quinta-feira, 6 de agosto de 2026

POEMA: LAMPIÃO & LANCELOTE - FERNANDO VILELA - COM GABARITO

 Poema: Lampião & Lancelote 

          Fernando Vilela

 

Agora eu lhes apresento

Um grande cangaceiro

Nascido em nosso país

Leal e bom companheiro

Para uns foi criminoso

Para outros justiceiro

 

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6RiB7Z46I8zmPXWCDqO04akUmB41l41bUv2hCpNRY1MeHhSwyE6RDcN5xEeR1AHzmoxlEHdxotZq-Nngxz-3neLFeniRpZX-pI9l0fPdyJ1pTSKB0f1ZaFmi1Y3CInFWnsbVRfFSkSV2LnapuSFOO92ZjxXYPF91jURcMwhx06iscLtQU3PfnYStU5as/s320/images.jpg

Criado nas terras secas

Vaqueiro trabalhador

Cuidava de um ralo gado

Com coragem e com valor

Seu nome era Virgulino

Mas um dia veio a dor

 

Ao ver seu pai baleado

Ele partiu pra vingança

À frente dos cangaceiros

Se pôs logo em liderança

Bando de cabras armados

Ao inimigo com ganância!

 

Cajarana Jurity

Caixa de Foço Corisco

Quinta-Feira Ponto Fino

Homens sem temor de risco

Volta-Seca Mergulhão

Luiz Pedro o mais arisco

 

Para um homem uma mulher

Português e sua Cristina

Dadá Maria Pancada

Inácia Maria Jovina

Lampião com sua Maria

Bonita fiel divina

 

Com este bando temido

Atirava igual canhão

Com seu rifle poderoso

Tornava a noite um clarão

Por isso todo orgulhoso

Se chamou de Lampião

 

Montado no seu jumento

Cruzava todo o sertão

Leitor agora eu lhe falo

Preste muita atenção

Este homem foi guerreiro

Que inventou rebelião

 

Invoco este personagem

De nosso seco Nordeste

Desça logo neste livro

Venha cá Cabra da Peste

Mostre o que tem de melhor

Vem chegando e desembeste.

 

Entendendo o poema:

01 – Da primeira estrofe, retire versos que revelem:

a) A opinião que o eu lírico tem de Lampião. 

      “Um grande cangaceiro”, “Leal e bom companheiro”.

b) A opinião que outros têm do mesmo personagem. 

      “Para uns foi criminoso / Para outros justiceiro”.

 

02 – Retire do poema versos que contam sobre quem era Virgulino antes de se tornar Lampião.

      “Leal e bom companheiro”, “Vaqueiro trabalhador / Cuidava de um ralo gado / Com coragem e com valor”.

 

03 – O que motivou Virgulino a entrar para um bando de cangaceiros? Justifique sua resposta com versos do poema.

      A morte do pai. “Ao ver seu pai baleado / Ele partiu pra vingança / À frente dos cangaceiros / Se pôs logo em liderança”.

 

04 – Quais estrofes revelam:

a) os integrantes do bando de Lampião?

      Quarta estrofe.

b) a entrada de mulheres no bando? Quinta estrofe

      Quinta estrofe.

 

05 – Na última estrofe, quem o eu lírico invoca? 

      Lampião.

 

06 – As rimas acontecem entre quais versos? 

      Entre os versos pares.

 

07 – Que características do cordel você observa no texto lido?

      O texto é escrito em versos estruturados em sextilhas e repletos de marcas da oralidade e expressões regionais. As rimas acontecem nos versos pares, e estes tratam de um tema comum em cordéis: os cangaceiros.

 

08 – Nesse cordel, notamos que também há uma invocação, uma chamada ao leitor, estratégia comum desse gênero. Transcreva o(s) verso(s) em que isso acontece.

      “Agora eu lhes apresento” e “Leitor agora eu lhe falo”.

 

09 – Quais eram os integrantes do bando de Lampião? Como eles são referidos no poema?

      Cajarana, Jurity, Caixa de Foço, Corisco, Quinta-Feira, Ponto Fino, Volta-Seca, Mergulhão e Luiz Pedro. Os integrantes do bando de Lampião são referidos por apelidos, exceto Luiz Pedro.

