quinta-feira, 10 de setembro de 2026

TEXTO: ÉPOCA TEMERÁRIA - COM GABARITO

 Texto: Época temerária

 

        Atualmente, temos percebido toda uma onda de negatividades e notícias ruins. Entretanto há que se ter esperança, pois, sem a mesma, torna-se difícil a vida. A toda hora são passados os números atualizados da taxa de mortos nessa pandemia. Reportagens nas variadas emissoras insistem em conscientizar a população contra os males da Covid. 

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUogNTfndY5gqYMw6UvW4wQkVhqPak4h2T0G6bkquSMh3eFxZqSDHeoWExK9MLictvuDVAr-4KydFKwhjsoxCOMWmZrERI673SbGnw6EOlu6oAf9tPFecgXXVyVHdCOxOrraiKtQo1wutIYjcsIlyYsKlKWsewZ0cNl1tj_3JIkfNhC8OgmQBVWtW7ZkA/s320/images.jpg


É gente se aglomerando em festas clandestinas, nas ruas, nos transportes públicos, nas paradas de ônibus, etc. O que podemos notar é uma total irresponsabilidade dos meios públicos nesse combate a um mal maior que é a incompreensão humana.

        Quando eu penso que pessoas inocentes estão perdendo a batalha para o Coronavírus, fico mais aterrorizada com a situação. É inegável que sem a prevenção os índices jamais baixarão rapidamente. Quantos conhecidos têm morrido. A cada semana, eu sei que algum amigo ou conhecido faleceu. Ainda existem as celebridades que também têm perdido a vida por causa da doença. É estarrecedor saber que o mal chega mais perto, pois é constante a informação da morte de colegas professores e professoras. Quem não fica mal, ao receber a mensagem de falecimento de alguém?

        Portanto, façamos a nossa parte. Não vamos nos esquecer das orientações científicas quanto ao uso de máscara e quanto ao isolamento social aliado à manutenção, limpeza das mãos e uso de álcool em gel.

 

Entendendo o texto:

01 – Com base no primeiro parágrafo, qual é a dupla contradição ou conflito apontado pela autora em relação às atitudes da população e à atuação dos meios públicos diante da pandemia?

      A autora aponta que, apesar do constante fluxo de notícias ruins, estatísticas de mortes e reportagens que tentam conscientizar as pessoas sobre a Covid-19, parte da população continua agindo com irresponsabilidade ao causar aglomerações (em festas clandestinas, ruas e transportes públicos). Além disso, ela destaca a omissão e a falta de eficiência dos órgãos e meios públicos em combater um problema ainda maior: a falta de conscientização e a incompreensão humana diante da gravidade da situação.

02 – Como a autora constrói o sentimento de proximidade e gravidade em relação ao vírus ao longo do segundo parágrafo?

      A autora constrói esse sentimento ao relatar sua própria experiência pessoal e emocional. Ela demonstra que a doença deixou de ser um fato distante para se tornar algo cotidiano e aterrorizante, pois semanalmente recebe a notícia da morte de amigos, conhecidos, celebridades e, em especial, de colegas de profissão (professores e professoras). Essa proximidade constante com o luto reforça a ideia de que o vírus está atingindo a todos de forma assustadora. 

03 – Qual é o papel do sentimento de "esperança" ressaltado no início do texto para o enfrentamento desse período de crise?

      Apesar de o texto retratar um cenário repleto de negatividades e notícias tristes, a autora defende que a esperança é essencial para a sobrevivência do indivíduo. Sem ela, torna-se insustentável encarar a realidade difícil e continuar lutando no dia a dia. A esperança funciona como um suporte emocional indispensável em meio à crise sanitária.

04 – Qual é o argumento principal do texto para defender que a redução dos índices da doença não acontecerá rapidamente?

      O argumento principal é de que os índices só baixarão se houver prevenção efetiva por parte de todos. Como ainda há atitudes irresponsáveis de aglomeração por parte de muitas pessoas e falhas na conscientização coletiva, o vírus continua se espalhando, impedindo a diminuição dos casos e das mortes.

05 – No último parágrafo, a autora faz uma convocação aos leitores. Quais são as ações práticas defendidas por ela com base nas orientações científicas?

      A autora convoca cada pessoa a fazer a sua parte assumindo a responsabilidade individual e coletiva. As ações práticas recomendadas são: o uso de máscaras, a prática do isolamento social, a higiene e limpeza frequente das mãos e o uso do álcool em gel.

