quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

POEMA: ONTEM, EU CHOREI ... - NEIVA DARIVA - COM QUESTÕES GABARITADAS

Poema: ONTEM, EU CHOREI...

Ontem, chorei...
Ao me deparar com alguém
Que buscava na incerteza
A certeza de nada encontrar
E assim pude ler
Naquele olhar
A sua alma
Que pedia socorro
Um olhar de ódio pela humanidade
Um olhar de ódio pela vida
Um olhar de ódio por ele mesmo
Um olhar de ódio por mim
Um olhar frio, distante, fugaz
Que ficou registrado
Na minha memória
E minha alma se desnorteou
Se a vida lhe foi cruel
É porque sua “alma é pequena”
E nessa incerteza estava ali
Para buscar um sentido para a vida
Todavia, nada encontrou
E do nada desapareceu
Para se encontrar novamente
Na escuridão da sua alma
E por isso, eu chorei...

Autora: Neiva Dariva – Professora PDE - Ano 2006. Poema escrito como registro vivenciado pela professora e um aluno da penitenciária, que preferiu voltar para a cela a assistir as aulas de Português.

Entendendo o poema:
01 – O título do poema significa:
a)   Pedido de socorro.
b)   Busca de sentido para a vida.
c)   Certeza de um futuro melhor.
d)   Fuga da vida.

02 – O texto é:
a)   Conativo.
b)   Propaganda.
c)   Poético.
d)   Reportagem.

03 – É porque a sua “alma pequena”. Qual o significado da expressão entre aspas?
a)   Grande tristeza.
b)   Ironia.
c)   Sem significado.
d)   Pequena em tamanho.

04 – Identifique o poema quanto ao conteúdo (narrativo descritivo ou dissertativo):
      Narrativo descritivo.

05 – Que função de linguagem prevalece no poema?
      Função emotiva ou expressiva, pois transmite suas emoções.

06 – Quem era este aluno? Por que ele reagiu desta forma?
      Era um aluno da penitenciária. Não tinha esperança que nada na sua vida podia melhorar, então estudar pra quê.

07 – Por que a autora do poema chora?
      Ao deparar com alguém que pedia socorro, com um olhar de ódio pela humanidade, pela vida e por mim, olhar frio e minha alma desnorteou e chorei...

08 – Você já ouviu falar em “solário da prisão”?
      Sim, significa lugar adaptado para banhos de sol.

09 – A expressão um olhar de ódio pela humanidade, utilizada no poema, é uma maneira de comunicação mais apropriada para ser usada em:
a)   Textos poéticos.
b)   Documentos comerciais.
c)   Reuniões sociais.
d)   Telegrama.

10 – O que significa “escuridão da sua alma”?
      É quando a pessoa sente perdida, confusa, desorientada, sensação de angústia, de desamparo, de reflexões sobre a morte, da falta de fé na vida.



CRÔNICA: MILA - CARLOS HEITOR CONY - COM QUESTÕES GABARITADAS

Crônica: Mila           

              Carlos Heitor Cony

      Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.
  Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?
        Amá-la — foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.
        Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu "fumos fidalgos'; como o Dom Casmurro, de Machado de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários.
        No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.
        Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.
        Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.


Entendendo a crônica:
01 – Nesse texto, o cronista revela o enorme sentimento de amor entre ele e seu cão, do momento da adoção até o dia em que o levou para o sacrifício. 

a) Que trecho do texto revela o primeiro e o último contato entre o cronista e seu cão? 
      Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.
     
b) Você já viveu ou vivencia experiência semelhante?
      NÃO. Resposta pessoal do aluno.

02 – Com que propósito, na sua opinião, o cronista publicou essa história em um jornal? 
      Para mostrar que essa história era bonita e interessante.

03 – É comum a ideia de que são as pessoas que escolhem os seus animais de estimação. Segundo o cronista, no momento da adoção foi Mila que o escolheu como dono.
a) Por que você acha que o cronista inverteu essa ideia? 
      Porque talvez no momento que Mila seria adotada ela deve ter feito algo que mostrasse ao personagem que ela tinha gostado dele.

b) Em que outro momento o cronista confirma essa ideia?
      No momento que Mila chegou nos joelhos do personagem... como se estivesse dando consolo para o dono.

04 – Leia os versos a seguir. A partir da ideia ou imagem que transmitem, estabeleça uma associação com alguma situação narrada na crônica de Cony. 

