terça-feira, 31 de julho de 2018

MÚSICA: LOKA (PART. ANITTA) SIMONE E SIMARIA - COM QUESTÕES GABARITADAS


Música: Loka (part. Anitta)
                                        Simone e Simaria
(Loka, loka, loka
Loka, loka, loka)

Cadê você, que ninguém viu?
Desapareceu, do nada sumiu
Tá por aí tentando esquecer
O cara safado que te fez sofrer

Cadê você? Onde se escondeu?
Por que sofre se ele não te mereceu?
Insiste em ficar em cima desse muro
Espera a mudança em quem não tem futuro

Deixa esse cara de lado
Você apenas escolheu o cara errado
Sofre no presente por causa do seu passado
Do que adianta chorar pelo leite derramado?

Põe aquela roupa e o batom
Entra no carro, amiga, aumenta o som

E bota uma moda boa
Vamos curtir a noite de patroa
Azarar os boy, beijar na boca
Aproveitar a noite, ficar louca

E bota uma moda boa
Vamos curtir a noite de patroa
Azarar os boy, beijar na boca
Aproveitar a noite, ficar louca

Esquece ele e fica louca, louca, louca
Agora chora no colo da patroa, louca, louca
Esquece ele e fica louca, louca, louca
Agora chora no colo da patroa, louca, louca

Cadê você, que ninguém viu?
Desapareceu, do nada sumiu
Tá por aí tentando esquecer
O cara safado que te fez sofrer

Cadê você? Onde se escondeu?
Por que sofre se ele não te mereceu?
Insiste em ficar em cima desse muro
Espera a mudança em quem não tem futuro

Deixa esse cara de lado
Você apenas escolheu o cara errado
Sofre no presente por causa do seu passado
Do que adianta chorar pelo leite derramado?

Põe aquela roupa e o batom
Entra no carro, amiga, aumenta o som

E bota uma moda boa
Vamos curtir a noite de patroa
Azarar os boy, beijar na boca
Aproveitar a noite, ficar louca

E bota uma moda boa
Vamos curtir a noite de patroa
Azarar os boy, beijar na boca
Aproveitar a noite, ficar louca

Esquece ele e fica louca, louca, louca
Agora chora no colo da patroa, louca, louca
Esquece ele e fica louca, louca, louca
Agora chora no colo da patroa, louca, louca.

Simone, Simaria, Anitta, loucas
Composição: Kayky Ventura / Rafinha RSQ / Simaria / Simone
Entendendo a canção:
01 – Observe que, na música, há duas grafias para a palavra "louca". Qual seria a justificativa para isso?  
·        Louca = português.
·        Loka = espanhol.

02 – A música emprega a linguagem formal ou informal? Justifique sua resposta, incluindo passagens do texto:
      Linguagem informal: cadê / tá.
      Linguagem formal: Por que sofre se ele não te mereceu?”
      O uso da linguagem informal é frequente nas canções populares, para o público assimilar com facilidade.

03 – Qual a importância dos verbos no modo imperativo para o contexto apresentado?
      Para a canção, a amiga está dando um conselho. Ex.: “Põe aquela roupa e o batom / Entra no carro, amiga, aumenta o som.”

04 – Podemos afirmar que há traços do Romantismo, do Realismo ou de ambos no texto? Justifique sua resposta: 
      Sim, de ambos.
      Romantismo – supervalorização dos sentimentos em: “Sofre no presente por causa do seu passado / Tá por aí tentando esquecer / O cara safado que te fez sofrer.”
      Realismo – objetivismo em: “Vamos curtir a noite de patroa / Aproveitar a noite, ficar louca”.

05 – A quem a música se dirige?
      A uma amiga.

06 – Que conselhos são dados? O que você pensa sobre eles? 
      Os conselhos são para ela esquecer seu amado que a fez sofrer e curtir a vida.

07 – Há algum estrangeirismo no texto? Se sim, qual? O que isso revela?
      Sim, há duas palavras: Loka em espanhol e Boy em inglês.
      Isto revela que o uso de palavras estrangeiras tem se popularizado no cotidiano das pessoas.

08 – Copie do texto um exemplo de vocativo, explicando o emprego do mesmo: 
      “Cadê você, que ninguém viu? / Cadê você, onde se escondeu?”
      O vocativo é um chamamento, uma invocação ou um apelo.

