sábado, 11 de julho de 2020

MÚSICA(ATIVIDADES): CORUJINHA - VINÍCIUS DE MORAES - COM GABARITO

Música(Atividades): Corujinha

                                                        Vinicius de Moraes

Corujinha, corujinha

Que peninha de você

Fica toda encolhidinha

Sempre olhando não sei quê

 

O seu canto de repente

Faz a gente estremecer

Corujinha, pobrezinha

Todo mundo que te vê

Diz assim, ah, coitadinha

Que feinha que é você

 

Quando a noite vem chegando

Chega o teu amanhecer

E se o sol vem despontando

Vais voando te esconder

 

Hoje em dia andas vaidosa

Orgulhosa como quê

Toda noite tua carinha

Aparece na TV

Corujinha, coitadinha

Que feinha que é você.

Composição: Toquinho / Vinícius de Moraes.

Entendendo a canção:

01 – No decorrer da canção, o eu lírico nos revela a quem ele se dirige – Corujinha – empregando o diminutivo como recurso.

a)   Retire da canção outras palavras que também estão no diminutivo.

Peninha, encolhidinha, pobrezinha, coitadinha, feinha, carinha.

b)   Com que intenção esse recurso foi utilizado?

Para intensificar a ideia dos estados em que a coruja se encontrar.

02 – Releia a terceira estrofe:

“Quando a noite vem chegando

Chega o teu amanhecer

E se o sol vem despontando

Vais voando te esconder”.

        A que hábitos próprios da coruja a estrofe está fazendo referência?

      Aos hábitos noturnos já que as corujas andam à noite.

03 – Com que expressões o eu lírico caracteriza a corujinha?

      Encolhidinha, pobrezinha, coitadinha, orgulhosa, vaidosa, feinha.

04 – Num determinado momento o eu lírico apresenta situações contrárias para se referir a corujinha. Copie esses versos que mostram essa contrariedade.

      “Hoje em dia andas vaidosa / Orgulhosa como quê.”

05 – Por que o eu lírico diz que a corujinha está vaidosa?

      Porque ela aparece na TV à noite.

06 – Por que o eu lírico diz ter “peninha” da corujinha?

      Porque ela é muito feia.

07 – Retire do texto exemplos de:

a)   Rimas da 3ª e da 4ª estrofes e classifique-as pelo valor e pela localização.

Pobrezinha e coitadinha – POBRE (adjetivo).

Vê e você – RICA (verbo e pronome).

ABAB – intercaladas.

Chegando e despontando – POBRE (verbos).

Amanhecer e esconder – POBRE (verbos).

ABAB – intercaladas.

b)   Personificação.

(A CORUJINHA) andas vaidosa / Orgulhosa como quê.

c)   Copie a última estrofe e circule as sílabas tônicas dos verbos.

“Corujinha, coitadinha

Que feinha que é vo!”

08 – Copie um exemplo de linguagem figurada e explique seu sentido denotativo.

      “Toda noite tua carinha / Aparece na TV”. A carinha da coruja é o símbolo da seção coruja da Rede Globo, cujo horário é de filmes na madrugada.

09 – O que o eu lírico quer dizer com a repetição o 1° verso?

      Ao se dirigir à Corujinha ele intensifica o nome dela nos versos para dar ênfase.

 

 


POEMA: BALADA PARA NÃO DORMIR - LOURENÇO DIAFÉRIA - COM GABARITO

POEMA: Balada para não dormir

          Lourenço Diaféria


Eu não sou criança.

Eu sou de menor.

Criança tem pai, tem mãe, tem irmão.

Eu sou de menor.

De menor tem a vida.

 

Criança tem livro com figura colorida.

De menor tem o código.

Eu sou de menor.

 

Criança aparece em anúncio bonito pedindo brinquedo.

De menor não tem disso.

De menor é no dedo puxando o gatilho.

Criança tem disco do Carequinha e do Balão Mágico.

Eu sou de menor.

 

Eu escuto o Afanázio.

Criança tem idade, faz aniversário,

apaga as velinhas.

Eu sou de menor.

