sábado, 15 de junho de 2019

FÁBULA: A RAPOSA E A MÁSCARA - ADAPTAÇÃO NICÉAS ROMEO ZANCHETT - COM GABARITO

Fábula: A RAPOSA E A MÁSCARA 
                
    Adaptação: Nicéas Romeo Zanchett 

     Num certo dia de verão, uma raposa passeava pelos campos e encontrou em seu caminho uma máscara de homem. Pegou-a com grande curiosidade e, examinando-a detidamente, reparou que era oca por dentro. 
        Ao ver isso ela não conteve o riso e disse: 
        -- É pena que uma cabeça de rosto tão lindo não tenha miolos!
        E foi-se embora rindo e julgando aquela máscara que lhe parecia tão insignificante. 
        Moral da história: De nada vale uma boa aparência se não tiver juízo. 

                                                             Fábula ESOPO
Entendendo a fábula:

01 – Quando se passa a história?
      Num certo dia de verão.

02 – Em que local acontece a história?
      Nos campos.

03 – O que a raposa encontrou em seu caminho?
      Uma máscara de homem.

04 – Para que serve uma fábula?
(   ) Divertimento.
(X) Ensinamento.
(   ) Informação.

05 – A raposa pegou a máscara, examinou bem e percebeu o quê?
      Que a máscara era oca por dentro.

06 – Ao ver que a máscara era oca, não se conteve o riso e disse o quê?
      “-- É pena que uma cabeça de rosto tão lindo não tenha miolos!”

07 – Numa fábula há sempre uma crítica a determinado tipo de comportamento, que se deveria evitar. Nessa fábula, a crítica refere-se a quê?
      Que existe muitas pessoas bonitas fisicamente, mas feias por dentro (egoístas, fúteis, etc.)

08 – Qual o desfecho (situação final) da fábula?
      Resposta pessoal do aluno.
     


MENSAGEM ESPÍRITA: AMOR E PAZ - JOANNA DE ÂNGELIS - DIVALDO P. FRANCO - PARA REFLEXÃO


Amor e Paz
Joanna de Angelis

      O desânimo é pântano venenoso onde se asfixiam as mais belas aspirações da vida.
        A precipitação torna-se fogaréu a arder sem finalidade, muitas vezes prejudicando a lavoura do bem.
        O receio sistemático constitui campo onde medram as plantas daninhas que destroem a sementeira da esperança.
        A maledicência é geratriz de males incontáveis.
        A preguiça urde a destruição do trabalho, tanto quanto a má vontade inspira a insensatez.
        Comenta-se sobre a violência com exagerada cooperação dos veículos da moderna informática, estimulando mentes enfermas e personalidades psicopatas a se entregarem à alucinação.
        A terapia para a terrível epidemia que toma conta do mundo é o amor em todas as suas expressões.
        Amor fraternal que sustenta a amizade e dissemina a confiança.
        Amor espiritual que generaliza o interesse de todos pelo bem comum.
     Amor cristão em serviço ativo, que desenvolve o trabalho e espraia a solidariedade.
      O amor que compreende o erro é êmulo do amor que reeduca, da mesma forma que o amor que perdoa promove o amor que salva.
        São formas de violência cruel: o torpe desânimo e a rude precipitação, o infeliz receio, a cruel maledicência e a maléfica preguiça, filhos espúrios do egoísmo que é, em si mesmo, o gerador dos males que desgovernam o mundo.
        Contribui para a ordem e a paz mediante a utilização do verbo feliz, falando para ajudar – distendendo o conforto moral e as diretrizes de equilíbrio: mediante o pensamento – resguarda-te do pessimismo, irradiando ondas mentais de simpatia, orando em silêncio; através da ação produzindo no bem, mesmo que seja com a dádiva modesta de uma luz acesa na escuridão, de um vaso de água fria na ardência da sede, de uma côdea de pão estendida ao esfaimado, de um grão rico de vida na vala fértil com olhos postos no futuro.
        Cada um pode oferecer a sua melhor parte, doar a mais importante quota que, em palavras simples e plenas, é o amor.
        Jesus, em todas as circunstâncias, não obstante pudesse modificar as estruturas do seu tempo e solucionar os problemas daqueles que O buscavam, por amor ajudou cada criatura que a Ele recorria, influenciando-a a mudar de atitude perante a vida e a crescer no bem, avançando em paz na direção de Deus, o Amor Total.

FRANCO, Divaldo Pereira. Receitas de Paz. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL.