09 – Que mensagem o texto lhe transmitiu?
      Que a vida é tão curta para ficarmos sofrendo por alguém que não mereceu, sofrer no presente por causa do passado.
      A vida segue... E aquele que tem medo do novo tem medo da vida, pois cada dia é novo.

10 – Diga a que classe gramatical pertence cada palavra destacada no texto:
      Você: Pronome pessoal.
      Safado: Adjetivo.
      Roupa: Substantivo.
      Uma: Artigo.
      Chorar: Verbo.
      De: Preposição.
      Não: Advérbio de negação.


POESIA: NAMORO DESMANCHADO - PEDRO BANDEIRA - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


POESIA: Namoro Desmanchado

Já não tenho namorada
e nem ligo para isso
é melhor ficar sozinho
namorar só dá enguiço.



Eu conheço meus colegas
sei que vão argumentar
que pra não ser mais criança
é preciso namorar. 

Mas a outra só gostava
de conversa e de passeio
e queria que eu ficasse
de mãos dadas no recreio! 

E ali, sentado e quieto
no recreio da escola
de mãos dadas feito bobo
vendo a turma jogar bola!

Gosto mesmo é de brincar
Faça chuva ou faça sol
namorar não quero mais.
Eu prefiro o futebol!
                                                 BANDEIRA, Pedro. Cavalgando o Arco-íris.
São Paulo, Moderna, 1985.
Entendendo o texto:
01 – Porque o menino prefere ficar sozinho a ter uma namorada?
      Porque namorar só da enguiço.

02 – Que argumentos os colegas do menino usam para justificar que não são mais crianças?
      Que eles tem que namorar, só assim vão provar que não são mais crianças.

03 – O que a namorada do menino gostava de fazer durante o recreio?
      Ficar passeando e conversando de mãos dadas.

04 – O que deixava o menino aborrecido durante o recreio?
      Ter que ficar quieto e sentado sem poder jogar bola.

05 – O que o menino escolheu para se sentir bem?
      Escolheu o futebol em vez de namorar.

06 – Na sua opinião, o menino fez uma boa escolha?
      Resposta pessoal do aluno.

07 – Qual a mensagem que o título do texto traz?
      Que não compensa namorar, porque perde totalmente a liberdade.

08 – Quem é o autor? Onde foi publicado e em que ano?
      Pedro Bandeira. Foi publicado na Moderna em 1985.

09 – Qual é a sua opinião sobre o namoro?
      Resposta pessoal do aluno.

10 – De acordo com o texto o eu poético é:
      (  ) Narrador.
      (X) Narrador personagem.
      (  ) Personagem.

POEMA: CANÇÃO DO VENTO E DA MINHA VIDA - MANUEL BANDEIRA - COM GABARITO


Poema: Canção do vento e da minha vida
        
                                      
O vento varria as folhas,
O vento varria os frutos,
O vento varria as flores...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De frutos, de flores, de folhas.

O vento varria as luzes,
O vento varria as músicas,
O vento varria os aromas...
E a minha vida ficava

Cada vez mais cheia
De aromas, de estrelas, de cânticos.

O vento varria os sonhos
E varria as amizades...
O vento varria as mulheres...
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De afetos e de mulheres.

O vento varria os meses
E varria os teus sorrisos...
O vento varria tudo!
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De tudo.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
Entendendo o poema:

01 – No texto, podemos entender a palavra “vento” com o sentido de:

a)   Tempo.

b)   Aragem.

c)   Ventania.

d)   Brisa.

02 – Assinale a melhor resposta. O motivo que conduz o poema é:

a)   O vazio da vida humana.

b)   A fuga rápida do tempo e as marcas que deixa nas pessoas.

c)   A ideia de violência na vida humana, caracterizada pelo verbo varrer.

d)   A interferência da natureza na vida do homem.

03 – O verso: “E a minha vida ficava”, presente em todas as estrofes, simboliza a:

a)   Pressão da razão sobre os sentimentos.

b)   Volubilidade emocional do ser humano.

c)   Perenidade da condição humana.

d)   Incerteza diante do futuro.

