio.

— Pois bem, doutor: No princípio eu criei o céu e a terra...

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlZfhxvPRbBRyJ6NCUDjpaBitG1QQ143LtiZxY0ee5Stj56Pqi9pVtFlEsppUgbwhXBOpypAPiTymxOIHIIoDIvruHohSvoPnKvz-KDGqcGSebWzTtfc979NDdfIPzAowizK49GosGYDlgRVNltqK5_f4i9a8I89-UT4LbKklT-KLSu9BEFwnfjuCWgFY/s320/depositphotos_363020302-stock-illustration-a-woman-lies-on-a.jpg


II

Um louco pergunta a um colega:

— Qual é o seu nome?

— Sei lá, me esqueci. E o seu?

— Também esqueci!

— Puxa! Então somos xarás!

III

Num exame de rotina, o médico do hospício pergunta a um dos pacientes:

— E então, o que foi que você inventou dessa vez?

— Eu inventei um objeto que permite ver através das paredes.

— É mesmo?! E como se chama esse objeto?

— Janela.

IV

O louco pergunta a outro:

— Você sabe que horas são?

— Sei.

— Muito obrigado!

V

O psiquiatra, ao cruzar o corredor do hospício, depara com um dos pacientes com a orelha colada na parede, e pergunta:

— O que está havendo?

— Pssiu! Escuta só!

Curioso, o médico encosta a orelha na parede, e após alguns segundos sentencia:

— Mas eu não estou ouvindo nada!

— Pois é! Já faz uma semana que está desse jeito!

VI

O doido planejava fugir do hospício com um parceiro, e disse a ele:

— Vamos fugir de noite pelo buraco da fechadura.

De noite, os dois saíram de fininho e chegaram na porta. Mas o primeiro doido disse, decepcionado:

— Ih... pode desistir, não vai dar mais pra fugir.

— Por que?

— Esqueceram a chave na fechadura.

VII

Desta vez o plano de fuga era pra pular o portão. Chegou a noite, mas na hora-H o doido disse:

— Ih... não vai dar pra pular o portão!

— Mas por quê?

— Esqueceram ele aberto.

VIII

Na aula de pintura, o já tradicional doido com mania de fujão pegou o pincel e pintou uma porta na parede. Depois, disse ao médico:

— Eh, eh! Olha só o que eu vou fazer!

E gritou:

— Ei, galera, vamos fugir! Tem uma porta aqui!

Os doidos iam correndo, trombavam na parede e se esborrachavam no chão. O médico estranhou a brincadeira, e perguntou:

— Por que eles estão fazendo isso?

— Doutor, olha como esses caras são burros. Não sabem que a chave está comigo.

IX

O doido atendeu o telefone no hospício e ouviu:

— Alô, é do hospício?

— Não, aqui nem tem telefone.

X

O doido, sentado num banquinho, segurava uma vara de pescar mergulhada num balde de água. O médico passa e pergunta:

— O que você está pescando?

— Otários, doutor.

— Já pegou algum?

— O senhor é o quinto.

XI

O hospício estava superlotado. Então os médicos resolveram fazer um teste pra ver quem já estava bom e poderia ter alta. Saíram gritando que o hospício estava inundando. Todos os doidos começaram a nadar no chão, mas um deles permaneceu sentado num banco, sorrindo. O médico imaginou que esse doido já estivesse bom, e perguntou:

— Por que você não está nadando?

— Eu vou esperar a lancha, que é mais rápido.

XII

No hospício o doido estava sozinho, jogando paciência. Outro doido se aproximou e denunciou:

— Ei, você está roubando!

— Sim, mas não espalha.

— E você nunca descobre?

— Não, porque eu sou muito esperto.

XIII

O doido estava no hospício, escrevendo uma carta. O psiquiatra perguntou:

— Você está escrevendo para quem?

— Para mim mesmo.

— E o que diz a carta?

— Não sei, ainda não recebi!

XIV

Três loucos vão fazer o exame mensal, para ver se já podem receber alta. O médico pergunta ao primeiro deles:

— Quanto é 2+2?

— 72.

O doutor balança a cabeça, desanimado. Virando-se para o segundo, repete a pergunta:

— Quanto é 2+2?

— Terça-feira.

O médico repete a pergunta para o terceiro louco:

— Quanto é 2+2?

— É 4, doutor!

— Parabéns, você acertou! Como chegou a essa conclusão?

— Foi fácil! Me baseei nas respostas dos meus amigos: 72 menos terça-feira dá 4!

