sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

TEXTO: COMO SE FORMA A AURORA BOREAL? COM QUESTÕES GABARITADAS


Texto: Como se forma a aurora boreal?

        Esse belo fenômeno luminoso ocorre quando partículas eletricamente carregadas (prótons e elétrons), transportadas pelo vento solar, chocam-se a grande velocidade com átomos e moléculas da atmosfera terrestre, que, assim, emitem fótons luminosos, fazendo surgir no céu uma curiosa “dança” de luzes. No Polo Norte ela é chamada de aurora boreal e, no sul, de aurora austral. O fenômeno é típico das regiões polares, pois é só a partir da latitude 70 graus que o campo magnético da Terra permite que as partículas eletricamente carregadas penetrem na atmosfera. A melhor época para vê-lo é nos meses de setembro, outubro, fevereiro e março. O nome foi dado pelo astrônomo Galileu Galilei em homenagem à deusa romana do amanhecer, Aurora. Vários povos dão interpretações fantasiosas para o fenômeno. Os asiáticos creem que suas luzes sejam uma fonte de fertilidade. Já os finlandeses recorrem a uma fábula inocente para explicar a profusão de luzes. No idioma local, o termo que define aurora boreal é revontuli, que significa “fogo da raposa”. Segundo a lenda, raposas batiam suas caudas contra os montes de neve e as faíscas que saíam desses golpes refletiam e iluminavam o céu.
                                                                            Vida simples, n° 55.
Entendendo o texto:

01 – No seguinte trecho do texto, há duas orações; na 2ª oração, está implícita locução verbal é chamada. Observe:

No Polo Norte ela é chamada de aurora boreal e, no Sul, de aurora austral.
a)   As duas orações têm o mesmo valor sintático. Qual é a conjunção que liga uma à outra?
A conjunção e.

b)   A conjunção que liga as orações estabelece entre elas uma relação de explicação, de oposição ou de adição?
De adição.

02 – Observe que, no seguinte trecho do texto, a conjunção destacada estabelece entre as orações uma relação de explicação.

        “O fenômeno é típico das regiões polares, pois é só a partir da latitude 70 graus que o campo magnético da Terra permite que as partículas eletricamente carregadas penetrem na atmosfera.”
Qual das conjunções abaixo pode substituir pois, sem que haja prejuízo de sentido?
a)   Nem.
b)   Porque.
c)   Quando.
d)   Logo.

03 – Releia agora este trecho do texto:
“Os asiáticos creem que suas luzes sejam uma fonte de fertilidade.”
Se eliminarmos a conjunção que do trecho, teremos:
Os asiáticos creem
suas luzes sejam uma fonte de fertilidade.

a)   Essas orações dependem uma da outra sintaticamente?
Sim.

b)   Conclua: A conjunção que é coordenativa ou subordinativa? Por quê?
É subordinativa, porque a 2ª oração é complemento do verbo crer da oração anterior e tem valor de objeto direto.

POEMA: QUESTÃO DE PONTUAÇÃO - JOÃO CABRAL DE MELO NETO - COM GABARITO

Poema: Questão de pontuação
          João Cabral de Melo Neto

                    
Todo mundo aceita que ao homem
cabe pontuar a própria vida:
que viva em ponto de exclamação
(dizem tem alma dionisíaca);

viva em ponto de interrogação
(foi filosofia, ora é poesia);
viva equilibrando-se entre vírgulas
e sem pontuação (na política):

o homem só não aceita do homem
que use a só pontuação fatal:
que use, na frase que ele vive
o inevitável ponto final.


João Cabral de Melo Neto. Agrestes. Poesia. Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1985

Entendendo o poema:

01 – O assunto de um texto nem sempre equivale ao tema. O tema são as ideias mais profundas de um texto. No poema lido, por exemplo, o assunto é a pontuação, mas o tema é outro. Observe a que são associados os sinais de pontuação e responda: Qual é o tema do poema?
      A vida.

02 – Todo o desenvolvimento do poema nasce da afirmação contida nos dois versos iniciais:
“Todo mundo aceita que ao homem / cabe pontuar a própria vida”. O que o eu lírico quer dizer com esses versos?
      Todos aceitam que o homem é dono de seu destino, que ele pode decidir sobre sua própria vida.

03 – Ao longo do poema são mencionados quatro sinais de pontuação.
a)   Quais são esses sinais?
O ponto de exclamação, o ponto de interrogação, a virgula e o ponto (final).
b)   O que eles representam em relação à vida? Assinale a melhor resposta:
(  ) Representam os erros que o homem comete na vida.
(X) Representam diferentes formas de viver, que cabe ao homem escolher.
(  ) Representam os problemas que cada ser humano encontra em sua trajetória de vida.