04 – Já o verso: “Cada vez mais cheia”, também repetido em todas as estrofes, pode representar o(a):

a)   Alegria do tempo vivido.

b)   Insipidez de uma existência sem poesia.

c)   Amadurecimento crítico em oposição às ilusões adolescentes.

d)   Acumulação gradativa de experiências existenciais.

05 – Aproveitando o tema do poeta e adequando-se à forma e conteúdo do poema, podemos afirmar que a vida só não é um(a):

a)   Ciranda de emoções.

b)   Voragem de sentimentos.

c)   Desfile de glórias.

06– Predomina no texto a função da linguagem:

a)   Fática, porque o autor procura testar o canal de comunicação.

b)   Metalinguística, porque há explicação do significado das expressões.

c)   Conotativa, uma vez que o leitor é provocado a participar de uma ação.

d)   Referencial, já que são apresentadas informações sobre acontecimentos e fatos reais.

e)   Poética, pois chama-se a atenção para a elaboração especial e artística da estrutura do texto.

07 – A partir do título do poema, percebe-se que o eu poético vai estabelecer uma relação. Que relação é essa?

      Relação à vida do autor, presente como o eu-lírico.

08– Como estão estruturados os versos e estrofes do poema?

      O poema em seu rigor formal, é composto de quatro sextilhas.

09 – A partir de que relação de semelhança pode-se afirmar que ocorre, no poema, uma metáfora entre vento e tempo?

      Na 1ª sextilha há um sentido associativo (metáfora) atribuído à palavra vento e ao verbo varrer (varria), a primeira corresponde ao significado de tempo e a segunda a ação do vento, se essas palavras fossem substituídas por outras como: brisa, ventania ou soprar (respectivamente nos casos), não expressariam o abalo que o eu-lírico sofre, pois ao carregar folhas, frutos, flores. (1ª sextilha).

10 – Que expressão se repete nas (2.ª, 3.ª, 4.ª sextilhas) para significar algo que vai ocorrendo, gradativamente, ao longo de um tempo ou à medida da ação do vento/tempo?

      As expressões são:

      2ª sextilha – luzes, músicas, aromas.

      3ª sextilha – meses e sorrisos.

      4ª sextilha – percebe-se que o vento é capaz de tirar seus prazeres da vida.

11 – Que vocábulos do poema permitem perceber que o eu poético fala de uma situação passada?

      “E a minha vida ficava cada vez mais cheia”, reconhece-se nesse aspecto que a canção do vento também torna-se a sua, reconhecendo assim sua plenitude enquanto ser relacionada a ação do tempo que ironicamente, à medida que lhe varia todas as coisas, deixava a mesma cada vez mais cheia.

12 – No verso: “E a minha vida ficava”, existe uma carga semântica, pois está presente em todas as estrofes. Por quê?

      Este verso simboliza a perenidade da condição em que se encontra o eu-lírico.

13 – O eu-lírico usa a repetição das reticências em muitos versos, com que finalidade?

      Para alongar o ritmo da frase e o momento da rememoração na consciência, como se inserissem no texto pausas internas, espaços de silêncio.

14 – No poema, a expressão “minha vida” refere-se à vida:

a)   Da amada.

b)   Da natureza.

c)   Das mulheres.

d)   Do eu-lírico.

15 – Nos três primeiros versos – “O vento varria as folhas, / O vento varria os frutos, / O vento varria as flores...” –, a semelhança sonora das palavras:

a)   Cria musicalidade no poema.

b)   Elabora uma prosa poética.

c)   Constrói imagens desconhecidas.

d)   Elimina o ritmo do poema.

16 – Pode-se afirmar que “Canção do vento e da minha vida” é um poema porque:

a)   Está estruturado em frases e parágrafos repetidos.

b)   Está organizado em versos com ritmo e sonoridade.

c)   Conta, em linguagem figurada, uma história de amor.

d)   Compara vida e natureza alterando a estrutura das estrofes.

17 – A leitura do poema sugere que a vida:

a)   Acumula experiências.

b)   Esvazia os dias.

c)   Destrói os sonhos.

d)   Devasta a natureza.

18 – O poema se organiza em torno da seguinte ideia:

a)   A vida é como o vento, varre os maus momentos.

b)   A vida é como o vento, varre os bons momentos.

c)   O tempo passa com o vento, enquanto a vida se preenche.

d)   O tempo passa como o vento, enquanto a vida se esvazia.

