domingo, 23 de agosto de 2026

NOTÍCIA: "VIVA A UTOPIA" - FRAGMENTO - REVISTA RAÇA BRASIL - COM GABARITO

 Notícia: “VIVA A UTOPIA” – Fragmento

        A infância na comunidade carente lhe revelou as faces da pobreza e da violência, das quais ele teve a dádiva de retirar apenas a experiência de vida. “De onde eu vim muitos amigos já morreram ou estão presos”, conta. “Não me considero em nada melhor do que eles. Só tive a sorte de ter uma família me apoiando, de nascer com um dom e de poder desenvolvê-lo”, acrescenta. “Eu me tornei artista para revolucionar e quero servir de bom exemplo. Não me conformo com o mundo como está. Desejo ver a mesma proporção de negros e brancos nas escolas e nas plateias de teatro. Viva a utopia”.

 Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8KMaLd8ktOKfQJJDsAHvROygYbFseTzekNuT576ju-iQk-ll0nhWkVYBKqZ5ngCRLvu8Wa1piZHmzT4hEboMFUJOBYHZloAKqGq8Gcu3yjM33r8jEOCQ46vV3bofu5rxmc4FZq9gVViqtaRDpKDaY39p8IvGq5QOWFnNgu_IvkGTqhSR62LPXQBxXUmc/s320/images.jpg


        Apesar dos passos trilhados pela Química e pelas vendas, o pendor para as artes vem de bem antes, ainda garoto. Já no início dos anos 80 ele estudava violão e pouco tempo depois entrou para o grupo de teatro da Igreja de Santo Sepulcro, em Madureira. “Em 1985, fiz a minha primeira peça amadora”, relembra. “Subi ao palco antes mesmo de assistir a um espetáculo.” Foi assim que, de grupo em grupo, de peça em peça, a bola-de-neve artística se avolumou, até chegar a participações e pequenos papéis em espetáculos, como Cabaré Brasil e Obrigado, Cartola! além de longas-metragens como Orfeu, Bossa nova e Carandiru, sem contar minisséries, programas humorísticos e novelas da Globo (...)

Adaptado de Revista Raça Brasil, ed. 98, maio/2006. Disponível em http://racabrasil.uol.com.br/Edicoes/98/artigo17492-1.asp.

Entendendo a notícia:

01 – Numere os fatos na ordem em que aconteceram na vida de Loroza:

(3) Estudou Química na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

(5) Conseguiu fama em programas humorísticos e novelas da Rede Globo.

(1) Viveu sua infância no subúrbio carioca de Madureira.

(2) Estudou violão e participou do grupo de teatro da igreja.

(4) Abandonou o emprego para tentar a carreira de artista.

 

02 – Releia:

        “Hoje, ele chama a atenção menos pela circunferência do que pela competência como músico e ator”.

De acordo com o texto, isso significa dizer que:

(  ) Serjão é bastante discriminado por sua aparência física.

(X) A competência artística é o que mais impressiona as pessoas em relação a Serjão.

(  ) Serjão passa despercebido entre as pessoas.

 

03 – Numere cada frase, de acordo com o que está informado:

(1) A informação refere-se apenas a Sérgio Loroza.

(2) A informação refere-se também a um dos personagens de Sérgio Loroza.

(2) “A popularidade mesmo, porém, só veio com o bem-humorado, mulherengo e um tanto mau-caráter dono da agência de empregos do seriado A diarista, da Rede Globo”.

(1) “Para chegar onde está agora, foi com a cara e a coragem”.

(1) “Eu me tornei artista para revolucionar e quero servir de bom exemplo”.

 

04 – Leia o verbete utopia, adaptado do Novo Dicionário Aurélio:

        Utopia. 1. País imaginário, criado pelo escritor inglês Thomas Morus, onde um governo organizado proporciona ótimas condições de vida a um povo equilibrado e feliz. 2. Descrição de qualquer lugar ou situação ideal, em que as normas e instituições políticas sejam muito aperfeiçoadas. 3. Projeto que não se pode realizar, sonho, produto da imaginação, fantasia.

No texto, Sérgio Loroza afirma:

        “Eu me tornei artista para revolucionar e quero servir de bom exemplo. Não me conformo com o mundo como está. Desejo ver a mesma proporção de negros e brancos nas escolas e nas plateias de teatro. Viva a utopia”.

Responda: Qual é a utopia de Loroza?

      A utopia de Loroza é a construção de um mundo mais justo e igualitário, onde haja a mesma proporção e igualdade de acesso de negros e brancos nas escolas e nas plateias de teatro, superando a desigualdade e o preconceito social e racial.

 

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