sábado, 17 de outubro de 2026

NOTÍCIA: COMEÇARAM AS AULAS - FRAGMENTO - ZIRALDO - COM GABARITO

 Notícia: Começaram as aulas – Fragmento

           Ziraldo

        [...] Em 1957, começou a publicar seus trabalhos na revista A Cigarra e, posteriormente, em O Cruzeiro. É nesta publicação e, a partir de 1963, no Jornal do Brasil, que conquistará notoriedade nacional. Seus personagens, entre eles Jeremias, o Bom, a Supermãe e o Mineirinho, conquistaram os leitores. Ele também publicou charges nas revistas Visão e Fairplay. [...]

Fonte:  https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2Li-mgwsL3eO7zyUpenEeWiQa3iDm4K3WMhig9ELLxZszxFxp_mR8Ol_G7Nzlk6I1XJPm9lB7EhvKhyphenhyphenylm7CkQTTORxuK9-glMct6tRuobPdDwAZhDP0Gxxmg9TX3WsPuY36P7tIAqPDrlpm-qw2z9dgvpMfA3h_X7rJw1T4uHpDshcI5FGFnSDQUK7s/s320/images.jpg


        Foi fundador e posteriormente diretor do periódico O Pasquim, tabloide de oposição ao regime militar, uma das prováveis razões de sua prisão, ocorrida um dia após a promulgação do Ato Institucional nº 5.

        Com irreverência, humor abusado e charges polêmicas, o artista gráfico Ziraldo é também autor de livros, com uma produção marcada por temas nacionais e voltada para o público infantil, sendo seu maior sucesso editorial O Menino Maluquinho, já adaptado para cinema e televisão. [...]  

 ZIRALDO. Ziraldo, um brasileiro. Apresentação. Ziraldo Artes Produções. Disponível em: http://ziraldoproducoes.com.br/ziraldo. Acesso em: 31 mar. 2022.

Fonte: Maxi: Séries Finais. Caderno 1. Língua Portuguesa – 8º ano. 1.ed. São Paulo: Somos Sistemas de Ensino, 2021. Ensino Fundamental 2. p. 89.

Entendendo a notícia:

01 – Qual foi o veículo de imprensa em que Ziraldo conquistou notoriedade nacional a partir de 1963, e quais foram alguns dos seus personagens de destaque publicados nesse período?

      A notoriedade nacional foi conquistada a partir de 1963 no Jornal do Brasil. Entre os personagens de destaque criados por ele e que conquistaram os leitores nessa época estão Jeremias, o Bom, a Supermãe e o Mineirinho.

02 – Qual era a linha editorial do periódico O Pasquim, do qual Ziraldo foi fundador e diretor, e qual foi a consequência direta dessa atuação durante o regime militar?

      O Pasquim era um tabloide de oposição ao regime militar brasileiro. Como consequência dessa postura crítica e de oposição, Ziraldo foi preso justamente um dia após a promulgação do Ato Institucional nº 5 (AI-5).

03 – Como o texto caracteriza o estilo artístico de Ziraldo e quais são as principais marcas de sua produção literária voltada para o público infantil?

      O texto caracteriza o estilo de Ziraldo por meio de sua irreverência, humor abusado e charges polêmicas. Já sua produção literária voltada para o público infantil é marcada por temas nacionais.

04 – Qual é considerado o maior sucesso editorial de Ziraldo na literatura infantil e quais desdobramentos essa obra teve na mídia?

      O maior sucesso editorial de Ziraldo é o livro O Menino Maluquinho. Devido ao seu enorme impacto e popularidade, a obra acabou sendo adaptada posteriormente tanto para o cinema quanto para a televisão.

05 – Antes de alcançar projeção nacional no Jornal do Brasil, em quais veículos impressos Ziraldo iniciou a publicação de seus trabalhos a partir de 1957?

      A partir de 1957, Ziraldo começou a publicar seus trabalhos na revista A Cigarra e, posteriormente, em O Cruzeiro, antes de consolidar sua fama nacional no Jornal do Brasil.

 

MINICONTO: UM TRONCO NO MEIO DO CAMINHO - ROSANA RIOS - COM GABARITO

 Miniconto: Um tronco no meio do caminho

      Rosana Rios

        Um tronco no caminho pode revelar muitas coisas... Nessa história, mostra, de maneira anedótica, a força e a esperteza que muitos bichos acham que têm. Onça, anta, paca, tatu, cutia e esquilo, mesmo vendo os outros animais já presos debaixo do tronco, insistem em vencer o obstáculo em seu caminho de um jeito pouco inteligente e já demonstrado ineficaz. É a esperteza de uma minúscula formiga que resolve a questão nessa divertida história cumulativa que convida os pequenos leitores a pensar antes de tomar decisões.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMKyK4CQgDNZLEuVQ0yx-JzxfWwg6gAk45JKFcm-EViCHyCJ-KmDo4AeWM2X2eZgCJ4GFAdapmKz0h5VWqZb_4TrcV9BsFMZJUslRtzvqKd7Q6mQpsk45sM-5vMS9sAFFpg8uSAnlvZ5nYSnLEC0JoiTo0UivZxMV94uMehkhEeui12YkU24avf3W5JQE/s320/images.jpg


        Era uma vez lá na floresta.

