sábado, 29 de dezembro de 2018

CRÔNICA: UM JOGO QUE É UMA VERGONHA - FERNANDO BONASSI - COM GABARITO

Crônica: Um jogo que é uma vergonha
              Fernando Bonassi
  
          Um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.
         O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.
        Times iguais.
        Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.
Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.
Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola.
Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.
Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

                                                                              Fernando Bonassi

Fonte:  (In Vida da gente – crônicas publicadas no Suplemento Folhinha de S. Paulo) - 07/02/97.

Entendendo a crônica:
01 – O texto “Um jogo que é uma vergonha” é uma crônica. Foi escrito a partir de uma situação da vida real, com o objetivo de fazer uma crítica a essa situação. Se o autor teve esse objetivo ao escrever, que objetivo tem em relação ao leitor?

(  ) que aceite suas ideias.
(  ) que rejeite suas ideias.
(X) que reflita sobre o assunto.
(  ) que se divirta com o assunto.

02 – O trecho: “Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida” e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção”. Significa que:

 ) um time toma cuidado para não cortar os pés, o outro time sente muito calor.
 ) um time têm tênis e o outro time tem camisa.
(X) um time é formado por jogadores bem equipados, o outro time por jogadores mal equipados.
 ) um time tem jogadores ganhadores, o outro têm jogadores que usam tênis e camisa comprida.

03 – Esta crônica, de fato, compara:

(X) a vida de pessoas que têm escola e casa com a vida de crianças que não têm escola e casa.
(  ) vida de crianças que têm casa com a vida de crianças que têm escola.
(   ) crianças que são culpadas com crianças que são inocentes.
(   ) crianças que podem fazer tudo com crianças que não fazem nada.

04 – Quando o autor diz:

Nós que temos escola e casa” e

“Isto não quer dizer que a gente não possa fazer nada”,

As palavras “nós” e “a gente” ocupam o lugar:

(X) do autor e de todos os leitores.
(  ) dos leitores que são conhecidos do autor.
(  ) dos ricos.
(  ) do leitor.

05 – De acordo com o autor da crônica, diante da situação que é discutida:

(   ) “a gente” não pode fazer nada.
(   ) “a gente” pode fazer uma aposta.
(   ) “a gente” pode jogar.
(X) “a gente” pode jogar um jogo justo.

06 – Quando o autor fala sobre “jogo justo”, ele quer dizer que:

(   ) as pessoas podem jogar mesmo sem saber.
(   ) as pessoas justas às vezes perdem.
(   ) as pessoas  jogam um jogo besta.;
(X) as pessoas podem ajudar a fazer justiça.

07 – O tema central da crônica é:

(X) desigualdade.
(   ) miséria.
(   ) futebol.
(   ) crianças de rua.

08 – O que faz deste texto uma crônica?
a) O autor descreve o que aconteceu com ele.
b) Percebemos que o autor escreve uma notícia, fazendo com que o leitor acredite nele.
c) Podemos percebe que ele conta fatos que acontecem no cotidiano, dando destaque para detalhes como a data e o local.
d) Podemos perceber que o autor conta sobre um assunto cotidiano, acrescentando o seu ponto de vista, fazendo com que o leitor reflita sobre o texto escrito.

09 – Ao ler esta crônica podemos refletir sobre:
a) Os pobres não tem nada porque não querem.
b) Pessoas que tem o que querem e pessoas que não querem nada.
c) Os ricos podem tudo.
d) Pessoas que tem muito e pessoas que não tem quase nada.

10 – Por que “Quem não tem, perde sempre”?
a) Porque não tem vontade de fazer as coisas.
b) Pois sempre estará em desvantagem contra quem pode ter tudo.
c) Pois não corre atrás do que deseja.
d) Eles não tem porque não querem.

11 – Por que o time tênis e camisa ganha fácil?
a) O outro time não precisa ganhar.
b) Eles estavam mais preparados e com mais equipamentos para jogar.
c) Eles já haviam treinado mais.
d) Eles tem mais vontade de jogar.










POEMA: MENINO MARINHEIRO - ELIAS JOSÉ - COM GABARITO

 Poema: Menino Marinheiro
           Elias José
                         

 O menino,
 marinheiro imaginário,
 navega pelos mares
 mais bravios
 em seu barco azul.

 O barco azul é cheio de luz,
 cheio de flores e doces
 e música que o vento traz.

 Nos dias quentes, vem o sol
 e amacia e aquece o balanço
 do barco e dos corpos.
 A noite fria traz gomos de céus,
 com traços de lua e estrelas
 pra enfeitar o barco do menino.

 Muitas vezes, leve, livre e sereno,
 sem pressa, sem rota, sem rumo,
 lá vai o barco azul.