Já nasci grande, sem mês e sem ano,

apago velhinhas.

Criança é bobinha.

Eu sou de menor, imponho respeito.

Criança tem gênio.

Eu tenho mania.

Eu sou de menor.

Criança tem clube.

Eu sou de menor.

Eu tenho minha "gang".

Criança tem sítio com pato, galinha,

vaca, bezerro, carneiro, cabrito.

Eu sou de menor.

 

Eu tenho tudo isso, mas ganho no grito.

Criança mergulha no azul da piscina.

Eu sou de menor.

Eu nado, me afogo, na funda lagoa.

Eu sou de menor.

 

Se toco na banda, ninguém me elogia, prestigia.

Se engraxo sapato, ninguém diz: "legal".

Eu sou de menor.

Criança depende do bolso do pai.

Eu sou de menor.

Eu guardo automóvel com cara de anjo,

divido a grana com os caras marmanjos.

Me viro, me arranjo.

Como pastel, tomo caldo de cana,

descolo hambúrguer de gente bacana.

Eu sou de menor.

 

Atravesso vitrô, eu furo parede, eu cavo buraco,

eu salto muralha, eu miro no alvo, derrubo cigarro,

endireito cano de curva espingarda,

sento na borda da escada rolante,

levanto os dois braços na montanha-russa.

Frequento os cinemas da avenida Ipiranga,

e tudo que passa eu já sei de cor.

 

 

Eu sou de menor.

Nada tem graça.

Às vezes me escalam para ser criança.

É tarde demais.

 

Eu sou de menor.

Já morreu o sol da aurora da vida,

saudades não tenho.

Eu sou de menor.

 

Sou a vidraça quebrada, pela pedra do adulto.

Sou o rosto molhado com a água da chuva.

Sou fliperama, o barraco, a marquise,

sou dois olhos mordendo a luz da vitrina,

escândalo sou sem a mó do moinho.

Eu sou o trapo enxotado da loja,

o cara suspeito empurrando carrinho.

 

Sou o discurso jamais realizado.

Sou a face clara da fortuna escondida.

Sou o cão magrela do epular desperdício.

Sou o lado contrário do cabo da faca.

Sou a garrafa vazia jogada no mar,

que volta coberta de restos da morte.

Eu sou a resposta que não espera perguntas.

 

Aqui estou. Nada mais sinto.

Apenas digo: Cuidado!

Não sou criança. Meu nome é: de menor.    

                              Lourenço Diaféria. Jornal da Tarde, 9 out. 1985.

                         Fonte: Livro – Encontro e Reencontro em Língua Portuguesa – 8ª Série – Marilda Prates – Ed. Moderna, 2005 – p. 33-4.

Entendendo o texto:

01 – Justifique o título do poema.

      A balada é uma composição musical que pode ter caráter épico. “Para não dormir”, porque, ao invés de ser uma história para embalar o sono, o poema desperta o leitor pela gravidade da situação que apresenta.

02 – Que razões a personagem apresenta para dizer que não é criança?

      Porque não vive como outras crianças da sua idade. Falta-lhe muito e precisa lutar pela sobrevivência, quando deveria estar brincando, estudando e convivendo com a família.

03 – Que coisas ele não tem como criança?

      Família, livros, documento de identidade, brinquedos, discos, festa de aniversário, clube, sítio com animais, piscina, elogios, proteção financeira da família.

04 – Que coisas ele tem como criança?

      Só a idade, mas coisas que crianças, com vida equilibrada, não têm: arma, violência, gangue, trabalho, atividades com envolvimento ilícito, o roubo, ausência de casa, vivência de rua.

05 – Que diferença há entre ser de menor e não ser criança?

      Ser de menor: não ter atingido a maioridade. / Não ser criança: ter idade infantil, mas viver como adulto. A expressão refere-se ao fato de a criança não ter atingido a maioridade legal.

06 – O que o garoto tem por ser de menor, por não viver como criança? Por quê?

      Preocupações com a sobrevivência.

07 – Há muitos perigos em ser menor de idade? Argumente!