 

10 – Quem foi a amada de Lampião? Ela é mencionada no poema? Se sim, em que verso(s)?

      Foi Maria Bonita, mencionada nos dois últimos versos da quinta estrofe: “Lampião com sua Maria / Bonita fiel divina”.

 

 

 

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS - EXERCÍCIOS - COM GABARITO

 Orações Subordinadas Adverbiais – Exercícios

 

01 – Leia as seguintes frases de caminhão e indique as circunstâncias que as orações subordinadas adverbiais expressam.

a) Se ferradura desse sorte, burro não puxava carroça. Condição

b) Passarinho não come pedra porque sabe o bico que temCausa

c) Preguiça é o hábito de descansar antes de estar cansadoTempo

d) Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospitalFinalidade

e) Sou grande porque respeito os pequenosCausa

f)  Se me vires abraçado com mulher feia, separa que é briga. Condição.

 

 Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyOXER8O85K1NQgYDCPtt7IYgczN45icFJWmgymlz2qiYoJ1my5sy0c7W2uun8y2Gq5OO7YtuLliuOFjZESOD6tMPEI0H6gd6D8CM2F7cDWjge0EBEAromq9cqPmK4EL2bpihLt4TNYyzBw8uSwgkHioayavWX7H_NvNluIz4cRaiXoZaRoaBQlFPhIEA/s320/images.jpg

 

02 – Classifique as orações subordinadas adverbiais reduzidas destacadas:

a) Ao viajar, não tome bebidas alcoólicas. 

      Or. Subord. Adv. Temporal (ou condicional) reduzida de infinitivo.

b) Não pude participar do campeonato por estar muito gripado

      Or. Subord. Adv. causal reduzida de infinitivo.

c) Ofendi meu amigo sem querer

      Or. Subord. Adv. concessiva reduzida de infinitivo.

d) “Você, varrendo o quarto, não terá encontrado algumas?” (Graciliano Ramos)  

      Or. Subord. Adv. temporal reduzida de gerúndio.

e) Surpreendido em falta grave, o menino chorava copiosamente. 

      Or. Subord. Adv. temporal (ou causal) reduzida de particípio.

f) Mesmo relido o texto, André não entendeu a metade. 

      Or. Subord. Adv. concessiva reduzida de particípio.

g) Prevendo uma atitude agressiva, não disse absolutamente nada. 

      Or. Subord. Adv. causal reduzida de gerúndio.

 

03 – Observe a relação entre as orações destes períodos:

 I. Os jovens curtem a dupla jeans e camiseta porque é uma roupa prática e bonita.

II. A dupla jeans e camiseta é tão prática e bonita que todos os jovens a curtem.

a) No primeiro período, a oração destacada é adverbial causal. Assim, em que oração está a consequência do fato de a roupa ser prática e bonita? 

      Na oração principal, os jovens curtem a dupla jeans e camiseta.

b) No segundo período, a oração destacada é adverbial consecutiva. Assim, em que oração está a causa de os jovens curtirem esse tipo de roupa? 

      Na oração principal, a dupla jeans e camiseta é tão prática e bonita.

 

04 – Reescreva as frases a seguir, estabelecendo entre as orações a relação indicada entre parênteses. Veja o exemplo:

Esforçou-se muito, mas não conseguiu bons resultados. (concessão)

Não conseguiu bons resultados, embora tenha se esforçado muito.

a) Chegando o momento, todos sairão rapidamente. (tempo)

      Todos sairão rapidamente, assim que tiver chegado o momento.

b) Estando doente, Manuel não veio à reunião dos condôminos. (causa)

      Manuel não veio à reunião dos condôminos porque estava doente.

c) Já sabiam que estávamos bem-preparados, contudo não esperavam a vitória. (concessão)

      Embora já soubessem que estávamos bem-preparados, não esperavam a vitória.

d) Como ficamos muito preocupados, saímos rapidamente do local. (consequência)

      Ficamos tão preocupados que saímos rapidamente do local.

e) Corra ou chegará atrasado. (condição)

      Chegará atrasado se não correr.

f) Ao chegar o conferencista, todos se calaram. (tempo)

      Quando o conferencista chegou, todos se calaram.

g) Pensando certo, respondeu errado. (concessão)

      Respondeu errado, ainda que tivesse pensado certo.

h) Abertas as portas, os visitantes entraram no museu. (tempo)

      Os visitantes entraram no museu, assim que se abriram as portas.

