quinta-feira, 25 de outubro de 2018

POEMA PARA SÉRIES INICIAIS: BRINCANDO DE NÃO ME OLHE - ELIAS JOSÉ - COM GABARITO

Poema: BRINCANDO DE NÃO ME OLHE
              ELIAS JOSÉ


Não me olhe de lado
Que eu não sou melado.

Não me olhe de banda
Que eu não sou quitanda.

Não me olhe de frente
Que eu não sou parente.



Não me olhe de trás 
Que eu não sou satanás.

Não me olhe no meio
Que eu não sou recheio.

Não me olhe na janela
Que eu não sou panela.

Não me olhe da porta
Que eu não sou torta.

Não me olhe do portão
Que eu não sou leitão.

Não me olhe no olho
Que eu não sou caolho.

Não me olho na mão
Que eu não sou mamão.

Não me olhe no joelho
Que eu não sou espelho.

Não me olhe no pé
Que eu não sou chulé.

Não me olhe de baixo
Que eu não sou riacho.

Não me olhe de cima
Que acabou a rima.
                                                      Elias José
Entendendo o poema:

01 – Qual é o nome do autor?
      O autor é Elias José.

02 – O texto é:


a) uma fábula.
b) um poema.
c) uma propaganda.
d) um conto de fadas.

03 – Qual parte do corpo o autor explorou nesse poema?
      Olho – mão – joelho – pé.

04 – O sentido correspondente à parte do corpo explorada no texto é:


a) a audição.
b) o tato.
c) o paladar.
d) o olfato.
e) a visão.

05 – O poema é composto de quantos versos?
      Possui 28 versos.

06 – No poema, quais são as partes da casa usada pelo autor?
      Janela – porta – portão.

07 – No verso: “Que acabou a rima”. O que o autor quis dizer?
      Que o poema tinha acabado naquele momento.


CRÔNICA: DIAS PERFEITOS - CECÍLIA MEIRELES - COM QUESTÕES GABARITADAS

Crônica: Dias perfeitos
                Cecília Meireles

        Dias perfeitos são esses em que Meteorologia afirma, vai chover e chove mesmo: não os outros, quando se anda de capa e guarda-chuva para cá e para lá, até se perder um dos dois ou os dois juntos.
        Dias perfeitos são esses em que todos os relógios amanhecem certos: o do pulso, o da cozinha, o da igreja, o da Glória, o da Carioca, excetuando-se apenas os das relojoarias, pois a graça, destes, é marcarem todos horas diferentes.
        Dias perfeitos são esses em que os pneus não amanhecem vazios: as ruas acordam com dois ou três buracos consertados, pelo menos; o ônibus não vem em cima de nós, buzinando e na contramão; e os sinais de cruzamento não estão enguiçados e os guardas estão no seu posto, sem conversa para as morenas nem para os colegas.
        Dias perfeitos são esses em que não cai botão nenhum da nossa roupa ou, se cair, uma pessoa amável aparecerá correndo, gastando o coração, para no-lo oferecer como quem oferece uma rosa, deplorando não dispor de linha e agulha para voltar a pô-lo no lugar.
        Dias perfeitos são esses em que ninguém pisa nos nossos sapatos, nem esbarra com uma cesta nas nossas meias, ou, se isso acontecer, pede milhões de desculpas, hábito que se vai perdendo com uma velocidade supervostokiana.
        Dias perfeitos são esses em que os guichês do Correio dispõem de gentis senhoritas e respeitáveis senhores que não estão fazendo crochê nem jogando xadrez sozinhos e não se aborrecem com o mísero pretendente à expedição de uma carta aérea, e até sabem quanto pesa a missiva e qual o seu destino, no mapa, e têm troco certo na gaveta, e não atiram os selos pelo ar como quem solta pombos da cartola. (Ah, esses são dias perfeitíssimos! ...)
        Dias perfeitos são esses em que o motorista do carro de trás não buzina como um doido, os da direita e da esquerda não dançam quadrilha na nossa frente, e os velhotes não leem jornal no meio da rua, e as mocinhas que carregam à cabeça seus tabuleiros de penteados não resolvem atravessar, com suas perninhas trepadas em metro e meio de saltos, justamente por lugares por onde nem a bola de futebol doméstico se arrisca.
        Dias perfeitos são esses em que se vai ao teatro, como mandam os amigos, e os atores sabem o que estão fazendo, e a vizinha de trás não conversa do prólogo ao epílogo sobre assuntos particulares, e a menina da frente não chupa, não mastiga e não assovia caramelos e o cavalheiro da esquerda não pega no sono, resvalando insensivelmente para cima de nós o seu mavioso ronco.
        Dias perfeitos, esses em que voltamos para a casa e a encontramos intacta, no mesmo lugar, e intactos estão os nossos tristes ossos, e podemos dormir em paz, tranquilos e felizes como se voltássemos apenas de um passeio pelos anéis de Saturno.