04 – Na 1ª estrofe do poema, a vida é associada ao ponto de exclamação, relacionado ao verso “(dizem: tem alma dionisíaca)”. Veja alguns dos sentidos da palavra dionisíaco registrados no dicionário:
Dionisíaco: relativo a Dioniso, Deus da mitologia grega; o mesmo que desinibido, espontâneo, vibrante, entusiástico, agitado, natural, irracional, anárquico.
a)   Qual ou quais desses sentidos essa palavra apresenta no contexto?
Espontâneo, vibrante, entusiástico.

b)   Que relação existe entre a palavra dionisíaco e o ponto de exclamação?
Ambos estão associados a um estado de espírito alegre, extrovertido, entusiástico.

05 – Na 2ª estrofe, há referências a viver “em ponto de interrogação” e “equilibrando-se entre vírgulas”.
a)   Por que o ponto de interrogação é associado à filosofia e à poesia?
Porque a filosofia e a poesia fazem questionamentos sobre a vida, sobre a razão das coisas, etc.

b)   Para você, o que é viver “equilibrando-se entre vírgulas”?
Resposta pessoal do aluno. Sugestão: É viver resolvendo problemas, superando dificuldades de vida, vencendo obstáculos.

c)   Levante hipóteses: O que poderia ser uma vida “sem pontuação (na política)”?
É uma vida em que a pessoa não tem seus direitos de cidadão respeitados, em que ela é desconsiderada socialmente.

06 – Leia a última estrofe:
a)   O que representa a “frase” que cada um de nós vive?
A própria vida.

b)   E o que representa, na frase da vida, o ponto final?
A morte.

c)   Troque ideias com os colegas e dê uma interpretação coerente aos versos “O homem só não aceita do homem / que use a só pontuação fatal.”
1ª O homem só não aceita que o homem ponha fim à própria vida (suicídio);
2ª O homem não aceita que o homem tira a vida de outro homem (homicídio);
3ª O homem não aceita que o homem viva conformadamente, sem participar, sem propor mudanças.




MENSAGEM ESPÍRITA: VERDADEIRA CARIDADE - O LIVRO DOS ESPÍRITOS - CAPÍTULO IV - PRINCÍPIO VITAL - INTELIGÊNCIA E INSTINTO - PARA REFLEXÃO


 Mensagem: VERDADEIRA CARIDADE
    
                                      ANDRÉ LUIZ GADELHA

 Não é raro testemunharmos demonstrações de bondade argumentadas no temor a Deus. São irmãos que vivem com moral exemplar sob o medo do castigo divino.
        Outros tantos vivem, igualmente, na procura da realização do bem, mas tão somente pelo fato de que ficaria feliz se o bem fosse feito a ele ou se o mal não lhe seja aplicado. São irmãos que fazem o certo na espera que lhe façam o certo também ou evitam o mal na expectativa de que o mal não lhes seja feito.
        É claro que injusto seria não admitir que tais irmãos já assumem um certo progresso, pois já são capazes de executar a Lei de Amor e Caridade sem intenções escusas ou daninhas. Mas, não se pode admitir que o bem esteja sendo feito com sinceridade de coração.
        O verdadeiro homem de bem pratica o bem pelo bem. Faz o certo por ser o certo. Para esses irmãos, a prática do amor é tão natural quanto respirar.
        Quando se faz o bem para evitar castigos do céu ou por que gostaríamos que fizessem o mesmo por nós, a naturalidade e a sinceridade já se encontram comprometidas. O que move pelo bem não é o coração, mas, sim, a espera de algo em troca, ainda que esse algo, num primeiro olhar, pareça ser sublime.
        Entendemos, também, que a humanidade se encontra num estágio evolutivo onde poucos são os que fazem o bem com verdadeira pureza de coração. Muitos de nós ainda precisamos crer num Deus intolerante para que se inicie na prática do bem. Outros, um pouco mais evoluídos, ainda possuem a necessidade de terem o seu bem estar como referência para garantir e guardar o bem estar do próximo.
        Em ambos os casos, são irmãos que ainda têm a necessidade de praticar o bem por obrigação, mas, já estão no caminho certo para, no futuro, praticar o bem com a naturalidade que deve existir.
        Que Jesus continue nos abençoando.