 

05 – A conjunção que tem diferentes valores semânticos (consequência, comparação, finalidade, concessão). Indique o valor semântico expresso por essa conjunção nas orações subordinadas adverbiais destacadas nos períodos a seguir.

a) Guardou-os tão bem, que agora não sabe onde estão. Consequência

b) “Fiz-lhe sinal que se calasse”. (Machado de Assis). Finalidade

c) Bebia que era uma lástima!  Consequência

d) Uma hora que fosse, para ele seria pouco. Concessão

e) Ele conhece mais geografia que vocêComparação

f) Exaustos que estávamos, fizemos uma pausa de meia hora.  Causa 

 

FÁBULA (POEMA): O QUE OS OLHOS NÃO VEEM - RUTH ROCHA - COM GABARITO

 Fábula (Poema): O que os olhos não veem

             Ruth Rocha

Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgu0A0qmR1ZPOI4UePhwC0eFmyTC0SsoUQ9XYVk7QXUtoMMGJXdPSaf9NaTglYlgirERpJDESI58f6dIFt6vcD-d-3mhNQ-nQgcG0d4-5x4czM-8RfTtD5O01KLmV_sPNEb3tkRPrRSk7fOprptFF-mhj2GZbW5CgMXAxGLksqqQlVvu65r4vKpMnWjvo4/s320/images.jpg



Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...

Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.

Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.

O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.

E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.

De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.

E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.

Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...

Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.

E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não veem,
nosso coração não sente.

E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.

Cada pessoa do povo
foi chegando à convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!

Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.

E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.

E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não veem
nosso coração não sente...

Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
-- Vamos olhar na muralha.
-- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!

E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geleia,
daquela grande assembleia,
como eu nunca imaginei!

E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.

O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.

E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!

Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.

Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não veem
nosso coração não sente.

 

        Moral: A história é uma metáfora (uma comparação figurada) sobre a desigualdade social e a força da união do povo.

 

Disponível em: http://www2.uol.com.br/ruthrocha/historias_08.htm

 

Entendendo a fábula:

01 – O texto que você leu foi escrito em verso. Sabendo que cada linha do poema é um verso e que cada conjunto de versos forma uma estrofe, responda:

a) Quantas estrofes têm o poema?

      O poema é formado por 18 estrofes.

b) Todas as estrofes têm o mesmo número de versos?

      Não. O poema é heterostrófico (suas estrofes variam de tamanho). Existem estrofes com 6, 7 e até 10 versos.

 

02 – Um recurso sonoro muito utilizado em poemas é a rima. Rimas são repetições dos mesmos sons ao final das palavras. Releia as duas primeiras estrofes e escreva no caderno as rimas que encontrar.

      1ª Estrofes: distante rima com reinante e bastante.

      2ª Estrofes: aconteceu rima com adoeceu e percebeu.

esquisita rima com aflita.

 

03 – O texto afirma que o rei ficou doente. Qual era a doença dele?

      A doença do rei era uma cegueira e surdez seletivas: ele só conseguia enxergar e ouvir as pessoas grandes, fortes, ricas e bem-nascidas. As pessoas pequenas, de voz fraca e pobres eram completamente invisíveis para ele.

 

04 – Comparando a história com a realidade, quem você acha que representa as pessoas grandes e fortes? E as pequeninas?

      Pessoas grandes e fortes: Representam os ricos, os influentes, os políticos e a elite social, que detêm o poder econômico e a atenção dos governantes.

      Pessoas pequeninas: Representam a classe trabalhadora, os mais pobres e marginalizados da sociedade, que costumam ser ignorados pelas autoridades públicas.

 

05 – O que acontecia com as pessoas que viviam junto ao rei?

      A doença era "contagiosa". Assim que alguém passava a conviver com o rei no palácio — até mesmo uma pessoa do povo que ficasse grande —, logo pegava a mesma cegueira e passava a ignorar os pequenos e pobres.

 

06 – O que o povo fez para resolver o problema da cegueira do rei?

