quinta-feira, 31 de maio de 2018

FILME: A MORENINHA - (OBRA: JOAQUIM MANUEL DE MACEDO)- GLAUCO MIRKO LAURELLI - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Filme: A MORENINHA

 Data de lançamento 30 de dezembro de 1970 (1h 36min)
Gêneros DramaRomance
Nacionalidade Brasil

SINOPSE E DETALHES
        Baseado na obra de Joaquim Manuel de Macedo. Assim que Augusto pisa na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro da década de 1840, sua vida muda completamente: ele, que nunca se apaixonara, cai de amores por Carolina, prima de um amigo e mais conhecida na região como "a Moreninha". Contudo, uma promessa feita ainda na infância pode colocar em risco a paixão de Augusto.
                                                               Joaquim Manuel de Macedo
Entendendo o filme:
01 – Quem são os estudantes de medicina? Identifique-os.
      Felipe (irmão de Carolina), Augusto, Leopoldo e Fabrício.

02 – Explique a expressão: “Ando sempre com as algibeiras a tocar matinas”.
      A expressão significa sempre estar sem dinheiro.

03 – Descreva, segundo o autor, as características físicas e psicológicas de D. Ana, a avó de Carolina.
      A dona Ana é uma mulher de sessenta anos, senhora espirituosa e com alguma instrução. É cheia de bondade e de agrado. Também apresenta o maior carinho por sua neta, a Dona Carolina.

04 – A quem Augusto revela sua inconstância no amor?
      Ele revela aos seus amigos Felipe, Fabrício e Leopoldo, quando discutiam sobre a visita que fariam a avó de Felipe.

05 – Por que Carolina passa a ser chamada de moreninha por Augusto?
      Porque todos já a conheciam e gostavam de chama-la de moreninha.

06 – De que forma a moreninha conquista o coração de Augusto?
      Quando Augusto viu Carolina cantando a música de Ahy, a balada do rochedo.

07 – Em que lugar Augusto faz nova confissão de seus desamores?
      Na gruta da ilha, numa conversa com D. Ana depois do jantar.

08 – O que acontece quando Augusto conta sabre seu amor de infância?
      Ele sempre é interrompido por um ruído (como se tivesse alguém escondido ouvindo sua conversa com D. Ana), porém quando vai conferir, nunca acha ninguém além da moreninha que, curiosamente, Augusto não desconfia.

09 – Qual o desejo de Carolina, quando ela e Augusto, ainda criança ajudava o velho moribundo?
      A D. Carolina queria acabar com a fome do velho, por isso deu uma moeda de ouro à sua família.

10 – Quantos anos Augusto e Carolina tinham quando teve o primeiro encontro com a moreninha?
      Augusto tinha treze anos e Carolina apenas sete anos. Eles se encontraram por acaso numa praia, enquanto Carolina tentava pegar uma concha na água.

11 – Leia e responda: “[...] porém não posso mais esconder estes sentimentos que eu penso que são segredos e que todo mundo mos lê nos olhos! Com qual dos provérbios seguintes essa fala de Augusto se relaciona:
a)   Longe dos olhos, longe do coração.
b)   O que os olhos não veem o coração não sente.
c)   Os olhos são a janela da alma.
d)   Em terra de cego quem tem um olho é rei.

12 – O reencontro de D. Carolina e Augusto foi:
a)   Cheio de declarações de amor.
b)   Cheio de questionamentos.
c)   Marcado pela indiferença e dúvidas.
d)   Marcado pela troca de olhares e suspiros.

13 – No fragmento: “O amor é um menino doidinho e malcriado que, quando alguém intenta refreá-lo, chora, esperneia, escabuja”, e no outro “... amor é um anzol que, quando se engole, agadanha-se logo no coração da gente...”, temos uma figura de linguagem chamada:
a)   Metonímia.
b)   Personificação.
c)   Metáfora.
d)   Antítese.

14 – “Como força e comoção desusadas bateu o coração de D. Carolina...”, o termo em destaque significa:
a)   Enormes.
b)   Constantes.
c)   Incomuns.
d)   Reais.

