domingo, 27 de junho de 2021

NOTÍCIA: PUBLICIDADE INFANTIL DEVE SER FEITA COM RESPONSABILIDADE EM VEZ DE PROIBIDA, DIZEM ESPECIALISTAS - DIANA LOTT - COM GABARITO

 Notícia: Publicidade infantil deve ser feita com responsabilidade em vez de proibida, dizem especialistas

             Especialistas debateram educação para o consumo na última edição do Arena do Marketing

Diana Lott

18 maio 2018 às 2h00

São Paulo

        A educação para o consumo deve ser o foco da discussão sobre a publicidade voltada para o público infantil, segundo as especialistas que participaram da última edição do Arena do Marketing, programa mensal promovido pela Folha em parceria com a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e que teve mediação da jornalista Laura Mattos.

        A proibição desse tipo de publicidade não é a saída mais adequada, de acordo com as convidadas.

        Para Luciana Corrêa, coordenadora da área de pesquisa sobre Famílias e Tecnologia do ESPM Media Lab, a publicidade, seja ela direcionada ao público infantil ou não, já faz parte do cotidiano da criança.

        “Não existi mais fronteira entre o que é publicidade e o que é conteúdo. A sociedade como um todo já entende isso e estudos mostram que os consumidores não se incomodam com essa presença”, afirma.

        É necessário que os pais ajam como moderadores, diz Luciana, cuja pesquisa é voltada para as plataformas digitais. “Em relação ao YouTube, a regra deve vir, em primeiro lugar, de casa.”

        Vanessa Vilar, presidente do comitê jurídico da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) e diretora jurídica da Unilever, afirma que os anunciantes devem agir com responsabilidade em relação a esse público, mas sem retirar dos pais o papel de decidir sobre o que seus filhos consomem.

        Ela também acredita que os patrocinadores das peças publicitárias devem contribuir na educação dos jovens consumidores. “A educação para o consumo é o que pode formar cidadãos mais responsáveis e informados que poderão fazer melhores escolhas”, afirma.

        LOTT, Diana. Publicidade infantil deve ser feita com responsabilidade em vez de proibida, dizem especialistas. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 maio 2018. Disponível em: https://bit.ly/2kbAQ1W. Acesso em: 29 set. 2018.

Fonte: Livro – Tecendo Linguagens – Língua Portuguesa – 8º ano – Ensino Fundamental – IBEP 5ª edição – São Paulo, 2018, p. 225-6.

Entendendo a notícia:

01 – Releia o título e o subtítulo da notícia e responda:

a)   Que fato é apresentado?

O Arena do Marketing, programa mensal promovido pela Folha em parceria com a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), promoveu debate sobre a proibição de publicidade infantil com especialistas e mediação da jornalista Laura Mattos.

b)   No título, é apresentada a opinião de especialistas no assunto. Qual é a posição sobre a proibição da publicidade infantil?

Não se deve proibir a publicidade infantil.

c)   O que a escolha desse título revela sobre a posição assumida pelo jornal que publicou a notícia sobre o tema? Explique.

Revela que o jornal tem a mesma opinião da especialista.

02 – Essa notícia faz um relato sobre o debate que ocorreu em um programa on-line, denominado Arena Marketing. Responda:

a)   Quais pessoas participaram do debate? Quais entidades elas representam?

Vanessa Vilar, da ABA e Luciana Corrêa, do ESPM Media Lab.

b)   Quais são as opiniões das duas “debatedoras” sobre o tema?

Ambas são contrárias à proibição de publicidade infantil.

c)   Em sua opinião, pode ser considerado um debate de ideias se ambas defendiam a mesma tese? Explique.

Resposta pessoal do aluno.

d)   Como deveria ser um debate para o leitor formar sua opinião sobre esse tema? Explique.

Deveria ter pessoas que são contrárias e favoráveis à publicidade infantil.

03 – Releia os depoimentos de Luciana Corrêa e responda:

a)   Por que não adianta proibir a publicidade, segundo ela?