      O povo uniu suas forças:

      -- Uniram as vozes: Perceberam que juntas as vozes fracas soavam como um trovão.

      -- Usaram pernas de pau: Subiram em pernas de pau para ficarem altos o suficiente para serem enxergados pelo rei e sua corte.

      -- Marcharam juntos: Foram em multidão até a capital exigir ser ouvidos.

 

07 – As atitudes do rei e das pessoas próximas a ele são resumidas no provérbio “o que os olhos não veem, nosso coração não sente”. Você conhece outro provérbio que possa resumir as atitudes do povo? Qual?

      Existem alguns ditados populares que combinam muito com a atitude coletiva do povo na história:

      "A união faz a força." (O mais adequado, pois refere-se diretamente ao grupo se juntando para vencer a dor).

      "Quem não chora, não mama." (Mostra que eles tiveram que protestar para serem atendidos).

      "De grão em grão, a galinha enche o papo."

 

08 – O eu lírico (a voz que fala no poema) sugere que cada um vá inventando o que aconteceu depois que o problema foi resolvido. Invente o seu final para a história.

      Resposta pessoal do aluno. Sugestão: Após a fuga do rei e dos nobres, o povo percebeu que não precisava de um monarca para dizer o que devia ser feito. Eles se reuniram em uma grande praça e criaram um conselho formado por representantes de cada bairro e profissão. As pernas de pau foram guardadas no museu da cidade para lembrar a todos que, dali para frente, ninguém mais seria invisível naquele lugar.

POEMA: AS ESTAÇÕES DO ANO - FILOMENA MARIA DA SILVA - COM GABARITO

 Poema: As estações do ano

Nascem os frutos,

Não é frio, nem quente,

No agradável outono,

Eu fico contente.

 

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG1JpgAd1Nf1FDTn3WtKSxUCwkFWovC747YjSjkI8GlIMe4Yo6M170eQndbl8M7i12xieXub3bMxfEfqnJQkK4xl_FLIJx9sCsG6d-kqPAXWnh0C6WjeGGauNuv6YYarUGbg6dtmzHgfNYn73-cAnHNoeMOE_BZPmPYw0yilNc7dw97cOq6X05nBzHs58/s320/images.jpg

Faz tanto frio.

Ao inverno chegar,

Não nado, não brinco,

Não vou passear.

 

Chegou a primavera,

A estação das flores.

Há pássaros, borboletas

De todas as cores.

 

Com muita chuva,

Chegou o verão.

Calor forte e sol

Faz nesta estação.

 

Apenas três meses

Dura cada estação,

E todas elas trazem

Alegria ao coração.

Filomena Maria da Silva. Estação de Minas, 22/7/1995.

Entendendo o poema:

01 – Com base na primeira estrofe, como o eu lírico se sente durante o outono e quais são as características dessa estação mencionadas no texto?

      O eu lírico se sente contente ("Eu fico contente"). As características do outono destacadas na estrofe são o nascimento dos frutos e a temperatura agradável, descrita como uma estação intermediária, que não é nem muito fria nem muito quente.

02 – De que maneira a chegada do inverno transforma as atividades e a rotina do eu lírico? Cite passagens do poema para comprovar.

      A chegada do inverno restringe as atividades do eu lírico devido ao frio intenso. Ele deixa de fazer coisas prazerosas e ao ar livre, como mostrado nos versos: "Não nado, não brinco, / Não vou passear".

03 – Qual é o principal elemento visual e de vida destacado na estrofe que descreve a primavera? Explique como esse elemento contribui para o cenário da estação.

      O principal elemento destacado são as flores, acompanhadas da presença de pássaros e borboletas coloridas. Esse conjunto traz cor, vivacidade e elementos da natureza em movimento, caracterizando a primavera como um período alegre e cheio de vida.

04 – Quais fenômenos meteorológicos são associados ao verão na quarta estrofe do poema?

      Na quarta estrofe, o verão é caracterizado pela presença de muita chuva, calor forte e sol intenso.

05 – Na última estrofe, qual informação sobre a duração temporal das estações é apresentada e qual é o sentimento geral do eu lírico em relação a todas elas?

