Texto: Época temerária
Atualmente, temos percebido toda uma onda de negatividades e notícias ruins. Entretanto há que se ter esperança, pois, sem a mesma, torna-se difícil a vida. A toda hora são passados os números atualizados da taxa de mortos nessa pandemia. Reportagens nas variadas emissoras insistem em conscientizar a população contra os males da Covid.
Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUogNTfndY5gqYMw6UvW4wQkVhqPak4h2T0G6bkquSMh3eFxZqSDHeoWExK9MLictvuDVAr-4KydFKwhjsoxCOMWmZrERI673SbGnw6EOlu6oAf9tPFecgXXVyVHdCOxOrraiKtQo1wutIYjcsIlyYsKlKWsewZ0cNl1tj_3JIkfNhC8OgmQBVWtW7ZkA/s320/images.jpgÉ gente se aglomerando em festas clandestinas, nas ruas, nos
transportes públicos, nas paradas de ônibus, etc. O que podemos notar é uma
total irresponsabilidade dos meios públicos nesse combate a um mal maior que é
a incompreensão humana.
Quando
eu penso que pessoas inocentes estão perdendo a batalha para o Coronavírus,
fico mais aterrorizada com a situação. É inegável que sem a prevenção os
índices jamais baixarão rapidamente. Quantos conhecidos têm morrido. A cada
semana, eu sei que algum amigo ou conhecido faleceu. Ainda existem as
celebridades que também têm perdido a vida por causa da doença. É estarrecedor
saber que o mal chega mais perto, pois é constante a informação da morte
de colegas professores e professoras. Quem não fica mal, ao receber a mensagem
de falecimento de alguém?
Portanto,
façamos a nossa parte. Não vamos nos esquecer das orientações científicas quanto
ao uso de máscara e quanto ao isolamento social aliado à manutenção,
limpeza das mãos e uso de álcool em gel.
Entendendo o texto:
01 – Com base no
primeiro parágrafo, qual é a dupla contradição ou conflito apontado pela autora
em relação às atitudes da população e à atuação dos meios públicos diante da
pandemia?
A autora aponta que, apesar do constante fluxo de notícias ruins, estatísticas de mortes e reportagens que tentam conscientizar as pessoas sobre a Covid-19, parte da população continua agindo com irresponsabilidade ao causar aglomerações (em festas clandestinas, ruas e transportes públicos). Além disso, ela destaca a omissão e a falta de eficiência dos órgãos e meios públicos em combater um problema ainda maior: a falta de conscientização e a incompreensão humana diante da gravidade da situação.
02 – Como a autora
constrói o sentimento de proximidade e gravidade em relação ao vírus ao longo
do segundo parágrafo?
A autora constrói esse sentimento ao relatar sua própria experiência pessoal e emocional. Ela demonstra que a doença deixou de ser um fato distante para se tornar algo cotidiano e aterrorizante, pois semanalmente recebe a notícia da morte de amigos, conhecidos, celebridades e, em especial, de colegas de profissão (professores e professoras). Essa proximidade constante com o luto reforça a ideia de que o vírus está atingindo a todos de forma assustadora.
03 – Qual é o papel
do sentimento de "esperança" ressaltado no início do texto para o
enfrentamento desse período de crise?
Apesar de o texto retratar um cenário repleto de negatividades e notícias tristes, a autora defende que a esperança é essencial para a sobrevivência do indivíduo. Sem ela, torna-se insustentável encarar a realidade difícil e continuar lutando no dia a dia. A esperança funciona como um suporte emocional indispensável em meio à crise sanitária.
04 – Qual é o
argumento principal do texto para defender que a redução dos índices da doença
não acontecerá rapidamente?
O argumento principal é de que os índices só baixarão se houver prevenção efetiva por parte de todos. Como ainda há atitudes irresponsáveis de aglomeração por parte de muitas pessoas e falhas na conscientização coletiva, o vírus continua se espalhando, impedindo a diminuição dos casos e das mortes.
05 – No último
parágrafo, a autora faz uma convocação aos leitores. Quais são as ações
práticas defendidas por ela com base nas orientações científicas?
A autora convoca
cada pessoa a fazer a sua parte assumindo a responsabilidade individual e
coletiva. As ações práticas recomendadas são: o uso de máscaras, a prática do
isolamento social, a higiene e limpeza frequente das mãos e o uso do álcool em
gel.
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