Porque a publicidade já faz parte do cotidiano da criança.

b)   Que papel deve ser assumido pelas famílias?

Os pais devem ser moderadores do acesso à publicidade pelas crianças.

c)   Luciana Corrêa foi ouvida na reportagem da Prática de leitura 2. Esse ponto de vista da especialista ficou evidenciado na reportagem? Por que foi feito esse recorte?

Não, o que ficou evidenciado é a opinião sobre publicidade camuflada. Porque o enfoque foi o abuso em relação a essa prática de camuflar a publicidade.

04 – Agora, releia os depoimentos de Vanessa Villar e responda:

a)   Qual é o papel dos anunciantes em relação à publicidade infantil, de acordo com Vanessa?

Os anunciantes devem agir com responsabilidade em relação a esse público, especialmente nos conteúdos que apresentam, mas são os pais que devem decidir sobre o consumo.

b)   Como as peças publicitárias podem contribuir para a formação dos jovens consumidores, segundo ela?

Podem ser educativas, para contribuir na formação das crianças para o consumo consciente.

05 – Em sua opinião, a “educação para o consumo” é uma ideia oposta à proibição da publicidade infantil? Explique.

      Resposta pessoal do aluno.

06 – Na notícia, as informações são apresentadas pela ordem decrescente de importância, ou seja, da mais importante para a menos importante. Releia a notícia, observando a ordem de informações e opiniões apresentadas:

a)   Qual frase inicia a notícia? Que informação apresentada sobre a publicidade infantil?

“A educação para o consumo deve ser o foco da discussão sobre a publicidade voltada para o público infantil”. Ela já apresenta um enfoque único, sem apresentar os pontos de vista contrários.

b)   No segundo parágrafo, que outra informação é apresentada?

“A proibição desse tipo de publicidade não é a saída mais adequada”.

07 – Releia a notícia, observando os verbos:

a)   Que tempos e modos verbais são utilizados?

Presente do indicativo, em alguns momentos, e modo imperativo em quase todo o texto.

b)   Que modo verbal é predominante nos depoimentos dos especialistas?

O modo imperativo.

c)   Qual efeito de sentido foi produzido com a predominância desse modo verbal? Explique.

Sentido de persuasão, conferindo à notícia o mesmo papel de anúncio publicitário e descaracterizando-a.

08 – Releia os trechos:

        “A proibição desse tipo de publicidade não é a saída mais adequada, de acordo com as convidadas.”

        “A educação para o consumo é o que pode formar cidadãos mais responsáveis e informados que poderão fazer melhores escolhas”, afirma.

a)   Quais palavras e expressões têm conotação negativa? A que se referem?

Proibição e não é a saída; referem-se à publicidade infantil.

b)   Quais palavras e expressões têm conotação positiva? A que se referem?

Mais responsáveis e informados, melhores escolhas; referem-se à educação para o consumo em contraposição à proibição.

 

NOTÍCIA: OAB LANÇA CAMPANHA "POR UMA INFÂNCIA LIVRE DA PUBLICIDADE COMERCIAL" -

 Notícia: OAB lança campanha “Por uma Infância Livre da Publicidade Comercial”

                 A iniciativa procura promover sensibilização sobre as consequências do consumismo infantil.

Publicado em 18/10/2017

        O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil lançou nesta terça-feira (17) o “Manifesto OAB por uma Infância Livre da Publicidade Comercial”, na sede do Conselho Federal, em Brasília. O objetivo da campanha é sensibilizar a sociedade sobre os efeitos negativos da publicidade direcionada às crianças e colocar o tema em pauta na OAB e em outras instituições jurídicas.