15 – Se você reparou bem há um mistério que envolve as vidas de Augusto e de Carolina. Os dois vivem presos a um fato que foi muito importante para eles. Qual foi esse acontecimento?
      A promessa que fizeram de se casarem, quando ainda eram crianças.




MÚSICA: CARINHOSO - PIXINGUINHA - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Música: Carinhoso
                         Pixinguinha

Meu coração, não sei por quê
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim foges de mim

Ah, se tu soubesses
Como sou tão carinhoso
E o muito, muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim

Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor dos lábios meus
À procura dos teus
Vem matar esta paixão
Que me devora o coração
E só assim então serei feliz
Bem feliz.

Composição: João de Barro / Pixinguinha

Entendendo a canção:
01 – Qual foi o assunto abordado na música?
      É a grande paixão que devora o coração do eu poético.

02 – Quando o narrador diz “Ah, se tu soubesse como eu sou tão carinhoso”, o que ele está querendo expressar?
      Que ele daria a pessoa amada todo o seu amor e carinho.

03 – Você acha que a mulher amada conhece o narrador e os seus sentimentos? Justifique:
      Resposta pessoal do aluno.

04 – Qual é o tema da canção?
      O tema é o amor.

05 – Como esse tema aparece na canção?
      Surge numa declaração de amor.

06 – Diga algumas rimas que você encontrou na letra da canção:
      Porque / vê; sorrindo / seguindo; assim / mim; quero / sincero; meus / teus; paixão / coração / então.

07 – Na sua opinião, qual o efeito que as rimas provocam?
      As rimas contribuem para a musicalidade e o ritmo da canção.

08 – Agora, você vai escrever o maior número de rimas para cada palavra abaixo:
·        Feliz =
·        Carinhoso =
·        Coração =
      Resposta pessoal do aluno.

POEMA: O PEIXE - PATATIVA DO ASSARÉ - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Poema: O peixe 


Tendo por berço o lago cristalino,
Folga o peixe, a nadar todo inocente,
Medo ou receio do porvir não sente,
Pois vive incauto do fatal destino.

Se na ponta de um fio longo e fino
A isca avista, ferra-a inconsciente,
Ficando o pobre peixe de repente,
Preso ao anzol do pescador ladino.

O camponês, também, do nosso Estado,
Ante a campanha eleitoral, coitado!
Daquele peixe tem a mesma sorte. 

Antes do pleito, festa, riso e gosto,
Depois do pleito, imposto e mais imposto.
Pobre matuto do sertão do Norte!
                              Patativa do Assaré
 Entendendo o poema:
01 – Analise o seguinte verso do poema: “Tendo por berço o lago cristalino”, qual é o significado do vocábulo berço nesse contexto?
      No contexto significa “Terra Natal”.

02 – Observe os significados do verbete “incauto”:
in·cau·to (latim incautus, -a, -um)
adjetivo
1.Que não tem cautela ou prudência. 
2.Que é inocente e sem malícia. 
        Agora analise os versos a seguir: “Folga o peixe, a nadar todo inocente, / Medo ou receio do porvir não sente / Pois vive incauto do fatal destino…” De acordo com as informações contidas nesses versos, qual significado é o mais correto para a ação do peixe? Explique por quê?
     Os dois significados podem ser empregados à ação do peixe, ele nada sem prudência e é inocente, porque nem imagina que um pescador poderá capturá-lo.

03 – “Se na ponta de um fio longo e fino 
         A isca avista, ferra-a inconsciente,
         Ficando o pobre peixe de repente, 
         Preso ao anzol do pescador ladino…”
Explique com base na leitura desses versos, o significado do termo “pescador ladino”.
      Pescador esperto.

04 – Faça a leitura das duas últimas estrofes do poema e explique a comparação feita pelo poeta.
      O poeta compara o peixe que ele considera inocente ao cidadão do campo que acredita na falsidade dos políticos que antes das eleições faz festa, distribui riso e gosto. Depois de eleito cobra imposto e mais imposto.

