Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado. São todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana.
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
TEXTOS PARA ENSINO MÉDIO - COM QUESTÕES OBJETIVAS/GABARITO
Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado. São todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana.
terça-feira, 12 de setembro de 2017
TEXTO: NÃO DESPERTEMOS OS LEITORES - MÁRIO QUINTANA - COM GABARITO
Autor que os queira conservar não deve ministrar-lhes o mínimo susto. Apenas as eternas frases feitas.
"A vida é um fardo" - isto, por exemplo, pode-se repetir sempre. E acrescentar impunemente: "disse Bias". Bias não faz mal a ninguém, como aliás os outros seis sábios da Grécia, pois todos os sete, como há vinte séculos já se queixava Plutarco, eram uns verdadeiros chatos. Isto para ele, Plutarco. Mas, para o grego comum da época, deviam ser a delícia e a tábua de salvação das conversas.
Pois não é mesmo tão bom falar e pensar sem esforço? O lugar-comum é a base da sociedade, a sua política, a sua filosofia, a segurança das instituições. Ninguém é levado a sério com ideias originais.
Já não é a primeira vez, por exemplo, que um figurão qualquer declara em entrevista:
"O Brasil não fugirá ao seu destino histórico!"
O êxito da tirada, a julgar pelo destaque que lhe dá a imprensa, é sempre infalível, embora o leitor semidesperto possa desconfiar que isso não quer dizer coisa alguma, pois nada foge mesmo ao seu destino histórico, seja um Império que desaba ou uma barata esmagada.
01.O autor ironiza a citação de um argumento
de autoridade no trecho “E acrescentar impunemente: ‘disse Dias, Bias não faz
mal a ninguém, (...)”. Isso significa que a menção de um nome famoso.
a. Despertará desconfiança
no leitor semidesperto.
b. Será suficiente
para conduzir o leitor ao lugar-comum.
c. Será suficiente
para convencer o leitor dorminhoco.
d. Despertará o interesse
de um leitor atento.
02.Mário Quintana
propõe que quem escreve não deve despertar o leitor. Se compararmos o título
com o parágrafo final do texto, percebe-se que, para a autor, o leitor
semidesperto.
a. Considera que
Plutarco é um grego chato que se acha sábio.
b. Concorda com Plutarco
que o Brasil não fugirá ao seu destino histórico.
c. Gosta das ideias
originais, mesmo que nem sempre digam coisa alguma.
d. Gosta das frases
feitas, mesmo que nem sempre digam coisa alguma.
03. Considerando o
trecho “Autor que os queira conservar não deve ministrar-lhes o mínimo susto.
Apenas as eternas frases feitas”, o que assusta o leitor é:
a. Empregar frases
originais.
b. Citar frases de
pessoas famosas.
c. Questionar os
sábios da Grécia.
d. Repetir, com êxito,
grandes “tiradas”.
04. Defina, com suas palavras, um leitor dorminhoco.
O leitor dorminhoco é aquele que lê, mas não faz uma reflexão da leitura para saber se o que ele leu está certo ou errado, tem preguiça de raciocinar. O Texto "Não despertemos o leitor", é um texto dissertativo, pois segundo consulta ao livro de Othon Moacir Garcia Comunicação e Prosa Moderna 26 ed.
O leitor atento lê e pesquisa para ver se o que leu é verdade.
06. Plutarco poderia se considerar um grego comum? Por quê?
Não. Porque Plutarco achava que os sete sábios eram chatos.
07. Por que os sete sábios da Grécia deviam ser a tábua de salvação das conversas?
FÁBULA: A CAUSA DA CHUVA - MILLÔR FERNANDES - COM GABARITO
1. Percebe-se claramente que a causa principal da inquietação dos animais era:
a.( ) a chuva que caía
d.( ) a conclusão a que chegaram
2. A resposta à questão 1 é evidenciada pela seguinte frase do texto:
a.( ) “Uns diziam que ia chover…”
b.( ) “… outros diziam que ainda ia demorar.”
3. O sapo achou que o esclarecimento feito pela galinha era:
a.( ) correto b.( ) aceitável c.(X) absurdo d.( ) científico
4. A expressão do texto que justifica a resposta da questão 3 é:
a.( ) “Como assim?”
d.( ) “Parecem cegos?”
5. A atitude da lebre diante das explicações dadas pelos outros animais foi de:
a.( ) dúvida interrogativa
d.( X ) negação peremptória.
6. A expressão do texto que confirma a resposta à questão 5 é:
a.( X ) “Como assim?”
d.( ) “Parecem cegos?”