 Outras vezes, o barco azul
 enfrenta tempestades,
 relâmpagos, raios e ventania.

 Quase sempre, há piratas e perigos
 e brigas e perdas e naufrágios.
 Mas o barco azul vence tudo e todos
 e segue sem pressa, sem rota e sem rumo.
 Forte e sempre sereno, o barco segue.

 O que leva de tão importante o barco?
 Leva flores, doces e colares de estrelas
 pra namoradinha imaginária
 do imaginário marinheiro.


                 Elias José. Forrobodó no forró. São Paulo: Mercuryo Jovem. 2006. p. 37.

Entendendo o poema:
01 – Em poemas, a pontuação nem sempre obedece às orientações que devem ser aplicadas aos textos em prosa. No poema a seguir isso não ocorre, pois seu autor pontuou-o como se fosse um texto em prosa. Mas, para fins de estudo, foram suprimidas propositalmente todas as vírgulas. Leia-o e depois faça o que se pede.
a)   Empregue, no poema, vírgulas onde convencionalmente elas deveriam ser utilizadas.
Estão marcadas no texto. (,)

b)   Troque ideias com os colegas e justifique o emprego das vírgulas nestes versos:
Muitas vezes, leve, livre e sereno,
Sem pressa, sem rota, sem rumo,
Lá vai o barco azul.
      As vírgulas separam termos que exercem a mesma função sintática em “leve, livre e sereno” (adjuntos adnominais de barco) e “sem pressa, sem rota” (adjuntos adverbiais de vai); e indicam deslocamento de adjunto adverbial em “Muitas vezes”, e “Sem rumo”.

REPORTAGEM: VIRANDO ADULTO - ANDRÉ MUGGIATI - COM GABARITO

REPORTAGEM: Virando adulto
      
     Índio cresce na base do sofrimento
                                       ANDRÉ MUGGIATI 
                       DA AGÊNCIA FOLHA, EM TABATINGA

        Os índios saterés-maués têm de se submeter à mordida dolorida de grandes formigas pretas, chamadas de tucandeiras, para provar para toda a tribo que já são homens. O ritual, que marca a passagem para a idade adulta, é chamado de "festa da tucandeira". Os garotos entre 10 e 15 anos vestem uma luva trançada de palha com dezenas de tucandeiras, famosas pela ferroada dolorida.
        "Quando a gente mete a mão na luva da tucandeira parece que está pegando fogo, como se estivesse em um braseiro", diz o índio sateré-maué Manelito Sateré, 25, que passou pelo ritual quando tinha 13 anos de idade.
        Mordidas diárias em 20 dias.
        Os índios dançam com as luvas durante cerca de quatro horas a cada dia de ritual. Ao todo são duas etapas de dez dias consecutivos, intercaladas por um descanso de dez dias. Os rituais ocorrem todos os anos entre agosto e outubro.
        "Quando a gente tira a luva, o braço está suando sangue", diz Manelito Sateré, que vive na aldeia Andirá, em Barreirinha (a cerca de 400 km a leste de Manaus). De acordo com ele, as formigas pretas representam, para os índios, mulheres disfarçadas. "Antes de pôr a mão na luva pela primeira vez, a gente sente um frio na barriga, parecido com a primeira vez em que vai transar com uma mulher", diz Sateré. Segundo ele, as mordidas das tucandeiras fazem do menino um homem. É importante que eles sejam virgens ao pôr a mão na luva pela primeira vez. "Dói menos", diz Sateré.
        Segundo o administrador da Funai em Parintins (390 km a leste de Manaus), Lúcio Ferreira Menezes, os meninos não são obrigados a participar do ritual. "Quando eles veem os outros pondo a mão na luva, acabam tendo vontade de colocar também e provar que já são adultos", afirma.
        'Macho' não foge da luva.
        Já Sateré diz que quem não se submete ao ritual é considerado menos homens e tem dificuldade em conseguir namorada. Adultos também gostam de colocar a mão na luva durante a festa. Demonstram sua força para o restante da tribo.
        "As mulheres também preferem os homens que colocam as luvas e não choram", afirma Sateré.
        "Durante essas quatro horas você chora, você grita, você sofre", diz Menezes, que também é índio sateré-maué e colocou a mão na luva pela primeira vez aos 12 anos.
        Nos dias de ritual e durante os intervalos, os índios só podem comer farinha seca e formigas torradas.
        "Uma pessoa com 60, 70 quilos, após o final das festas está com, no máximo, 50", conta Menezes.
        Os saterés-maués são cerca de 6.000 índios. Vivem ao leste do Amazonas e se concentram nos municípios de Parintins, Maués e Barreirinha.
        Detalhes do ritual.
        Todo o ritual é preparado pelo pajé. Primeiro, ele adormece as tucandeiras com um líquido preparado com caju. Adormecidas, dezenas de formigas são colocadas presas nos buracos da luva, com os ferrões virados para dentro. O pajé dá então uma baforada de tabaco para acordar as formigas e coloca a luva no menino.
        Consolo das mulheres
        A luva é trançada de tal forma que, se o garoto tentar arrancar, fica ainda mais apertada. O pajé canta os cantos sagrados do ritual, e todos os homens da aldeia dançam durante quatro horas seguidas.
        Terminada a dança, os homens, com o corpo mole devido às mordidas, são tratados por suas namoradas e mães. É o momento do consolo.

