domingo, 28 de junho de 2026

MODO IMPERATIVO - EXERCÍCIOS / CAÇA-PALAVRAS - COM GABARITO

 Modo Imperativo – Exercícios/caça-palavras

 

        Encontre no caça-palavras os verbos entre parênteses conjugados no Modo Imperativo, na pessoa em que se pede, e complete as frases a seguir:

a) Façam tudo como o professor pediu. (fazer – vocês)

b) Não jogue lixo no chão. (jogar – você)

c) Preservemos o meio ambiente para que tenhamos um mundo melhor. (preservar – nós)

d) Compre agora e só comece a pagar em janeiro. (comprar / começar – você)

e) Não julgueis para não serdes julgados. (julgar – vós)

f)  Encontra tu o problema deste trabalho. (encontrar – tu)

g) Não perca as esperanças, tudo vai melhorar. (perder – você)

h) É preciso que nós não percamos a fé em um mundo melhor. (perder – nós)

i)  Participe você também dessa campanha e doe alimentos não perecíveis. (participar/ doar – você)

j)  Exercitem-se diariamente para ter uma boa saúde. (exercitar – vocês)

k) Traga seu filho para ser vacinado contra a rubéola. (trazer – você)

l)  Aproveite nossas ofertas e troque de carro hoje mesmo. (aproveitar / trocar - você)

 

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTn_sLbEitQy6Uyrs8ECggA4Slwlly-5XLjLsfUY0QzhwXv0OsC7B838AKa4EPRlT2UaGOwJKCxYy4axvy8GtX4fJCqaxvFsqFYDr7AHoHTKS9dZuqkm0q4addBnh_CMJTtvTkUYjG_7_JeClMz5uqBFcRLJMIqqix9l_gtEKjEpgX0BWm4Liw5wR-NE8/s1600/CRUZADINHA.jpg

 Respostas do caça-palavras:

a) Façam
b) jogue
c) preservemos
d) Compre / comece
e) julgueis
f) Encontra
g) perca
h) percamos
i) Participe / doe
j) Exercitem
k) Traga
l) Aproveite / troque.

 

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FÁBULA: A ÁGUA - LEONARDO DA VINCI - COM GABARITO

 Fábula: A Água

 

        Certo dia, um pouco de água, desejou sair de seu lugar habitual, no lindo mar, e voar para o céu.

        Então a água pediu ajuda ao fogo. O fogo concordou e, com seu calor, transformou a água em vapor, tornando-a mais leve que o ar.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7VBJkOMkVozRbgJMRygRG44_QgWqO976TMySHU8ugE24rU9cB8a5JoMrvOIt7naJPLp6Z3ReOXvsaqt3OeHCbxPFWjxRpBEGYZU8oQOu5bDbVf_ZMfoeI6ML3igK1XRIETDVTnSmoOndxBs4ErnjUD5J3A2jL4MfDFDGFWE8bBQK2zCBzZa0pRN5-Lnw/s320/planeta-agua.jpg


        O vapor partiu para o céu, subindo cada vez mais alto, até finalmente atingir a camada mais fria e mais rarefeita da atmosfera. Então as partículas de água, enregeladas de frio, tornaram a se unir e voltaram a ser mais pesadas que o ar. E caíram sob a forma de chuva. Não se limitaram a cair, mas jorraram como uma cascata em direção à terra.

        A arrogante água foi sugada pelo solo seco e, pagando caro por sua arrogância, ficou aprisionada na terra.

        Moral: Quem se eleva pela soberba e pelo desprezo à sua realidade costuma cair de forma avassalável.

Leonardo da Vinci. Fábulas de Leonardo Da Vinci (Século XV).

Entendendo a fábula:

 

01 – Qual era o desejo inicial do "pouco de água" e por que, considerando o desfecho do texto, o autor a qualifica como "arrogante"?

      O desejo inicial da água era abandonar o seu lugar habitual no lindo mar para voar e habitar o céu. Ela é qualificada como "arrogante" porque o seu desejo não nascia de uma necessidade, mas sim da vaidade de querer estar acima dos outros, rejeitando a sua própria natureza e o lugar harmonioso ao qual pertencia.

02 – Para subir ao céu, a água recorre ao fogo. O que essa aliança simboliza e quais as consequências imediatas e de longo prazo dessa escolha?

      A aliança com o fogo simboliza o uso de meios perigosos ou de parcerias arriscadas para se alcançar um objetivo ambicioso a qualquer custo. A consequência imediata foi o sucesso aparente, pois o calor a transformou em vapor e permitiu que ela subisse. No entanto, a consequência de longo prazo foi a sua destruição e o seu aprisionamento, pois o fogo apenas mudou seu estado temporariamente, deixando-a vulnerável às forças da atmosfera.