Cecília Meireles. Crônicas para jovens. São Paulo: Global, 2012.
Entendendo a crônica:

01 – De que trata esta crônica?
      Fala desse nosso desejo de que tudo esteja sempre no seu devido lugar.

02 – Após ler a crônica, percebemos que somos seres de expectativas. Que significa?
      Significa que esperamos da vida, dos outros, das coisas, de tudo. E cada vez que algo não corresponde a um desses nossos aguardos, emburramos, à maneira das crianças mimadas.

03 – Que conclusão podemos chegar para não se sentirmos frustrados, decepcionados ou desiludidos?
      De que não devemos criar expectativas em demasia. Deixemos a vida nos surpreender.

04 – Na crônica cita o tempo de relógio, mas se alguém mais prático perguntar: “Mas de que servem esses relógios se não marcam a hora certa”?
      O poeta responderia: Que tal se perder na hora, no tempo, de vez em quando, sem saber qual relógio está certo, qual relógio está errado? Afinal, que é o tempo?

05 – Onde podemos encontrar a beleza da vida?
      A beleza da vida está em enxergar perfeição nos dias, mesmo que não tenham sido nada do que esperávamos deles. Está em terminar cada jornada, entre o amanhecer e entardecer, um pouco mais maduros, mais conscientes, mais perfeitos, pois é a nossa própria perfeição que devemos buscar.

06 – O que acontece quando tornamos mais perfeitos?
      Os dias também o serão, independente de como se apresentam. Mudaremos a lente que os vê, simplesmente.

        Redação do Momento Espírita, com base em trecho da crônica Dias Perfeitos, de Cecília Meirelles, do Livro Crônicas para Jovens, ed. Global. Em 28/09/2017.


FÁBULA: O SEGREDO DE NOSSA CASA - AFRICANA - COM QUESTÕES GABARITADAS.

Fábula: O segredo de nossa casa


        Os segredos da nossa casa não devem ser espalhados pelos vizinhos.
       Há muito valemo-nos das fábulas para dizer, de modo eufêmico, verdades cotidianas.
        Assim, quando objetos e animais ganham vozes e se submetem a acontecimentos diversos, melhor podemos analisar, na alegoria da história contada, ações e reações nossas. Momento em que repensamos os nossa hábitos e nossos crenças.
        Abaixo, uma fábula africana que nos dá oportunidade de ponderamos sobre a real necessidade de noticiar aquilo que ocorre no íntimo dos nossos lares.
        “Certo dia, uma mulher estava na cozinha e, ao atiçar a fogueira, deixou cair cinza em cima do seu cão.
        O cão queixou-se:
        – A senhora, por favor, não me queime!
        Ela ficou muito espantada: um cão a falar! Até parecia mentira…Assustada, resolveu bater-lhe com o pau com que mexia a comida. Mas o pau também falou:- O cão não me fez mal. Não quero bater-lhe!
        A senhora já não sabia o que fazer e resolveu contar às vizinhas o que se tinha passado com o cão e o pau.
        Mas, quando ia sair de casa a porta, com um ar zangado, avisou-a:
        – Não saias daqui e pensas no que aconteceu. Os segredos da nossa casa não devem ser espalhados pelos vizinhos.
        A senhora percebeu o conselho da porta. Pensou que tudo começara porque tratara mal o seu cão. Então, pediu-lhe desculpa e repartiu o almoço com ele.”
        Moral da história: É fundamental sabermos conviver uns com os outros, assegurar o respeito mútuo, embora às vezes seja difícil...

                                              Fábula africana. Editorial CONTI outra.
Entendendo a fábula:

01 – Nesta frase: “Certo dia, uma mulher estava na cozinha e, ao atiçar a fogueira, deixou cair cinza em cima do seu cão.”, encontre os advérbios.
      “Certo dia” (tempo); “na cozinha” (lugar)

02 – Que tipo de fala há na conversa do cão e da porta?
      Na fala do cão, há um apelo;
      Na fala da porta, um conselho ou exortação (observe-se o uso do verbo de elocução “avisou-a”.).