        A onça foi beber água no rio. E viu um tronco de árvore caído no meio do caminho.

        -- Sai da frente, tronco! – disse a onça.

        O tronco nem se mexeu.

        A onça se achava muito forte: entrou num vão e empurrou o tronco.

        Mas ficou presa debaixo dele.

        Miou de zanga e rosnou de raiva; não adiantou nada, porque troncos nem ligam para onças zangadas.

        A anta foi beber água. Viu um tronco, com a onça embaixo, caído no meio do caminho.

        -- Sai da minha frente, tronco! – disse a anta.

        O tronco nem se mexeu.

        A anta quis mostrar à onça que era mais forte que ela.

        Entrou no vão e empurrou a onça, que empurrou o tronco.

        E a anta ficou presa junto com a onça, debaixo do tronco.

        A cutia foi beber água. E viu um tronco, com a onça embaixo, com a anta junto, com a paca espremida ao lado, com o tatu entalado, caído no meio do caminho.

        -- Sai da minha gente, tronco! – disse a cutia.

        O tronco nem se mexeu.

        A cutia era esperta.

        Entrou no vão e empurrou o tatu, que empurrou a paca, que empurrou a anta, que empurrou a onça, que empurrou o tronco.

        E a cutia ficou presa com o tatu, entalado com a paca, espremida ao lado da anta, junto com a onça, debaixo do tronco.

Habilidade EF06LP04.

RIOS, Rosana. Um tronco no meio do caminho. Curitiba: Positivo, 2010. p. 4-7.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 6º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 5/6.

Entendendo o miniconto:

01 – Qual é o objetivo inicial comum a todos os animais da história ao se depararem com o tronco?

      Todos os animais estavam a caminho do rio com o objetivo de beber água quando encontraram o tronco de árvore caído no meio do caminho.

02 – Como a atitude dos animais maiores (como a onça e a anta) demonstra a sua ingenuidade diante do obstáculo?

      A onça e a anta agem com presunção e falta de raciocínio lógico: primeiramente, ordenam que o tronco (um objeto inanimado) saia do caminho; em seguida, tentam usar a força bruta para empurrá-lo, ignorando o fracasso dos animais que tentaram antes e acabando presas também.

03 – Por que a tentativa da anta em demonstrar ser mais forte do que a onça acabou falhando?

      A anta tentou provar sua superioridade em força entrando no vão e empurrando a onça para que esta empurrasse o tronco. O método se mostrou ineficaz porque apenas somou mais um corpo sob a madeira, fazendo com que a anta ficasse presa junto com a onça.

04 – Segundo a introdução do texto, qual é a estrutura narrativa utilizada pela autora e qual lição ela transmite aos leitores?

      Trata-se de uma história cumulativa com tom anedótico. A narrativa transmite a lição de que é fundamental pensar antes de agir ou tomar decisões, mostrando que a força bruta e o orgulho costumam ser ineficazes quando comparados à verdadeira inteligência.

05 – Quais animais aparecem na sequência contada na história até a tentativa da cutia?

      Os animais citados no desenrolar da narrativa são a onça, a anta, a paca, o tatu e a cutia (além da menção na introdução ao esquilo e à formiga).

06 – De acordo com a introdução do texto, de que forma o problema do tronco no caminho é finalmente resolvido?

      O problema é resolvido pela esperteza de uma minúscula formiga, que se diferencia dos grandes animais por não tentar usar a força bruta e sim agir de maneira inteligente.

07 – Como a repetição das ações dos animais cria o efeito cumulativo na narrativa?

      O efeito cumulativo é construído à medida que cada novo animal repete o mesmo padrão de conduta (dar uma ordem ao tronco e empurrar o bicho anterior), gerando uma reação em cadeia em que todos se empurram em fila e terminam igualmente presos debaixo do tronco.

 

 

CRÔNICA: O QUADRO - FRAGMENTO - LEWIS C. S. - COM GABARITO

 Crônica: O Quadro – Fragmento

          Lewis, C. S.

        "A nossa história começa numa tarde em que Edmundo e Lúcia aproveitavam juntos alguns minutos preciosos. Como é óbvio, falavam de Nárnia, nome do país secreto deles. Acho que todos nós temos um país secreto, que, para a maioria, é apenas um país imaginário. Edmundo e Lúcia eram bem mais felizes: o seu país secreto era real. (...) E lá tinham recebido uma promessa, ou algo muito próximo disso, de que voltariam algum dia.”

        [...]

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjOPxxTMbZxDbUT2HLCT9td43NxpFLj9FPx8bVwR6CCHJLd5RWmCvm5_NrE-T93R0zkw_fbJjyzB4a7BQ3VTJfxzsXYOObVCXbNV0JZXMNM1VxNelUEUFRpsSJvj-9ui-PePsnR-fCKXYa7kOkO5W6ya9GBm3TpozEDH_GynNiT5zyS5mLPu0WCwNvak0/s320/images.jpg


Habilidade EF67LP32.