Observação: para cada estrofe faça uma associação com a situação do texto, isto é, terá três associações. 

a) "A estrela cadente
     me caiu
    ainda quente
    na palma da mão.
       [...]"
                     (Paulo Leminski)
      O momento em que o personagem pega Mila nas mãos.

b) "O vento está dormindo na calçada,
      O vento enovelou-se como um cão...
      Dorme, ruazinha... Não há nada..."

                                              (Mário Quintana)
      Quando ele sentia medo do vento.

c) "Aquilo que ontem cantava
      já não canta.
     Morreu de uma flor na boca:
    Não do espinho na garganta."

                                        (Cecília Meirelles)
      Quando Mila morreu.

05 – Localize, na crônica, expressões que caracterizam:
a)   O narrador como carinhoso e amigo.
O momento em que ele a beija chorando e quando ele a leva para seus braços e lhe dá um abraço forte.

b)   Mila como pequena e carinhosa. 
Na primeira vez em que ela a pega nas mãos e no dia em que ela o olha nos olhos e o aceita.



HISTÓRIA: OS LEITÕES TINHO E QUINHO - COM QUESTÕES GABARITADAS


História: Os leitões Tinho e Quinho


        Tinho e Quinho são dois leitões que adoram brincar na fazenda em que moram. Eles têm muita energia e, por isso, disputam o leite de mamãe-porca com muita vontade. Tem sempre um irmão deles passando por cima de outro e querendo ser o primeiro a encher a barriguinha de leite. Mas Tinho e Quinho são sempre os primeiros.
        Depois da mamada, eles se dedicam às brincadeiras. No verão, rolam na lama para se refrescar. Assim, afastam aqueles insetos inconvenientes.
        Tinho e Quinho gostam mesmo é de espalhar lama pela grama verdinha das vacas. Elas não gostam disso, mas nunca descobrem os autores...
       Quinho é um leitãozinho sonhador. Gosta de ouvir os pássaros, enquanto Tinho continua a brincar na lama. Um dia, Quinho foi brincar com os passarinhos e a lebre, seus novos amiguinhos. Correu tanto que até ficou cansado. Resolveu descansar ouvindo o canto dos passarinhos. Aí, sentiu vontade de dormir.
        Quinho percebeu que tinha se distanciado demais da mamãe-porca e ficou desesperado, porque não sabia mais voltar. Estava perdido mesmo!
        Ainda bem que a mamãe-porca reconheceu o rastro de lama do seu leitãozinho preferido. E todos começaram a rir de Quinho. De uma coisa a mamãe-porca tem certeza: Ela sempre encontrará Tinho e Quinho. Bem... a não ser que, um dia, eles fiquem limpos de repente. Ah! Mas isso nunca vai acontecer.
        Tinho e Quinho se sentem os leitões mais felizes da fazenda. Todos descobrem onde eles estão. Por isso, podem ir aonde quiserem. Agora tudo será só brincadeira!

Entendendo a história:

01 – Quais são os personagens da história?
      Tinho, Quinho, mamãe-porca, vacas, pássaros e a lebre.

02 – Quem são Tinho e Quinho?
      São dois leitões que adoram brincar na fazenda em que moram.

03 – Quais as brincadeiras que eles se dedicavam no verão?
      Rolar na lama para se refrescar.

04 – Por que Quinho é considerado um leitãozinho sonhador?
      Porque ele gosta de ouvir os pássaros.

05 – Como mamãe-porca achou o Quinho?
      Reconheceu o rastro de lama do seu leitãozinho.