7. A fábula de Millôr Fernandes é uma afirmativa de que:
a.( X ) as pessoas julgam os fatos pela aparência
b.( ) cada pessoa vê as coisas conforme o seu estado e seu ponto de vista
c.( ) todos tem uma visão intuitiva dos fenômenos naturais
d.( ) o mundo é repleto de cientistas
8. O relato nos leva a concluir que:
a.( ) a galinha tinha razão
b.( ) a razão estava com o sapo
c.( ) A lebre julgava-se dona da verdade.
d.( X ) as opiniões estavam objetivamente erradas.
9. Cada um dos animais teve sua afirmação satisfeita quando:
a.( ) a discussão terminou
b.( ) chegaram a um acordo
c.( X ) começou a chover
d.( ) foram apartados por outro animal
10. Toda fábula encerra um ensinamento. Podemos sintetizar o ensino desta fábula através da frase:
a.( ) A mentira tem pernas curtas.
b.( X ) As aparência enganam.
c.( ) Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
d.( ) Não julgueis e não sereis julgados.
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
MÚSICA(ATIVIDADES): DANDARA - IVAN LINS - COM GABARITO
TEXTO: A VELOCIDADE DO CÉREBRO - REVISTA COQUETEL - QUESTÕES OBJETIVAS COM GABARITO
TEXTOS CURTOS PARA ENSINO MÉDIO - QUESTÕES OBJETIVAS COM GABARITO
a) Bauducco e Visagis
b) Visconti e Visagis
c) AmBev e Bauducco
d) Bauducco e Visconti
e) Visagis e AmBev
2) A aproximação do Natal é a causa:
a) da compra da Visconti
b) do sigilo do negócio
c) do negócio da Bauducco
d) do melindre dos varejistas
e) do anúncio da união
3) Uma outra causa para esse fato seria:
a) a primeira colocação da Bauducco na fabricação de panettones
b) o fato de a Visconti ser uma multinacional
c) o fato de a AmBev entrar no mercado de panettones
d) o possível melindre dos varejistas
e) o fato de a Visconti ser concorrente da Bauducco
4) Por “aquisição à vista” entende-se, no texto:
a) que a negociação é provável.
b) que a negociação está distante, mas vai acontecer.
c) que o pagamento da negociação será feito em uma única parcela.
d) que a negociação dificilmente ocorrerá.
e) que a negociação está próxima.
disse adeus ao brilhar das açucenas
em ter da vida alevantado o véu.
- Rosa tocada do cruel granizo Cedo
finou-se e no infantil sorriso passou do
berço pra brincar no céu!
(Casimiro de Abreu, in Primaveras)
a) a inocência de uma criança
b) o nascimento de uma criança
c) o sofrimento pela morte de uma criança
d) o apego do autor por uma certa criança
e) a morte de uma criança
6) O tema se desenvolve com base em uma figura de linguagem conhecida como:
a) prosopopeia
b) hipérbole
c) pleonasmo
d) metonímia
e) eufemismo
7) No âmbito do poema, podemos dizer que pertencem ao mesmo campo semântico as palavras:
a) aurora e véu
b) anjo e rosa
c) granizo e sorriso
d) berço e céu
e) cruel e infantil
8) As palavras que respondem ao item anterior são:
a) uma antítese em relação à vida
b) hipérboles referentes ao destino
c) personificações alusivas à morte
d) metáforas relativas à criança
e) pleonasmos com relação à dor.
9) Por “sem ter da vida alevantado o véu” entende-se:
a) sem ter nascido
b) sem ter morrido cedo
c) sem ter conhecido bem a vida
d) sem viver misteriosamente
e) sem poder relacionar-se com as outras pessoas
10) “Na aurora apenas” é o mesmo que:
a) somente pela manhã
b) no limiar somente
c) apenas na alegria
d) só na tristeza
e) só no final.
a) o pragmatismo
b) a falta de sensibilidade
c) a luta contra a ditadura
d) a tranquilidade da vida
e) as raízes na elite do Brasil
12) A palavra que não se liga semanticamente aos homens do Itamaraty é:
a) o segundo que.
b) tiveram.
c) vêm.
d) eles.
13) Pelo visto, o autor gostaria de que os homens do Itamaraty tivessem mais:
a) inteligência
b patriotismo
c) vivência
d) coerência
e) grandeza
14) A oração iniciada por “obviamente” tem um claro valor de:
a) consequência.
b) causa.
c) comparação.
d) condição.
e) tempo.