 Mensagens Espírita: O livro dos Espíritos

ALLAN KARDEC – Tradução Matheus R. Camargo

Perguntas e respostas
Capítulo IV – PRINCÍPIO VITAL
INTELIGÊNCIA E INSTINTO

71 – A inteligência é um atributo do princípio vital?
      -- Não, pois as plantas vivem e não pensam: elas têm apenas a vida orgânica. A inteligência e a matéria são independentes, pois um corpo pode viver sem inteligência, mas a inteligência só pode manifestar-se por meio dos órgãos materiais. É preciso a união com o espírito para tornar inteligente a matéria animalizada.
      A inteligência é uma faculdade especial, própria de certas classes de seres orgânicos, e que, com o pensamento, dá a vontade de agir, a consciência de sua existência e de sua individualidade, assim como os meios de estabelecer relações com o mundo exterior e de prover suas necessidades.
      Assim, pode-se distinguir: 1°) os seres inanimados, formados apenas de matéria, sem vitalidade nem inteligência: esses são os corpos brutos; 2°) os seres animados não-pensantes, formados de matéria e dotados de vitalidade, mas desprovidos de inteligência; 3°) os seres animados pensantes, formados de matéria, dotados de vitalidade e possuindo ainda um princípio inteligente que lhes concede a capacidade de pensar.

72 – Qual é a fonte da inteligência?
      -- Nós já dissemos: a inteligência universal.

72 a) Pode-se dizer que cada ser tira uma porção de inteligência da fonte universal e a assimila, da mesma forma que o faz com o princípio da vida material?
      -- Isso é apenas uma comparação, mas que não é exata, porque a inteligência é uma faculdade própria de cada ser e constitui sua individualidade moral. Além disso, bem o sabeis, há coisas em que o homem não pode penetrar, e esta é, por enquanto, uma delas.

73 – O instinto é independente da inteligência?
      -- Não, não exatamente, pois é uma espécie de inteligência. O instinto é uma inteligência irracional, e é por meio dele que todos os seres proveem suas necessidades.

74 – Pode-se marcar um limite entre o instinto e a inteligência, ou seja, precisar onde termina um e onde começa a outra?
      -- Não, pois muitas vezes eles se confundem; mas pode-se muito bem distinguir os atos que decorrem do instinto daqueles que pertencem à inteligência.

75 – É correto dizer que as faculdades instintivas diminuem à medida que aumentam as faculdades intelectuais?
      -- Não, o instinto sempre existe, mas o homem o negligencia. O instinto também pode conduzir ao bem; ele nos guia quase sempre, e, algumas vezes, de uma forma mais segura do que a razão; o instinto nunca se engana.

75 a) Por que a razão nem sempre é um guia infalível?
      -- Seria infalível se não fosse falseada pela má educação, pelo orgulho e pelo egoísmo. O instinto não raciocina; a razão permite a escolha e dá ao homem o livre-arbítrio.
      O instinto é uma inteligência rudimentar, que difere da inteligência propriamente dita por serem suas manifestações sempre espontâneas, enquanto as manifestações da inteligência são o resultado de uma combinação e de um ato deliberado.
      O instinto varia, em suas manifestações, de acordo com as espécies e suas necessidades. Nos seres que têm a consciência e a percepção das coisas exteriores, ele se alia à inteligência, ou seja, à vontade e à liberdade.






quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

MÚSICA: ZÉ NINGUÉM - BIQUINI CAVADÃO - COM QUESTÕES GABARITADAS


Música: Zé Ninguém
                             Biquíni Cavadão

Quem foi que disse que amar é sofrer?
Quem foi que disse que Deus é brasileiro?
Que existe ordem e progresso
Enquanto a zona corre solta no congresso?
Quem foi que disse que a justiça tarda mas não falha?
Que se eu não for um bom menino, Deus vai castigar?

Os dias passam lentos
Aos meses seguem os aumentos
Cada dia eu levo um tiro
Que sai pela culatra
Eu não sou ministro, eu não sou magnata

Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes

Quem foi que disse que os homens nascem iguais?
Quem foi que disse que dinheiro não traz felicidade?
Se tudo aqui acaba em samba
No país da corda bamba, querem me derrubar!
Quem foi que disse que os homens não podem chorar?
Quem foi que disse que a vida começa aos quarenta?
A minha acabou faz tempo, agora entendo porque

Cada dia eu levo um tiro
Que sai pela culatra
Eu não sou ministro, eu não sou magnata

Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes

Os dias passam lentos
Os dias passam lentos

Cada dia eu levo um tiro
Cada dia eu levo um tiro
Eu não sou ministro, eu não sou magnata

Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes
Eu sou do povo, eu sou um Zé Ninguém
Aqui embaixo as leis são diferentes.

                    Composição: Álvaro / Bruno / Coelho / Miguel / Sheik.