 

        Na abertura do lançamento, a presidente da Comissão Nacional de Defesa do Consumidor, Marié Miranda, lembrou que devemos refletir se queremos uma sociedade pautada no ter ou no ser e se as crianças conseguem realmente pensar de forma crítica os estímulos a que estão sujeitas. Ressaltou ainda, que a iniciativa tem o respaldo da Constituição Federal, do Código de Defesa do Consumidor, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Resolução 163 do Conanda, além de recentes decisões judiciais que colocam a criança, e não a questão econômica, como prioridade absoluta. Para o presidente do Conselho Federal da OAB, Claudio Lamachia, a campanha é um passo importante, “estamos dando um passo fundamental e extraordinário para cuidarmos da infância das nossas crianças, de modo absolutamente responsável e que possa conscientizar toda a sociedade brasileira”, disse.

        A campanha, aprovada por unanimidade pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) em junho, e realizada pela Comissão Especial de Defesa do Consumidor, foi idealizada pelo presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Consumidores da OAB/RO, Gabriel Tomasete. Contou com o apoio da Comissão Nacional da Mulher Advogada, Comissão Especial da Criança e do Adolescente, Comissão Especial de Direito da Família e Sucessões e Comissão Especial do Idoso.

OAB lança campanha “Por uma Infância Livre da Publicidade Comercial”. Criança e Consumo, 18 out. 2017. Disponível em: https://bit.ly/2RZQ60J. Acesso em: 29 set. 2018.

Fonte: Livro – Tecendo Linguagens – Língua Portuguesa – 8º ano – Ensino Fundamental – IBEP 5ª edição – São Paulo, 2018, p. 222-4.

Entendendo a notícia:

01 – Leia o título da notícia e responda, qual assunto será abordado no texto?

      O texto versará sobre a influência que a publicidade comercial exerce sobre a criança e seus efeitos negativos.

02 – Foram reproduzidos acima dois dos seis cartazes que compões a campanha. Observe esses cartazes e explique como as imagens se relacionam com o texto que acompanham.

      O primeiro cartaz traz a imagem de um rosto com uma expressão de espanto, alerta, com uma recomendação ou apelo ao não consumismo. O segundo cartaz traz também um rosto, mas com uma expressão oposta à do primeiro cartaz: o personagem está sorrindo, alegre, com os olhos vivos como se estivessem abertos a novas descobertas e experiências.

03 – Como você entende a expressão sociedade pautada no ter ou no ser?

      Resposta pessoal do aluno.

04 – O título da notícia constitui-se de período simples ou período composto? Por quê?

      Período simples, porque se compõe de apenas uma oração que se estrutura em torno de um único verbo: lançar (lança).

05 – Releia este trecho:

        O objetivo da campanha é sensibilizar a sociedade sobre os efeitos negativos da publicidade direcionada às crianças e colocar o tema em pauta na OAB e em outras instituições jurídicas.”

a)   De quantas orações o período que forma esse trecho se compõe?

De duas orações.

b)   Copie essas orações, separando-as.

1ª oração: O objetivo da campanha é sensibilizar a sociedade sobre os efeitos negativos da publicidade direcionada às crianças...

2ª oração: e colocar o tema em pauta na OAB e em outras instituições jurídicas.

c)   É um período composto por coordenação ou subordinação? Explique.

É um período por coordenação, cujas orações expressam um sentido completo em si mesmas. Ainda que estejam colocadas em ordem, uma não depende sintaticamente da outra.

06 – Releia o trecho a seguir:

        “Ressaltou ainda, que a iniciativa tem o respaldo da Constituição Federal, do Código de Defesa do Consumidor, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Resolução 163 do Conanda, além de recentes decisões judiciais que colocam a criança, e não a questão econômica, como prioridade absoluta.”

a)   Delimite as orações do período que compõe esse trecho e sublinhe em cada oração o verbo em torno do qual se estrutura.

1ª oração: Ressaltou ainda. 2ª oração: que a iniciativa tem o respaldo da Constituição Federal, do Código de Defesa do Consumidor, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Resolução 163 do Conanda, além de recentes decisões judiciais. 3ª oração: que colocam a criança, e não a questão econômica, como prioridade absoluta.

b)   Trata-se de período composto por coordenação, subordinação ou composto por coordenação e subordinação?