                     MUGGIATI, André. Folha de São Paulo, 21 out. 1996.
Folhateen, p. 5-6. (Título nosso).
Entendendo o texto:
01 – Complete os itens a seguir, sobre a reportagem “Virando adulto”.
a)   O quê?
O ritual de passagem dos saterés-maués.

b)   Quem?
Os garotos sarerés-maués entre 10 e 15 anos.

c)   Quando?
Todos os anos, nos meses de agosto a outubro.

d)   Onde?
Próximo a Barreirinha, no Amazonas.

e)   Por quê?
Para provar à comunidade que os meninos se tornaram homens.

02 – Na reportagem “Virando adulto” duas pessoas são entrevistadas e dão seus depoimentos a respeito do ritual com as formigas.
a)   Quem são essas pessoas?
O índio sateré-maués Manelito Sateré, hoje adulto, que passou pelo ritual quando tinha 13 anos, e Lúcio Ferreira Menezes, administrador da Funai.

b)   Como podemos distinguir as palavras desses depoimentos das do autor do restante da reportagem?
Pelo uso de aspas.

03 – Releia o trecho abaixo e tente dar o significado do termo ritual, com suas palavras. Se não conseguir, procure no dicionário.
        [...] O ritual, que marca a passagem para a idade adulta, é chamado de “Festa da tucandeira”.
      Ritual: cerimônia de caráter sagrado, religioso ou simbólico na qual práticas consagradas por uso ou norma se realizam, sempre da mesma maneira, sempre em um determinado momento.

04 – Transcreva do primeiro parágrafo o trecho que explica qual o objetivo dos garotos quando participam do ritual das tucandeiras.
      “Os índios saterés-maués têm de se submeter à mordida dolorida de grandes formigas pretas, chamadas de tucandeiras, para provar para toda a tribo que já são homens.”

05 – A respeito do ritual, responda:
a)   Qual a duração diária?
Quatro horas.

b)   Qual o número de etapas?
Duas etapas.

c)   Qual a duração de cada etapa?
Dez dias.

d)   Qual o período de descanso entre as etapas?
Dez dias.

e)   Quantos dias dura o ritual, excluindo-se o período de descanso? Durante quantas horas, no total, os garotos ficam com as mãos nas luvas?
Vinte dias. Oitenta horas.

06 – Na sua opinião, por que um índio sateré-maué, par ser considerado adulto, deve passar pelo ritual das tucandeiras?
      Porque ele precisa provar que é corajoso para se tornar adulto.

07 – Observe esta transformação de frase:
As formigas atacam o inimigo com o ferrão.
As formigas atacam o inimigo com ferroadas.

 Faça o mesmo tipo de substituição nas frases abaixo. Efetue adaptações quando necessário.
a)   Os capoeiristas atacam o adversário com as pernas.
Os capoeiristas atacam o adversário com pernadas.

b)   Os ursos atacam os inimigos com as patas.
Os ursos atacam os inimigos com patadas.

c)   Sem querer, a costureira feriu o cliente com a agulha.
Sem querer, a costureira deu uma agulhada no cliente.

d)   Distraído, o operário machucou o dedo com o martelo.
Distraído, o operário deu uma martelada no dedo.

e)   Os vândalos atacaram armados de paus.
Os vândalos atacaram a pauladas.