LEWIS, C. S. As crônicas de Nárnia. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. p. 404.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 6º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 10.

Entendendo a crônica:

01 – No fragmento apresentado, o autor estabelece uma distinção entre o "país secreto" da maioria das pessoas e o de Edmundo e Lúcia. Explique qual é essa diferença e o que ela revela sobre a percepção da realidade pelos irmãos.

      Enquanto para a maioria das pessoas o "país secreto" é apenas imaginário (fruto da fantasia ou da ficção), para Edmundo e Lúcia ele é real, pois eles realmente o vivenciaram. Isso revela que, no universo de Nárnia criado por C.S. Lewis, a fronteira entre o mundo físico e o mundo espiritual/mágico é tênue, e as experiências vividas lá possuem uma concretude palpável e verdadeira para os irmãos, indo muito além de um simples devaneio infantil.

02 – O texto menciona que Edmundo e Lúcia receberam "uma promessa, ou algo muito próximo disso, de que voltariam algum dia". Considerando o contexto das obras de C.S. Lewis (como As Crônicas de Nárnia), qual é o significado simbólico ou emocional dessa promessa para os personagens?

      A promessa de retorno funciona como uma âncora de esperança e consolo para Edmundo e Lúcia. Viver em nosso mundo após conhecerem Nárnia gera um sentimento de saudade e exílio. Portanto, a expectativa de voltar representa a fé em uma realidade maior e mais bela, mantendo viva a conexão deles com o divino ou com o transcendente que Nárnia frequentemente simboliza na obra do autor.

03 – O fragmento inicia afirmando que os irmãos aproveitavam "alguns minutos preciosos" para falar sobre Nárnia. Por que momentos como esse podem ser considerados tão valiosos para Edmundo e Lúcia dentro da narrativa?

      Esses momentos são preciosos porque funcionam como um refúgio emocional contra a realidade cinzenta ou comum do mundo em que vivem. Compartilhar memórias sobre Nárnia permite que eles mantenham viva a identidade heroica e as vivências profundas que tiveram lá, além de fortalecer o vínculo fraternal, já que Nárnia é um segredo e um patrimônio emocional exclusivo dos dois.

 

FÁBULA: O VELHO, O MENINO E A MULINHA - FRAGMENTO - MONTEIRO LOBATO - COM GABARITO

 Fábula: O velho, o menino e a mulinha – Fragmento

          Monteiro Lobato

        [...]

        — Isto é bem certo, disse dona Benta. Quem quer contentar todo mundo, não contenta a ninguém. Sobre todas as coisas há sempre opiniões contrarias. Um acha que é assim, outro acha que é assado.

 Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqPZKb7GSbjBYHDFRiPkknQNUFvB_HJtIVz1bb30_XwBwAr8SJ-CmXk6WtAz_rg28t00qO6CAQydPeOjC572-XHo1qu0Pu22jJceeRn0Yo1hRRVEfRbBQLvOjt_P_WCe9ndoORf7CKr4ccWzT9_n091eubIkxAGa8YnKemrYmoBwwZ2fvmCVIZmtPPhYY/s320/images.jpg


        — E como então a gente deve fazer? perguntou a menina.

        — Devemos fazer o que nos parece mais certo, mais justo, mais conveniente. E para nos guiar temos a nossa razão e a nossa consciência. Aquela fita que vimos no cinema da cidade tem um título muito sábio.

        — Qual, vovó?

        — E ISTO ACIMA DE TUDO...

        — Não estou entendendo...

        — Esse título é a primeira parte dum verso de Shakespeare: “E isto acima de tudo: sê fiel a ti mesmo”. Bonito, não?

        — Lindo, vovó! exclamou Pedrinho entusiasmado. E vou adotar esse verso como lema da minha vida. Quero ser fiel a mim mesmo — e o mundo que se fomente...

Habilidade EF06LP04.

LOBATO, Monteiro. O velho, o menino e a mulinha. In: LOBATO, Monteiro. Obras completas de Monteiro Lobato. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1943.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 6º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 28.

Entendendo a fábula:  

01 – Qual é a principal lição ou moral que Dona Benta extrai da história do velho, do menino e da mulinha?

      A moral central destacada por Dona Benta é que é impossível agradar a todos ("Quem quer contentar todo mundo, não contenta a ninguém"). Ela explica que sobre qualquer assunto sempre haverá opiniões contrárias e divergentes, tornando inútil tentar agir apenas para satisfazer o julgamento alheio.

02 – Diante da diversidade de opiniões das pessoas, qual é a orientação dada por Dona Benta sobre como devemos agir em nossas decisões?

      Dona Benta orienta que devemos fazer aquilo que nos parece mais certo, mais justo e mais conveniente. Para nos guiar nessas escolhas, devemos recorrer à nossa própria razão e à nossa consciência, em vez de nos pautarmos pelas críticas externas.

03 – Que citação literária Dona Benta utiliza para reforçar o seu conselho e qual é o autor dessa frase?