 

 

EXERCÍCIOS DE REVISÃO: FUNÇÕES SINTÁTICAS - COM GABARITO

 Exercícios de revisão: Funções Sintáticas

 

01 – Classifique os termos sublinhados em complemento nominal ou objeto indireto:

a) Todos pediram ajuda aos funcionários da empresa.   (complemento nominal)

b) Algumas pessoas se referiram aos funcionários da empresa. (objeto indireto)

c) Foi executado o licenciamento da empresa de mineração.   (complemento nominal)

d) Muita gente ainda depende da empresa de mineração. (objeto indireto)

e) Necessitamos de mais órgãos fiscalizadores de empresas públicas. (objeto indireto)

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7auWum8cmxfAv3xlfoxF0Vz8ilTAU5LJXrZhHvkmmq8XjzVsqjk74ogsryoyLiU4Vf-OkJWRmldthmv6fkRhnvzeHGqUEExwZl76o7Hl-UZ28ARjXFLyEg2PBpDHQe8gsmvt0EmLf7o5-jiFwkXHJ98MAhMaFmrf_wI55miKds9XYTWwMFbRBLnTQ0Lw/s320/images.jpg


f) A necessidade de mais órgãos fiscalizadores de empresas públicas é importante para o país. (complemento nominal  nas duas ocorrências)

g) O acesso à saúde de qualidade torna-se o objetivo primordial do governo. (complemento nominal)

h)  O ministro se referiu à saúde de qualidade na palestra, ontem, à noite. (objeto indireto).

 

02 – Classifique os termos sublinhados em adjunto adnominal, predicativo do sujeito ou adjunto adverbial:

a) Várias (adjunto adnominal) crianças necessitam de roupas novas (adjunto adnominal), naquela comunidade carente. (adjunto adverbial).

b) Ontem, aquele (adjunto adnominal) garoto de dez anos (adjunto adnominal) iniciou uma campanha de arrecadação (adjunto adnominal) de donativos, na internet (adjunto adverbial).

c) Precisamos de pessoas com espírito solidário (adjunto adnominal) nessa nova era. (adjunto adverbial)

d) Seu (adjunto adnominal) novo (adjunto adnominal) carro do ano (adjunto adnominal) chegará amanhã (adjunto adverbial)?

e) O (adjunto adnominalprimeiro (adjunto adnominal) texto do concurso (adjunto adnominal) estava muito (adjunto adverbial) confuso (predicativo do sujeito).

f) O (adjunto adnominal) texto confuso (adjunto adnominal) deixou nervosos os candidatos.

g) Revoltada (predicativo do sujeito) permanece a mãe do jogador (adjunto adnominal) morto no centro de treinamento do clube carioca (adjunto adverbial).

h) As (adjunto adnominal) últimas (adjunto adnominal) notícias são desoladoras (predicativo do sujeito), no Brasil (adjunto adverbial).

i) Crianças têm, atualmente, (adjunto adverbial) altas taxas de colesterol

j) Nossos (adjunto adnominal) melhores (adjunto adnominal) jogadores continuam inconformados (predicativo do sujeito) com a (adjunto adnominal) trágica (adjunto adnominal) notícia.

k) Chuvas causam inúmeros (adjunto adnominal) transtornos nas regiões mais baixas da cidadezinha (adjunto adverbial).

l) Você sempre pesca naquele (adjunto adnominal) rio de águas cristalinas (adjunto adnominal)?

m) Cada (adjunto adnominal) pessoa contribuiu com certa (adjunto adnominal) quantia para os desabrigados, em Brumadinho. (adjunto adverbial)

n) A (adjunto adnominal) Reforma Previdenciária (adjunto adnominal) ainda é um (adjunto adnominal) tema polêmico (adjunto adnominal) na sociedade brasileira (adjunto adverbial).

o) Os (adjunto adnominal) perigos da  (adjunto adnominal) alimentação aumentam todos os dias. (adjunto adverbial)

p)  Não compraram nossas (adjunto adnominal) frutas e verduras.

q) As (adjunto adnominal) profundas (adjunto adnominal) desigualdades sociais (adjunto adnominal) assolam o país.

r) Muitos (adjunto adnominal) hospitais trabalham sem os materiais.

s) Bastantes (adjunto adnominal) internados saíram, às pressas (adjunto adverbial), do Centro de Saúde, em Brasília (adjunto adverbial).

t) Foi destinada (predicativo do sujeito) uma (adjunto adnominal) imensa (adjunto adnominal) área para a construção do empreendimento.