FÁBULA: A PIPA E A FLOR - RUBEM ALVES - COM QUESTÕES GABARITADAS

FÁBULA: A PIPA E A FLOR
            
                       Rubem Alves

        Era uma vez uma pipa. 
    O menino que a fez estava alegre e imaginou que a pipa também estaria. Por isso fez nela uma cara risonha, colando tiras de papel de seda vermelho: dois olhos, um nariz, uma boca...
      Ô pipa boa: levinha, travessa, subia alto...
    Gostava de brincar com o perigo, vivia zombando dos fios e dos galhos das árvores.
        -- “Vocês não me pegam, vocês não me pegam...”
        E enquanto ria sacudia o rabo em desafio.
        Chegou até a rasgar o papel, num galho que foi mais rápido, mas o menino consertou, colando um remendo da mesma cor.
Mas aconteceu que num dia, ela estava começando a subir, correndo de um lado para o outro no vento, olhou para baixo e viu, lá num quintal, uma flor. Ela já havia visto muitas flores. Só que desta vez os seus olhos e os olhos da flor se encontraram, e ela sentiu uma coisa estranha. Não, não era a beleza da flor. Já vira outras, mais belas. Eram os olhos...
        Quem não entende pensa que todos os olhos são parecidos, só diferentes na cor. Mas não é assim. Há olhos que agradam, acariciam a gente como se fossem mãos. Outros dão medo, ameaçam, acusam, quando a gente se percebe encarados por eles, dá um arrepio ruim no corpo. Tem também os olhos que colam, hipnotizam, enfeitiçam...
        Ah! Você não sabe o que é enfeitiçar?!
        Enfeitiçar é virar a gente pelo avesso: as coisas boas ficam escondidas, não têm permissão para aparecer; e as coisas ruins começam a sair. Todo mundo é uma mistura de coisas boas e ruins; às vezes a gente está sorrindo, às vezes a gente está de cara feia.
        Mas o enfeitiçado fica sendo uma coisa só...
        Pois é, o enfeitiçado não pode mais fazer o que ele quer, fica esquecido de quem ele era...
        A pipa ficou enfeitiçada. Não mais queria ser pipa. Só queria ser uma coisa: fazer o que a florzinha quisesse. Ah! Ela era tão maravilhosa! Que felicidade se pudesse ficar de mãos dadas com ela, pelo resto dos seus dias...
        E assim, resolver mudar de dono. Aproveitando-se de um vento forte, deu um puxão repentino na linha, ela arrebentou e a pipa foi cair, devagarzinho, ao lado da flor.
        E deu a sua linha para ela segurar. Ela segurou forte.
        Agora, sua linha nas mãos da flor, a pipa pensou que voar seria muito mais gostoso. Lá de cima conversaria com ela, e ao voltar lhe contaria estórias para que ela dormisse. E ela pediu:
        -- “Florzinha, me solta...” E a florzinha soltou.
        A pipa subiu bem alto e seu coração bateu feliz. Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo.
Mas a flor, aqui de baixo, percebeu que estava ficando triste. Não, não é que estivesse triste. Estava ficando com raiva. Que injustiça que a pipa pudesse voar tão alto, e ela tivesse de ficar plantada no chão. E teve inveja da pipa.
        Tinha raiva ao ver a felicidade da pipa, longe dela... Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si. E ela flor, sozinha, deixada de fora.
        -- “Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá em cima, longe de mim. Ficaria o tempo todo aqui comigo...”
        E à inveja juntou-se o ciúme.
        Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não. Ciúme é a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.
E a flor começou a ficar malvada. Ficava emburrada quando a pipa chegava. Exigia explicações de tudo. E a pipa começou a ter medo de ficar feliz, pois sabia que isto faria a flor sofrer. 
        E a flor aos poucos foi encurtando a linha. A pipa não podia mais voar.
        Via ali do baixinho, de sobre o quintal (esta essa toda a distância que a flor lhe permitia voar) as pipas lá em cima... E sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava tanto da flor, como no início...
        Essa história não terminou. Está acontecendo bem agora, em algum lugar... E há três jeitos de escrever o seu fim. Você é que vai escolher.
        Primeiro: A pipa ficou tão triste que resolveu nunca mais voar.
        -- “Não vou te incomodar com os meus risos, Flor, mas também não vou te dar a alegria do meu sorriso”.
        E assim ficou amarrada junto à flor, mas mais longe dela do que nunca, porque o seu coração estava em sonhos de voos e nos risos de outros tempos.
        Segundo: A flor, na verdade, era uma borboleta que uma bruxa má havia enfeitiçado e condenado a ficar fincada no chão. O feitiço só se quebraria no dia em que ela fosse capaz de dizer não à sua inveja e ao seu ciúme, e se sentisse feliz com a felicidade dos outros. E aconteceu que um dia, vendo a pipa voar, ela se esqueceu de si mesma por um instante e ficou feliz ao ver a felicidade da pipa. Quando isso aconteceu, o feitiço se quebrou, e ela voou, agora como borboleta, para o alto, e os dois, pipa e borboleta, puderam brincar juntos...
        Terceiro: a pipa percebeu que havia mais alegria na liberdade de antigamente que nos abraços da flor. Porque aqueles eram abraços que amarravam. E assim, num dia de grande ventania, e se valendo de uma distração da flor, arrebentou a linha, e foi em busca de uma outra mão que ficasse feliz vendo-a voar nas alturas.