03 – Que pessoa do verbo é usada nas falas do cão e da porta e com que intenção?
      Na fala do cão, a 3ª pessoa do singular (“queime”) pode ter sido utilizada para demonstrar maior familiaridade entre os interlocutores;
      Na fala da porta, ocorre a 2ª pessoa do singular (“saias” e “pensa”), talvez para manter maior distanciamento entre as personagens.

04 – O que o uso do “presente histórico” pode provocar?
      O uso do chamado “presente histórico” pode provocar efeito de aproximação dos fatos ou maior envolvimento com eles.

05 – Marque com um (X) a alternativa correta:
a) O texto que você leu é um:
    (X) Fábula.
    (  ) Poema.
b) Quem conta essa história?
    (X) Uma personagem da história.
    (  ) Alguém que não participa da história, mas a observa  e conta o que acontece.

06 – Quais personagens aparecem na história?
      A mulher, o cão, o pau e a porta.

07 – Relacione as personagens às suas falas:
(1) O cão.
(2) O pau.
(3) A porta.
(4) A senhora.
(3) Não saias daqui e pensa no que aconteceu. Os segredos da nossa casa não devem ser espalhados pelos vizinhos.
(1) A senhora, por favor, não me queime!
(2) O cão não me fez mal. Não quero bater-lhe!
(4) Pensou que tudo começara porque tratara mal o seu cão.

08 – Qual a moral da história?
      “É fundamental sabermos conviver uns com os outros, assegurar o respeito mútuo, embora às vezes seja difícil...”

09 – Recorde o que você aprendeu sobre (palavras com m antes de p e b e n antes de outra consoante):
Ombro                  cumprimento                 mentira
Limpeza               amendoim                     espantada
Zumbi                   sons                              companheiros
Silêncio                semente                        tempo.

10 – Complete as frases abaixo com (am ou ão):
a)  Eles compraram maçãs. (Passado)
b)  Eles dormirão no hotel. (Futuro)
c)  Eles cantarão na festa. (Futuro)
d)  Eles viajaram de trem. (Passado)
e)  Eles estudarão a lição. (Futuro).

11 – Numere de acordo com o tempo em que os verbos se encontram nas frases abaixo:
 (1) Passado.       (2) futuro

(2) Os meninos brincarão no sítio.
(1) As crianças compraram sorvete.
(2) Os cantores se presentarão no show.
(1) Eles ganharam muitos presentes.

12 – Complete as frases conjugando os verbos em destaque:
Comer
Ontem, eles comeram muito.
Amanhã, eles comerão pouco.
Dançar
Ontem, eles dançaram a noite inteira.
Amanhã, eles não dançarão nada.
Escovar
Ontem, eles escovaram os dentes após o jantar.
Amanhã, eles escovarão os dentes após o jantar.

13 – Separe o sujeito e o predicado das frases abaixo:
a) O Sol ilumina a terra.
Sujeito: O sol
Predicado: ilumina a Terra.

b) O carro quebrou.
Sujeito: O carro
Predicado: quebrou.

c) Paulo fechou a janela.
Sujeito: Paulo
Predicado: fechou a janela.

14 – Classifique as palavras em sinônimos ou antônimos:
a) Orar e rezar são sinônimos.
b) Morar e residir são sinônimos.
c) Duro e mole são antônimos.
d) Gostosa e saborosa são sinônimos.
e) Bom e mau são antônimos.

15 – Dê um sinônimo para as palavras:
Lindo: bonito.    
Contente: alegre.
Depressa: ligeiro, rápido.
Comprido: longo.

16 – Dê um antônimo para as palavras:
Lindo: feio.    
Contente: triste.
Depressa: lento.
Comprido: curto.





SONETO: AMOR FIEL - GREGÓRIO DE MATOS - COM QUESTÕES GABARITADAS


Soneto: Amor Fiel

“Ó tu do meu amor fiel traslado
Mariposa entre as chamas consumida,
Pois se à força do ardor perdes a vida,
A violência do fogo me há prostrado.

Tu de amante o teu fim hás encontrado, 

Essa flama girando apetecida;
Eu girando uma penha endurecida,
No fogo que exalou, morro abrasado.

Ambos de firmes anelando chamas,
Tu a vida deixas, eu a morte imploro
Nas constâncias iguais, iguais nas chamas.

Mas ai! que a diferença entre nós choro,
Pois acabando tu ao fogo, que amas,
Eu morro, sem chegar à luz, que adoro.”

                                                             Gregório de Matos
Entendendo o soneto:

01 – Qual o título do soneto e que é o autor?
      Amor fiel. Gregório de Matos.

02 – A que imagem o amor do eu lírico é comparado nos dois primeiros versos?
      A uma mariposa.