05 – Qual é a crítica que o poeta faz nesse poema “O peixe”? Você concorda com a afirmação feita por Patativa do Assaré? Explique?
      O poeta faz uma crítica aos políticos do nosso país que agem com esperteza para conquistar o voto do povo, principalmente os humildes e, depois que é eleito acaba com o bolso do povo na cobrança de impostos.

06 – Agora é sua vez de redigir um poema. As informações contidas nele deverão consistir em uma crítica implícita à política do nosso país. Siga o esquema de rimas adotado pelo poeta, bem como a quantidade de versos e estrofes.
      Resposta pessoal do aluno.






FÁBULA: O GATO E O MACACO - MÁRCIA KUPSAS - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Fábula: O GATO E O MACACO
      
                                               Márcia Kupsas


        O gato e o macaco eram animais domésticos. Um dia, o macaco descobriu castanhas assando no braseiro e correu a chamar o gato:
        --- Venha, amigo! Com sua habilidade nas patas, será fácil pegar as castanhas para nós!
        O gato, envaidecido, pôs-se a tirar as castanhas do braseiro, deixando-as de lado. O macaco ia devorando as castanhas e falando:
        --- Isso, senhor gato! Muito bem! Pegue agora aquela ali, e essa outra...
        O gato, com o pelo chamuscado, ia tirando as castanhas, enquanto o macaco o elogiava e as comia. De repente, voltou a cozinheira, que os enxotou com a vassoura.
        O gato e o macaco esconderam-se no quintal. Irritado, o gato falou:
        --- De que adiantou tanto esforço? Queimei o pelo, sujei as patas e não comi castanha nenhuma!
        Ao que o macaco, subindo em uma árvore, respondeu:
        --- Pois é, amigo gato. Agora você já sabe: o bom bocado não é para quem o faz, mas para quem o come.

Entendendo a Fábula:

01 – Os dois personagens dessa fábula formam um confronto entre o forte e o fraco.
a) Quem, na visão do narrador, venceu a batalha? Por quê?
      O macaco por que foi mais esperto.

b) Foi justa a decisão do narrador? Por quê?
      Não, por que o gato que retirou as castanhas.

02 – Encontre, no texto, uma palavra que seja sinônima de “queimado”.
      Chamuscado.

03 – Encontre, no texto, uma palavra que seja sinônima de “bravo”.
      Irritado. 

04 – Encontre, no texto, uma palavra que seja sinônima de “expulsou”.
      Enxotou.

05 – Qual o motivo de o macaco tratar o gato como amigo?
      Por suas habilidades na pata será mais fácil de pegar as castanhas. 

06 – O macaco realmente considerava o gato como um amigo? Justifique:
      Não. Ele tinha interesse em suas habilidades. 

07 – Qual é o título do texto?
      O macaco e o gato.

08 – Quem é o autor?
      O autor do texto é Monteiro Lobato.

09 – Quais são os personagens do texto?
      São três os personagens o macaco Simão, o gato Bichano e a cozinheira.

10 – Cite as características dos personagens?
      Eles pintam o sete, furtam coisas, remexem gavetas, escondem tesourinhas, atormentam o papagaio, arranham os tapetes, esfiapam as almofadas e bebem o leite das crianças.

11 – Qual dos dois é que sai sempre perdendo?
      O gato sempre sai perdendo.

12 – O que eles estavam querendo pegar?
      Eles estavam querendo pegar as castanhas que estavam nas brasas.

13 – O que aconteceu no fim?
      No fim eles foram enxotados, o macaco comeu todas as castanhas que o gato havia tirado das brasas.

14 – No texto existem duas palavras grifadas, procure no dicionário seu significado e registre a que melhor se encaixa no texto:
·        Furta = rouba
·        Maromba = esperteza, malandragem.

15 – O que você acha do macaco?
      Resposta pessoal do aluno.




TEXTO: ONDE ESTÁ O MENINO? ARYANE CARARO - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Texto: Onde está o menino?

