quinta-feira, 8 de novembro de 2018

FILME(ATIVIDADES): TAINÁ UMA AVENTURA NA AMAZÔNIA - TÂNIA LAMARCA, SERGIO BLOCH - COM GABARITO

Filme(ATIVIDADES): TAINÁ UMA AVENTURA NA AMAZÔNIA

Data de lançamento 12 de janeiro de 2001
Gêneros DramaAção
Nacionalidade Brasil

SINOPSE E DETALHES
        Tainá (Eunice Baía), uma indiazinha de 8 anos, vive na Amazônia com seu velho e sábio avô Tigê, que lhe ensina as lendas e histórias de seu povo. Ao longo de aventuras cheias de peripécias, ela conhece o macaco Catu ao salvá-lo das garras de Shoba, um traficante de animais. Perseguida pela quadrilha, ela foge e acaba conhecendo a bióloga Isabel e seu filho Joninho (Caio Romei), um menino de dez anos que mora a contragosto na selva. Depois de um desentendimento inicial, o garoto consegue superar os limites de menino da cidade e ajuda Tainá a enfrentar os contrabandistas, que vendem animais para pesquisas genéticas no exterior. Juntos, os dois aprendem a lidar com os valores destes dois mundos: o da selva e o da cidade.

Entendendo o Filme:
01 – Assinale a alternativa CORRETA do nome do filme?
a)   Tainá uma aventura na Amazônia.
b)   Tainá.
c)   Tainá, uma menina índia.
d)   Tainá em uma travessura na Amazônia.

02 – Assinale a alternativa que apresenta o nome do local onde se passa a história.
a)   A história se passa em uma floresta no sul da Argentina.
b)   A história se passa na Amazônia.

03 – Assinale a alternativa correta:
a)   Nome do macaco:
(x) Catu          ( ) Patu            ( ) Manu

b)   Avô da Tainá:
( ) Potijê         (x) Tigê             ( ) Ianajê

c)   Nome do traficante de animais:
( ) Maná         (x) Shoba         ( ) Shuba

04 – O que o avô de Tainá sempre ensina a menina?
      Seu avô ensina as lendas e as histórias de seu povo.

05 – Quem os caçadores pensam que está desarmando as armadilhas?
      O macaco.

06 – Ao fugir dos traficantes quem Tainá encontra na floresta?
      Ela encontra a bióloga Isabel e seu filho Juninho.

07 – Qual é o destino dos animais traficados por Shoba e seus comparsas?
      Os animais são vendidos para pesquisas genéticas no exterior.

08 – Assinale no significado correto das palavras indígenas abaixo.
-Tainá: (x) luz da manhã.                  ( ) flor da manhã
-Catu: (x) bonito.            ( ) inteligente.                ( ) alegre

09 – Juninho sem querer faz uma maldade com Catu? Onde Juninho coloca o macaco?
a)   No avião e ele ficou perdido na floresta.
b)   Na geladeira e ele ficou doente.
c)   No baú dele e disse para Tainá que o macaco havia sumido.

10 – Qual cena do filme você mais gostou?
      Resposta pessoal do aluno.


FÁBULA: O LEÃO, A VACA, A CABRA E A OVELHA - COM QUESTÕES GABARITADAS

Fábula: O Leão, a Vaca, a Cabra e a Ovelha


        Um Leão, uma Vaca, uma Cabra e uma Ovelha combinaram caçar juntos e repartirem o ganho. Acharam então um Veado, e depois de terem andado e trabalhado muito, conseguiram matá-lo.
        Chegaram todos cansados e, cobiçosos da presa, dividiram na em quatro partes iguais. O Leão tomou uma, e disse:
        — Esta parte é minha conforme o combinado.
        A seguir pegou noutra e acrescentou:
        — Esta pertence-me por ser o mais valente de todos.
        Pegou numa terceira e disse:
        — Esta também é para mim pois sou o rei de todos os animais, e quem na quarta mexer, considere-se por mim desafiado.
        Assim levou todas as partes, e os companheiros acharam-se enganados e afrontados; mas sujeitaram-se por não terem tanta força como o Leão.

       Moral da história: Parceria e amizade quer-se entre iguais, e o casamento também; conforme dizia o filósofo, que o mandou aprender aos meninos: cada um com seu igual; porque quem trava amizade com maior, torna-se seu escravo e tem de lhe obedecer ou perder pelo menos a amizade, na qual o trabalho é sempre do mais fraco, e a honra e proveito do mais poderoso.

Entendendo a fábula:
01 – Quais são os personagens desse texto?
      O leão, a vaca, a cabra e a ovelha.

02 – Em que local se passa a história?
      Em uma floresta.

03 – Qual é o título?
      O leão, a vaca, a cabra e a ovelha.

04 – Quantos parágrafos tem o texto?
      Nove parágrafos.

05 – Qual é o gênero textual?
      É uma fábula.

06 – Para que serve uma fábula?
a)   Divertimento.
b)   Informação.
c)   Ensinamento moral.

07 – O leão, a vaca, a cabra e a ovelha sendo animais, são personagens do texto porque:
a)   Antigamente os animais falavam.
b)   Na história, eles agem, falam e raciocinam como se fossem pessoas.
c)   O texto fala sobre eles.

08 – Como o autor caracteriza o leão?
      Como egoísta, traidor e que se prevaleceu de sua força diante dos companheiros mais fracos, um aproveitador.

09 – Os argumentos que o leão apresentou a vaca, a cabra e a ovelha:
a)   Eram sem fundamentos.
b)   Foram com fundamentos, válidos e justos.
c)   Eram argumentos que a vaca, a cabra e a ovelha não conseguiram entender.

10 – Explique, com suas palavras, a moral da história.
      Resposta pessoal do aluno.



LENDA: O BOTO E O RAIO DE SOL - ARNALDO NISKIERE - COM QUESTÕES GABARITADAS

Lenda: O boto e o raio de sol


        O boto Ninho nasceu forte e corado. Como todos os bebês, mamava com muito apetite. Em volta, os botos discutiam com quem ele se parecia. Enquanto havia dúvidas sobre isso, todos concordavam num ponto:
     O boto Ninho tem uma expressão muito triste. Por que será?
        Ele somente se acalmou no colo da mamãe. Um cardume de tucunaré ficou olhando e depois aplaudiu aquele lindo espetáculo.
        O boto Ninho havia nascido com a expressão triste porque sabia dos perigos que teria de enfrentar. O homem se instalara na região, com firme propósito de explorar os botos, ou matá-los e aproveitar partes do seu corpo como amuletos (a lenda diz que seus olhos e dentes dão sorte), ou ainda como atração turística em outras regiões.

NISKIERE, Arnaldo. O boto e o raio de sol. São Paulo: Editora Melhoramentos, 1988.

Entendendo a lenda:
01 – Qual o título do texto?
a) O boto amarelo.
b) O boto que ficou triste.
c) O boto e o raio de sol.
d) O raio de sol do boto.

02 – A lenda acima se refere:
a) ao boto que nasceu triste.
b) ao botinho que não tinha mãe.
c) à tristeza da mãe do botinho.
d) ao medo que o boto tinha do tucunaré.

03 – O boto Ninho nasceu triste porque:
a) não gostava de leite.
b) simplesmente não queria sorrir.
c) sabia dos perigos que ia ter que enfrentar.
d) gostava dos tucunarés.

04 – Como nasceu o boto?
      Ele nasceu forte e corado.

05 – Em que ele se assemelhava aos bebês?
      Ele mamava com muito apetite.

06 – Para que o homem se instalou na região dos botos?
      Para explorar ou mata-los e aproveitar parte do corpo como amuletos.

07 – Você acha certo o homem matar animais apenas para aproveitar parte de seus corpos como amuletos? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno. Sugestão: Porque causa o desperdício e o extermínio dos animais.

08 – Das palavras abaixo, marque a que está separada corretamente.
Ca-cho-ei-ra    -    ca-i-xote    -    cho-ca-lho     -     ba-i-xo-te
      A palavra que está correta é chocalho.

09 – Separe corretamente as palavras abaixo.
1. caixa = cai-xa.
2. enxame = en-xa-me.
3. mexer = me-xer.
4. explicar = ex-pli-car.
5. baixote = bai-xo-te.
6. anexar = a-ne-xar.
7. caixote = cai-xo-te.



MENSAGEM ESPÍRITA - TRABALHEMOS TAMBÉM - (ATOS, 14:15) PARA REFLEXÃO

Trabalhemos também
   
     “E dizendo: Varões, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões.” – (Atos, 14:15.)

        O grito de Paulo e Barnabé ainda repercute entre os aprendizes fiéis.
        A família cristã muita vez há desejado perpetuar a ilusão dos habitantes de Listra.
        Os missionários da Revelação não possuem privilégios ante o espírito de testemunho pessoal no serviço. As realizações que poderíamos apontar por graça ou prerrogativa especial, nada mais exprimem senão o profundo esforço deles mesmos, no sentido de aprender e aplicar com Jesus.
        O Cristo não fundou com a sua doutrina um sistema de deuses e devotos, separados entre si; criou vigoroso organismo de transformação espiritual para o bem supremo, destinado a todos os corações sedentos de luz, amor e verdade.
        No Evangelho, vemos Madalena arrastando dolorosos enganos, Paulo perseguindo ideais salvadores, Pedro negando o Divino Amigo, Marcos em luta com as próprias hesitações; entretanto, ainda aí, contemplamos a filha de Magdala, renovada no caminho redentor, o grande perseguidor convertido em arauto da Boa Nova, o discípulo frágil conduzido à glória espiritual e o companheiro vacilante transformado em evangelista da Humanidade inteira.
        O Cristianismo é fonte bendita de restauração da alma para Deus.
        O mal de muitos aprendizes procede da idolatria a que se entregam, em derredor dos valorosos expoentes da fé viva, que aceitam no sacrifício a verdadeira fórmula de elevação; imaginam-nos em tronos de fantasia e rojam-se-lhes aos pés, sentindo-se confundidos, inaptos e miseráveis, esquecendo que o Pai concede a todos os filhos as energias necessárias à vitória.
        Naturalmente, todos devemos amor e respeito aos grandes vultos do caminho cristão; todavia, por isto mesmo, não podemos olvidar que Paulo e Pedro, como tantos outros, saíram das fraquezas humanas para os dons celestiais e que o Planeta Terreno é uma escola de iluminação, poder e triunfo, sempre que buscamos entender-lhe a grandiosa missão.



CONTO: A CONDIÇÃO GERAL - CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE - COM GABARITO

Conto: A Condição Geral
                     Carlos Drummond de Andrade


        O barro entendia que estão abusando da sua docilidade para a feitura de cerâmicas vulgares. A água queixou-se de recolher todas as imundícies da Terra, ela que sempre foi sinônimo de limpeza. O boi nem precisou falar: era a imagem da revolta contra o sacrifício da espécie - de todas as espécies imoladas. "E a mim?", gemeu a árvore, "a mim, que desempenho função vital no sistema da Terra, tacam-me foto ou retalham-me a serra e machado."
        Os quatro concordaram que não está direito. Reclamaram do homem, e este lhes declarou que não podia fazer nada. Vive onerado de impostos, afligido de doenças, e mal tem tempo de se coçar. "Em vez de me coçar", acrescentou, "assisto a seriados americanos de televisão, enquanto não se inventa outra coisa. E me entedio. Voltem para seus lugares e guardem o que lhes digo. "Vocês pensam que ser homem é fácil?"

                 ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. 3. ed.
Rio de Janeiro: Record, 1994. p. 11.
Entendendo o conto:
01 – Quem são os personagens do conto?
      São o barro, a água, o boi, a árvore e o homem.

02 – O que eles representam?
      Os quatro primeiros representam a natureza; e o homem, toda a humanidade.

03 – Sobre o que eles estão falando?
      Eles estão tratando da destruição da natureza pelo homem e de seu descaso.

04 – Qual é o único personagem que parece não se importar com o tema?
      O homem.

05 – Que mensagem esse conto transmite?
      O ser humano está preocupado apenas com seus problemas, sem importar-se com o planeta onde vive.
      Ele acredita que outras questões, menores e mais rotineiras, tenham maior importância.

06 – Você conhece as palavras abaixo, retirada do texto; caso não, utilize o dicionário.
·        Feitura = Ação, efeito ou modo de fazer.
·        Vulgares = Ordinário; reles; coisa vulgar.
·        Imoladas = Oferecer-se em holocausto; sacrificar-se.
·        Onerado = Carregar; sobrecarregar.