19 – O poema chama a atenção pela sua construção paralelística, isto é, pela repetição total ou parcial de versos.

a)   Quais dos seguintes tipos de paralelismo foram empregados no poema? Sintático – Semântico – Rítmico – Gráfico.

Foram empregados todos eles.

b)   Em cada uma das estrofes, o eu lírico trata dos efeitos do vento e agrupa-os em blocos semânticos distintos. Observe o conteúdo d cada uma das três primeiras estrofes e associe-os, na ordem em que aparecem, aos seguintes itens: relacionamentos – percepção sensorial – natureza.

Natureza – percepção sensorial (visão, audição e olfato) – relacionamentos.

c)   Considerando que os paralelismos são estruturas de repetição, o que essas repetições sugerem no plano da vida do eu lírico?

Sugerem repetição, monotonia, uma vida sempre igual.

20 – Nessa “canção” de Bandeira, o vento varre continuamente.

a)   Observe alguns dos significados do verbo varrer e aponte aqueles que coincidem com os sentidos desse verbo no poema:

Varrer: 1. Limpar com vassoura. 2. Arrastar-se por, roçar. 3. Levar, arrastar. 4. Destruir, devastar. 5. Fazer desaparecer.

   Todos eles estão de alguma forma no poema; contudo, vale ressaltar o caráter devastador do vento, o que remete para os significados 3,4 e 5.

b)   O vento, além do sentido de “ar em movimento”, pode também apresentar outros, como o de “coisa vã, fugaz, efêmera, passageira”, o que se verifica claramente no verso: “O vento varria os meses”, conclua: A passagem do vento é a metáfora de quê?

Do tempo.

21 – Cada uma das estrofes do poema se organiza a partir da oposição entre o vento e a condição do eu lírico. Observe o esquema:

        O vento varria: as folhas, os frutos, as flores, as luzes, as músicas, etc.

        E minha vida ficava cada vez mais cheia de: frutos, flores, folhas, aromas, estrelas, cânticos, etc.

        Tanto o verbo varrer quanto o adjetivo cheia regem complementos. Observe a presença ou ausência de preposição nesses dois casos e responda às questões a seguir.

a)   A ligação entre o verbo varrer e seus complementos se faz com ou sem o auxílio de preposição? Consequentemente, qual é a função sintática desses complementos do verbo?

Sem preposição; sua função é de objeto direto.

b)   A ligação entre o adjetivo cheia e seus complementos se faz com ou sem auxílio de preposição? Que função sintática desempenham os complementos desse adjetivo?

Com o auxílio de preposição: sua função sintática é de complemento nominal.

c)   Qual o valor semântico da palavra de em “cheia de...”?

·        Posse.

·        Restrição.

·        Qualidade, caráter.

·        Matéria, conteúdo.

22 – Considerando a regência do verbo varrer e a do adjetivo cheia, no contexto, é possível estabelecer relações entre elas e o conteúdo da canção. Identifique quais dos itens abaixo correspondem a relações corretas.

a)   Agente da ação de varrer, o vento age diretamente (sem preposição) sobre as coisas e seres que o circundam.

b)   Varrer é verbo transitivo direto, o que pressupõe uma ação direta do eu lírico sobre as coisas e seres que o circundam.

c)   A regência do adjetivo cheia sugere uma atitude passiva do eu lírico, que fica imóvel diante da ação do tempo.

d)   A regência do adjetivo cheia (de) sugere o que fica acumulado, para o eu lírico, da experiência vivida, apesar (e em razão) da ação devastadora do vento.

23 – na última estrofe, há uma síntese da ação do vento e da condição do eu lírico. Segundo o texto, “o vento varria tudo!”, e a vida do eu lírico ficava “cada vez mais cheia de tudo”. Indique ao menos dois sentidos para a palavra cheia nesse contexto.

      1° sentido: plana, que tem em abundância; 2° sentido; farta, enfastiada, cansada.

24 – Qual dos seguintes temas podemos considerar como o tema central do poema?

a)   A efemeridade do tempo e da natureza.

b)   A importância humana diante da natureza.

c)   O cotidiano massacrante da vida.