Entendendo a canção:
01 – O texto está em 1ª pessoa, quem pode ser esse eu – lírico?
(  ) Um político honesto eleito democraticamente.
(X) Um brasileiro da classe baixa descrente do futuro do Brasil.

02 – Quando o eu lírico fala, “Se tudo aqui acaba em samba”
(X) ele está dizendo que os crimes de corrupção são descobertos mas, não são punidos.
(  ) ele está dizendo que no Brasil o que importa é a festa, o samba.

03 – Esta canção foi um dos lemas cantados em que movimento político de nosso país?
      Foi lema dos “Cara-pintadas” no impeachment do Presidente Fernando Collor de Melo.

04 – Por que o eu lírico se denomina Zé, nome comum no Brasil (José)?
      Ele encarna um típico brasileiro de classe baixa que encontra-se desacreditado com o futuro, não apenas com o seu próprio futuro, mas com o futuro da nação como um todo.

05 – Qual o contexto histórico em que a canção foi escrita? Pesquise.
      Foi escrita no início da última década do século XX, onde o Brasil vivia a expectativa da consolidação definitiva da democracia em nosso país, com a aprovação da constituição de 1988, a “Constituição cidadã” como designou Ulisses Guimarães. Vivia-se também uma expectativa sobre o governo de Fernando Collor, eleito democraticamente em 1989. O governo Collor foi marcado pelo início do neoliberalismo e da globalização econômica em nosso país. A corrupção e o famoso esquema PC foi outro ponto relevantemente negativo do governo Collor o que acabou por conduzi-lo ao processo de impeachment depois de ampla participação da juventude brasileira em um movimento conhecido como “caras-pintadas”.

06 – O trecho da canção “Que existe ordem e progresso, / Enquanto a zona corre solta no congresso”. O que o poeta quis dizer?
      Ele enfatiza a impunidade para com os corruptos, omissão das autoridades que também estão corrompidas, a inflação, desilusão dos brasileiros e principalmente a corrupção que impregnou a política no Congresso Nacional.

07 – Justifique a escolha feita pelo autor da canção pelo uso do artigo indefinido em “um Zé Ninguém”.
      O autor usou este artigo para dizer que o personagem é um cidadão comum, como a maioria da população brasileira.

08 – Que relação pode-se estabelecer entre os provérbios e ditos populares presentes na canção e o fato de a personagem ser um “Zé Ninguém”.
      É uma forma encontrada pelo autor de se comunicar as pessoas através dos provérbios para dar conselhos e ensinamentos, por ser uma linguagem popular.

09 – Apesar de a canção ter sido escrita há quase trinta anos, você acha que ela se aplica à atualidade? Explique.
      Resposta pessoal do aluno.


PIADA: O PAPAGAIO ESPECIAL - COM QUESTÕES GABARITADAS


Piada: O papagaio especial

        O freguês entrou na loja de animais e disse ao vendedor:
        — Queria um papagaio que fosse especial.
        — Chegou na hora certa! Temos um bilíngue. Se levantar a patinha direita, ele fala inglês. Se levantar a patinha esquerda, ele fala Francês.
        — E se eu levantar as duas patinhas? E o papagaio responde:
        — Aí eu caio, meu!
Entendendo a piada:
01 – Marque a opção correspondente ao gênero textual que você leu acima.
a) Poesia.
b) Fábula.
c) Diário.
d) Piada.

02 – Qual a finalidade do texto?
a) Ensinar o leitor.
b) Divertir o leitor.
c) Anunciar algo.
d) Informar o leitor.

03 – Marque a alternativa que indica o título do texto.
a) A loja de animais engraçados.
b) O vendedor pateta.
c) O freguês e o papagaio.
d) O papagaio especial.

04 – No texto, qual das personagens era bilíngue?
a) O freguês.
b) O vendedor.
c) O papagaio.
d) O francês.

05 – De acordo com o texto, o que acontece quando o homem levanta a pata esquerda do papagaio?
      Ele fala o francês.

06 – Qual das personagens do texto é mais engraçada? Por quê?
      É o papagaio. Porque ele falou que se levanta-se as duas patas iria cair.

07 – O papagaio voou e embaralhou os acentos e letras de algumas palavras. O vendedor tentou, mas só conseguiu consertar uma alternativa. Encontre-a e marque.
a) Freguês, inglês, frances.
b) Bilíngue, inglês, freguês.
c) Frânces, inglês, criente.
d) Ingrês, flancês, bilingua.

08 – Das palavras abaixo circule apenas aquelas cujos dígrafos foram separados corretamente.
        Pa-ti-nha – le-va-n-tar – fre-gu-ês – es-quer-da – che-go-u  bi-lín-gue.
      As palavras que estão corretas são: bilíngue – esquerda e patinha.