      A última estrofe informa que cada estação do ano dura três meses. Apesar de cada uma ter suas particularidades, o sentimento geral do eu lírico é de felicidade perante a todas, pois conclui que "todas elas trazem alegria ao coração".

 

 

CONTOS (ORIGEM): ERA UMA VEZ... GEORGINA DA COSTA MARTINS - COM GABARITO

 Contos (Origem): Era uma vez...

             Georgina da Costa Martins

 

        Você gosta de contos de fadas? Eu sou fascinada! E foi por adorar as histórias de João e Maria, Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e tantas outras que resolvi estudá-las. Comecei pesquisando sobre os países e as épocas em que elas surgiram. Fiz incríveis descobertas! Mas o que me interessou mesmo foi a possibilidade de aprender um pouco sobre a história das crianças do mundo por meio desses contos. Se você quiser saber o que pesquisei e concluí, será meu convidado especial a partir de agora.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi3dv3Th4C0fh9rPeAn-Aa9gXlIhEfRR3rr0Uy8BGkgptI6s8P_UP8Km5rUN5h_Ex9O5ZoL4vTjIgrC6sdY1dIxt3UlYazUYyXv0RiXzFNQvF7EQtk2cgjV4hsgNErY62OdOlDbqFbqoQAsf05VZaPlQfJBhfqijtZ9iBgrmIDxLZsWlluVrcm2feHHdPU/s1600/CINDERELA.jpg

        Os contos de fadas não tinham autores. Inventadas pelo povo, essas histórias eram contadas de uma pessoa para outro e para outra e para outra...  E, de boca em boca, acabaram conhecidas em diversos países.

        Em 1697, quando no mundo ainda haviam muitos reis e rainhas dando ordens, um francês chamado Charles Perrault, que adorava contar histórias para as damas da corte, resolveu juntar todos os contos que conhecia e fazer um livro.  O título que ele escolheu alguns de vocês já devem conhecer: Contos da Mamãe Ganso. Mais de um século se passou e, em 1812, na Alemanha, dois irmãos chamados Wihelm e Jacob Grimm, que também gostavam muito de ouvir e estudar tais histórias, publicaram outro livro com mais contos ainda, os Contos da infância e do lar. Pois muito bem, aqui estou eu empolgada em falar dos contos de fadas, deixando de lado a minha pesquisa sobre a situação da criança. Mas é que tudo começou quando resolvi estudar um pouco a história da França do tempo de Charles Perrault. Veja só!

        Nos tempos do rei Sol

        Em 1697, o rei da França era Luís XIV, o conhecido como rei Sol porque seu palácio era todo ornamentado com ouro e brilhava como o Sol (cá pra nós, muito parecido com o palácio da história da Cinderela). Mas, apesar de o monarca ostentar todo esse luxo, seu povo passava fome e sofria muito por conta das doenças e guerras da época.

        A maioria das famílias mal tinha pão para alimentar seus filhos — e pior: quando tinham o pão, este era feito com farelos, urtigas cozidas, sementes desenterradas e até carne de animais mortos pela peste negra — hoje chamada de peste bubônica —, doença transmitida pela pulga do rato que, na época, também causou a morte de milhares de pessoas.

        Em meio a tanto sofrimento, as crianças eram ainda mais sacrificadas, uma vez que os pais, por não terem condições de criá-las, muitas vezes a abandonavam em estradas ou florestas, na esperança de que conseguissem um futuro melhor — o que, na maior parte dos casos, não acontecia.

        Também era comum que as crianças fossem deixadas em orfanato. No entanto, por causa da superlotação desses lugares, muitas delas morriam por falta de cuidado, por causa da fome e de diversas doenças. Mesmo sabendo de tudo isso, as famílias não tinham escolha. Para elas, presenciar a morte dos filhos em casa deveria ser mais doloroso do que deixá-los nos orfanatos.

        Dos contos de fadas para a realidade

        Diante desses fatos históricos, comecei a entender porque em quase todos os contos de fadas aparece sempre o sofrimento infantil: criança que é expulsa de casa, que é obrigada a trabalhar, que é maltratada pela madrasta, que é aprisionada por bruxas e ogros, além de uma grande quantidade de meninas pobres que têm como última alternativa o casamento com príncipes.