TEXTO: A VERDADE E A MENTIRA - DILÉA FRATE - COM QUESTÕES GABARITADAS

Texto: A verdade e a mentira
         Diléa Frate


        A verdade marcou um encontro com a mentira. A verdade chegou na hora, pontual e certa. A mentira chegou atrasada e se justificou: "Minhas pernas são curtas e bambas. Mas não conte a ninguém". A verdade nada disse. Apenas sorriu. A mentira prosseguiu: "O que você quer de mim? Eu sou bonita, você é feia, eu sou jovem, você é velha, eu sou extrovertida, você é tímida, eu sou agradável, você é desagradável, eu sou, enfim, aquilo que as pessoas querem. Posso ser qualquer coisa, estar em qualquer lugar, posso fazer tudo o que quero e francamente, não vejo porquê de estar aqui, nesse momento, perdendo meu tempo com alguém que não é bem-aceita em todos os lugares. O que você quer de mim afinal?" disse a mentira com a voz ligeiramente esganiçada.
        A verdade com voz límpida e cristalina, respondeu apenas: "Quero lhe dizer que, apesar de sua beleza e formosura, eles querem a mim. As pessoas buscam a mim, mesmo quando encontram você".
        Na hora de ir embora, sempre apressada, a mentira botou o casaco da verdade e saiu correndo. A verdade, para não passar frio, botou a roupa da mentira. E todo mundo achou que a verdade era a mentira e a mentira era a verdade. Mas foi só por um tempo. Logo um vento soprou revelando as pernas curtas e bambas da mentira disfarçada.

Diléa Frate Histórias para acordar 
São Paulo - Companhia das Letrinhas, 1996.

Entendendo o texto:

01 – O que você acha de uma pessoa que mente muito?
      Resposta pessoal do aluno.

02 – Você gostaria de ser conhecido(a) como uma pessoa mentirosa?
      Resposta pessoal do aluno.

03 – O que você diria para uma pessoa que conta muitas mentiras?
      Resposta pessoal do aluno.

04 – É possível confiar em alguém que conta muitas mentiras?
      Não é possível, pois nunca saberá quando ela estará falando a verdade.

05 – Existem mentiras mais graves do que outras?
      Sim. No geral todos já contamos uma mentira para se livrar de uma bronca, ter algum benefício ou evitar machucar alguém. Porém, existem indivíduos que fazem da mentira um estilo de vida, e é constituído um distúrbio de personalidade chamado mitomania em que a pessoa mente a respeito de todos os assuntos, sem nunca demonstrar constrangimento quando suas histórias são descobertas.

06 – Como fazer para não ser considerado um mentiroso?
      Estar sempre vigilante em falar pequenas mentiras e isto se tornar um hábito.

07 – Se uma pessoa é muito mentirosa, ela pode lutar contra isso e mudar?
      Sim, se é um distúrbio de personalidade ela deve procurar ajuda de profissionais da psicologia.

08 – Você se definiria como uma pessoa que mente muito, que não mente ou que mente pouco?
      Resposta pessoal do aluno.




sexta-feira, 14 de junho de 2019

POEMA: DISPERSÃO - FRAGMENTO - MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO - COM GABARITO


Poema: Dispersão - Fragmento
        
      Mário de Sá-Carneiro

Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.

Passei pela minha vida
Um astro doido a sonhar.
Na ânsia de ultrapassar,
Nem dei pela minha vida...

Para mim é sempre ontem,
Não tenho amanhã nem hoje:
O tempo que aos outros foge
Cai sobre mim feito ontem. 


(O Domingo de Paris
Lembra-me o desaparecido
Que sentia comovido
Os Domingos de Paris:

Porque um domingo é família,
É bem-estar, é singeleza,
E os que olham a beleza
Não têm bem-estar nem família).

O pobre moço das ânsias...
Tu, sim, tu eras alguém!
E foi por isso também
Que te abismaste nas ânsias.

A grande ave dourada
Bateu asas para os céus,
Mas fechou-as saciada
Ao ver que ganhava os céus.

Como se chora um amante,
Assim me choro a mim mesmo:
Eu fui amante inconstante
Que se traiu a si mesmo.

Não sinto o espaço que encerro
Nem as linhas que projeto:
Se me olho a um espelho, erro -
Não me acho no que projeto.

Regresso dentro de mim,
Mas nada me fala, nada!
Tenho a alma amortalhada,
Sequinha, dentro de mim.

Não perdi a minha alma,
Fiquei com ela, perdida.
Assim eu choro, da vida,
A morte da minha alma. 
[...]
  Obras completas de Mário de Sá-Carneiro. Poesias. Lisboa: Ática, sd. v. 2. p. 61-5.