Trata-se de período composto por subordinação.

07 – Releia mais este trecho:

        “A campanha, aprovada por unanimidade pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) em junho, e realizada pela Comissão Especial de Defesa do Consumidor, foi idealizada pelo presidente da Comissão de Defesa dos Direitos dos Consumidores da OAB/RO, Gabriel Tomasete.”

a)   De quantas orações se constitui o período acima?

De uma oração.

b)   Classifique-o.

Período simples.

c)   Como você chegou a essa conclusão?

Resposta pessoal do aluno.

 

 

 

sábado, 26 de junho de 2021

CULINÁRIA EM AÇÃO - RECEITA - PÃO DE MEL - COM GABARITO

 Culinária em ação

Receita – Pão de Mel


Ingredientes

3 xícaras (chá) de farinha de trigo

1 xícara (chá) de açúcar

1/2 xícara (chá) de chocolate em pó

1 colher (sobremesa) de bicarbonato

1 colher (café) de cravo em pó

1 colher (café) de canela em pó

1 e 1/2 xícaras (chá) de leite morno

1/2 xícara (chá) de mel

1 barra de chocolate ao leite

 

Modo de preparo

1. Coloque em uma vasilha todos os ingredientes secos peneirados.

2. Acrescente o mel e o leite morno.

3. Misture tudo com uma colher; não use a batedeira.

4. Unte as forminhas próprias para pão de mel ou use uma forma de bolo.

5. Leve ao forno preaquecido (200° C), por aproximadamente 20 minutos.

6. Retire do forno, deixe esfriar e desenforme.

7. Corte ao meio e recheie com beijinho, brigadeiro mole ou doce de leite.

8. Derreta o chocolate ao leite por 1 minuto, no micro-ondas ou em banho-maria.

9. Banhe os pães de mel, coloque-os para secar em papel alumínio ou papel manteiga.

 

Entendendo o texto

 1- Qual é a finalidade do gênero textual receita culinária? Em que situações é utilizado?

A receita culinária é um texto instrucional, que orienta sobre como produzir um alimento, considerando tanto os ingredientes quanto o modo de preparo.

 2- Observe que o texto é organizado em duas partes articuladas. Levante hipóteses: por que isso ocorre?

A primeira parte do texto apresenta a lista de ingredientes utilizados na receita. A segunda parte orienta sobre o preparo do alimento, por meio de um passo a passo de como fazer.

 

3- Analise os verbos no quadro abaixo:

coloque – acrescente – misture – unte – leve – retire –

 corte –  derreta – banhe

 

 a)   Vimos, anteriormente, que os processos verbais situam-se em três modos - indicativo, subjuntivo e imperativo -, e produzem diferentes efeitos de sentido. No enunciado em análise, como se manifestam os verbos? Que efeitos de sentido eles produzem?

 Os verbos manifestam-se no modo imperativo, comum na organização de gêneros textuais prescritivos e instrucionais. O modo imperativo orienta, ordena determinados procedimentos que devem ser seguidos, para que se chegue ao resultado esperado.

Esse modo verbal manifesta-se também em receitas de medicamentos, horóscopo, textos de autoajuda e outros.

 

 

 

 

 

REPORTAGEM: BULLYING É DA MINHA CONTA! SAFERNET - COM GABARITO

 REPORTAGEM: Bullying é da minha conta!

 Bullying consiste em uma violência física e/ou psicológica, que pode se manifestar de diferentes maneiras e influenciar as relações interpessoais, com a disseminação de mentiras ou boatos, por um agressor cuja intenção é atacar uma mesma pessoa repetidamente.

Quem pratica o bullying possui um comportamento prejudicial e agressivo; geralmente, não consegue posicionar-se pelo diálogo e atinge as pessoas com depreciações e humilhações. A vítima agredida passa por situações de hostilidade, fica retraída e sofre em demasia. Tudo isso pode ocasionar graves consequências, como depressão e ansiedade, e até dificultar a socialização do indivíduo.