      Dona Benta cita o verso de William Shakespeare: “E isto acima de tudo: sê fiel a ti mesmo” (frase originalmente dita pelo personagem Polônio na peça Hamlet), que ela também relembra ter visto como título de um filme no cinema da cidade.

04 – Como Pedrinho reage à explicação de Dona Benta sobre o verso de Shakespeare e qual decisão ele toma a partir dessa reflexão?

      Pedrinho reage com entusiasmo e admiração ("Lindo, vovó!"). Ele decide adotar o verso "Quero ser fiel a mim mesmo" como o lema de sua própria vida, demonstrando ter compreendido a importância da autenticidade e da autonomia moral.

05 – Como a fala final de Pedrinho ("...e o mundo que se fomente...") reflete a mudança de atitude que a fábula propõe em relação às críticas alheias?

      A expressão informal de Pedrinho indica um desapego em relação às opiniões e julgamentos dos outros. Ela reflete a mudança de atitude proposta pela fábula: em vez de mudar constantemente de comportamento para agradar a todos (como o velho e o menino fizeram ao longo da história), deve-se priorizar a integridade pessoal e a consciência própria, sem se deixar abalar pela pressão social externa.

 

 

 

 

NOTÍCIA: QUANDO SAI A FUMAÇA DO CONCLAVE? FRAGMENTO - THALLYS MENEZES - COM GABARITO

 Notícia: Quando sai a fumaça do Conclave? – Fragmento

        Conclave: Veja horários das votações e quando deve sair a primeira fumaça.

        [...]

        O Conclave para eleger o próximo papa começa nesta quarta-feira (7), no Vaticano. Ao todo, 133 cardeais participam da votação secreta que escolherá o novo líder da Igreja Católica.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJcvQT8PGpBFqKiN6xWUcbwYYjCKxyLIU8aajNfti0MRE4nRrlhZgYXpbujljh7aRdsUIxwBUsULr1iyEzR24Ouqhgej6DFSDeIF1tr7ULNCHF-KhEq1XLNQqXIebKZ3sFJ3UpkJC5O32BwabkWqnTZFFTOzbAhXwcHmANR55A1S-NalGuLS-J91UHJh4/s320/images.jpg


        [...]

        Quarta-feira (7)

        11h30 – Entrada na Capela Sistina, juramentos coletivos e individuais. Após o fechamento das portas, há um discurso dentro da capela, abertura para possíveis perguntas e, em seguida, votação

        14h – Previsão para que primeira fumaça saia da chaminé da Capela Sistina

        Quinta-feira (8)

        5h30 – Fim de votação; só haverá fumaça se de fato um papa for eleito

        7h00 – Fim de segunda votação e, caso não haja papa, a fumaça preta sairá da chaminé

        12h30 – Fim de votação; novamente, só haverá fumaça se de fato um papa for eleito

        14h00 – Fim de nova votação e, caso não haja papa, a fumaça preta sairá da chaminé.

        Se não houver definição, haverá mais dias de votação.

Habilidade EF05LP06.

MENEZES, Thallys. Quando sai a fumaça do Conclave? Confira horários da votação da escolha do Papa. UOL Notícias, 2025. Disponível em: https://social1.ne10.uol.com.br/noticias/2025/05/06/quando-sai-a-fumaça-do-conclave-confira-horarios-da-votacao-da-escolha-do-papa.html. Acesso em: 25 mar. 2026.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 6º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 25.

Entendendo a notícia:

01 – Qual é o objetivo principal do Conclave citado na notícia e quantos cardeais participam dessa votação?

        O objetivo principal do Conclave é eleger o próximo papa, que será o novo líder da Igreja Católica. Ao todo, participam do processo de votação secreta 133 cardeais.

02 – Quais são as etapas e rituais previstos para ocorrer na Capela Sistina no primeiro dia do Conclave (quarta-feira, dia 7), a partir das 11h30?

      A partir das 11h30, ocorrem a entrada dos cardeais na Capela Sistina e os juramentos coletivos e individuais. Em seguida, após o fechamento das portas, há um discurso dentro da capela, espaço aberto para possíveis perguntas e, por fim, a realização da votação.

03 – Qual é o horário previsto para a emissão da primeira fumaça no primeiro dia de Conclave e qual local específico do Vaticano ela deve expelir?

      A primeira fumaça tem previsão de sair às 14h da quarta-feira (7) e será emitida pela chaminé da Capela Sistina.

04 – De acordo com o cronograma de quinta-feira (8), em quais circunstâncias específicas a fumaça sairá da chaminé nos horários das 5h30 e das 12h30?

      Nos horários das 5h30 e das 12h30, a fumaça só sairá da chaminé caso um papa seja de fato eleito nessas votações. Se não houver eleição nesses horários específicos, a fumaça não é expelida imediatamente.

05 – Em que condições a fumaça preta é expelida da chaminé da Capela Sistina durante a quinta-feira (8)? Indique os horários associados a esse evento no texto.

      A fumaça preta é expelida quando uma votação é encerrada e não se chega à escolha de um novo papa. Segundo o texto, isso está previsto para ocorrer às 7h00 e às 14h00 caso a decisão não seja alcançada.