15) A palavra que pode substituir, sem prejuízo do sentido, a palavra “obviamente”, é:
a) necessariamente
b) realmente
c) justificadamente
d) evidentemente
e) comprovadamente
16) Só não pode ser inferido do texto:
a) nem todo diplomata é excessivamente pragmático.
b) ter lutado contra o colonialismo é importante para a carreira de diplomata.
c) Nem todo diplomata vem da elite brasileira.
d) ter vida fácil é característica comum a todo tipo de diplomata.
e) há diplomatas mais sensíveis que outros.
a) tinham ojeriza pelo Brasil-colônia.
b) consideram as cidades do Brasil-colônia como simples pontos de comércio ou de festividades religiosas.
c) consideram o Brasil-colônia essencialmente rural.
d) observaram a ojeriza que a vida nas cidades causava.
e) consideram o campo mais importante que as cidades.
18) Para o autor:
a) as festas religiosas têm importância para a evolução da língua falada.
b) No Brasil-colônia, havia a prevalência da vida do campo sobre a das cidades.
c) a evolução da língua falada dependia em parte dos pontos de comércio.
d) a evolução da língua falada independe da condição de Brasil colônia.
e) a situação do Brasil na época impedia a evolução da língua falada.
19) A palavra “ojeriza” significa, no texto:
a) medo
b) admiração
c) aversão
d) dificuldade
e) angústia
20) A língua falada “voou com as suas próprias asas” porque:
a) as cidades eram pontos de festividades religiosas.
b) o Brasil se distanciava linguisticamente de Portugal.
c) faltavam universidades nos centros urbanos.
d) não se seguiam normas linguísticas.
e) durante séculos, o controle normativo foi relaxado, por ser o Brasil uma colônia portuguesa.
21) Segundo o texto, a população do Brasil-colônia:
a) à vida do campo preferia a da cidade.
b) à vida da cidade preferia a do campo.
c) não tinha preferência quanto à vida do campo ou à da cidade.
d) preferia a vida em Portugal, mas procurava adaptar-se à situação.
e) preferia a vida no Brasil, fosse na cidade ou no campo.
a) visto que ainda falta um bom tempo para a aposentadoria da maior parte deles.
b) por ainda faltar um bom tempo para a aposentadoria da maior parte deles.
c) se ainda faltar um bom tempo para a aposentadoria da maior parte deles.
d) embora ainda falte um bom tempo para a aposentadoria da maior parte deles.
e) à medida que ainda falta um bom tempo para a aposentadoria da maior parte deles.
23) Segundo o texto:
a) 20 grandes executivos da empresa se aposentarão a médio prazo.
b) 20 grandes executivos da empresa acham-se na faixa entre 58 e 62 anos.
c) nenhum dos 20 grandes executivos se aposentará a curto prazo.
d) Eduardo Andrade é um executivo na faixa dos 58 a 62 anos.
e) a empresa vai substituir seus vinte principais executivos a curto e médio prazos.
24) A empresa, no que toca à aposentadoria de seus executivos, mostra-se:
a) precipitada
b) cautelosa
c) previdente
d) rígida
e) inflexível
25) Sobre o executivo Eduardo Andrade, não se pode afirmar:
a) ocupa, no momento, a superintendência.
b) é um dos conselheiros.
c) será substituído por um dos 200 aspirantes.
d) está se afastando dos negócios da empresa.
e) será o primeiro dos 20 grandes executivos a se aposentar.
26) Sobre a Andrade Gutierrez, não é correto afirmar:
a) é empresa de obras.
b) é do estado de Minas Gerais.
c) preocupa-se com seus funcionários.
d) mantém-se alheia a qualquer tipo de renovação.
e) procura manter vínculo com executivos aposentados.
a) ausência difícil
b) ausência amarga
c) ausência sentida
d) ausência indiferente
e) ausência enriquecedora
28) Para o autor, a saudade é algo:
a) que leva ao desespero.
b) que só se suporta com fé.
c) que ninguém deseja.
d) que transmite coisas boas.
e) que ilude as pessoas.
29) O texto se estrutura a partir de antíteses, ou seja, emprego de palavras ou expressões de sentido contrário. O par de palavras ou expressões que não apresentam no texto essa propriedade antitética é:
a) presença / ausência
b) não / sim
c) ausência de luz / clarão
d) sol / solidão
e) que veda / traz a visão
30) Segundo o texto:
a) sente-se saudade de pessoas, e não de coisas.
b) as coisas ruins podem transformar-se em coisas boas.
c) as coisas boas podem transformar-se em coisas ruins.
d) a saudade, como um capuz, não nos permite ver com clareza a situação que vivemos.
e) a saudade, como um capuz, não nos deixa perceber coisas que ficaram em nosso passado.
31) O que se guarda no coração é:
a) a saudade
b) o clarão
c) o que se deixou para traz
d) a visão
e) o que não se pode ver.