 

03 – Classifique os verbos destacados em: verbo de ligação, intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto e transitivo direto e indireto:

a) Oferecerei uma festa para as crianças de minha comunidade. (transitivo direto e indireto)

b) Aumentaram as vendas pela internet. (intransitivo)

c) Sua ajuda é necessária para nós. (verbo de ligação)

d) Continuam as buscas pelos desaparecidos. (intransitivo)

e) As notícias continuam sem novidades. (intransitivo)

f) Muitos cães estão abandonados nas ruas. (verbo de ligação)

g) Escreverei uma mensagem para ela. (transitivo direto e indireto)

h) A reportagem da tragédia está premiada. (verbo de ligação)

i) Sua blusa nova está no armário. (intransitivo)

j) Surgiram novas imagens da tragédia. (intransitivo)

k) A menina gosta de sorvete de flocos. (transitivo indireto)

l) Eu entendi bem o assunto. (transitivo direto)

m) O problema precisa de solução. (transitivo indireto)

n) Acontecem tragédias todos os dias. (intransitivo)

o) Às famílias a empresa ofereceu certa quantia. (transitivo direto e indireto)

p) O sucesso do grupo depende de todos. (transitivo indireto)

q) Obedecíamos ao regime da sociedade. (transitivo indireto).

 

 

VOZES VERBAIS; PARTÍCULA SE - COM GABARITO

 Vozes Verbais; Partícula SE

01 – Classifique as vozes verbais nas frases a seguir:

(a)   ativa

(pa) passiva analítica

(ps) passiva sintética

(r)    reflexiva

 Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0ePdOb1ZpRh9vBcyLI5W3krNezZCCyNBACyVeyIb5GjyjPqI_F-1x68bmq28LGgs6mCisgmFjzDhs60GY1VdmxPEmyjeBcGDDK7YoKhVMNrUsscThMfqazrUlnRz1WISGUSY_mV0dH9RYLQrvfULcwklp-b3w6_2_hSszFE_vO_zxXPyW6nHGGWaqc8g/s320/images.png


01. Os dois vizinhos insultaram-se. (reflexiva)

02. Nós ouvíamos música na sala. (ativa)

03. Aquele político é corrompido pelos amigos. (passiva analítica)

04. O dinheiro foi retirado da carteira. (passiva analítica)

05. A atleta foi jogar vôlei na praia. (ativa)

06. Os pais encontraram os professores na reunião. (ativa)

07. Vendeu-se o sítio da família. (passiva sintética)

08. A criança admirava-se no espelho. (reflexiva)

09. Não se identificam os termos da oração. (passiva sintética)

10. Os meninos admiravam a cachoeira. (ativa)

11. O problema tinha sido resolvido pelo aluno. (passiva analítica)

12. O animal foi resgatado pelos voluntários da ONG. (passiva analítica)

13. Eu pesquisei o assunto no site. (ativa)

14. Todos completaram os exercícios. (ativa)

15. Nunca se viram pessoas estranhas no condomínio dele. (passiva sintética)

16. O professor foi agredido pelo aluno. (passiva analítica)

17. Estudantes falavam-se frequentemente. (reflexiva).

18. O garoto feriu-se com a faca. (reflexiva)

19. Abraçaram-se com satisfação. (reflexiva)

20. Amassaram o carro no estacionamento. (ativa)

21. Mamãe colhia uma margarida. (ativa)

22. Consertavam-se fornos elétricos. (passiva sintética)

23. Fazem-se tranças naquele salão. (passiva sintética)

24. Alugam-se todos os quartos da casa. (passiva sintética).

 

02 – Transpondo-se para a voz ativa a forma verbal em: A carne foi roubada pelos bandidos., obtém-se:

a) Tinha sido roubada

b) Tinham sido roubados

c) Roubaram

d) Foram roubados

e) Tinham roubado

      Frase na voz ativa: Bandidos roubaram a carne.

 

03 – O agente da passiva está corretamente destacado em:

a) Na delegacia, os envolvidos na briga eram contidos pelos policiais.

b) A estante de Jordana era enfeitada pelas bonecas.

c) Pela lama a cidade foi invadida.

d) No lixo, muitos remédios são encontrados pelos repórteres.

e) A entrevista foi feita pela comediante.

 

04 – Suponhamos que você precise escrever placas para comercializar certos produtos.

        Lembre que todas as orações devem seguir o padrão formal da língua e a construção deve ser na voz passiva sintética no tempo presente do indicativo:

a) Consertar computadores.  Consertam-se computadores.

b) Alugar kits. Alugam-se kits.

c) Vender pães de queijo. Vendem-se pães de queijo.

d) Alugar salas comerciais. Alugam-se salas comerciais.

e) Ensinar crianças. Ensinam-se crianças.

f) Vender ingressos de shows. Vendem-se ingressos de shows.

g) Dar banho em cães. Dá-se banho em cães.