        Veja o exemplo do Pequeno Polegar: sete irmãos foram expulsos de casa porque os pais não tinham como alimentá-los. Essas crianças vão parar na casa de um ogro faminto (uma espécie de bicho papão), mas conseguem escapar graças à esperteza do Pequeno Polegar.

        Uma outra história que também se refere ao abandono de crianças é a de João e Maria: dois irmãos são abandonados na floresta pelos pais, que não tinham como alimentá-los. O menino e a menina, depois de peregrinar pela mata, encontram uma casa feita de doces. Imagine você o que significaria para aquelas crianças encontrar uma casa dessa!

        Entendeu agora a relação entre os contos de fadas e a realidade? É claro que essas histórias não estão falando de pessoas de verdade, não estou dizendo que existiu um João e uma Maria que foram abandonados pelos seus pais, nem mesmo um garotinho do tamanho de um dedo polegar. O que quero dizer é que, naquela época, era muito comum o abandono de crianças, e, como o povo costumava inventar histórias misturando fantasia com realidade, esses contos foram se proliferando.

        A história que não mudou

        A essa altura, você deve estar imaginando a mesma coisa que eu quando comecei a pesquisa: que mesmo depois de tanto tempo, mais de trezentos anos depois de Charles Perroult ter recolhido aquelas histórias, a situação das crianças em nosso país (e em muitos outros) é ainda parecida com a de meninos e meninas daquele tempo. Por causa da miséria, pais continuam abandonando seus filhos pelas ruas, crianças se veem obrigadas a trocar a escola pelo trabalho, meninas pobres que esperam encontrar seus príncipes encantados para salvá-las da fome acabam enganadas por adultos mal-intencionados...

        O lado triste da realidade é que nenhuma fada madrinha vai aparecer para transformar meninas pobres em princesas, muito menos meninos famintos vão encontrar casas feitas de doces. Embora eu desejasse ter uma varinha de condão para fazer com que a história de todas as crianças abandonadas tivesse um final feliz, estou certa de que essa realidade só mudará com o empenho de governantes e o apoio de toda a sociedade.

 

CIÊNCIA HOJE DAS CRIANÇAS, ano 13, n 99. Jan/fev. 2000.

 

Entendendo os contos:

01 – Nesse texto, a autora apresenta suas descobertas sobe o mundo dos contos de fadas.

a) Qual é o recurso usado por ela para chamar a atenção do leitor no início do texto? Copie em seu caderno o trecho correspondente.

      A autora usa a interação direta com o leitor, fazendo uma pergunta pessoal para criar proximidade e despertar a curiosidade.

      Trecho: "Você gosta de contos de fadas? Eu sou fascinada!"

b) Logo no primeiro parágrafo, a autora faz um convite ao leitor. Que convite é esse?

      Ela convida o leitor a acompanhar e descobrir os resultados e as conclusões de sua pesquisa sobre a história das crianças através dos contos de fadas:

      "Se você quiser saber o que pesquisei e concluí, será meu convidado especial a partir de agora."

c) Considerando a linguagem usada pela autora, a que leitor esse texto se destina?

      Destina-se ao público infantil/juvenil (crianças e jovens leitores), o que percebemos pelo tom amigável, simples, próximo e informal da linguagem.

 

02 – Muitos contos de fadas têm um bosque como cenário principal. Levando em conta o texto Era uma vez..., responda:

a) O que era comum acontecer nos bosques no século XVII?

      Era comum o abandono de crianças por pais extremamente pobres que não tinham condições alimentares de criá-las e esperavam que elas tivessem um futuro melhor.

b) Pense em histórias como a de Chapeuzinho Vermelho ou a de João e Maria. O que o bosque representa nessas histórias?

      O bosque representa um lugar de perigo, desconhecido, abandono e incertezas, onde as crianças precisam enfrentar medos e provações para sobreviver.

 

03 – O castelo também é um ambiente presente em vários contos de fadas.

a) O que ele representava no tempo do rei Sol, Luís XIV?

      Representava o extremo luxo, a riqueza e a ostentação da nobreza, enquanto o povo ao redor passava fome, miséria e sofria com doenças e guerras.

b) Como ele é representado nessas histórias?