XV
TRIIIMM.... TRIIIMM......... TRIIIMM.........

Responde a secretária eletrônica do hospício: Obrigado por ter ligado para o Instituto de Saúde Mental, a companhia mais certa para seus momentos de maior loucura.

• Se você é obsessivo-compulsivo, aperte repetidamente o número 1;

• Se você é co-dependente, peça a alguém que aperte o número 2 por você;

• Se você tem múltipla personalidade, aperte 3, 4, 5 e 6;

• Se você é paranoico, nós sabemos quem é você, o que você faz e o que quer. Espere na linha enquanto rastreamos sua chamada;

• Se você sofre de alucinações, aperte o 7 nesse telefone colorido gigante que só você vê à sua direita;

• Se você é esquizofrênico, escute cuidadosamente, e uma voz interior lhe indicará o número a pressionar;

• Se você é depressivo, não importa que número aperte: Nada vai tirá-lo de sua lamentável situação;

• Porém, se você vai votar no Lula, desligue e espere até 2007. Aqui só atendemos loucos, e não imbecis!

XVI

No consultório psiquiátrico:

— Doutor, vou lhe contar um segredo: Eu sou um galo!

O psiquiatra resolve aprofundar a anamnese:

— E desde quando o senhor acha que é um galo?

— Ah, desde que eu era um pintinho.

Entendendo as piadas:

I

01 – O que o psiquiatra incentivou o paciente a fazer?

      A contar tudo para ele desde o princípio.

02 – O que o paciente respondeu que havia feito no princípio?

      Que ele havia criado o céu e a terra (como Deus no relato bíblico).

03 – Qual é a quebra de expectativa (o humor) nessa piada?

      O psiquiatra esperava ouvir o início da história de vida do paciente, mas descobriu que ele achava que era o próprio Deus Criador.


II

01 – Qual foi a resposta do primeiro louco ao ser perguntado sobre seu próprio nome?

      Ele disse que não sabia, pois havia esquecido.

02 – O que o segundo louco respondeu quando o primeiro lhe perguntou o nome de volta?

      Ele respondeu que também havia esquecido.

03 – Por que eles concluíram que eram "xarás"?

      Porque, na lógica deles, como ambos tinham esquecido o nome, eles "compartilhavam" a mesma situação/nome esquecido.

III

01 – Qual foi a invenção que o paciente afirmou ter criado?

      Um objeto que permite ver através das paredes.

02 – Qual é o nome do objeto inventado pelo paciente?

      Janela.

03 – Qual é a ironia na resposta do paciente?

      A janela realmente permite ver através das paredes, mas ela já existe e não é uma invenção nova ou tecnológica, como o médico esperava.

IV

01 – O que o primeiro louco perguntou ao outro?

      Se ele sabia que horas eram.

02 – O que o segundo louco respondeu à pergunta sobre o horário?

      Ele respondeu apenas "Sei".

03 – Por que o diálogo terminou de forma inusitada?

      Porque o primeiro louco agradeceu apenas pelo fato de o outro saber a hora, sem que a hora exata fosse realmente dita.

V

01 – Qual era a posição do paciente quando o psiquiatra o encontrou no corredor?

      Ele estava com a orelha colada na parede do hospício.

02 – O que o médico ouviu quando decidiu imitar o gesto do paciente?

      O médico constatou que não estava ouvindo absolutamente nada.

03 – Qual foi a reclamação do louco sobre o silêncio da parede?

      Ele reclamou que a parede já estava daquele jeito (sem nenhum barulho) há uma semana inteira.

VI

01 – Qual era o plano original da dupla de doidos para escapar do hospício?

      Eles planejavam fugir durante a noite pelo buraco da fechadura.

02 – Por que eles decidiram desistir do plano quando chegaram na porta?

      Porque o primeiro doido percebeu que esqueceram a chave na fechadura.

03 – Qual é o duplo absurdo lógico presente nessa piada?

      O primeiro é achar que passariam pelo minúsculo buraco; o segundo é achar que a chave espetada ali bloqueava a passagem deles em vez de abrir a porta.

VII

01 – Qual era o obstáculo físico que os doidos precisavam superar na nova tentativa de fuga?

      Eles precisavam pular o portão do hospício.

02 – O que eles encontraram de errado no portão ao chegarem para a fuga?

      Eles perceberam que esqueceram o portão aberto.

03 – Por que eles cancelaram a fuga por causa do estado do portão?

      Porque o plano deles era rigorosamente "pular o portão", e com ele aberto, eles acharam que o plano não faria mais sentido ou havia estragado.