 

05 – Classifique a palavra SE como:

(1) Índice de indeterminação do sujeito

(2) Partícula apassivadora

a) Vivenciou-se uma grande situação. Partícula apassivadora

b) Necessitou-se de braços fortes no serviço. Índice de indeterminação do sujeito

c) Acredita-se em palavras emocionadas. Índice de indeterminação do sujeito

d) Preparavam-se festas sofisticadas. Partícula apassivadora

e) Assistia-se a todos os acontecimentos dali. Índice de indeterminação do sujeito

f) Nunca se fez uma análise do fato tão bem feita. Partícula apassivadora

g) Obedeceu-se às legislações do lugar. Índice de indeterminação do sujeito

h) Não se viam nuvens pesadas no céu. Partícula apassivadora

i) Formava-se uma grande tempestade na serra. Partícula apassivadora

j) Entregara-se aos exercícios de gramática. Partícula apassivadora

k) Respeitava-se a natureza local da região. Partícula apassivadora

l) Acreditou-se em milagres financeiros. Índice de indeterminação do sujeito

m) Leram-se muitas obras ontem à noite. Partícula apassivadora

n) Capacitou-se muita gente experiente. Partícula apassivadora

o) Gostava-se de pessoas honestas. Índice de indeterminação do sujeito

p) Consertou-se muita máquina de lavar. Partícula apassivadora.

 

 

DIFERENÇAS ENTRE ESTAR E ESTÁ - COM GABARITO

 Diferenças entre ESTAR e ESTÁ

 

        Sempre eu sou questionada sobre a diferença entre o verbo no infinitivo (estar) e o verbo em sua forma conjugada (está). Ou em uma locução verbal.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkV0sq196S3qVaWrH_Qu3QUzFnM9pO4sdGpwiFcEs362jOaKYIQdNYUhibQ_a6MtepRHvyDCn1J4Tz5SQ36XCoMU7QUJKjbb8VGrbnsxlidgiilrhDdpDvhyphenhyphen__UUvSjWQ8ovJuKfDvYXjGDrH9eLMPOmLR8Fj1CBpM4tyR5qh3zQdfhcrFE_JgfBlmV5w/s320/images.jpg


Veja o exemplo:

        A explicação é bem simples. Quando se usa "estar", ele vem em uma locução verbal, no infinitivo do verbo principal

a) Vou estar (= estarei) amanhã o dia inteiro ocupada. – Futuro do presente, modo indicativo

b) Deve estar bem alegre com o resultado no concurso.

c) É preciso estar aqui na hora certa,

        Observe que o verbo estar vem acompanhado de outro a que chamamos auxiliar (Vou, Deve, Preciso).Sendo assim, ele aparecerá em forma de infinitivo.

        Já nos seguintes exemplos, observe como a forma verbal se apresenta:

a) Você está bem?

b) Aquela situação está insustentável.

c) A criança está na escola?

        A forma verbal "está" aparece flexionada na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo. É no tempo simples, portanto ocorre sozinha, isto é, sem seu auxiliar.

        Observe a forma verbal "está" também executando o papel de verbo auxiliar. Nesse caso, aparece em tempos compostos, isto é, em locuções verbais.

a)  A garota está brincando com a colega.

b) Você está respondendo à questão?

c) A aula está terminada.

 

Testando seus conhecimentos: Use, corretamente, está ou estar:

 

a) Se você precisa estar na festa às 21h, é preciso sair cedo de casa.

b) Fique tranquilo. Nada ainda está nos afligindo.

c) Ainda que pareça terrível a história que me contou, a investigação não está concluída.

d) Está pronto para mais uma semana de provas específicas para a sua área?

e) Frequentemente, está comprando muitos produtos no mercado para a família dela.

f) Ela vai estar na consulta, amanhã de manhã.

g) Sua saúde está estável hoje em dia, senhora.

h) Um grande fila de desempregados está chamando a atenção dos transeuntes na via muito movimentada.

i) Está assustado com os novos rumos da política no Distrito Federal?

j) Procure estar em paz consigo mesmo.

 

 

ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS - COM GABARITO

 Orações Subordinadas Substantivas

 

Período Composto por subordinação

LISTA DE EXERCÍCIOS

01 – Transforme os termos grifados por uma oração substantiva.
MODELO – O importante é sua determinação nos estudos.
                    O importante é que seja determinado nos estudos.
a) É conveniente seu otimismo em 2014.
      É conveniente que você seja otimista em 2014.

b) Convém sua esperança em dias melhores.
      Convém que você tenha esperança em dias melhores.

c) O melhor seria a sua vitória no bimestre.
      O melhor seria que você vencesse no bimestre.

d) Eles sempre falam em sucesso anual.
      Eles sempre falam em ter sucesso anual.

 Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdAqiiu4fdtnKeiA01eaMKlMPkifreDPPp0-QRY2KqJVnneGFTY99LdXZwOv8KX09Exo_DE0I7V88o3CmVczfRMqBFAV45syZHvi994oYcZE13ctea24H-_nMxKrG31meiAvB0-HS4Qz3qrrBtbOBbO-WUC4YSaPr0IQBXwtJo30j0zTq9TvI9SnoMpGI/s320/images.jpg


e) Nosso melhor objetivo é o crescimento pessoal em 2014.
      Nosso melhor objetivo é que tenhamos crescimento pessoal em 2014.

f) Aquela garota sempre fala isso: em vitória.
      Aquela garota sempre fala isso: que vencerá.

g) Meu desejo será sua luta por um ideal concreto.
      Meu desejo será que você lute por um ideal concreto.

h) Insistimos em seu crescimento pessoal em 2014.
      Insistimos em que você cresça pessoalmente em 2014.

i) Todos desejam sua aprovação final em 2014.
      Todos desejam que você seja aprovado no final de 2014.

02 – Indique a função sintática e a classificação de cada oração formada no exercício anterior:
Modelo
-- O importante é sua determinação nos estudos.
-- O importante é que seja determinado nos estudos
Função sintática: predicativo.
Classificação da oração: oração subordinada substantiva predicativa.

a) Função sintática: Sujeito do verbo é.

   Classificação: Oração subordinada substantiva subjetiva.

b) Função sintática: Sujeito do verbo convém.

    Classificação: Oração subordinada substantiva subjetiva.

c) Função sintática: Predicativo do sujeito (O melhor).

    Classificação: Oração subordinada substantiva predicativa.

d) Função sintática: Objeto indireto do verbo falam.

    Classificação: Oração subordinada substantiva objetiva indireta.

e) Função sintática: Predicativo do sujeito (Nosso melhor objetivo).

    Classificação: Oração subordinada substantiva predicativa.

f) Função sintática: Aposto do pronome isso.

   Classificação: Oração subordinada substantiva apositiva.

g) Função sintática: Predicativo do sujeito (Meu desejo).

    Classificação: Oração subordinada substantiva predicativa.

h) Função sintática: Objeto indireto do verbo insistimos.

    Classificação: Oração subordinada substantiva objetiva indireta.

i) Função sintática: Objeto direto do verbo desejam.

   Classificação: Oração subordinada substantiva objetiva direta.


03 – Observe o texto abaixo e identifique e classifique a(s) oração(ões) subordinada(s) substantiva(s):
VIVA A VIDA 

"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver.
Um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
até que você volte para a faculdade;
até que você perca 5 quilos;
até que você ganhe 5 quilos;
até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;
até que você se case;
até que você se divorcie;
até sexta à noite;
até segunda de manhã;
até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;
até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
até o próximo verão, outono, inverno;
até que você esteja aposentado;
até que a sua música toque;
...não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...”.

Lembre-se: “Felicidade é uma viagem, não um destino" (Alfred Henfil).

      O texto apresenta 4 Orações Subordinadas Substantivas:

      "...que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade."

      Termo regente / Oração principal: "Por muito tempo eu pensei..." (quem pensa, pensa algo).

      Classificação: Oração subordinada substantiva objetiva direta (atua como objeto direto de pensei).

      "...de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade."

      Termo regente / Oração principal: "Por fim, cheguei à conclusão..." (completa o sentido do substantivo conclusão).

      Classificação: Oração subordinada substantiva completiva nominal (atua como complemento nominal).

      "...que não existe um caminho para a felicidade."

      Termo regente / Oração principal: "Essa perspectiva tem me ajudado a ver..." (quem vê, vê algo).

      Classificação: Oração subordinada substantiva objetiva direta (atua como objeto direto do verbo ver).

      "...que o tempo não espera ninguém."

      Termo regente / Oração principal: "...e lembre-se..." (quem se lembra, lembra-se de algo; a preposição "de" está elíptica).

      Classificação: Oração subordinada substantiva objetiva indireta.

 

 

TEXTO: ORIGEM DA EXPRESSÃO "PEGAR O BONDE ANDANDO" - MÁRCIO COTRIM - COM GABARITO

 Texto: Origem da expressão “Pegar o bonde andando”

         Vejam só que interessante a origem da expressão " Pegar o bonde andando", uma contribuição da Revista Língua Portuguesa

 

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAk88vI-DlZaOff9ls5sFNZu_NDonldYBP9MafLDaYi6SVNLTiha0Fjyr5wdRS-At1ouz9c-5MKF7c1EQ4YQm8uucwNU25G0LcLRSIgw27u05DhDCyknrRg0xA691-csMW-IsSl4HDLZ3RqT3P0cWTm7dYvl0prfMz-4vqFbZYEo7ALGE1U5tZZ1V95ps/s1600/bonde.jpg

 

Berço da palavra

Pegar o bonde andando

A história desse meio de transporte e como ele está presente em diversas expressões

Por Márcio Cotrim

        Expressão antiga. Literalmente, era tomar o veículo em movimento, com cuidado para não levar um espetacular tombo e perder uma perna na estripulia. Em linguagem figurada, significa “pegar uma conversa pela metade, entrar num assunto sem saber direito do que se trata”. Mas falemos do bonde propriamente dito. Se você é jovem, não deve tê-lo conhecido. Então, é bom saber que, durante décadas, ele foi figurinha fácil na paisagem urbana das maiores cidades brasileiras.