03 – Que imagem pode ser construída a partir da atitude da mariposa no segundo verso?
      Uma mariposa girando em torno da chama de uma vela ou de uma lâmpada.

04 – O que a mariposa representa na primeira estrofe?
      Representa o amante, o sujeito lírico.

05 – E o que representa a chama?
      Representa a mulher amada, aquela que atrai o sujeito.

06 – Por que o sujeito lírico diz que morre girando uma penha endurecida?
      Porque a mulher amada não corresponde ao seu amor.

07 – Por que o eu lírico implora a sua própria morte?
      Porque percebe que seu amor não é correspondido.

08 – Que verso revela a morte do amor de sua amada?
      "Tu a vida deixas, eu a morte imploro"

09 – Que verso do soneto revela a humilhação do eu lírico por um amor ainda não conquistado?
      "A violência do fogo me há prostrado."

10 – A quem se refere o pronome “nós” na última estrofe?
      A mariposa e ao eu lírico.

11 – A situação do amante é pior do que a da mariposa. Descreva o final da mariposa e do eu lírico.
      Mariposa: Antes da sua morte, ela alcança ao fogo (o amor). 
      Eu lírico: Morre antes de alcançar a luz (o amor).

12 – Localize no soneto duas antíteses.
      Vida e morte.

13 – Qual a estrutura de um soneto?
      Um soneto é composto de quatro estrofes, sendo as duas primeiras com quatro versos e as duas últimas estrofes com três versos.


TEXTO: ÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔ!!! AUTOR DESCONHECIDO - COM GABARITO


Texto: Ôôôôôôôôôôôôôô!!!

      Subir nas copas das árvores pular de um lado para o outro, escorregar em troncos. Tudo isso deixou de ser coisa de Tarzan e faz parte do arborismo, um esporte pra lá de radical.
        O arborismo é um esporte que tem acelerado o coração de muito candidato a Tarzan por aí. Esse esporte é praticado em trilhas aéreas, amarradas em árvores e postes.
        Os participantes atravessam pontes suspensas, escalam redes, caminham sobre cabos de aço. Equilibram-se em estribos, deslizam por cordas e ficam pertinho da natureza.
        Todas essas atividades acontecem lá no alto das árvores, às vezes a mais de 10 metros de altura. Por isso, é muito importante estar acompanhado por um guia e usar equipamentos de segurança como capacete, cinturão, luvas e cabos.
        Essa ideia de se aventurar nas árvores surgiu a partir do trabalho dos biólogos. Para estudar a fauna e a flora, eles tiveram de encontrar um jeito de subir e circular entre as árvores mais altas. Daí, para a prática do arborismo se tornar um esporte radical, foi um pulo.
                                                                 Autor desconhecido.
Entendendo o texto:
01 – O assunto desse texto é:
(X) a prática do arborismo.
(  ) o equipamento de segurança.
(  ) a vida nas florestas.
(  ) o trabalho dos biólogos.

02 – O objetivo desse texto é:
(  ) descrever a fauna e a flora.
(  ) divulgar o trabalho dos cientistas.
(X) informar sobre um novo esporte.
(  ) relatar um experimento científico.

03 – Para você qual deveria ser o título do texto?
      Resposta pessoal do aluno.

04 – Quais são os equipamentos de segurança necessários?
      É necessário usar equipamentos de segurança como capacete, cinturão, luvas e cabos.

05 – De qual outro assunto o texto trata?
      O estudo da fauna e a flora.
     



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

POESIA: TELEGRAMA - CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE - COM GABARITO

Poesia: Telegrama        
        Carlos Drummond de Andrade


Emoção na cidade.
Chegou telegrama para Chico Brito.
Que notícia ruim,
Que morte ou pesadelo
Avança para Chico Brito no papel dobrado?

Nunca ninguém recebe telegrama
Que não seja de má sorte.
Para isso foi inventado.

Lá vem o estafeta com rosto de Parca
Trazendo na mão a dor de Chico Brito.
Não sopra a ninguém.
Compete a Chico
Descolar as dobras
De seu infortúnio.

Telegrama telegrama telegrama.

Em frente à casa de Chico Brito o voejar murmure
De negras hipóteses confabuladas.
O estafeta bate à porta.
Aparece Chico, varado de sofrimento prévio.
Não lê imediatamente.
Carece de um copo de água
E de uma cadeira.
Pálido, crava os olhos
Nas letras mortais:

Queira aceitar efusivos cumprimentos passagem
Data natalícia espero contar valioso apoio
Distinto amigo minha reeleição deputado
Federal quinto distrito cordial abraço
Atanágoras Falcão.