09 – O que você achou de mais engraçado na piada?
      Resposta pessoal do aluno.

10 – Complete as frases com os adjetivos abaixo:
        Antigos – alemã – gentis – inflamável – belíssimas – largo – simpático – estragado.

a) As montanhas da Serra do Mar são belíssimas.
b) Um largo sorriso iluminou-lhe o rosto simpático.
c) Tenho uma amiga alemã chamada Karen.
d) Marieta e Marina são gentis.
e) Não coma este chocolate, porque está estragado.
f) Estes discos são antigos.
g) O álcool é um produto inflamável.

11 – Relacione a 1ª à 2ª coluna.
1 – água de chuva                         (3) Fluvial
2 – olho de gato                             (4) Angelical
3 – água de rio                               (2) Felino
4 – cara-de-anjo                             (1) Pluvial.

12 – Complete as frases adequadamente utilizando os adjetivos pátrios.
a) Francisco é cearense (do Ceará).
b) O café brasileiro (do Brasil) é muito bom.
c) Miguel é boliviano (da Bolívia).
d) Adoro comida japonesa (do Japão).

13 – Reescreva, preenchendo as lacunas com por que, porque, porquê, por quê.
a) Por que você disse isso?
b) Não sei bem por que.
c) Por que gosta dele.
d) Acho que não. Vou dizer-lhe a razão porque o disse.

14 – Separe em sílabas e classifique quanto à tonicidade.
Conjunto = con-jun-to – paroxítona.
Própria = pró-pria – paroxítona.
Pinguim = pin-guim –paroxítona.
Promoção = pro-mo-ção – oxítona.






HISTÓRIA: DESTINO - DILÉA FRATE - COM QUESTÕES GABARITADAS

História: Destino
            Diléa Frate
           
                     
        Era uma vez um menino que tinha uma mãe feminista. Lutava pelos direitos da mulheres, lutava para botar os filhos na creche, lutava para ter os salários igual ao dos homens, lutava para conseguir pagar as contas, lutava para fazer o serviço da casa e trabalhar fora, e ainda tinha que lutar para ficar bonita e agradar ao marido! Era muita luta. Por isso, ele tinha um pouco de pena dela.
        No Dia da Mães o menino teve uma ideia: dar de presente para ela uma luva de boxe com um bilhete e um aviso: "Isso é para sua luta, mãe, agora eu queria começar a minha". E a partir daquele dia o menino jurou que ia lutar contra a discriminação dos meninos. E fazia o seu discurso dizendo: "Vocês já repararam no preconceito que existe contra os meninos? Não? Então pronunciem as frases em que aparece a palavra menino: 'Sai daí menino!', 'Limpa o seu quarto, menino!', ou, a pior de todas: 'Você é muito menino para estar aqui!'." Todos os meninos concordaram com ele, que acabou virando um líder meninista igualzinho à sua mãe feminista.

FRATE, Diléa. Destino. Ideias para acordar. São Paulo:
Companhia das letrinhas, 1996. p. 48-9.
Entendendo a história:
01 – Os leitores em geral, levantam hipóteses de um texto com base em sua organização e em determinadas marcas linguísticas. Baseando-se na expressão: 'Era uma vez...', que gênero você imaginou que iria ler?
      Conto de Fadas.

02 – Qual é o gênero do texto? Explique.
      Gênero narrativo, pois tem o narrador, tempo, espaço, enredo e personagens.

03 – Qual das alternativas apresenta a temática do texto? Justifique sua resposta.
a)   A luta pelos direitos da mulher e pela autonomia das crianças.
b)   A condenação do trabalho infantil.
c)   O preconceito contra as mulheres.
d)   A discriminação contra as mulheres e crianças.

04 – Qual é a relação entre o título do texto e a história?
      O título tem relação com a história, pois trata-se do destino de uma mãe e um filho, lutar pelos seus direitos.

05 – O menino, personagem do texto, decide ir à luta:
a)   Qual é o motivo de sua luta?
Sua luta era contra a discriminação dos meninos.

b)   Para quem o menino discursava?
Para os meninos.

c)   Quais eram os objetivos e intenções do menino?
Virar um líder meninista.

d)   Que tipo de argumentação ele usou para atingir seus objetivos?
Pediu para os meninos repetirem frases discriminatórias sobre “meninos”.

06 – A mãe transmitiu certos valores para o menino:
a)   Quais foram esses valores?
Lutar pelos seus direitos.

07 – Que sentimentos o menino tem em relação à mãe?
      Ele tinha um pouco de pena dela.