No cenário da prática de bullying, o espectador é a “terceira personagem”. Trata-se da pessoa que, normalmente, adota uma atitude passiva, talvez por receio de se expor, por falta de iniciativa de se posicionar e/ou por medo de também ser alvo de ataques. O espectador é uma testemunha que não sai em defesa da vítima nem se junta aos agressores. Com essa postura, contribui para a continuidade do conflito.

O bullying também pode ser cometido por meio das tecnologias de comunicação. Tal prática, mais comum do que se imagina, é descrita como cyberbullying e ocorre quando agressão e violência são feitas em meio virtual e se tornam ainda mais cruéis, pois o constrangimento torna-se abrangente através das redes sociais e de diversos aplicativos de comunicação instantânea. Isso faz com que a vítima não se sinta mais segura em lugar nenhum, em momento algum.

Em parceria com as grandes redes sociais Facebook e Instagram, a SaferNet lançou em abril de 2019 a campanha #ÉDaMinhaConta, com o objetivo de promover reflexões acerca do assunto e de inibir a prática do cyberbullying. A campanha teve origem no Dia da Internet Segura, realizado no Brasil, em 05 de fevereiro do mesmo ano, a partir do encontro de um grupo de jovens. Os materiais da campanha #ÉDaMinhaConta foram criados para abordar o tema, promover reflexões e atitudes, como: a) o que fazer ao identificar alguém que é alvo de bullying; b) ser uma vítima de bullying, e c) ser acusado de praticar bullying.

De acordo com Natalia Paiva, gerente de Relações Institucionais do Instagram, “o objetivo é criar uma reflexão, estimulando a empatia e o respeito às diferenças”. Para participar, basta entrar nas redes sociais, postar e compartilhar as histórias sobre o tema. Também é possível utilizar as peças publicitárias criadas para o evento, como os adesivos GIF exclusivos de #ÉDaMinhaConta.

Daniele Kleiner, gerente de bem-estar do Facebook, informou que se alguém postar algo que o leitor considera ser ofensivo ou intimidador, o fato pode ser denunciado na/à própria rede social. “Trabalhamos para combater o bullying em todas as suas formas, tanto pessoalmente quanto online, e reforçamos que não há lugar para isso em nossa plataforma”.

  A ONG (Organização Não Governamental) SaferNet é uma referência na defesa dos direitos humanos na Internet no Brasil. Atua na educação e orientação de crianças, adolescentes, jovens, pais e educadores sobre o uso responsável e seguro da Internet. A organização mantém um serviço gratuito para esclarecer dúvidas, ensinar formas seguras de uso da rede e também orientar sobre casos de violência online, como humilhação, intimidação, chantagem ou compartilhamento não autorizado de imagens íntimas. O canal está disponível em dois endereços: www.helpline.org.br  ou www.canaldeajuda.org.br.

Conheça a campanha Acabar com o Bullying #ÉDaMinhaConta. Disponível em: <https://new.safernet.org.br/content/conheca-campanha-acabar-com-o-bullying-edaminhaconta>. Acesso em: 12 out. 2019.

Entendendo o texto

1- Assinale a alternativa correta. Qual a finalidade e a intencionalidade do texto “Bullying é da minha conta!”?

a) organizar projetos escolares contra a prática de bullying;

b) descrever situações da prática de bullying entre estudantes;

c) informar o leitor e conscientizar sobre as consequências da prática de bullying;

d) promover o diálogo entre estudantes para o combate ao bullying.

2- De acordo com o texto, o que a prática de bullying desencadeia nas vítimas?

A vítima sofre e pode ser vítima de graves consequências, como depressão e ansiedade, além de encontrar dificuldades de socialização.