03 – O que acontece com a água quando ela atinge a camada mais alta e fria da atmosfera? Como esse trecho pode ser interpretado metaforicamente?

      Ao atingir a camada mais fria e rarefeita, o vapor se condensa devido ao frio, as partículas se unem novamente, tornam-se pesadas e despencam em forma de chuva e cascata. Metaforicamente, isso representa o choque de realidade. Mostra que, por mais alto que alguém suba pela soberba, a realidade de sua própria natureza eventualmente se impõe, e a falta de estrutura para sustentar uma posição tão alta provoca uma queda inevitável.

04 – Compare a situação da água no início da fábula com a sua situação no final. O que mudou e qual a ironia desse castigo?

      No início, a água vivia livre e fluida em um "lindo mar". No final, após tentar subir ao céu, ela acaba sugada pelo solo seco e aprisionada no interior da terra. A ironia reside no fato de que, na tentativa de alcançar a liberdade e a altura máxima do céu, ela acabou perdendo a liberdade limitada que já possuía, terminando em um lugar escuro e presa, justamente por não se contentar com o que tinha.

05 – Como podemos aplicar a lição desta fábula no cotidiano e nas ambições profissionais ou pessoais das pessoas hoje em dia?

      No cotidiano, a fábula serve de alerta contra o alpinismo social ou profissional baseado no ego e na vaidade. Ela ilustra o caso de pessoas que mudam de comportamento, esquecem suas origens ou usam artifícios e alianças duvidosas apenas para alcançar status ou poder. O texto nos lembra que crescer e evoluir é saudável, desde que seja feito com humildade e ética; caso contrário, a busca pelo topo baseada na arrogância pode resultar em um declínio desastroso e no isolamento.

 

 

 

FÁBULA: A ÁRVORE E A VARA - LEONARDO DA VINCI - COM GABARITO

 Fábula: A Árvore e a Vara

 

        Uma árvore que crescia lindamente, erguendo em direção ao céu sua copa de tenras folhas, reclamou da presença de uma vara de madeira velha e seca que estava ao seu lado.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghR2QIXa1c-yTfAuFs70EuNBj5NYgm8mI0MeLVg6ctCqyL_pZCmKYSn9yAyO4u5XzwfQQdmvzJ55xBRGG_nSAo9yJYrEGjd_fCLcuF9phNJSRvWBL4DWzSbNnz9_Ky4q9cHACrt2BP483CMp0hoLilBQB7F4N01L1lPBXZnhbGIwJA1lJJOQ2amMK1UWo/s320/artigo_490.jpeg


        -- Vara, você está perto demais de mim. Não pode chegar mais para lá?

        A vara fingiu nada ouvir e não deu resposta.

        Em seguida a árvore virou-se para a cerca de espinhos que a circundava.

        -- Cerca, você não pode ir para outro lugar? Você me irrita.

        A cerca fingiu nada ouvir e não deu resposta.

        -- Linda árvore – disse um lagarto, levantando sua sábia cabecinha para olhar para a árvore – você não vê que a vara está mantendo você reta? Não percebe que a cerca está protegendo você contra as más companhias?

        Moral: Muitas vezes, as regras, os limites e o apoio daqueles que são mais experientes (ou que parecem rígidos e incômodos) são exatamente o que nos mantém firmes, protegidos e no caminho certo para crescer com segurança.

 

Leonardo da Vinci. Fábulas de Leonardo Da Vinci (Século XV).

 

Entendendo a fábula:

 

01 – Por que a árvore queria que a vara e a cerca se afastassem dela?

      Porque a árvore era jovem, vaidosa e se achava linda com sua copa cheia de folhas tenras. Ela via a vara como algo "velho e seco" e a cerca como algo "irritante", sem perceber a utilidade real de nenhuma das duas.

02 – Qual foi a reação da vara e da cerca diante das reclamações da árvore?

      Ambas fingiram que não ouviram nada e permaneceram em silêncio, não dando nenhuma resposta aos caprichos e reclamações da árvore.

03 – Quem abriu os olhos da árvore para a realidade e como ele é descrito no texto?

      Foi um lagarto. O texto o descreve como um animal sábio, que levantou sua "sábia cabecinha" para dar um conselho e trazer clareza à árvore.

04 – Segundo o lagarto, qual era a verdadeira função da vara de madeira?

      A função da vara de madeira era dar suporte à árvore, servindo de tutor para garantir que ela crescesse reta e firme, sem se curvar ou quebrar.

05 – O que a cerca de espinhos fazia pela árvore, de acordo com o conselho do lagarto?

      A cerca de espinhos funcionava como uma barreira de proteção, mantendo a árvore a salvo de "mús companhias" (como animais que pudessem comê-la ou destruí-la).