      É representado como um lugar de sonho, proteção, fartura e transformação de vida (a salvação da pobreza através do casamento com o príncipe ou da acolhida real).

 

04 – Releia os primeiros parágrafos do texto e responda às seguintes questões:

a) Quem eram os autores dos contos de fadas?

      Eles não tinham um único autor. Foram criados anonimamente pelo próprio povo.

b) Como surgiram esses contos?

      Surgiram da tradição oral, sendo contados de boca em boca, passando de uma pessoa para outra ao longo das gerações e misturando a realidade vivida pelo povo com elementos de fantasia.

c) Quando surgiu o primeiro livro reunindo essas histórias? Quem foi o responsável por ele e qual o título do livro?

      Surgiu em 1697, organizado pelo francês Charles Perrault, com o título de Contos da Mamãe Ganso.

d) Por que as informações dos itens anteriores foram dadas logo no início?

      Para dar uma contextualização histórica ao leitor, situando no tempo e no espaço de onde surgiram os contos antes de começar a analisar a triste realidade social por trás deles.

 

05 – O artigo que você leu é composto de quatro partes, indicadas pela presença dos intertítulos. Releia o texto, escrevendo, no caderno, qual a principal ideia apresentada em cada uma dessas partes. Oriente-se por este roteiro:

a) A partir da frase “Os contos de fadas não tinham autores”.

      Explica como os contos de fadas nasceram na cultura popular (oralidade) e cita os pioneiros que reuniram e registraram essas histórias em livros (Charles Perrault e os Irmãos Grimm).

b) “Nos tempos do rei Sol”.

      Descreve o contraste na França do século XVII entre a riqueza do rei Luís XIV e a extrema miséria do povo, que sofria com fomes terríveis, doenças (como a peste bubônica) e o abandono involuntário de crianças.

c) “Dos contos de fadas para a realidade”.

      Relaciona os elementos fantásticos dos contos de fadas (como a casa de doces ou o ogro) com a realidade histórica das crianças da época, mostrando que temas como abandono e maus-tratos refletiam a vida real do povo.

d) “A história que não mudou”.

      Faz um alerta atual: apesar de se passarem mais de 300 anos, muitas crianças ainda vivem na miséria e no abandono hoje. A autora conclui que, para mudar essa história, não existem fadas madrinhas, mas sim a necessidade do compromisso dos governantes e da sociedade.

BIOGRAFIA: HISTÓRIA DA RUTH ROCHA - COM GABARITO

 Biografia: História da Ruth Rocha

 

        Ruth Rocha nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado, médico, e Esther de Sampaio Machado, tem quatro irmãos, Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre. Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis. O bairro de Vila Mariana, onde morava, tinha nessa época muitas chácaras por onde Ruth passava, a caminho da escola – estudava no Colégio Bandeirantes. Mais tarde, terminou o Ensino Médio no Colégio Rio Branco. 

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjexIAh9rEKRjT4_7JO5DXpjjmHYU1pysgL56631HEIoHz0o1p6x9qMDqN3f6oc-tvhRI6Xokkf0W3atJP0vO3fJTs82ZUnWqTaTLl7pCnzdPdKV67CGmIh6mSWetDHQTfqDuC7aiWntSPS0ogrTc5BCrG6JelhKFvOGgjIbAZzmdQeb1WCuEf44KCN7qw/s1600/images.jpg


        É graduada em Sociologia e Política pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Casada com Eduardo Rocha, tem uma filha, Mariana e dois netos, Miguel e Pedro. 

        Durante 15 anos (de 1956 a 1972) foi orientadora educacional do Colégio Rio Branco, onde pôde conviver com os conflitos e as difíceis vivências infantis e com as mudanças do seu tempo. A liberação da mulher, as questões afetivas e de autoestima foram sedimentando-se em sua formação.

        Começou a escrever em 1967, para a revista Claudia, artigos sobre educação. Participou da criação da revista Recreio, da Editora Abril, onde teve suas primeiras histórias publicadas a partir de 1969. “Romeu e Julieta”, “Meu Amigo Ventinho”, “Catapimba e Sua Turma”, “O Dono da Bola”, “Teresinha e Gabriela” estão entre seus primeiros textos de ficção. Ainda na Abril, foi editora, redatora e diretora da Divisão de Infanto-Juvenis.