07 – Ordene as palavras da questão anterior, conforme aparece no dicionário.
      Feitura – Imoladas – Onerado – Vulgares

POEMA: DINHA, A MINHOQUINHA - GRAÇA BATITUCI - COM GABARITO


Poema: Dinha, a minhoquinha

        Dinha, a minhoquinha, pegou sua cestinha vermelhinha e saiu pelo caminho.
        Queria vender as frutinhas colhidas durante à tardinha.
        Andou, sorriu, cansou e voltou com a cestinha cheia de moedinhas.
        Só assim pôde comprar o seu tão sonhado vestido de rendinhas.

                                                                      Graça Batituci
Entendendo o poema:
01 – Qual o título do texto?
      Dinha, a minhoquinha.

02 – Qual é o tipo de texto?
( ) fábula.               (X) poema.               ( ) anúncio

03 – Qual o nome da minhoquinha?
      O nome dela é Dinha.

04 – Qual a cor da cestinha?
      É de cor vermelhinha.

05 – O que ela saiu para vender?
      As frutinhas que tinha colhido.

06 – O que Dinha fez com o dinheiro das frutinhas?
      Comprou o vestido de rendinhas.

07 – Coloque nas palavras abaixo “m” ou “n”:

Ambulância.
Umbigo.
Bombom.

Princesa.
Brincar.
Emburrado.

08 – Circule os encontros vocálicos das palavras abaixo:

Areia – mãe – piano – po – viajar – avo – premiação.

09 – Circule os encontros consonantais das palavras abaixo:

Braço – prato – Pedro – livro – empregada – prova – cravo – blusa.

10 – Separe as palavras em sílabas:
Chupeta = Chu – pe – ta.
Chuva = Chu – va.
Cachorro = Ca – chor – ro.
Fechadura = Fe – cha – du – ra.



ARTIGO DE OPINIÃO: VAGA RESERVADA - MAURO TRACCO - COM GABARITO

ARTIGO DE OPINIÃO: Vaga reservada

        A política de cotas está em pleno funcionamento no Brasil - mais de 40 universidades já reservam vagas para alunos negros. Agora só falta o país responder duas perguntas: precisamos disso? E dá certo?

        O argumento pró-cotas

        Veja os números do último censo: 5,8 milhões de brasileiros com mais de 25 anos tinham curso superior completo. Desses, 82,8% eram brancos. Juntos, negros e pardos somavam 14,3% – apesar de representarem 47,3% da população. Agora pense por alguns milésimos de segundo: qual desses grupos colocará mais gente no mercado de trabalho e, principalmente, nos empregos que pagam os melhores salários? Você nem precisa somar à equação o preconceito dos empregadores para concluir que os brancos levam vantagem [...]
        Claro que melhorar a qualidade do sistema de ensino público básico e fundamental, permitindo que os mais pobres frequentem escolas tão boas quanto as dos ricos, é o melhor caminho para promover a igualdade. Mas até quando as classes mais baixas, onde se encontra a maioria dos afrodescendentes, vão esperar que o governo invista a sério na qualidade das escolas? [...] “Mesmo que o ensino público melhorasse [...], os estudantes negros levariam cerca de 32 anos para atingir o atual nível dos alunos brancos”, escreve o antropólogo Kabengele Munanga no livro Educação e Ações Afirmativas.
        “Fingir que a miscigenação eliminou as raças é uma forma de racismo”, afirma o senador Cristovam Buarque. Quando a elite for branca e negra, o racismo acaba”, acredita o senador. E, apesar de admitir que a política de cotas prejudicará alguns brancos, obrigados a ceder seu lugar a estudantes com nota inferior, Buarque afirma que é preciso cometer injustiças pontuais para corrigir uma enorme injustiça histórica. [...]
        Que dívida é essa? Quando nossa economia era baseada no açúcar e no ouro, eram os negros que geravam boa parte da riqueza nacional. Em troca dos bens que produziram, receberam chicotadas. A Lei Áurea, de 1888, deu aos escravos a liberdade, mas nenhuma oportunidade de vida. Não vieram juntas compensações financeiras, programas de absorção pela sociedade ou um incentivo para que os escravos fossem educados e treinados para trabalhar como assalariados. As distorções sociais que esses equívocos provocaram não foram resolvidas até hoje.