        O berço do vocábulo é curioso. O dinheiro que financiou os primeiros desses veículos que circularam entre nós no século 19 veio de um empréstimo negociado com a Grã-Bretanha. Para garanti-lo, foram emitidos bonds (“bônus”, “debêntures”, “títulos a receber”). Esses bonds, usados pelos passageiros, exibiam a figura do veículo. O nome pegou e o povo passou a chamar de “bonde” não só o bilhete, mas a própria viatura. Dessa palavra derivaram algumas expressões como “pegar o bonde andando” e “comprar um bonde” – adquirir produto sem valor.

        Uma curiosidade sobre o bonde: o que percorria, no Rio, uma linha suburbana em direção ao Real Engenho usava em sua tabuleta frontal a expressão abreviada “Real Engº”, ou seja, Realengo, que acabou virando o nome de um populoso bairro carioca.

        O bonde deixou saudade. Gente da terceira e até da quinta idade ainda se lembra da popular figura do “almofadinha”. Como os bancos dos bondes eram de madeira, sem muito conforto, esses sujeitos levavam almofadas onde se sentavam durante a viagem e, vento no rosto, iam cultivando seus sonhos. Enquanto isso, o trocador, pendurado no estribo, ia cobrando a passagem, que os mais gozadores assim imitavam: “Din din din din, dois pra Light e um pra mim” (Light era a concessionária do serviço...), e um cartaz colado perto dos balaústres dizia, com espírito, os versos do poeta Bastos Tigre:

“Veja ilustre passageiro / o belo tipo faceiro / que você tem a seu lado / no entanto, acredite, quase morreu de bronquite / salvou-o o Rhum Creosotado”. (Revista Língua Portuguesa, edição nº 100, p. 62).

Entendendo o texto:

01 – Qual é o duplo sentido da expressão "pegar o bonde andando", segundo o texto?

      No sentido literal, a expressão se refere ao ato físico e arriscado de embarcar no veículo enquanto ele já estava em movimento, exigindo cuidado para evitar quedas graves. No sentido figurado, significa entrar em uma conversa ou assunto pela metade, sem ter o conhecimento prévio ou o contexto necessário sobre o que está sendo tratado.

02 – Explique a origem etimológica (o "berço") da palavra "bonde" no Brasil.

      A palavra "bonde" surgiu a partir de um empréstimo financeiro negociado com a Grã-Bretanha no século 19 para financiar o transporte. Para garantir esse empréstimo, foram emitidos títulos chamas de bonds (bônus ou debêntures), que traziam a imagem do veículo impressa. Com o tempo, a população brasileira passou a chamar de "bonde" não apenas o bilhete de viagem, mas o próprio veículo de transporte.

03 – Segundo o texto, qual é a origem do nome do bairro carioca "Realengo"?

      O nome do bairro originou-se da abreviação impressa na tabuleta frontal do bonde que percorria uma linha suburbana no Rio de Janeiro em direção ao Real Engenho. A placa indicava "Real Engº", expressão que, pela leitura contínua e popular, acabou sendo assimilada e deu origem ao nome "Realengo". 

04 – Quem eram os chamados "almofadinhas" e por que recebiam esse apelido no contexto dos bondes?

      Os "almofadinhas" eram passageiros que, em busca de mais conforto durante a viagem nos bondes — cujos bancos eram de madeira dura —, levavam suas próprias almofadas para sentar. A expressão acabou sendo associada a esses sujeitos mais delicados ou vaidosos que buscavam esse comodismo ao viajar.

05 – Além de "pegar o bonde andando", qual outra expressão derivada da palavra "bonde" é citada no texto e qual o seu significado?

      A outra expressão citada é "comprar um bonde", que significa figurativamente adquirir algo sem valor, fazer um mau negócio ou ser enganado em uma compra.