 3- Pela leitura do texto, é possível inferir que os três “agentes” envolvidos em uma situação de bullying/cyberbullying são:

a) agressor, apoiador e vítima.

b) vítima, agressor e julgador.

c) vítima, apoiador e julgador.

d) agressor, vítima e espectador.

4- Observe o emprego de aspas no trecho em destaque:

“[...] De acordo com Natalia Paiva, gerente de Relações Institucionais do Instagram, ‘o objetivo é criar uma reflexão, estimulando a empatia e o respeito às diferenças’”.

Qual é a função das aspas no trecho sublinhado? Há outras maneiras de escrever esse trecho? Proponha uma delas.

A função das aspas é marcar a citação da fala de Natalia Paiva. Outra maneira de formular o trecho é: Natalia Paiva informou que o objetivo era criar uma reflexão, para estimular a empatia e o respeito às diferenças.

5- Com base na reportagem, qual é a principal diferença entre bullying e ciberbullying?

O bullying é uma forma de violência física ou psicológica, que pode se manifestar de diferentes maneiras e influenciar as relações interpessoais, com a disseminação de mentiras ou boatos sobre alguém. O cyberbullying acontece quando a agressão e a violências sofridas ocorrem em meio virtual.

 6- De acordo com a reportagem, quem idealizou a campanha #ÉDaMinhaConta? Onde e por que meios essa campanha se propagou? Quem pode participar?

Em parceria com as grandes redes sociais Facebook e Instagram, a SaferNet lançou em abril de 2019 a campanha #ÉDaMinhaConta.

Se propagou pelo Instagram e o Facebook.

Para participar, basta entrar nas redes sociais, postar e compartilhar as histórias sobre o tema.

 7- O que é # (hashtag)? Quando e onde o símbolo pode ser utilizado? Você já fez uso alguma vez? Em que situação?

Hashtag (#) é um termo estrangeiro cuja função é identificar o tema do conteúdo compartilhado nas redes sociais. O tema é antecedido pelo símbolo do “jogo da velha” (cerquilha).

8- Observe o trecho a seguir:

“Trabalhamos para combater o bullying em todas as suas formas, tanto pessoalmente quanto online, e reforçamos que não há lugar para isso em nossa plataforma”.

a) Que sentido a palavras “suas” acrescenta à palavra “formas”?

A palavra “suas” produz o sentido de “posse/possuidor”. Equivale a dizer “as formas do bullying”.

 b) Assim, a palavra “suas” acompanha e modifica ou substitui a palavra “formas”?

A palavra “suas” acompanha a palavra “forma”, interferindo no significado.

 c) Que sentido a palavra “nossa” acrescenta à palavra “plataforma”?

Acrescenta o sentido de posse/possuidor.

 d) Logo, qual é a função da palavra “nossa”: acompanhar e modificar ou substituir a palavra “plataforma”?

A função de “nossa” é acompanhar e modificar a palavra “plataforma”

e) Qual é o sentido e a função da palavra “isso” no trecho lido?

A palavra “isso” retoma a informação anterior e a substitui o procedimento de retomada e estabelecimento de coesão). Equivale a dizer “não há lugar para bullying”.

NOTÍCIA: FACEBOOK APOIA CURSO "VAZA FALSIANE!" PARA COMBATER FAKE NEWS - NEWSRROOM - COM GABARITO

 NOTÍCIA: FACEBOOK APOIA CURSO “VAZA, FALSIANE!”

PARA COMBATER FAKE NEWS


Facebook apoia projetos no Brasil para combater desinformação O Facebook está empenhado em construir uma comunidade mais informada e anuncia hoje o apoio a dois projetos de news literacy no Brasil para ajudar no consumo de informações na era digital.

O primeiro projeto, batizado de “Vaza, Falsiane!”, é um curso on-line gratuito contra notícias falsas voltado ao público em geral, especialmente adolescentes, jovens adultos e educadores, a ser desenvolvido pelos professores Ivan Paganotti (MidiAto ECA-USP), Leonardo Sakamoto (PUC-SP) e Rodrigo Ratier (Faculdade Cásper Líbero).