        O argumento anticotas

        Para poder se beneficiar das cotas, é preciso fazer uma escolha: ou se é branco ou se é negro. Essa proposta de divisão explícita dos brasileiros em duas categorias é o primeiro ponto a tirar do sério os opositores das cotas. Questiona-se a criação de um sistema que subverte um pilar da democracia: a ideia de que todos somos iguais perante a lei. A antropóloga Yvonne Maggie, da UFRJ diz que para ela, o efeito dessa “produção artificial de etnias e raças” é o fim da identidade nacional. Deixamos de ser cidadãos do Brasil para nos tornar brasileiros negros ou brasileiros brancos. “É o caminho para a difusão do ódio racial no Brasil”, afirma o sociólogo Demétrio Magnoli.
        Outra distorção, na opinião dos críticos da política de cotas, é a supressão do mérito como critério de recompensa. Uma organização meritocrática é aquela que dá as melhores oportunidades a quem demonstrar mais habilidade e talento. Ao derrubar essa ideia, mesmo com a boa intenção de criar uma sociedade em que mais pessoas tenham acesso à meritocracia, as cotas podem estigmatizar quem é beneficiado por elas [...].
        Há ainda o temor de ver a qualidade do ensino piorar com a entrada de alunos que não tiveram as melhores notas no vestibular. Para esses críticos, as funções primordiais da universidade pública são a formação de alto nível e a pesquisa, não a prestação de um auxílio social ao país. “Quando as universidades admitem alunos por critérios não acadêmicos, há um risco real de que elas se transformem em grandes escolões de baixa qualidade”, diz Simon Schwartzman, ex-presidente do IBGE.
        Por fim, o time anticotas não tem dúvidas de que o caráter temporário é uma farsa. A maioria dos países que as adotam acaba por prorrogá-las. Qual político quer se expor à impopularidade de suspender um benefício? Ao contrário, as cotas costumam ser ampliadas para beneficiar outros grupos em desvantagem. [...] O motivo? Cotas não custam nada ao governo. E ainda dão aos políticos a chance de se gabarem por promover o avanço racial. Quem não quer uma mamata dessas?

                       Mauro Tracco. Revista Superinteressante, maio 2007.

Entendendo o texto:
01 – Nos textos de Mauro Tracco, a tese deve ser construída pelo leitor a partir do encadeamento das informações fornecidas nos três textos. Assinale a opção que está de acordo com a proposta da tese da reportagem.
a) A política de cotas está em pleno funcionamento no Brasil e todos são favoráveis.
b) Há um intenso debate entre os favoráveis e os contrários à reserva de vagas para negros em universidades brasileiras.
c) A cota social é a única maneira de corrigir uma enorme injustiça histórica.
d) A elite brasileira não deveria ser tão multirracial quanto seu povo.
e) A desigualdade racial acabará em pouquíssimo tempo, pois o Brasil já está investindo em escolas de base com qualidade e igual para todos.

02 – Para defender a política de cotas que está em pleno funcionamento no Brasil, reservando vagas para alunos negros, que argumentos com base em dados estatísticos são utilizados pelo autor no trecho pró-cotas?
      Os dados estatísticos utilizados na argumentação pró-cotas: “Veja os números do último censo: 5,8 milhões de brasileiros com mais de 25 anos tinham curso superior completo. Desses, 82,8% eram brancos. Juntos, negros e pardos somavam 14,3% – apesar de representarem 47,3% da população. [...]”

03 – Assinale a opção onde ocorre a relação INCORRETA entre o conectivo destacado e a ideia expressa por ele.
a) Mesmo que o ensino público melhorasse [...], os estudantes negros levariam cerca de 32 anos para atingir o atual nível dos alunos brancos. (Comparativa)
b) É preciso cometer injustiças pontuais a fim de corrigir uma enorme injustiça histórica. (Finalidade)
c) Quando as universidades admitem alunos por critérios não acadêmicos, há um risco real de que elas se transformem em grandes escolões de baixa qualidade. (Tempo)
d) A Lei Áurea, de 1888, deu aos escravos a liberdade, mas nenhuma oportunidade de vida. (Oposição)
e) Se for negro, pode se beneficiar das cotas. (Condição).