                                Rubens Alves, A pipa e a flor. São Paulo, Loyola, s/d.,3ª edição.
Entendendo o texto:
01 – Responda com base no texto:
a) O que a pipa sentiu quando subiu bem alto?
      Sentiu-se levinha, travessa, subir alto...

b) Para a pipa, o que era bom saber quando estava lá no alto?
      Ele gostava de brincar com o perigo, zombando dos fios e dos galhos de árvore.

c) Quem, lá embaixo, esperava a pipa?
      A flor, sua amada.

02 – Complete as frases com as palavras do quadro, de acordo com o texto: Ciúme – Triste – Inveja – Raiva.
a)      A flor percebeu que estava ficando triste.
b)      Ela estava também com raiva.
c)      E teve inveja da pipa.
d)     E a inveja juntou-se o ciúme.

03 – Complete as duas frases do texto que mostram as razões de a flor ficar com tanta raiva da pipa:
a) Tinha raiva ao ver a felicidade da pipa, longe dela...
b) Tinha raiva quando via as pipas lá em cima, tagarelando entre si.

04 – Copie do texto o que a flor pensava quando a pipa estava longe dela:
      “Se a pipa me amasse de verdade não poderia estar feliz lá.

05 – O que o narrador escreveu sobre:
a) A inveja
      “Inveja é ficar infeliz vendo as coisas bonitas e boas que os outros têm, e nós não.”

b) O ciúme
      “É a dor que dá quando a gente imagina a felicidade do outro, sem que a gente esteja com ele.”

06 – Complete as frases com as alternativas que caracterizam a flor e a pipa:
a) a flor começou a ficar
(  )arrependida                                
(  ) bondosa                          
(X) malvada.

07 – Por que a pipa não podia mais voar?
      Porque a flor aos poucos foi encurtando a linha.

08 – Qual foi o sentimento da pipa em relação à flor, quando via as outras pipas voando lá em cima?
      A sua boca foi ficando triste. E percebeu que já não gostava tanto da flor como no início.

09 – O que você faria se estivesse no lugar da flor?
      Resposta pessoal do aluno.

10 – Quem é o autor dessa história?
      Rubens Alves.

11 – Quem são os participantes do texto e suas características pessoais?
      O menino, a pipa e a flor.

12 – O autor nos dá três possibilidades para finalizarmos o texto. Qual você considera mais adequado? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno.


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

MÚSICA(ATIVIDADES): CANTO DE UM POVO DE UM LUGAR - CAETANO VELOSO - COM GABARITO

Música(Atividades): Canto de Um Povo de Um Lugar
                                                         Caetano Veloso

Todo dia o sol levanta
E a gente canta
Ao sol de todo dia

Fim da tarde a terra cora
E a gente chora
Porque finda a tarde

Quando a noite a lua mansa
E a gente dança
Venerando a noite

Madrugada, um céu de estrelas
E a gente dorme
Sonhando com o dia
                                     Composição: Caetano Veloso

Entendendo a canção:
01 – Qual o tema principal da canção?
        Aborda um fenômeno da natureza  - que é o nascer do Sol (aurora) e o pôr do Sol (entardecer).

02 – O que acontece “todo dia” quando “o sol levanta”?
      Amanhece, ou seja, tem início um novo dia. É um período em que há a claridade do sol.

03 – O que acontece quando “finda a tarde”?
      Anoitece, ou seja, tem início uma nova noite. É um período em que não há a claridade do sol.

04 – O amanhecer e o anoitecer acontecem todos os dias, mas será que isso ocorre no mundo inteiro ao mesmo tempo? Dê sua opinião.
      Não. Quando é dia de um lado da terra, do outro é noite, assim não poderia ocorrer o mesmo horário em lugares com luminosidade tão diferentes.

05 – Você acha que a Terra tem o mesmo horário em todos os lugares? Por que isso acontece?
      Não. Por causa do fuso-horário.

06 – Imagine que você tem um amigo que está no Japão. Caso queira conversar com ele às 14 horas, seria conveniente telefonar nesse horário? Por quê? 
      Não. Porque lá será às 2:00 horas da madrugada. Um horário improprio para fazer uma ligação.