 

 

MÚSICA(ATIVIDADES): MUITO ESTRANHO (CUIDA BEM DE MIM) - DALTO - COM GABARITO

 Música (Atividades): Muito Estranho (Cuida Bem de Mim)

          Dalto

Hum! Mas se um dia eu chegar
Muito estranho
Deixa essa água no corpo
Lembrar nosso banho

Hum! Mas se um dia eu chegar
Muito louco
Deixa essa noite saber
Que um dia foi pouco

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcib8e21yDfjxYJ2OyiblQmCBak3jqkVEciziKz4StxT_Lkdb1i_ynuqqOSyW2vRrmQwbT7kJStDsrCGYPktmWS66KTI9Ttd6lK8qYQTk6pPxmEUmRsTufXZMQB3t_2dNGtDbQ9krfnLdgW8TKIW4jFSiC2P90UYPiXLebanbAugZwzMihkfyFEKVcm_Q/s320/images.jpg


Cuida bem de mim
Então misture tudo dentro de nós
Porque ninguém vai dormir
Nosso sonhos

Hum! Minha cara, pra que
Tantos planos?
Se quero te amar e te amar
E te amar muitos anos

Hum! Tantas vezes eu quis
Ficar solto
Como se fosse uma Lua
A brincar no teu rosto

Cuida bem de mim
Então misture tudo dentro de nós
Porque ninguém vai dormir
Nosso sonhos

Hum! Quantas vezes eu quis
Ficar solto
Como se fosse uma Lua
A brincar no teu rosto

Cuida bem de mim
Então misture tudo dentro de nós
Porque ninguém vai dormir
Nosso sonhos

Composição: Claudio Rabello, Dalto.

Entendendo a música:

01 – Qual é o pedido central que o eu-lírico faz à pessoa amada no refrão da música?

      O eu-lírico pede repetidamente para ser cuidado ("Cuida bem de mim") e sugere que eles misturem tudo dentro de si, afirmando que ninguém vai interromper ou dormir diante dos sonhos que compartilham.

02 – O que o eu-lírico sugere que a parceira faça caso ele chegue em casa "muito estranho"?

      Ele pede que ela deixe a água no corpo lembrar o banho deles, sugerindo um momento de intimidade e acolhimento para relaxar e amenizar o estranhamento.

03 – Qual é a reflexão trazida pelo eu-lírico em relação aos planos futuros no verso "Minha cara, pra que tantos planos?"?

      Ele questiona a necessidade de excesso de planejamento porque o seu desejo primordial e imediato é apenas amar a parceira intensamente por muitos anos, valorizando mais o sentimento presente do que a rigidez de planos futuros.

04 – A qual elemento da natureza o eu-lírico se compara ao expressar o desejo de liberdade?

      Ele se compara a uma Lua ("Como se fosse uma Lua / A brincar no teu rosto"), ilustrando o desejo de ficar solto, leve e brincalhão junto à pessoa amada.

05 – Qual é o tom predominante e a temática principal abordada na letra da canção de Dalto?

      O tom é de intensa intimidade, afetuosidade e vulnerabilidade. A temática central gira em torno do amor romântico, da busca por refúgio emocional nos braços do parceiro e da entrega completa em um relacionamento profundo.

 

 

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS - COM GABARITO

 Orações Subordinadas Adverbiais

           



        Uma oração é considerada subordinada adverbial quando se encaixa na oração principal, funcionando como adjunto adverbial. São introduzidas pelas conjunções subordinativas e classificadas de acordo com as circunstâncias que exprimem. Podem ser: causais, comparativas, concessivas, condicionais, conformativas, consecutivas, finais, proporcionais e temporais.

 

Vejamos

a) Causais (causa): Como estava chovendo bastante, fiquei em casa. A causa para se ficar em casa foi a forte chuva. A consequência, com isso foi o fato de se ter ficado em casa.

b) Consecutivas(consequência): Chovia tanto que fiquei em casa. O efeito causado pela forte chuva foi permanecer em casa.

c) Concessivas (concessâo): Embora os ingressos do Rock in Rio estivessem esgotados, eu consegui um. Nesse caso, o valor semântico é de oposição ao fato expresso pela oração principal. O normal seria não haver mais possibilidades de compra de ingressos, porém o inesperado ocorreu (a compra do ingresso). A concessiva, no período composto por subordinação, possui a mesma relação semântica da coordenada adversativa, no período composto por coordenação.

Veja:

A venda de ingressos encerrou, mas consegui comprar um.

d) Conformativas(conformidade): Segundo afirmaram, as tropas leais ao ditador entraram em combate com os rebeldes.

e) Comparativas (comparação): Eles estudam como os colegas (estudam). O verbo da oração subordinada fica implícito, já que existe uma partícula comparativa, ligando as duas orações.

f) Condicionais (condição): Caso termine a tarefa de casa, poderá se divertir.

g) Finais(finalidade): Estudava muito, a fim de aprender bem mais.

h) Proporcionais (proporção): À medida que crescia, ia recebendo novos ensinamentos sobre a vida.

i) Temporais (tempo): "Quando a chuva passar, abre a janela..."

        Orações reduzidas – aquelas que podem ser sintetizadas, usando as formas nominais de infinitivo, gerúndio ou particípio.