      Sim. Porque se não houver assistência, orientação e convivência familiar e educacional, as crianças estarão sujeitas às influências de pessoas violentas, perigosas, criminosas.

08 – Comente com muita atenção os dois últimos versos. O que há por trás deles?

      Resposta pessoal o aluno. Sugestão: Nas palavras do menino há ameaça, revolta, um grito de alerta: “Cuidado comigo! Tenho poder através da violência que me criou...”.

     

 

 

 


POESIA: BARCA BELA - ALMEIDA GARRETT - COM GABARITO

Poesia: Barca bela

              Almeida Garrett

Pescador da barca bela,

Onde vais pescar com ela,

Que é tão bela,

Ó pescador?

 

Não vês que a última estrela

No céu nublado se vela?

Colhe a vela,

Ó pescador! 


Deita o lanço com cautela.

Que a sereia canta bela...

Mas cautela,

Ó pescador!


Não se enrede a rede nela,

Que perdido é remo e vela,

Só de vê-la,

Ó pescador!

 

Pescador da barca bela,

Inda é tempo, foge dela,

Foge dela,

Ó pescador!

          De Camões a Pessoa. Douglas Tufano, org. Antologia escolar da poesia portuguesa. São Paulo, Moderna, 1994.

Fonte: Livro – Ler, entender, criar – Português – 6ª Série – Ed. Ática, 2007 – p. 232-3.

Entendendo a poesia:

01 – Almeida Garrett, poeta português, viveu entre os anos 1799 e 1854. Talvez por isso você estranhe algumas palavras que aparecem em seu poema, mas, se pensar um pouco a respeito delas, o sentido se tornará conhecido. Para isso, responda às questões que seguem:

a)   “Veja, a última estrela que estava visível não pode mais ser vista porque o céu está com muitas nuvens, que a escondem”. Copie os versos que expressam essa ideia.

          “Não vês que a última estrela / No céu nublado se vela?”

b)   Se já é noite e o céu está com muitas nuvens, é melhor o pescador não velejar. Copie os versos em que se diz ao pescador para que ele não saia para pescar.

“Colhe a vela, / Ó pescador”.

c)   Alguém poderia dizer a um pescador brasileiro: “Jogue a rede com cuidado”. Como isso está expresso na poesia?

“Deita o lanço com cautela”.

02 – Pense nas palavras enrede e rede e explique o sentido do verso em que elas estão.

      “Não se enrede a rede nela”. Deseja-se que o pescador não permita que sua rede envolva uma sereia.

03 – Existem muitos mitos sobre as sereias. Um deles afirma que, com seu canto, elas seduzem os pescadores, que em consequência ficam perdidos no mar. Considere esse mito e responda:

a)   Em quais versos da poesia esse mito está expresso?

“Que perdido é remo e vela / Só de vê-la”.

b)   Esse mito explica um pedido que é feito ao pescador. Qual é esse pedido?

O pedido para que o pescador fuja da sereia: “Inda é tempo, foge dela, / Foge dela, / Ó pescador!”.

04 – Ao ler a poesia, temos a impressão de que alguém fala com um pescador. Quais elementos da poesia confirmam essa impressão?

      Todos os verbos estão na 2ª pessoa do singular, a pessoa do discurso com quem se fala. Além disso, existe o vocativo (Ó pescador), termo que representa o interlocutor e que se repete ao longo da poesia.

05 – Fora os versos que apresentam um vocativo, isto é, um termo que representa a quem o poeta se dirige (“Ó pescador”), a poesia apresenta uma única rima. Que rima é essa?

      A rima existente entre as palavras que terminam com “ela”.

06 – Copie em seu caderno as consequências mais prováveis dessa rima única:

a)   Essa rima faz a poesia parecer uma canção popular.

b)   Essa rima possibilita que a poesia seja facilmente memorizado.

c)   Essa rima torna a poesia monótono e cansativo.

 

 


CRÔNICA: MÃE É CONTRADIÇÃO - WALCYR CARRASCO - COM GABARITO

Crônica: Mãe é contradição  

                Walcyr Carrasco

        Mãe sofre, essa é a verdade. Secretária de diretoria de uma grande empresa, ela vivia suspirando:

        — De que adianta ser mãe, se não tenho tempo para ficar com meus filhos?