07 – O fenômeno abordado e a causa que ele ocorre é:
a)   Estações do ano, causado pelo movimento de rotação da Terra.
b)   Nascer e pôr-do-sol, causado pelo movimento de rotação da Terra.
c)   Nascer do sol, causado pelo movimento de translação da Terra.

d)   Estações do ano, causado pelo movimento de translação do Sol.

FILME(ATIVIDADES): KARATÊ KID 2 - A HORA DA VERDADE CONTINUA - COM SINOPSE E QUESTÕES GABARITADAS

Filme(ATIVIDADES): KARATÊ KID 2 - A HORA DA VERDADE CONTINUA


Data de lançamento 3 de julho de 1986 (1h 53min)
Criador(es): John G. Avildsen
Gêneros AçãoDramaFamília
Nacionalidade EUA

SINOPSE E DETALHES
        Daniel LaRusso (Ralph Macchio) viaja rumo ao Japão juntamente com seu mestre, Miyagi (Pat Morita), cujo pai está entre a vida e a morte. Lá ele se envolve com um antigo inimigo de seu querido mentore, que tentará se vingar dele mais uma vez. Daniel encontra um novo amor no oriente, mas também faz alguns rivais.

Entendendo o filme:
01 – Qual o nome do menino que quer aprender Kung Fu?
      Chama-se "Dre Parker".

02 – Antes de se mudar pra China, Dre e sua mãe moravam aonde?
a)   Tóquio.
b)   Detroid.
c)   Nova Iorque.
d)   Paris.
e)   Londres.

03 – Quando Dre chega no hotel na China qual desenho animado ele assiste em chinês?
      Ele assiste Bob Esponja.

04 – Acontece um acidente com a família do Sr. Han (zelador). Quem morre da família dele?
      Morre a esposa e o filho.

05 – Qual arte marcial o Sr. Han sabe?
a)   Judô.
b)   Karatê.
c)   Kung Fu.

06 – Por que Dre quer aprender Kung Fu?
      Porque ele apanhou de um garoto na escola.

07 – Qual o número do apartamento de Dre?
      Ele mora no apartamento 305.

08 – Dre se muda para:
a)   Japão.
b)   França.
c)   Itália.
d)   China.

09 – Sr. Han é porteiro. Verdadeiro ou falso?
(X) Verdadeiro.
(   ) Falso.

10 – Dre participa de um torneio. Ele usa uma roupa parecida com a do lutador:
      A roupa era parecida com a de Bruce Lee.

POEMA: LUA - JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA - COM QUESTÕES GABARITADAS

Poema: Lua
      


Olá, querida lua,
O céu é todo teu,
A terra é toda tua,
Depois que o sol morreu.

Reparem, meus senhores,
Até o próprio mar,
Já tendo duas cores,
Pintou-se de luar.

Ah, mostra-se as estrelas.
Que a luz do sol esconde
Vamos, eu quero vê-las,
A noite é que sabe onde.

Lua, onde o sol habita,
Só tenho um ideal:
Fazer-te uma visita
Em nau espacial...

Par quem nau não tem
Só partindo já morto.
Passando para o além,
Tocarei no teu porto.

Minha pálida jia,
Esse conhecimento,
Para a colhida fria,
Não será no momento...
                      José Américo de Almeida

Entendendo o poema:
01 – Quais são os astros citados no poema?
      Lua, Terra, Sol, Estrelas.

02 – Qual é a relação entre:
a)   A Terra e a Lua?
A Lua é o satélite da Terra. A Lua gira ao redor da Terra.

b)   O Sol e as Estrelas?
O Sol é uma estrela.

c)   O Luar e a luz do Sol?
O Luar é a luz do Sol refletida pela Lua.

03 – Durante o dia, além do Sol, você diria que existem outras estrelas no céu?
      Sim.

04 – Releia a terceira estrofe do poema “Lua”. Você concorda com a afirmação do poeta de que a luz do Sol “esconde” as Estrelas? Justifique.
      Resposta pessoal do aluno. Sugestão: Sim, durante o dia a claridade do Sol não permite que vejamos a luz das outras Estrelas.

05 – Você diria que as luzes da cidade também dificultam a observação das estrelas? Justifique.
      Resposta pessoal do aluno. Sugestão: As luzes da cidade são refletidas no céu, tornando-o mais claro e dificultando a observação das estrelas.