      Este livro não tem história. E, por isso mesmo, talvez tenha muitas. Zoo, do espanhol Jesus Gabán, aglomera animais a cada dupla de páginas. Há bichos com pelos, que parecem pelúcia. Estão lá os quatis e o urso panda, por exemplo. Há os que têm carapaça dura. Como tatu, o caranguejo e o chifre do rinoceronte. Tem também os de pernas longas, como o flamingo, a garça e o colhereiro. Cada grupo está em uma página.
    Mas uma coisa não muda. Em todas as páginas, um menino observa tudo de longe. Às vezes, quase se esconde. E é bem divertido procurar onde ele está. Nessa brincadeira, as ilustrações em nanquim e aquarela de Jesus revelam muitas outras coisas. Sutilezas como os olhos chorões nas asas das borboletas. Os filhotes de pássaro no topo dos cactos. E a lesma no nariz da tartaruga, que quase parece um dinossauro. O livro que deixa para você contar a história que enxergar ali, surpreende pela beleza das ilustrações. Delicadas, com uma dose de surrealismo mágico e deliciosamente compostas. Vale ficar um tempão observando cada página.

                                Aryane Cararo. Disponível em: www.estadao.com.br.

Entendendo o texto:
01 – O texto acima é do gênero:
      “Resenha de livro”.

02 – O texto lido atende ao propósito de:
a) divulgar um zoológico.
b) divulgar o livro “Zoo”.
c) divulgar o trabalho do escritor Jesus Gabán.
d) divulgar diferentes espécies de animais.

03 – Leia com atenção as passagens a seguir e assinale aquela que explicita o objetivo identificado acima:
a) “Há bichos com pelos, que parecem pelúcia.”
b) “Estão lá os quatis e o urso panda, por exemplo.”
c) “[...] as ilustrações em nanquim e aquarela de Jesus revelam muitas outras coisas.”
d) “Vale ficar um tempão observando cada página.”

04 – Predomina no texto a linguagem:
a) formal                            b) regional
c) literária                          d) informal.

05 – A autora do texto expõe a sua opinião sobre o livro “Zoo” em:
a) “Há bichos com pelos, que parecem pelúcia.”
b) “Em todas as páginas, um menino observa tudo de longe.”
c) “E a lesma no nariz da tartaruga, que quase parece um dinossauro.”
d) “[...] surpreende pela beleza das ilustrações.”

06 – “Mas uma coisa não muda”. A que coisa a autora se refere?
      A autora refere-se à presença de um menino, observador, em todas as páginas do livro “Zoo”.

07 – Na passagem “E, por isso mesmo, talvez tenha muitas.”, o pronome “muitas” tem como referente o substantivo:
a) histórias                                b) páginas
c) ilustrações                            d) sutilezas.

08 – Na parte “E é bem divertido procurar onde ele está.”, o pronome “ele” retoma:
a) o urso panda                       b) o caranguejo
c) o chifre do rinoceronte        d) o menino.

09 – Na frase “Delicadas, com uma dose de surrealismo mágico e deliciosamente compostas.”, o adjetivo em destaque caracteriza:
      As ilustrações que compõem o livro “Zoo”.

10 – Na passagem “E é bem divertido procurar onde ele está.”, o termo “bem”:
a) complementa o sentido do adjetivo “divertido”.
b) intensifica o sentido do adjetivo “divertido”.
c) explica o sentido do adjetivo “divertido”.
d) retoma o sentido do adjetivo “divertido”.

TEXTO: GIGI E SOFIA TÊM SEDE! - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Texto: Gigi e Sofia têm sede!

    Gigi e Sofia estão infelizes. As patas são altas demais e muito magras, e o pescoço demasiado longo.
        --- Estamos cheias! – lamentam-se aos animais da savana. – Para vocês é fácil beber. Abaixam-se um pouco, estendem a língua e pronto! Para nós, girafas, isso é uma acrobacia! Temas de afastar nossas imensas patas antes para podermos baixar a cabeça até a água. E, além disso, sempre corremos o risco de quebrar a cara...
        Os antílopes, as gazelas e os doces hipopótamos se reúnem. De repente, têm uma ideia...
        --- Há grandes canos da floresta! – dizem os hipopótamos. – Vamos buscá-los.
        Em menos de dois segundos, os canos são instalados perto do lago; Gigi e Sofia colocam-se, então, em dois pés de árvores e aspiram a água com seus grandes canudinhos.