        Penou para conseguir férias ao mesmo tempo que as crianças. Refugiou-se em um hotel-fazenda, O marido só comparecia nos fins de semana. Ela passou quinze dias em êxtase, vendo os três pimpolhos, de pendores artísticos, atléticos e científicos, torrarem a energia no gramado ou aprendendo a andar a cavalo. Só um momento de choque: quando Joãozinho começou a espirrar. Tinha alergia a ar puro.

        — Que mundo é esse em que vivemos? – chocou-se.

        Voltou para a cidade mais gorda (o bufê self-service do hotel era irresistível). Beijou o marido longamente:

        — Finalmente, vamos ter vida de família!

        Sentou-se no sofá, tirou os sapatos, aninhou-se. As três gracinhas não tinham, porém, nenhum talento para se comportar como aves num poleiro. Em minutos, ela descobriu, horrorizada. Que a energia gasta nos gramados seria agora exaurida no carpete. A menorzinha entrou na sala dançando. Estudava balé, a artista, O marido aplaudiu, enquanto a pequena graça apresentava pliés e jetés em frente da televisão. Ela percebeu que ia perder o melhor capítulo da novela, mas conformou-se. Qual a mãe que não se curva perante o talento da filha?

        — Que linda essa roupinha de cigana! Onde você arrumou?

        — Minhas gravatas de seda! — gritou o marido, executivo de alto nível.

        Realmente: recortadas, as gravatas faziam um belo efeito. Mal tiveram tempo de se refazer da surpresa: o cientista apareceu com um litro cheio.

        — O perfume que eu inventei!

        Uma delícia. Nem poderia deixar de ser, O aspirante a químico tinha misturado todas as fragrâncias francesas que ela, a duras penas, comprara no shopping. Nem teve tempo de gritar. Ouviu-se um barulho no banheiro, correram todos: a do meio tinha se cortado ao tentar fazer a barba. Sim, a barba! O pai quis explicar, durante o curativo:

        — Menina não tem barba!

        — Mas eu quero ter!

        — Ai, meu Deus! - gemeu a mãe.

        Os pais foram se deitar exaustos, as maravilhas reclamando que era cedo. No dia seguinte o marido começou a chegar mais tarde. Dava um jeito de ficar trabalhando até as crianças estarem cansadas. Ela resistiu, apavorada.

        — E quando eu voltar a trabalhar?

        Retomou esgotada. O chefe, um francês irritadiço, dava pito ao vê-la distraída, preocupada. Passava o dia em linha direta com a empregada.

        — O Joãozinho fez um doce de banana, pimenta. ketchup e chocolate, e diz que vai comer. E se ele morre?

        — A menorzinha só quer salsicha com Coca-Cola, nada de arroz e feijão!

        — A do meio está tomando banho faz duas horas e não quer sair!

        Voltava para encontrar uma dançando no seu colchão, outra brincando no elevador do prédio. Quase se ajoelhou quando a empregada ameaçou ir embora porque o garoto quis criar uma aranha num aquário. O chefe reclamou que ela não saía do telefone. O marido, que o apartamento tinha virado uma bagunça. Lamentava-se.

        — Que férias demoradas!

        Cada vez que ouvia a expressão “volta às aulas”, sorria de satisfação. Com alívio, acertou a velha rotina: acorda cedíssimo, faz o café, se maquia e se penteia. Leva a menorzinha de carro para a aula de balé, enquanto os outros vão no ônibus escolar. Foge no almoço para deixar os maiores no curso de inglês. Uma amiga com quem faz revezamento os recolhe. Volta à noitinha e prepara o jantar. Em casa, todos são unânimes, sua comida dá de dez na da empregada. Passa as camisas do marido, pois a doméstica “nunca acerta o colarinho”, e ele, afinal, é um executivo de futuro. Quando vê os olhinhos dos pimpolhos apertados de sono. Sente ondas de felicidade.

        — Finalmente, posso descansar!