08 – Observe a transformação:
       Quando a dança termina, os homens são tratados por suas namoradas e mães.
    Terminada a dança, os homens são tratados por suas namoradas e mães.
   Faça a mesma transformação nas frases abaixo. Efetue adaptações quando necessário.
a)   Quando as formigas adormecem, são colocadas dentro das luvas.
Adormecidas, as formigas são colocadas dentro das luvas.

b)   Quando o ritual acaba, os meninos se tornam adultos.
Acabado o ritual, os meninos se tornam adultos.

c)   Quando a luva é retirada, a mão está sangrando.
Retirada a luva, a mão está sangrando

NOTÍCIA: CAMINHÃO-CÂMERA - RENATO LISBOA - COM GABARITO

Texto: Caminhão-Câmera  

    CLICA PAISAGENS DA CIDADE
                                          
    A paisagem potiguar será captada nos próximos dois dias pela maior câmera fotográfica móvel do mundo: um caminhão-baú com sete metros de comprimento, uma verdadeira casa sobre rodas que percorre o Brasil desde Monte Roraima até Foz do Iguaçu, totalizando 5 mil quilômetros de viagem. Os lugares fotografados no Rio Grande do Norte ainda serão definidos.
        A ideia é do fotógrafo português Mica Costa-Grande, que é acompanhado no projeto “Brasil pelo buraco da agulha” pela sua mulher, a jornalista Sofia Salgado, e seus dois filhos.
        A família deve chegar hoje à tarde a Natal e começar amanhã sua expedição potiguar. O casal tem planos de mostrar as fotos em exposições no exterior e de editar um livro fotográfico com as imagens panorâmicas.
        Os papéis das fotos têm a dimensão de 3,7 m por 1,27 m. “Não há nada de enigmático no processo. O que tem de diferente é o tamanho da câmera e a sua mobilidade”, diz Salgado. Feitas as imagens, o material é enviado o mais rápido possível para São Paulo, onde é feito o tratamento das imagens.
        Os lugares que poderão ser registrados por Costa-Grande são os seguintes: o mirante da Av. Café Filho (em frente ao Tribunal de Contas do Estado); a Redinha; o Centro de Convenções; Areia Preta, ao lado do restaurante Tábua de Carne, com o orifício da “câmera” voltado para as dunas da Redinha; por último, a praia de Pirangi.

        Adaptado de: LISBOA, Renato. 23 jan. 2008. Disponível em: http://canindesoares.com /2008/01/23/caminhão-camara-clica-paisagens-da-cidade.
                                                                                                        Acesso em 28 abr. 2011.
Entendendo o texto:
01 – Caminhão câmera clica paisagens da cidade é uma notícia. Releia o texto procurando informações que respondam às perguntas a seguir:
a)   O que a notícia relata?
O caminhão-câmera do projeto “Brasil pelo buraco da agulha” chegará a Natal, a fim de fotografar a paisagem potiguar.

b)   Quem são as pessoas envolvidas no fato noticiado?
O fotógrafo Mica Costa-Grande e sua mulher, a jornalista Sofia Salgado.

c)   Onde aconteceu ou acontecerá o fato?
Os lugares que poderão ser fotografados são: o mirante da Av. Café Filho, a Redinha, o Centro de Convenções, Areia Preta e a praia de Pirangi.

d)   Quando aconteceu ou acontecerá o fato?
Nos dias 23 e 24 de janeiro de 2008.

e)   Por que aconteceu ou acontecerá o fato?
O casal pretende mostrar as fotos em exposições no exterior e editar um livro com as imagens panorâmicas.

02 – No título da notícia está presente o verbo clicar.
a)   Qual o sentido desse verbo no contexto do título?
Fotografar.

b)   Observe esta frase, retirada de um site: “Para saber mais sobre a programação de nossa emissora de televisão, clique aqui”. Nela, o verbo clicar tem o mesmo sentido que tem no título da notícia? Se não, que sentido é esse? Consulte o dicionário, se necessário.
Apertar um dos botões do mouse sobre um ícone, numa página de internet.

c)   O verbo clicar vem do substantivo clique (do inglês click), que é uma onomatopeia: procura reproduzir um ruído curto e leve. Baseando-se nessa informação, responda: nos dois contextos em que o verbo clicar foi usado nos itens acima, o que faz esse “ruído curto e leve”?
No caso do título da notícia, o botão da câmera fotográfica. No caso do item B, o botão do mouse.

03 – A notícia foi extraída de um jornal que circula principalmente no estado do Rio Grande do Norte e, particularmente, em Natal. Copie trechos do texto que revelem essa circunstância.
      O próprio título do texto, Caminhão-câmera clica paisagens da cidade, pode ser mencionado: só os habitantes locais sabem a que cidade ele está se referindo. O quinto parágrafo também pode ser mencionado, pois se refere diretamente a pontos turísticos locais, o que indica que são familiares ao leitor a quem a notícia se dirige.

04 – Você acha que essa notícia tem interesse para pessoas que não vivem no Rio Grande do Norte? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno. Sugestão: Sim, pois o projeto “Brasil pelo buraco da agulha” é culturalmente amplo: por meio das fotos que o caminhão-câmera fará tanto no Rio Grande do Norte quanto em outros estados brasileiros todos poderão conhecer um pouco mais sobre nosso país.