Entendendo o texto:

01 – Qual o título do texto?
      Gigi e Sofia têm sede.

02 – Como se sentem Gigi e Sofia?
      Infelizes.

03 – Por que estão se sentindo assim?
      Por que suas patas são altas demais e magras, e o pescoço muito longo.

04 – O que para eles é mais difícil de fazer do que os outros animais da savana?
      Beber água, por causa do longo pescoço e patas.

05 – Quais animais se reúnem com uma boa ideia?
      Os antílopes, gazelas e os hipopótamos.

06 – O que eles vão buscar na floresta?
      Grandes canos.

07 – Como funcionou a ideia deles para Gigi e Sofia?
      Instalaram os canos perto do lago, assim elas aspiram a água com seus canudinhos.

TEXTO: RATOS GOSTAM DE QUEIJO? - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Texto: Ratos gostam de queijo?

           Verdade ou mito?

        O rato doméstico gosta tanto de queijo quanto de qualquer outra comida que ele possa levar da sua cozinha. A espécie é onívora: ingere todos os tipos de alimento de origem animal ou vegetal. O que acontece, segundo os cientistas, é que esses bichos são atraídos por refeições de cheiros fortes. Então, é mais fácil eles irem atrás de queijo, bacon ou leite do que de outros alimentos sem odor. Mas na hora da fome, os roedores topam tudo!
        E você sabe qual é a diferença entre rato e camundongo? Os dois são roedores e a principal diferença entre eles é o tamanho. Os ratos, mais conhecidos como ratos-de-telhado, chegam a 19 centímetros de comprimento, têm cauda longa e fina e escalam muito bem (sobem em árvores, fios e telhados).
        Já os camundongos são pequenos, atingindo 7 centímetros de comprimento. Eles vivem escondidos em tocas construídas em paredes, armários, caixas e outros lugares protegidos. Por não gostarem muito de andar, fazem as tocas perto de um lugar com comida.
        No Brasil, ainda são comuns as ratazanas: maiores, elas atingem 26 centímetros de comprimento, vivem nos esgotos e não conseguem subir nos canos, árvores, calhas e outros locais altos.
                                            Disponível em: <http://recreio.uol.com.br/>.

Entendendo o texto:
01 – O texto acima atende ao objetivo de:
a) dar uma notícia.
b) apresentar uma explicação.
c) expor uma opinião.
d) narrar uma história.

02 – O conteúdo do texto lido é de natureza:
a) jornalística
b) humorística
c) científica
d) didática.

03 – De acordo com o texto, os ratos domésticos são onívoros porque:
a) “[...] ingerem todos os tipos de alimento de origem animal ou vegetal.”
b) “[...] são atraídos por refeições de cheiros fortes.”
c) “[...] é mais fácil eles irem atrás de queijo, bacon ou leite [...]”
d) “[...] têm cauda longa e fina e escalam muito bem [...]”

04 – Assinale o adjetivo que apresenta o sentido equivalente à locução “sem odor”:
a) incomuns.
b) insípidos.
c) inodoros.
d) incolores.

05 – Relacione, numerando conforme indicação:
1. Características dos ratos
2. Características dos camundongos
3. Características das ratazanas

(2) “[...] vivem escondidos em tocas construídas em paredes, armários, caixas [...]”
(1) “[...] chegam a 19 centímetros de comprimento [...]”
(3) “[...] atingem 26 centímetros de comprimento [...]”
(1) “[...] têm cauda longa e fina e escalam muito bem [...]”
(3) “[...] vivem nos esgotos e não conseguem subir nos canos, árvores, calhas [...]”
(2) “[...] são pequenos, atingindo 7 centímetros de comprimento.”

06 – No trecho “Mas na hora da fome, os roedores topam tudo!”, a conjunção “mas” estabelece uma relação de:
a) comparação
b) conclusão
c) adição
d) oposição.

07 – Na passagem “Por não gostarem muito de andar, fazem as tocas perto de um lugar com comida.”, a preposição “por” indica a ideia de:
a) finalidade
b) causa
c) modo
d) lugar.