Carlos Drummond de Andrade. Telegrama, in Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 8/7/72.

Entendendo a poesia:
01 – No verso “que morte ou pesadelo”, o que a palavra destacada sugere?
      Algo ruim.

02 – O que é um estafeta?
      Carteiro.

03 – Parca, de acordo com a mitologia, é uma das deusas que fiava, dobrava e cortava o fio da vida. Sabendo disso, o que o eu-lírico quis comunicar no verso “Lá vem o estafeta com rosto de Parca”?
     O eu-lírico quis dar a entender que a notícia trazida pelo estafeta poderia lhe causar a morte, pois uma mensagem trazida às pressas geralmente não é boa. 

04 – Explica o significado das expressões: voejar múrmure, negras hipóteses, sofrimento prévio e carece.
      Murmúrios e cochichos, suposições de algo ruim, sofrimento antecipado, precisa. 

05 – Explica a diferença entre dia natalício e dia natalino.
      Dia natalício se refere ao dia de nascimento e dia natalino, ao dia de Natal.

06 – Há “emoção na cidade”. Por quê?
      Há emoção na cidade pela chegada de um telegrama com uma notícia inusitada que desperta a curiosidade das pessoas. 

07 – Quem estava confabulando em frente à casa de Chico Brito?
      Os vizinhos.

08 – Que expressão o poeta usa na 1ª estrofe para se referir ao telegrama?
      Usa a expressão “papel dobrado”.

09 – O estafeta mantém sigilo. Que frase informa isso?
      O verso “Não sopra a ninguém”, 3ª estrofe.

10 – Na 4ª estrofe, ocorreu a repetição de uma mesma palavra. O que o poeta quis sugerir?
      A repetição mostra o anúncio entre as pessoas da vizinhança que viram o estafeta chegar, alarmando umas às outras. 

11 – No verso “O estafeta bate à porta”, há a repetição de uma mesma consoante. Qual é? O que o poeta pretende com isso?
     Além de dar sonoridade ao poema, ele destaca a letra T, reforçando o título e o objeto que serviu de tema para o texto (Telegrama).

12 – Quem era Atanágoras Falcão?
     Era o remetente do telegrama, um candidato a deputado federal.

13 – Qual era o objetivo da mensagem enviada no telegrama a Chico Brito?
      Parabenizar Chico Brito pela passagem do aniversário e aproveitar para fazer campanha política.





SIMULADO- LITERATURA DE INFORMAÇÃO E DOS JESUÍTAS - COM GABARITO


SIMULADO – LITERATURA DE INFORMAÇÃO E DOS JESUÍTAS

01 – (UFRN) Define-se a Literatura Informativa no Brasil como:
a. as obras que visavam a tornar mais acessíveis aos indígenas os dogmas do cristianismo.
b. a prova de que os autores brasileiros tinham em mente emancipar-se da influência europeia.
c. o reflexo de traços do espírito expansionista da época colonial.
d. a prova do sentimento de religiosidade que caracterizou os primeiros habitantes da nova terra descoberta.
e. a descrição dos hábitos de nomadismo predominantes entre os índios.

02 – (UEL – PR). A curiosidade geográfica e humana e ao desejo de conquista e domínio corresponde, inicialmente, o deslumbramento diante da paisagem exótica e exuberante da terra recém-descoberta, testemunhado pelos cronistas portugueses:
a. Gonçalves de Magalhães e José de Anchieta.
b. Pêro de Magalhães Gandavo e Gabriel Soares de Sousa.
c. Botelho de Oliveira e José de Anchieta.
d. Gabriel Soares de Sousa e Gonçalves de Magalhães.
e. Botelho de Oliveira e Pêro de Magalhães Gandavo.

03 – (FEI-SP). Dos oito (autos) que lhe são atribuídos, o melhor é o intitulado Na festa de São Lourenço, representado, pela primeira vez, em Niterói, em 1583. Seu autor é:
a. Anchieta.
b. Gregório de Matos.
c. Bento Teixeira.
d. Padre Manuel da Nóbrega.
e. Gabriel Soares de Sousa.

04 – (Fuvest – SP). Entende-se por Literatura Informativa no Brasil:
a. o conjunto de relatos de viajantes e missionários europeus, sobre a natureza e o homem brasileiros.
b. a história dos jesuítas que aqui estiveram no século XVI.
c. as obras escritas com a finalidade de catequese do indígena.
d. os poemas do padre José de Anchieta.
e. os sonetos de Gregório de Matos.