        Mentira. Não tem coragem de falar, mas pensa:

        — Eu, trabalhando o dia todo! As crianças na escola! Quando é que vamos ter uma vida em família?

        Já sonha com o fim do ano:

        — Ah, que saudades das férias!

        Ser mãe é uma eterna contradição.

Walcyr Carrasco

Entendendo a crônica:

01 – De acordo com o texto, a mãe passa o dia todo no trabalho, o marido só aparecia nos fins de semana e as crianças na escola. Ela pensava em ter pelo menos um momento:  

a)   Com o marido.

b)   Com os filhos.                                                  

c)   Em família.

d)   De descanso. 

02 – No trecho “Ela passou quinze dias em estado de alegria, vendo os três pimpolhos, de pendores artísticos, atléticos e científicos, torrarem a energia no gramado ou aprendendo a andar a cavalo.” A expressão “ESTADO DE ALEGRIA” pode ser substituída por:

a)   Êxtase.

b)   Arrebatar.                                                             

c)   Encolerizar.

d)   Absorver.

03 – O que gerou a situação conflituosa da história foi:

a)   A mãe não ter tempo para ficar com os filhos.

b)   A mãe passar o dia todo fora da casa.

c)   O marido só aparecer nos fins de semana.

d)   Os filhos passarem o tempo todo na escola. 

04 – No trecho “Ai, meu Deus!” Essa fala é de qual personagem?

a)   Do narrador. 

b)   Do pai.                                                   

c)   Da mãe.

d)   Da empregada.

05 – O assunto do texto é:

a)   Mãe é insubstituível.

b)   A saudade dos filhos.                                        

c)   Vida em família.

d)   Ausência dos pais.

06 – No trecho “Cada vez que ouvia a expressão “volta às aulas”, sorria de satisfação”, o uso da expressão em destaque revela:

a)   A rotina.

b)   O alívio.                                                             

c)   A alegria.

d)   O enfado.

07 – A expressão “Vê os olhinhos dos pimpolhos apertados de sono”, essa expressão significa:

a)   Descanso.

b)   Felicidade.                                                        

c)   Comodidade.

d)   Afeto.

08 – O trecho que há uma passagem irônica é: 

a)   Penou para conseguir férias ao mesmo tempo que as crianças.

b)   As três gracinhas não tinham, porém, nenhum talento para se comportar como aves num poleiro.

c)   Joãozinho começou a espirrar.

d)   A menina queria ter barba.

09 – A mãe resolveu tirar férias com os filhos porque:

a)   A distância entre mãe e filhos parecia se resolver desta forma.

b)   Era a forma de se estar mais em família.

c)   Queria compensar sua ausência de mãe.

d)   Queria nesse momento está mais perto dos filhos.

10 – A finalidade desse texto é:

a)   Mostrar a falta que os pais fazem no convívio e educação dos filhos.

b)   Mostrar que a falta dos pais não comprometem na educação dos filhos.

c)   Mostrar que os filhos hoje crescem longe dos pais.

d)   Mostrar que os filhos vivem mais com a empregada do que com os pais.

11 – A tese defendida no texto é:

a)   Que a distância dos pais pode comprometer na educação dos filhos.

b)   Passar as férias juntos como os filhos é uma forma de resolver esse problema.

c)   Viver mais em família é uma forma de acompanhar o crescimento dos filhos.

d)   Consolidar trabalho e família, para viver mais perto dos filhos.

12 – Qual a tese argumentada no texto que sustenta a decisão tomada pela mãe em tirar férias com os filhos?

a)   A mãe junto com os filhos sente-se feliz, descansa com eles e vê dispender suas energias.

b)   Para acompanhar o momento de lazer e as travessuras dos filhos.

c)   Para se sentir mãe e vê os filhos dispenderem suas energias.

d)   Para matar a saudade do convívio com os filhos e a vida em família.

13 – Para você, o que é ter uma “Vida de família”? Hoje, a maioria das pessoas tem esse tipo de vida? Por quê?

      Resposta pessoal do aluno.

                                           Fonte: https://comunicaoeexpresso.blogspot.com