06 – Como o texto descreve o procedimento a ser adotado caso os cardeais não cheguem a um consenso ao final da quinta-feira (8)?

      O texto indica que, se não houver uma definição sobre a escolha do novo papa ao término da quinta-feira, haverá mais dias seguidos de votação até que ocorra a eleição.

07 – O que a variação na cor da fumaça (ou a sua ausência em determinados horários intermediários) representa do ponto de vista jornalístico e de comunicação com o público externo?

      Representa um código visual de comunicação informativa instantânea: a fumaça (e sua cor) serve para informar ao público externo, em horários predeterminados, o andamento do processo secreto de escolha. A fumaça preta indica a indefinição (ausência de consenso), enquanto a fumaça branca (ou a presença da fumaça nos horários de 5h30 e 12h30) anuncia a eleição efetuada do novo pontífice.

 

 

ENTREVISTA: O MENINO MALUQUINHO DE ZIRALDO FAZ 40 ANOS! VEJA ENTREVISTA COM O AUTOR - FRAGMENTO - COM GABARITO

 Entrevista: O Menino Maluquinho de Ziraldo faz 40 anos! Veja entrevista com o autor. – Fragmento

        [...]

        Entrevista com Ziraldo, criador do Menino Maluquinho. Ziraldo é muitos em um só: cartunista, desenhista, jornalista, chargista, pintor e dramaturgo. Na literatura infantil, a grande marca da sua carreira foi o Menino Maluquinho. Em entrevista à Dentro da História, o autor conta sobre a sua carreira, a criação do personagem e as novidades que chegam junto com a comemoração dos 40 anos do personagem: 

Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpGnVF3jvcg_u1DtmkegzwvbdjLMImzq5dcXzoh9jW8F3FiiAm-WO56C0qvRdlMX3FTjeKyikBZkZ7NNDa2zMaOgwvfpbKEZibpFF-b5_NMRtyiBTVHdhFzPr0pRi69MF5tqhTKlvXx4XQarGUTgHUfIq_utQOovzH96hixzVSHeNEFvF3_eKiXxp_hUg/s1600/images.jpg 


        [...]

        DDH: Como se forma um leitor? Para você, o que é um bom livro infantil? 

        Ziraldo: Se você conseguir fazer uma história que é interessante, que as crianças fiquem presas, conversem sobre o livro, entendam a história ou, até mesmo que não entendam, mesmo assim podem amar ela. Então o escritor fez o certo. São essas qualidades que os livros precisam ter.

        [...]

        DDH: Como você enxerga a importância da leitura nesse momento em que o mundo passa por uma transformação digital cada vez mais intensa?

        Ziraldo: A pandemia me deixou muito mais tecnológico, e as crianças já são muito tecnológicas. Acredito que os livros sempre serão importantes, em todos os momentos e épocas eles terão o seu valor único. 

        [...]

        DDH: Se você pudesse virar personagem e viver a história de qualquer livro no mundo, qual escolheria? 

        Ziraldo: Se pudesse virar um personagem, eu seria o Robinson Crusoé. Fiquei muito encantado com esse personagem quando era menino.

Habilidade EF67LP28.

O Menino Maluquinho de Ziraldo faz 40 anos! Veja entrevista com o autor. Dentro da história, 2020. Disponível em: https://www.dentrodahistoria.com.br/blog/educacao/alfabetizacao-e-leitura/entrevista-ziraldo-menino-maluquinho/?utm_source=chatpt.com. Acesso em: 26 mar. 2026.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 6º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 33-34.

Entendendo a entrevista:

01 – Além de escritor de literatura infantil, quais são as outras atuações profissionais de Ziraldo destacadas na introdução da entrevista, e qual obra é citada como a grande marca da sua carreira?

      A introdução destaca que Ziraldo atua em diversas áreas artísticas e jornalísticas: cartunista, desenhista, jornalista, chargista, pintor e dramaturgo. Na literatura infantil, a grande marca da sua carreira é o livro O Menino Maluquinho.

02 – De acordo com Ziraldo, quais características essenciais fazem com que um escritor acerte ao criar uma obra para crianças e torná-las leitoras?

      Para Ziraldo, o escritor acerta quando cria uma história interessante que consiga prender a atenção das crianças, fazendo com que conversem sobre a obra, entendam a trama ou até mesmo gostem e amem o livro, mesmo sem compreender tudo perfeitamente.

03 – Como Ziraldo avalia o valor e o papel dos livros diante do avanço da transformação digital e da familiaridade das crianças com a tecnologia?

      Ziraldo afirma que, embora as crianças sejam muito tecnológicas e a própria pandemia o tenha tornado mais adaptado à tecnologia, ele acredita que os livros sempre serão importantes e manterão seu valor único em todas as épocas e momentos.

04 – Qual personagem literário Ziraldo escolheria ser se pudesse entrar no universo de qualquer livro do mundo, e qual o motivo dessa escolha?

      Ziraldo escolheria ser o Robinson Crusoé (personagem do romance de Daniel Defoe). O motivo foi o grande encantamento e fascínio que sentiu por esse personagem quando ainda era menino.