        Publicou seu primeiro livro, “Palavras Muitas Palavras”, em 1976, e desde então já teve mais de 130 títulos publicados, entre livros de ficção, didáticos, paradidáticos e um dicionário. As histórias de Ruth Rocha estão espalhadas pelo mundo, traduzidas em mais de 25 idiomas.

        Monteiro Lobato foi sua grande influência. Em sua obra, essa influência se traduz pelo seu interesse nos problemas sociais e políticos, na sua tendência ao humor e nas suas posições feministas. 

        Seu livro de forte conteúdo crítico, “Uma História de Rabos Presos”, foi lançado em 1989 no Congresso Nacional em Brasília, com a presença de grande número de parlamentares. Em 1988 e 1990 lançou na sede da Organização das Nações Unidas em Nova York seus livros “Declaração Universal dos Direitos Humanos” para crianças e “Azul e Lindo – Planeta Terra Nossa Casa”.

        Participou durante seis anos do programa de televisão Gazeta Meio-Dia como membro fixo da mesa de debates. 

        Em 1998 foi condecorada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura.

        Ganhou os mais importantes prêmios brasileiros destinados à literatura infantil da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da Câmara Brasileira do Livro, cinco Prêmios “Jabuti”, da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Academia Brasileira de Letras, Prêmio João de Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros.

        Seu livro mais conhecido é “Marcelo, Marmelo, Martelo”, que já vendeu mais de 1 milhão de cópias.

        Em 2002 ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge. Também nesse ano foi escolhida como membro do PEN CLUB – Associação Mundial de Escritores no Rio de Janeiro. 

        Atualmente é membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta. 

 

Disponível em: http://www2.uol.com.br/ruthrocha/historiadaruth.htm

 

Entendendo a biografia:

01 – Construa uma linha do tempo da vida da autora escrevendo, resumidamente, os acontecimentos de cada data abaixo:

1931: Nascimento de Ruth Rocha na cidade de São Paulo.

1967: Início de sua carreira como escritora, publicando artigos sobre educação para a revista Claudia.

1969: Publicação de suas primeiras histórias de ficção infantil na revista Recreio (como "Romeu e Julieta" e "O Dono da Bola").

1976: Publicação do seu primeiro livro, "Palavras Muitas Palavras".

1998: Condecoração pelo presidente Fernando Henrique Cardoso com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural.

2002: Ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil e foi escolhida como membro do PEN CLUB (Associação Mundial de Escritores).

 

02 – O texto que você leu é uma biografia. Tente definir o que é biografia.

      Biografia é um gênero textual que narra os fatos marcantes da história da vida de uma pessoa real. Ela apresenta dados como data e local de nascimento, formação, conquistas, momentos importantes e realizações profissionais, geralmente organizados em ordem cronológica.

 

03 – Qual é a formação acadêmica de Ruth Rocha e qual profissão ela exerceu por 15 anos no Colégio Rio Branco?

      Ela é graduada em Sociologia e Política pela USP e pós-graduada em Orientação Educacional pela PUC-SP. Por 15 anos (de 1956 a 1972), atuou como orientadora educacional no Colégio Rio Branco.

 

04 – Quem foi a grande influência literária de Ruth Rocha e de que forma essa influência se reflete em suas obras?

      Sua grande influência foi Monteiro Lobato. Isso se reflete em seu interesse por problemas sociais e políticos, no tom de humor de suas histórias e em suas posições feministas.

 

05 – Qual é o livro mais conhecido de Ruth Rocha e qual marca de vendas ele atingiu segundo o texto?

      O livro mais conhecido é "Marcelo, Marmelo, Martelo", que já vendeu mais de 1 milhão de cópias.

 

06 – Onde e em quais anos Ruth Rocha lançou livros voltados para os Direitos Humanos e o Meio Ambiente em nível internacional?

      Ela lançou os livros "Declaração Universal dos Direitos Humanos" para crianças e "Azul e Lindo – Planeta Terra Nossa Casa" na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos anos de 1988 e 1990.

 

07 – Qual livro de forte conteúdo crítico a autora lançou no Congresso Nacional em Brasília em 1989?

      O livro "Uma História de Rabos Presos".