VIII

01 – O que o doido desenhou na parede durante a aula de pintura?

      Ele desenhou uma porta na parede.

02 – O que aconteceu com as pessoas que tentaram seguir o conselho do doido e fugir?

      Elas iam correndo em direção ao desenho, batiam de frente na parede e se machucavam no chão.

03 – Por que o autor do desenho considerou os amigos "burros"?

      Porque ele achava que eles estavam batendo na parede por pressa, sem saber que a chave da porta desenhada estava no bolso dele.

IX

01 – Quem atendeu o telefonema dentro do hospício?

      Um dos próprios doidos internados.

02 – Qual foi a pergunta feita pela pessoa que realizou a chamada externa?

      "Alô, é do hospício?"

03 – Onde está a contradição cômica na resposta dada pelo doido?

      Ele negou que ali fosse o hospício usando o argumento de que o lugar nem sequer tinha telefone, ignorando o aparelho na própria mão.

X

01 – Que ferramenta e recipiente o doido estava usando enquanto estava sentado no banco?

      Ele usava uma vara de pescar mergulhada dentro de um balde de água.

02 – O que o doido respondeu quando o médico perguntou o que ele tentava capturar?

      Ele respondeu que estava pescando "otários".

03 – Como o médico acabou caindo na armadilha do paciente no final?

      Ao perguntar se ele já tinha pego algum, o doido respondeu que o médico era o quinto otário que caía na conversa.

XI

01 – Qual foi a mentira inventada pelos médicos para testar a sanidade dos pacientes?

      Eles saíram gritando pelos corredores que o hospício estava inundando.

02 – O que a grande maioria dos doidos fez ao ouvir o alarme falso?

      Todos começaram a se deitar e a fingir que estavam nadando no chão.

03 – Por que o doido que permaneceu sentado comemorando foi reprovado no teste de alta?

      Porque ele não estava calmo por sanidade, mas sim porque preferia esperar uma lancha para ir mais rápido.

XII

01 – Qual era o jogo de cartas que o doido jogava sozinho no início da cena?

      Ele estava jogando paciência.

02 – De qual infração o segundo doido o acusou ao se aproximar da mesa?

      Acusou-o diretamente de estar roubando no jogo.

03 – Qual foi o argumento usado pelo jogador para garantir que nunca era pego trapaceando?

      Ele disse que nunca descobria os próprios roubos porque ele era esperto demais para si mesmo.

XIII

01 – O que o doido estava confeccionando quando o psiquiatra o encontrou?

      Ele estava escrevendo uma carta manuscrita.

02 – Quem era o destinatário final da correspondência que estava sendo escrita?

      O próprio doido que a estava escrevendo.

03 – Por que o escritor não soube dizer o conteúdo das linhas para o médico?

      Porque ele alegou que a carta ainda não havia chegado pelos correios para que ele pudesse abri-la e ler.

XIV

01 – Quais foram os resultados absurdos que os dois primeiros loucos deram para a conta 2+2?

      O primeiro respondeu "72" e o segundo respondeu "Terça-feira".

02 – Qual foi a resposta numérica exata dada pelo terceiro louco?

      Ele respondeu corretamente que o resultado era "4".

03 – Qual fórmula matemática sem sentido o terceiro usou para achar o número correto?

      Ele explicou que chegou ao resultado subtraindo "terça-feira" de "72".

XV

01 – O que acontece se uma pessoa com transtorno de múltipla personalidade ligar para o local?

      A gravação orienta a apertar consecutivamente os números 3, 4, 5 e 6.

02 – Onde o paciente com alucinações deve apertar o número 7, segundo a secretária eletrônica?

      No telefone colorido gigante que só ele consegue enxergar à sua direita.

03 – Qual grupo político é satirizado no final do menu de atendimento?

      Os eleitores do Lula, que são orientados a desligar e esperar pelo ano de 2007 sob a piada de que o local não atende "imbecis".

XVI

01 – Qual foi o segredo bizarro revelado pelo paciente na sessão de terapia?

      Ele revelou em sigilo absoluto que era um galo.

02 – O que o psiquiatra tentou descobrir ao perguntar sobre o tempo de duração do sintoma?

      Ele tentou fazer a anamnese clínica para descobrir o início do delírio.

03 – Qual foi o marco temporal de infância que o paciente usou para justificar sua forma de ave?

      Ele afirmou que se sentia assim desde os tempos em que era apenas um "pintinho".



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