05 – Como a resposta de Ziraldo sobre Robinson Crusoé reforça a sua visão sobre a formação do leitor expressa no início da entrevista?

      A resposta mostra na prática como a leitura afeta o leitor: a história de Robinson Crusoé o prendeu e encantou quando ele era criança a ponto de marcar sua memória para a vida toda. Isso exemplifica perfeitamente a tese de Ziraldo de que um bom livro infantil é aquele capaz de capturar a imaginação e gerar uma conexão afetiva duradoura com a criança.

 

 

 

CONTO: OS TAMBORES DE JURITI - COM GABARITO

 Conto: Os tambores de Juriti

 

        Juriti, ave mágica e protetora do povo Juruna, mandou avisar:
        — Esses três tambores contêm toda a água necessária para a sobrevivência da aldeia. Recomendo não tocar neles.

        Acontece que alertas desse tipo acabam despertando a curiosidade dos que se consideram mais destemidos. Foi esse o caso dos filhos do cacique…

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiI__fDBNcjKcnd7GQsJVsnaNyfaBVLaQZpBinp7yyozYQsOGu4KsC2UGlqUObjTsBUQyns9fsEw0QBxJCaIFIMOgEp9J5JHqHua4hiIZ4lgzJiYrJ9DfGB7eqA-SHpjPfimv-LSuW8SF7mm0jYvxJqy_6ijSjbVC1qIaJccNoa6JFsSAjQ9qrTRoG8y7o/s320/tambores.jpg


        A seca era forte naquele ano e a aldeia estava sofrendo sem água, com plantas e bichos morrendo. Não havia a comida e a abundância com as quais os indígenas estavam acostumados.

        Foi então que os três meninos, considerados muito espertos, trataram de pensar numa solução para o problema. E não demorou para que um deles lembrasse:

        — A aldeia tem água! Está bem aqui, nesses três tambores.

        Os outros dois irmãos deram pra trás:

        — Não podemos tocar nos tambores de Juriti, nosso pai não permitirá.

        Além do respeito ao pai, corria na aldeia uma história bem impressionante envolvendo os tambores. Parece que, dentro deles, havia um peixe gigante, monstruoso, comedor de gente. Portanto, quem abrisse os tambores, soltaria a fera aquática.

        Mas menino quando é danado ninguém segura. Assim, o mais novo dos três filhos do cacique, o que teve a lembrança, decidiu quebrar os tambores e, na presença dos irmãos, foi engolido pelo peixe gigante!

        Os outros dois, aterrorizados, correram o quanto puderam, deixando rastros e aberturas no chão da mata. Foram em disparada contar ao pai o que tinha acontecido.

        Desesperado, o cacique, clamou aos céus e solicitou a presença de Juriti para implorar por seu filho engolido pelo peixe-fera.

        Juriti, soberana e sábia, analisou o caso e disse:

        — Veja o rastro que seus filhos deixaram no caminho. Veja a água que agora corre no chão.

        Das aberturas no solo, surgiram os rios Xingu e Amazonas, além de belas cachoeiras e córregos.

        E, sim, Juriti perdoou a desobediência do menino caçula que teve boa intenção. Restaurou a vida dele, e a aldeia Juruna nunca mais passou sede.

Habilidade EF67LP28.

Os tambores de Juriti. Ciência Hoje da Crianças, Rio de Janeiro, nº 375, abr. 2026. Disponível em: https://www.chc.org.br/artigo/os-tambores-de-juriti/. Acesso em: 26 maio 2026.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 7º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 11-12.

Entendendo o conto:

01 – Quem é Juriti na narrativa, qual alerta ela fez à aldeia do povo Juruna e o que esse aviso acabou despertando nos jovens?

      Juriti é uma ave mágica e protetora do povo Juruna. Ela alertou que ninguém deveria tocar nos três tambores, pois eles guardavam toda a água necessária para a sobrevivência da aldeia. No entanto, esse alerta acabou despertando a curiosidade e o desejo de desobediência nos jovens mais destemidos.

02 – Qual era a situação vivida pela aldeia que motivou o filho caçula do cacique a pensar em abrir os tambores de Juriti?

      A aldeia enfrentava uma seca muito forte, com plantas e animais morrendo por falta de água. Diante do sofrimento do povo e da ausência de comida e recursos, o menino mais novo quis encontrar uma solução para a sede de todos, lembrando-se de que havia água guardada nos tambores.

03 – Além do respeito à ordem do pai (o cacique), qual era o outro motivo de receio citado na história que fazia os indígenas hesitarem em mexer nos tambores?

      Havia um rumor assustador na aldeia de que dentro dos tambores habitava um peixe gigante, monstruoso e comedor de gente, de modo que quem tentasse abrir os recipientes acabaria soltando essa perigosa fera aquática.

04 – Qual foi a consequência imediata enfrentada pelo filho caçula ao quebrar os tambores e qual foi a reação de seus dois irmãos?

      Assim que o caçula quebrou os tambores, ele foi engolido pelo peixe gigante. Aterrorizados com a cena, os outros dois irmãos saíram correndo pela mata em disparada para contar o ocorrido ao pai.