 

 


CONTO: DANÇANDO COM O MORTO -ÂNGELA LAGO - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Conto: Dançando com o morto

        A viúva estava na cozinha com o filho, contando feliz o dinheiro que tinha encontrado debaixo do colchão, quando o marido, falecido fazia meses, apareceu e veio sentar-se à mesa com eles.
        A mulher não se intimidou:
        --- O que você está fazendo aqui, seu miserável?! Me dá paz! Você está morto! Trate de voltar para debaixo da terra.
        --- Nem pensar – disse o morto. – Estou me sentindo vivinho.
        A mulher mandou o filho buscar um espelho. Entregou ao morto para que ele visse a sua cara de cadáver.
        --- É ... estou abatido. Deve ser falta de exercício – disse o falecido.
        E mandou o filho buscar a sanfona, e convidou a mulher para dançar. Ela é claro, não quis saber de dançar com o defunto, que cheirava pior que gambá.
        O morto nem ligou. Começou dançar sozinho. De repente a mulher viu que um dedo dele estava caindo, e ordenou:
        --- Toca mais rápido, menino!
        Assim que o ritmo se acelerou, caiu outro pedaço.
        --- Mais que depressa, que eu também vou dançar – ela resolveu.
        E começou a requebrar e saltar e jogou a perna para o alto e balançar a saia.
        O marido, animado, tratava de acompanhar as piruetas da mulher, e enquanto isso o corpo dele desmoronava. Até que só ficou a caveira pulando no chão, batendo o queixo.
        A mulher caprichou uma pirueta, a caveira imitou e o queixo desmontou. Pronto.
        Mais que depressa, a mulher mandou o filho buscar um baú para guardar os pedaços do marido:
        --- Põe tudo que é dele, filho. Tudo. Que eu vou procurar uns pregos e um martelo.
        Dali a pouco ela voltou e caprichou nas marteladas, para que o morto nunca mais escapulisse.
        Enterraram o defunto de novo. Depois jogaram bastante cimento em cima.
        Só no dia seguinte a viúva lembrou do dinheiro do marido, que ela tinha deixado em cima da mesa.
        --- Cadê!?!
        --- Uai, Mãe! Não era para guardar no baú tudo que fosse dele?

                                                                              Ângela Lago.
Entendendo o conto:
01 – Por que a mulher ficou tão aborrecida com a chegada do finado marido?
      Porque ele veio atrapalhar ela a contar o dinheiro que encontrou debaixo do colchão.

02 – Por que a mulher foi buscar o espelho?
      Para o falecido olhar e ver que tinha morrido mesmo.

03 – Ao olhar a sua imagem no espelho, o defunto alegou que estava meio abatido e que era falta de exercícios, diante disso o que ele resolveu fazer?
      Resolveu a dançar sozinho.

04 – O que fez a mulher mudar de ideia e dançar com o morto?
      A mulher viu que um dedo dele estava caindo.

05 – À medida que o morto imitava as piruetas da mulher, o que acontecia com ele?
      Quanto mais rápido dançava, os pedaços iam caindo.

06 – Por que o morto fedia mais que um gambá?
      Porque o falecido fazia meses que tinha morrido.

07 – Ao final do texto o menino diz: “--- Uai, Mãe! Não era para guardar no baú tudo que fosse dele?” Como essa frase deixou a mãe: Por quê?
      Muito triste. Porque era todo o dinheiro que eles tinham.

08 – A obediência do filho acabou se transformando num problema. Por quê?
      Porque eles para ter o dinheiro; teriam que desenterrar o defunto.

09 – Ao dizer: “--- O que é que você está fazendo aqui seu miserável?”
a)   A mulher elogiou o marido.
b)   Maltratou o marido.
c)   Se expressou de forma muito feliz.

10 – Na frase: “Enterraram o defunto de novo.” Há uma palavra em negrito a expressão em destaque tem o mesmo sentido que:
a)   Caveira.
b)   Morto.
c)   Marido.

11 – O marido fedia mais que um gambá, por quê?
a)   Não gostava de tomar banho.
b)   Mexeu com um gambá.
c)   Estava morto.

12 – Esse texto é:
a)   Fábula.
b)   Conto.
c)   Texto informativo.

13 – Que outro título você daria ao texto? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno.

14 – Sentiu medo ao ler o texto? Justifique.
      Resposta pessoal do aluno.

15 – Você acha que esse texto poderia acontecer na vida real? Explique.
      Resposta pessoal do aluno.