A segunda iniciativa é o desenvolvimento de um bot no Messenger que orientará as pessoas sobre como trafegar no universo de informações na internet, para que elas próprias possam checar informações. A ideia do bot Fátima” – que vem de “FactMa”, abreviação de “FactMachine” – é da plataforma de checagem Aos Fatos, integrante da International Fact-Checking Network.

[...]

O “Vaza, Falsiane!” busca ampliar a competência para a leitura de notícias, incentivar uma postura crítica sobre as fontes de informação e contribuir para a qualidade do debate na rede.

Os conteúdos educacionais incluirão vídeos curtos com personalidades, memes, listas e testes, com o uso do Facebook para disseminar as mensagens e interagir com os usuários.

“Identificar as ‘Falsianes’ que circulam no noticiário é competência fundamental no mundo de hoje, assim como identificar seus diferentes subtipos, que vão de informações claramente falsas a verdades editadas e dados enviesados”, diz o professor Paganotti.

O chatbot “Fátima”, por sua vez, conversará com as pessoas pelo Messenger para auxiliá-las no processo de verificação de conteúdo on-line, para que possam checar informações de maneira autônoma e se sintam seguras para trafegar na rede de modo confiável e sem intermediários.

“Mais do que dizer se uma notícia é falsa, verdadeira ou algo no meio do caminho, será possível mostrar como reconhecer fontes confiáveis e se adaptar ao ambiente informativo”, explica a diretora executiva e cofundadora do Aos Fatos, a jornalista Tai Nalon.

[...]

NEWSROOM. Disponível em: <https://br.newsroom.fb.com/news/2018/01/facebook-apoiaprojetos-

no-brasil-para-combater-desinformacao/>. Acesso em: 16 mar. 2018. (Fragmento).

 Fonte de imagem -https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fapps.apple.com%2Fbr%2Fapp%2Ffacebook%2Fid284882215&psig=AOvVaw2-qVSFqeL8AZ5LFtQETOhR&ust=1624813896604000&source=images&cd=vfe&ved=0CAoQjRxqFwoTCJitus_ltfECFQAAAAAdAAAAABAD

Entendendo o texto

1. O que significa fake news? Por que elas precisam ser combatidas?

Fake news são notícias falsas, fabricadas, que circulam nas mídias e ganham repercussão as redes sociais com o grande número de compartilhamento. Espera- -se que os alunos justifiquem que elas precisam ser combatidas para não veicular informação falsa, gerando um clima de sensacionalismo, incerteza e desconfiança ao público.

 

2. A expressão fake news é um neologismo ou um estrangeirismo?

         A expressão é um estrangeirismo. 

3.O texto apresenta dois projetos para ajudar no consumo de informações na era digital. Resuma qual é a definição, o público e a finalidade de cada um.

“Vaza, Falsiane!”: curso on-line gratuito contra notícias falsas; público: adolescentes, jovens adultos e educadores; finalidade: ampliar a competência para a leitura de notícias, incentivar uma postura crítica sobre as fontes de informação e contribuir para a qualidade do debate na rede.

“Fátima”: bot no Messenger de orientação para buscar e checar informações na internet; público: não especificado; finalidade: auxiliar as pessoas a verificar o conteúdo on-line, checar informações de maneira autônoma e se sentir seguras para trafegar na rede sem intermediários.

 

4. Os termos Falsiane e Fátima são neologismos. Explique como eles são formados e o que significam?

   Falsiane é o termo que se popularizou nas redes sociais como sinônimo de pessoa aparentemente simpática, porém falsa, dissimulada, que faz elogios falsos para atingir algum objetivo. Fátima originou- se de “FactMa”, abreviação de “FactMachine”.

 5. No texto, há outras palavras destacadas. Quais são neologismos e quais são estrangeirismos?

Neologismos: trafegar, memes Falsiane e Fátima.