05 – Como os elementos da natureza (rios, córregos e cachoeiras) surgiram na história a partir do momento em que os irmãos fugiram? Quais rios específicos foram criados?

      Enquanto os irmãos fugiam aterrorizados, deixavam rastros e aberturas no solo da mata por onde a água contida nos tambores começou a escorrer e transbordar. Dessas fendas surgiram belas cachoeiras, córregos e, em especial, os rios Xingu e Amazonas.

06 – Qual foi a atitude do cacique diante do desaparecimento de seu filho e como a ave Juriti agiu em relação à desobediência do menino?

      Desesperado, o cacique clamou aos céus e pediu a presença de Juriti para implorar pela vida do filho engolido. Juriti, sendo sábia e soberana, analisou a situação e perdoou o menino caçula porque sua desobediência foi motivada por uma boa intenção (salvar a aldeia da seca). Ela restaurou a vida do garoto e garantiu que a aldeia nunca mais passasse sede.

07 – De acordo com os aspectos culturais dos mitos indígenas, qual é a principal função explicativa (etiológica) dessa narrativa para a tradição do povo Juruna?

      A narrativa cumpre uma função etiológica, ou seja, serve para explicar de forma mítica e poética a origem geográfica de importantes recursos naturais do Brasil — como a formação dos rios Xingu e Amazonas e das cachoeiras —, além de reforçar valores culturais como o respeito à natureza, o cuidado coletivo e a intenção por trás dos atos.

ARTIGO DE OPINIÃO: SAPOS, RÃS, PERERECAS E CIÊNCIA CIDADÃ - FRAGMENTO - JOÃO LACERDA - COM GABARITO

 Artigo de opinião: Sapos, rãs, pererecas e ciência cidadã – Fragmento

         João Lacerda

        Tem gente que tem paixão por flores, por selos, por passarinhos ou por… sapos! Sapos? Sim, por sapos. Ou melhor, por anfíbios em geral. Acontece com algumas pessoas que escolhem a biologia como profissão. Mas esse interesse pode acontecer também entre crianças. E essa curiosidade apaixonada pode resultar em bons projetos e em ciência cidadã! Já ouviu falar? Acompanhe esta história…

Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEXpZTKvjUWP6-jHxGeir6oAroh3PsgrHUFrFgW94TnllWQBFQfP8PeO8-n0XEQnTLddPvZXTF9XjLL_e8DJ1RBC6egVAXFUOV6k0WL3FTc6DtVuwdGAWIeGtrUoxAVTk7-iBIQqja1ydy461WV4hMn3eqPoYzpoDBUxXcRWjvf6eucwEzL2J3yHc33bk/s320/images.jpg 


        [...]

        De repente, um toc-toc-toc à noite, perto do brejo, chama a atenção. “Quem bate?” Na verdade, a pergunta deveria ser: “quem coaxa?”, porque o som é típico da perereca-martelo. Na sequência, ouve-se um “fiu-fiu-fiu”. Seria um passarinho caído da árvore? Que nada! É a rãzinha-assobiadora, que não se contém de alegria depois de um banho de chuva.

        Os anfíbios têm cantos característicos para diferentes situações – reprodução, defesa, ataque, alimentação… E cada espécie possui um coaxo exclusivo, só dela! Por isso, especialistas em anfíbios conseguem saber quem está coaxando com alguma facilidade.

        Mas nem só de encantamento com coaxos vivem esses profissionais. Diversos estudos na área demonstram que, sem os anfíbios, nossas casas, quintais e plantações teriam muito mais formigas, mosquitos, aranhas e escorpiões. Isso porque esses animais são a base da alimentação de sapos, rãs e pererecas, isto é, dos anfíbios.

        [...]

Habilidade EF69LP54.

LACERDA, João V.; GUILARDI-LOPES, Natalia P. Sapos, rãs, pererecas e ciência cidadã. Ciência Hoje das Crianças, Rio de Janeiro, nº 353, abr. 2024. Disponível em: https://chc.org.br/artigo/sapos-ras-pererecas-e-ciencia-citada/. Acesso em: 26 maio 2026.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 7º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 04.

Entendendo o artigo:

01 – Segundo o texto, o interesse apaixonado por anfíbios pode surgir em quais perfis de pessoas e qual impacto positivo essa curiosidade pode gerar?

      O interesse por anfíbios pode surgir em pessoas que escolhem a biologia como profissão, mas também em crianças. Essa curiosidade apaixonada é capaz de resultar no desenvolvimento de bons projetos e no fortalecimento da ciência cidadã.

02 – O texto descreve os sons "toc-toc-toc" e "fiu-fiu-fiu" ouvidos perto do brejo. A quais animais o autor atribui esses barulhos e como eles são produzidos?

      O som "toc-toc-toc" é atribuído à perereca-martelo (que coaxa com esse som característico). Já o som "fiu-fiu-fiu" pertence à rãzinha-assobiadora, que emite esse canto de alegria após tomar um banho de chuva.

03 – Por qual motivo os especialistas em anfíbios conseguem identificar com facilidade qual animal está coaxando em determinado local?