quarta-feira, 7 de novembro de 2018

CONTO: O PORQUINHO FEIO - SUGALD STEER - COM QUESTÕES GABARITADAS


Conto: O Porquinho Feio

        Era uma vez uma mamãe pata que tinha cinco filhotes. Quatro deles eram os patinhos mais lindinhos, fofinhos e amarelinhos que você pode imaginar.
        Mas o quinto era cor de rosa, tinha focinho e um rabinho enrolado.
        “Ele é muito crescido para a sua idade”, pensava mamãe pata. “Será que ele é um filhote de peru como todos dizem?”
        Mamãe pata levou seus filhotes para a aula de natação no lago. Todos os patinhos pularam logo na água, até o cor de rosa, apesar de ele não nadar tão bem como seus irmãos.
        “Bem, aquele patinho com certeza não é um peru!”, pensou sua mãe. No dia seguinte, chegou a hora de grasnar. Mamãe pata soltou um QUAC e cada um de seus filhotes a imitou.
        Mas, quando chegou a vez do patinho cor de rosa, no lugar de QUAC, ouviu-se ÓINC!
        — Ele não é um pato! — gritaram todos. — Ele é um porquinho feio, e não pertence ao nosso meio!
        E, assim dizendo, enxotaram o porquinho dali.
        Cansado, faminto e abandonado, o porquinho feio vagou durante vários dias em busca de um novo lar. Mas nem o passarinho lhe dava atenção.
        — Suma daqui, seu porquinho feio! — gritavam, assim que o viam.
        Um dia, o porquinho feio chegou a uma fazenda, e viu alguns porcos.
        Aproximando deles falou:
        — Eu sei que sou um porquinho feio, mas será que posso ficar aqui, morando com vocês?
        — Um porquinho feio?! — eles exclamaram.
        — Você é o porco mais lindo que já vimos!
        E, daquele dia em diante, ele viveu feliz para sempre.

STEER, Sugald. O porquinho Feio. São Paulo: Brinque-Book, 1999
Entendendo o conto:
01 – Quem são os personagens da história?      
      A mamãe pata, os patinhos e o porquinho feio.

02 – Qual foi a primeira lição que a mamãe pata ensinou a seus filhotes?      
      Aula de natação.

03 – Quando foi que a mamãe pata descobriu que o porquinho não era um pato? Por quê?      
      Quando os patinhos disseram QUAC, e o porquinho disse OÍNC!

04 – O que a mamãe e os patinhos fizeram com o porquinho depois da descoberta? Assinale a resposta correta:      
(  ) Ensinaram o porquinho a ser como um pato.      
(X) Mandaram o porquinho embora.

05 – Quanto tempo o porquinho vagou à procura de um novo lar?
       Vários dias.
06 – Em que momento da história o porquinho conseguiu ser feliz?
       A partir do momento em que os porcos, disse-lhe que ele era o mais lindo.

07 – A história conta que nem um passarinho quis lhe dar atenção. Copie da história o que o passarinho disse a ele.
       “Suma daqui, seu porquinho feio!

08 – Nos itens abaixo, marque somente aquele em que contiver o gênero textual da historinha lida.
a) Carta          
b) Diário         
c) Conto          
d) Lenda

09 – O texto conta a história de um animalzinho que sofreu por que era:
a) feio.
b) magro.
c) zangado.
d) rosa.

10 – Quantos filhotinhos possuía a mamãe pata?
a) Quatro patinhos.
b) Cinco patinhos e um porquinho feio.
c) Seis patinhos.
d) Quatro patinhos e um porquinho.

11 – Depois de ser abandonado pela mamãe pata, o que fez o porquinho?
      Saiu vagando durante vários dias em busca de um novo lar.

12 – No fim da história, o porquinho teve um final feliz? Qual?
      Sim. Ele encontrou alguns porcos e juntou-se a eles.

13 – Na frase: “Mamãe pata que tinha cinco filhotes. Quatro deles eram os patinhos mais lindinhos, mas o quinto era cor de rosa”. Qual das palavras não é um numeral?
a) Oito
b) Rosa
c) Quatro
d) Cinco.

14 – Nos parentes abaixo, marque com um X aquele em que a palavra é um substantivo comum, de acordo com o texto:
(  ) Feio.
(  ) Fofinhos.
(  ) Lindo.
(X) Pata.

15 – Quantas sílabas tem a palavra faminto?
a) Quatro
b) Seis
c) Cinco
d) Três.