Estrangeirismos: newsliteracy, on-line, internet, bot, chatbot, fake news.

 

EDITORIAL - A REVOLUÇÃO DOS SESSENTÕES - LUÍS PELLEGRINI - REVISTA PLANETA - COM GABARITO

 Editorial – A Revolução dos Sessentões


Luís Pellegrini

Velhice não é doença. Assim começa a matéria "A Revolução dos Sessentões", neste número. Parece incrível que essa verdade óbvia tenha de ser repetida com destaque. Mas, nos tempos atuais, de hipervalorização dos atributos e das esperanças ligados à juventude, reafirmar que velhice não é doença pode ser não apenas coisa necessária como útil.

Nossa civilização moderna exalta de tal modo a juventude que ninguém hoje quer ficar velho e todos (ou pelo menos a grande maioria) fazem tudo o que podem - e também o que não poderiam - para manter-se jovens, pelo menos na aparência física. Vem daí a profusão de clínicas de cirurgia plástica e de academias de fitness que nos acenam, em suas propagandas, com a promessa da eterna juventude. No mundo da moda, então, a ditadura do jovem é total: as passarelas dos desfiles são reservadas aos modelos de 20 anos ou menos, as criações dos estilistas praticamente só levam em conta os corpinhos das lolitas e dos efebos. Como se os que já  passaram dos 50 e foram bem além não tivessem necessidade de se vestir - de preferência com bom gosto - e andassem por aí pelados ou enrolados em sacos e lençóis.

Felizmente, como mostra nossa reportagem, a  cabeça das pessoas está mudando. Sobretudo entre os idosos. A cada dia, um número maior dos que já dobraram o Cabo da Boa Esperança etária e entraram nas fases dos "enta" decidem proclamar sua liberdade e romper o anátema "está velho, está morto". O fenômeno da valorização da idade avançada e do resgate dos valores inerentes à fase madura da vida corre a galope. São os da terceira e da quarta idade que, hoje, mantêm abertos os hotéis e resorts turísticos nas épocas de baixa estação. São eles que dispõem de clínicas e médicos especializados graças aos quais, hoje, "ninguém morre mais", e todos caminham tranquilos para os 80, os 90 e até os 100 desfrutando de uma razoável qualidade de vida.

O que se deve fazer para entrar no cada vez mais numeroso, alegre e ruidoso cordão dos "sexygenários"? Em primeiro lugar, abandonar duas falsas ideias: a de que velhice é doença e a de que só é bom aquilo que é jovem. A seguir, arregaçar as mangas, sair da toca, procurar seus iguais ou assemelhados e se lançar no mundo. Se você for um deles, não perca tempo. Você pode e merece viver intensamente sua vida e seus desejos até o fim.

Planeta. São Paulo: Três, mar. 2009. p. 4.

FONTE: Reprodução/Editora Três.

Fonte: Livro: Língua Portuguesa: linguagem e interação/ Faraco, Moura, Maruxo Jr. – 3.ed. São Paulo: Ática, 2016. p.308 -309.

Entendendo o texto

1. Estudamos que o editorial costuma apresentar o conteúdo das reportagens e matérias jornalísticas publicadas no veículo de imprensa que ele representa.

a) De que maneira o texto realiza esse objetivo?

    Com base no conteúdo de uma das matérias, o diretor de redação traz à discussão o tema da velhice.

b) O autor do editorial é Luis Pellegrini, diretor de redação da revista Planeta. Você acha que, em seu texto, as opiniões que ele defende são exclusivamente pessoais ou devem representar a posição dessa publicação em relação ao assunto tratado? Justifique sua resposta.

Por ser um editorial, as opiniões expressam a posição da revista sobre o tema - embora possam coincidir com as opiniões do próprio autor.

2. A exemplificação é utilizada pelo autor para tratar da velhice. Em sua opinião, quais exemplos citados por Pellegrini melhor ilustram o que ele afirma a respeito desse tema? Por quê?

Resposta pessoal.