      Eles conseguem identificar os animais porque cada espécie de anfíbio possui um coaxo exclusivo e característico para diferentes situações cotidianas, como reprodução, defesa, ataque e alimentação.

04 – Qual é a importância ecológica e prática dos sapos, rãs e pererecas para o cotidiano humano (casas, quintais e plantações), segundo os estudos citados no texto?

      Os anfíbios desempenham um papel fundamental no controle biológico de pragas e pequenos invertebrados, pois formigas, mosquitos, aranhas e escorpiões formam a base de sua alimentação. Sem eles, haveria um aumento excessivo desses insetos e aracnídeos nesses ambientes.

05 – O título do texto une dois conceitos: os anfíbios ("Sapos, rãs, pererecas") e a "ciência cidadã". Com base na introdução, como esses dois temas se relacionam no artigo?

      Eles se relacionam no fato de que o interesse e a curiosidade do público geral (incluindo crianças e não cientistas) por anfíbios podem ser canalizados para ajudar na coleta de dados, na observação da natureza e na preservação da biodiversidade, transformando o encantamento popular em colaboração direta com a pesquisa científica (ciência cidadã).

 

 

 

PARÁBOLA: GARÇOM, PROVE ESTA SOPA! COM GABARITO

 Parábola: Garçom, prove esta sopa!

        A história da sopa e os problemas de comunicação

        Uma senhora estava num restaurante observando com interesse o cardápio, e depois de consultá-lo resolveu fazer o pedido, solicitando ao garçom uma sopa, que lhe pareceu muito saborosa. O garçom solícito lhe serviu a sopa afastando-se em seguida. Quando ele se aproximou novamente, a mulher o chamou com um gesto, e rapidamente ele a atendeu.

 Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiKTIuaJOCrffBgNNPry7_LWZOYSBMWrhQaghlnZyrMUzrtwQNIbtzkWICOQU69zjsgbSTATFuq84-hrCDXYTtk1mK1Vzu6U47ZECEy0xmGCbm4vt8JPtiZXgPCpsoa9VOaO_k5aNPwBjxBrRI5Vg8RzyDfTqW0K5lcgRr7FXFk_cuTXoOJE9S3i_IYgvk/s320/images.jpg


        – Em que posso ajudá-la senhora?

        – O senhor poderia experimentar a sopa, por favor?

        – Algum problema com a sopa?

        – Apenas prove a sopa.

        – Está fria? Falta sal?

        – Não sei. Prove a sopa.

        – A senhora encontrou algo estranho nela?

        – Garçom, por favor, prove a sopa!

        – Está bem! Onde está a colher!

        – Esse é o problema.

Habilidade EF05LP10.

Fonte: Mapas de Progresso. Língua Portuguesa: 7º ano. Ensino Fundamental. Anos Finais. 3º bimestre. SEDUC. Rio de Janeiro, 2026. p. 09.

Entendendo a parábola:

01 – O que faz a cliente chamar o garçom de volta à mesa após receber a sopa e qual era a intenção real do pedido dela?

      A cliente chama o garçom de volta porque percebeu a falta de um utensílio essencial para consumir a refeição: a colher. A intenção real do seu pedido era demonstrar de forma indireta e prática essa ausência, fazendo com que o próprio garçom percebesse a falta ao tentar provar a sopa.

02 – Diante da insistência da senhora para que ele prove a sopa, quais foram as suposições que o garçom fez sobre o problema? Por que ele levantou essas hipóteses?

      O garçom supôs que o problema pudesse ser a temperatura (se estava fria), o tempero (se faltava sal) ou a presença de algo estranho no prato. Ele levantou essas hipóteses porque, no contexto de um restaurante, essas são as reclamações mais comuns relacionadas à qualidade da comida.

03 – Como a atitude da cliente em não responder diretamente às perguntas do garçom contribuiu para o ruído na comunicação?

      Em vez de informar diretamente a ausência da colher, a cliente limitou-se a repetir a ordem "Prove a sopa". Essa postura omitiu a informação crucial e fez com que o garçom fizesse várias perguntas desnecessárias, gerando dúvida, frustração e atraso na resolução de um problema simples.

04 – Qual é o clímax (momento de maior tensão) e a virada cômica/irônica no desfecho da narrativa?

      O clímax ocorre quando o garçom cede à insistência da cliente e aceita provar a sopa, perguntando "Onde está a colher?". A virada cômica e irônica acontece na resposta final da senhora: "Esse é o problema", revelando que todo o mistério e a discussão eram apenas pela falta do talher.

05 – Tendo em vista o subtítulo do texto ("A história da sopa e os problemas de comunicação"), qual é a principal lição ou reflexão que essa parábola traz sobre as relações humanas e a comunicação interpessoal?

      A parábola ensina que a falta de clareza e objetividade na comunicação gera mal-entendidos e perda de tempo. Quando as pessoas preferem a indireta ou assumem que o outro deve "adivinhar" o problema em vez de expressá-lo de forma direta e transparente, criam-se conflitos e ruídos desnecessários na convivência diária.