        Relido o texto, comecei a interpretá-lo. (oração subordinada adverbial temporal reduzida de particípio)

        Logo que reli o texto, comecei a interpretá-lo. (desenvolvida-oração subordinada adverbial temporal)

        Cantando assim, ficará rouca. (oração subordinada adverbial condicional reduzida de gerúndio)

        Se cantar assim, ficará rouca. (oração subordinada adverbial condicional).

        Por estar doente o garoto ficou internado no hospital. (oração subordinada adverbial causal reduzida de infinitivo)

        Como estava doente, o garoto ficou internado no hospital.   (oração subordinada adverbial causal).

        A transformação de desenvolvida em reduzida realiza-se quando se omite a conjunção ou locução conjuntiva e se coloca uma forma nominal no infinitivo, gerúndio ou particípio.

 

EXERCÍCIOS


1 – Nos fragmentos destacados, há períodos completos de oração principal e oração subordinada adverbial e em outros excertos, há apenas orações subordinadas adverbiais. Classifique-os adequadamente, a depender do caso:

        Incêndio atinge área próxima ao estacionamento do Detran
Publicação: 02/09/2011 19:01Atualização: 02/09/2011 19:21
Correio Braziliense

 

a) "Um incêndio florestal atingiu a área próxima ao estacionamento do Detran, ao lado do Autódromo, no fim da tarde desta sexta-feira (2/9). Os bombeiros limparam a área para que o fogo não se espalhasse".

      Oração Subordinada Adverbial: Final (desenvolvida).

      Explicação: A oração introduzida por "para que" indica o objetivo, a finalidade com que os bombeiros limparam a área.

 

MEC vai distribuir tablets para alunos de escolas públicas em 2012

b) "O ministro disse que o MEC está em processo de transformação. “Precisamos, agora, dar um salto, com os tablets. Mas temos que fazer isso de maneira a fortalecer a indústria, os autores, as editoras, para que não venhamos a sofrer um problema de sustentabilidade, com a questão da pirataria.” (Correio Braziliense 02/09/11)

      Oração Subordinada Adverbial: Final (desenvolvida).

      Explicação: Novamente introduzida pela locução conjuntiva "para que", expressando a finalidade da ação de fortalecer a indústria e as editoras.


c) "Pra que falar
Se você não quer me ouvir?
Fugir agora não resolve nada.

Mas não vou chorar
Se você quiser partir.
(...)

Quando a chuva passar,

Quando o tempo abrir,
Abra a janela e veja:
Eu sou o Sol!
Eu sou céu e mar;
Eu sou céu e fim
E o meu amor é imensidão.

(Quando a Chuva Passar
Ivete Sangalo)

      Trechos da música de Ivete Sangalo:

      "Se você não quer me ouvir?" – Oração Subordinada Adverbial Condicional (indica a condição para a fala ser inútil).

      "Se você quiser partir." – Oração Subordinada Adverbial Condicional (indica a condição para que o eu-lírico não chore).

      "Quando a chuva passar / Quando o tempo abrir" – Orações Subordinadas Adverbiais Temporais (indicam o momento em que a ação de abrir a janela e ver o sol deve acontecer).


d) "Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido
Esse grito contido
Esse samba no escuro"

(Apesar de Você – Chico Buarque)

      "Quando chegar o momento / Esse meu sofrimento / Vou cobrar com juros. Juro!"

      Oração Subordinada Adverbial: Temporal (desenvolvida).

      Explicação: A conjunção "Quando" estabelece a circunstância de tempo em que o sofrimento será cobrado.


e) "Se meu amor me deixar
Eu não posso me queixar
Vou sofrendo sem dizer nada a ninguém
A razão dá-se a quem tem."
(A Razão dá-se a quem tem-Arnaldo Antunes)

      "Se meu amor me deixar / Eu não posso me queixar"

      Oração Subordinada Adverbial: Condicional (desenvolvida).

      Explicação: A conjunção "Se" expressa a hipótese ou condição para que a consequência (não poder se queixar) ocorra.


f) Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia
Eu não encho mais a casa de alegria
Os anos se passaram enquanto eu dormia

E quem eu queria bem me esquecia... (Não vou me adaptar – Arnaldo Antunes)
      "Os anos se passaram enquanto eu dormia"

      Oração Subordinada Adverbial: Temporal (desenvolvida).

      Explicação: A locução "enquanto" denota simultaneidade temporal, indicando o momento em que os anos se passavam.


g) "E por mais que você
Se esquivasse

Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele broto bonito
Ia me abraçar..."
(A Raposa e as Uvas-Lenine)

      "E por mais que você / Se esquivasse / Eu tinha certeza..."

      Oração Subordinada Adverbial: Concessiva (desenvolvida).

      Explicação: A locução conjuntiva "por mais que" introduz uma ideia de oposição ou concessão (mesmo que você se esquivasse, o eu-lírico tinha certeza).