Entendendo o poema:

01 – No poema, o eu lírico faz uma espécie de avaliação de sua trajetória de vida, tratando de momentos vividos no passado e de momentos vividos no presente.

a)   Observe os tempos verbais empregados. Eles confirmam ou negam essa divisão temporal? Por quê?
Confirmam: as formas verbais do pretérito perfeito e do imperfeito do indicativo referem-se ao tempo passado; as formas verbais do presente do indicativo referem-se ao tempo presente.

b)   Tomando por base a 3ª estrofe, que tipo de expectativa o eu lírico tem para o presente e para o futuro?
Tem uma expectativa pessimista. Para ele, não há presente nem futuro, há apenas passado.

c)   Que significado tem o passado para o eu lírico?
O passado, para ele, significa a unidade e a perfeição de um eu do qual sente saudades e que, no presente, se desdobrou em um ser sem identidade. Imagens como "Astro doido a sonhar" e "A grande ave dourada" comprovam a idealização do passado.

d)   Como se sente o eu lírico no presente? Comprove sua resposta retirando um ou dois versos do poema.
Sente-se perdido, frustrado, morto interiormente, sem forças para voltar a ser o que era. " Não me acho no que projeto" / "Tenho a alma amortalhada".

02 – Como é comum nos escritos de Sá-Carneiro, o poema põe em questão a identidade do eu lírico.
a)   Interprete os versos:
“Não sinto o espaço que encerro
Nem as linhas que projeto:
Se me olho a um espelho, erro -
Não me acho no que projeto.”

Esses versos revelam a falta de identidade; o eu lírico não reconhece a si mesmo.

b)   Retire do texto exemplos de desdobramento da personalidade ou da busca de um "outro" dentro do eu.
"E hoje, quando me sinto, / É com saudades de mim", e toda a 9ª estrofe.

03 – Justifique o título do poema a partir das ideias nele contidas.
      O título está relacionado com a diluição do ser, com a perda da identidade original e com a busca de uma nova identidade.

04 – Um tema recorrente na obra do autor é a valorização do passado, o desperdício do presente e a não espera do futuro. Cite os versos do poema.
      “E hoje, quando me sinto,
       É com saudades de mim.”

      “Passei pela minha vida
       Um astro doido a sonhar. 
      Na ânsia de ultrapassar, 
      Nem dei pela minha vida...”

05 – Na sétima estrofe nota-se a presença de uma metáfora. Explique-a.
      Onde a ave seria o poeta buscando, assim, um objetivo e a partir do momento que conseguiu “fechou as asas”, porque poeta é um permanente insatisfeito.

06 – Em que versos nota-se o tema do “eu” em combate consigo mesmo e com a vida?
      “Não perdi a minha alma,
       Fiquei com ela, perdida”.

FÁBULA: A MULHER QUE POSSUÍA UMA GALINHA - ESOPO - COM GABARITO

Fábula: A Mulher que Possuía uma Galinha
                                                ESOPO

        Uma mulher possuía uma galinha, que todos os dias, milagrosamente, pontualmente, sem falta, botava um ovo.
        Ela então pensava consigo mesma, como poderia fazer para obter, ao invés de um, dois ovos por dia.
        Assim, disposta a atingir seu objetivo, decidiu alimentar a galinha com uma porção de ração reforçada, o dobro da medida que a ela dispensava todos os dias.
        Então, a partir daquele dia, a galinha que comia sem parar, tornou-se gorda e preguiçosa, e nunca mais botou nenhum ovo.
        Moral da História: É Melhor uma migalha por dia que um dia sem migalha...
                                                                        Fábula ESOPO
Entendendo a fábula:
01 – Quem são os personagens?
      A mulher e a galinha.

02 – O que a galinha fazia todos os dias?
      Pontualmente, sem falta, botava um ovo.

03 – A mulher por ganância fez o que para a galinha botar dois ovos por dia?
      Decidiu alimentar a galinha com uma porção de ração reforçada, o dobro da medida que dava diariamente.

04 – O que aconteceu com a galinha, depois de se alimentar tanto?
      Tornou-se gorda e preguiçosa e nunca mais botou nenhum ovo.

05 – Qual a moral da história?
      É melhor uma migalha por dia que um dia sem migalha.

06 – Você seria capaz de lembrar de alguma situação da vida real onde o contexto da fábula se aplicaria?
      Resposta pessoal do aluno.

07 – Que outro título você daria à fábula?
      Resposta pessoal do aluno.





CONTO: A GAROTA DAS LARANJAS - FRAGMENTO - JOSTEIN GAARDER - COM GABARITO


Conto: A garota das laranjas - Fragmento
                            
    Jostein Gaarder

        Há pouco menos de uma semana, voltei da aula de música e dei com os meus avós aqui em casa: uma visita surpresa. [...]
        Fui para a sala e me sentei no tapete, e todo mundo estava tão sério que cheguei a pensar que tivesse acontecido alguma coisa grave. Não me lembrava de ter aprontado nada no colégio ultimamente. [...] Por isso me limitei a perguntar:
        -- O que aconteceu?
        E então vovó se pôs a contar que tinha achado a carta que meu pai escreveu para mim pouco antes de morrer. Senti um frio no estômago. Fazia onze anos que ele tinha morrido. Eu nem sabia ao certo se me lembrava dele. Uma carta do meu pai, aquilo me pareceu terrivelmente solene, quase um testamento.
        Foi quando reparei que vovó estava com um envelope grosso na mão. Ela o colocou nas minhas. Estava fechado e com apenas duas palavras escritas: “para Georg”. [...]
        Jostein Gaarder. A garota das laranjas. São Paulo:
Companhia das Letras, 2005. p. 10-11.
Entendendo o conto:

01 – Qual é o foco narrativo apresentado no texto? Justifique sua resposta com exemplos.
      O foco narrativo é em primeira pessoa. Exemplos: “[...] voltei da aula de música e dei com os meus avós aqui em casa [...]”; “Fui para a sala e me sentei no tapete [...]”; etc.

02 – Qual parece ser o sentimento vivenciado pela personagem? De que forma o leitor fica sabendo qual é esse sentimento?
      Parece ser um sentimento de surpresa, de expectativa acompanhada de apreensão. Revelam esse sentimento o fato de o menino imaginar que acontecera algo grave e ter sentido um frio no estomago e a expressão terrivelmente solene, usada por ele para exprimir sua sensação ao saber a carta do pai.

03 – Reescreva esse trecho mudando o foco narrativo e fazendo as alterações necessárias.
      Para mudar o foco narrativo, será necessário alterar todos os verbos e pronomes que estão na primeira pessoa do singular. Além disso, no primeiro parágrafo, voltei deve ser substituído por Georg voltou, e aqui tem de ser suprimido; no quarto e no último parágrafo, vovó deve ser trocada por a avó ou sua avó.

04 – No texto reescrito por você, o narrador participa da história? Explique o fato de ele conhecer os sentimentos e pensamentos da personagem.
      O narrador não participa como personagem da história. Ele pode conhecer os sentimentos e pensamentos das personagens por ser um narrador em terceira pessoa.

05 – Compare o texto original com o reescrito por você. Quais mudanças gramaticais você identifica nesse trecho? Dê exemplos.
      Alguns verbos e pronomes se mantiveram inalterados; os que estavam na primeira pessoa passaram para a terceira pessoa: voltei / voltou; dei / deu; meus / seus; minhas / suas / dele; etc.


CRÔNICA: SOLIDÁRIOS NA PORTA - LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO - COM GABARITO


Crônica: Solidários na porta   

              Luís Fernando Veríssimo

   Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seus semelhantes pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder. 
        O trânsito em qualquer cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. 
        Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade na jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.
        – Porta aberta.
        – O quê?
        Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
        Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.

                 Luís Fernando Veríssimo. In: O suicida e o computador.
Porto Alegre: L&PM, 1992
Entendendo a crônica:

01 – A crônica de Luiz Fernando Veríssimo baseia-se em que fato do cotidiano?
a) No trânsito, as pessoas tornam-se agressivas.
b) No trânsito, as pessoas tornam-se hospitaleiras.
c) A cada dia que passa, a máquina é mais valorizada que o homem.
d) O trânsito das grandes cidades é complicado.
e) O automóvel foi a grande descoberta da civilização.

02 – “Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. “Antes da roda.” O trecho grifado tem o seguinte sentido:
a) Mostrar a selvageria da pessoa que dirige um carro.
b) Mostrar que a roda foi uma importante descoberta do homem.          
c) Informar ao leitor que o texto vai estabelecer um paralelo, em caráter científico, entre o homem de hoje e o da Idade da Pedra.
d) Mostrar que muitas descobertas irão ainda acontecer.
e) Existem duas alternativas corretas.

03 – “... cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro...” O trecho destacado aponta a seguinte reflexão:
a) O homem usa o seu próximo como “degrau” para subir na vida.
b) O homem do século XXI é altamente materialista.  
c) Nos dias atuais é grande o sentimento de competitividade e individualismo. 
d) A ideia de civilização é reforçada.
e) É preciso disputar o “seu” espaço no mundo, custe o que custar.

04 – O título desta crônica refere-se à(ao):
a) Trânsito caótico das cidades grandes.
b) Solidariedade constante no trânsito.
c) Disciplina exigida, de acordo com o novo código de trânsito.
d) Porta de esperança que temos na mudança do comportamento humano.
e) Estranha atitude do homem em demonstrar solidariedade a respeito de um simples fato aparentemente.

05 – “Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas.” A opção em que, apesar da alteração, o sentido do trecho não foi mudado é:
a) Vivemos a civilização do automóvel, porém atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas.    
b)   Vivemos a civilização do automóvel, ainda que atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas.    
c) Vivemos a civilização do automóvel, portanto atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas.    
d) Vivemos a civilização do automóvel, mesmo que atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas.    
e) Vivemos a civilização do automóvel, porque atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas.