sexta-feira, 28 de setembro de 2018

CONTO: PAPAI PELICANO E SEU FILHOTE - GI GERMANO - COM GABARITO


Conto: Papai Pelicano e seu filhote

        Me contaram esta história...
        "E agora meu amigo uma história vou contar..."
        Bem, era uma vez um casal de pelicanos que moravam no alto de uma grande árvore...
        Eles aguardavam ansiosos o nascimento de seus filhotes. Eram 02 ovos que eram chocados às vezes pelo pai, outras vezes pela mãe.
        A escolha do local era para que os ovos ficassem em segurança.
        Na hora da alimentação os pais se revezavam em busca dos peixes!
     Em um dia ensolarado, os ovinhos começaram o processo de nascimento. 
    Devagarinho iam bicando os ovos, até que estavam completamente libertos!
        A felicidade foi intensa para os pais e os cuidados aumentaram!
        Certo dia os pais resolveram sair juntos para buscar uma maior quantidade de peixes para toda família e principalmente os filhotes, pois bem, quando já estavam a uma certa distância da grande árvore não perceberam que dois olhos observavam os filhotes. 
        Os olhos eram de uma cobra que vinha observando diariamente as saídas dos pais.
        A cobra foi se esgueirando até o ninho vagarosamente!
        Ao chegar no ninho, deu um bote certeiro no primeiro filhote, deixando-o muito machucado, a cobra era gulosa, deixou para comer o filhotinho depois que matasse o segundo e assim ficaria um bom tempo sem precisar se alimentar.
        Enquanto isso, os pais retornaram e lá de cima viram a cena...
        Dona Pelicano partiu em direção a cobra e beliscou a danada até deixá-la sem forças. O pai Pelicano tentou socorrer os filhotes e percebeu que um apesar de muito machucado ainda estava vivo, porém o outro fechou os olhinhos num último suspiro.
        Papai Pelicano voou em direção ao céu como uma flecha e enquanto voava, arrancava as penas de seu peito, até que restou tirar pedacinhos do próprio peito sem sentir um fio de dor.
        O pássaro retornou ao ninho e lá de cima algumas gotinhas de sangue caíram diretamente no bico do filhote que já não tinha vida.
        E o milagre aconteceu!
        O pequeno animalzinho abriu os olhinhos enquanto o papai Pelicano aconchegava em suas asas os dois filhote, ao retornar ao ninho mamãe Pelicano entendeu o verdadeiro sentimento de amor!
        "E agora meus amigos a história terminou!"

                                             Gigibeijinhos Postado por Gi Germano 
Entendendo o conto:
01 – Por que o título do texto é “Papai Pelicano e seu filhote”?
      Porque conta uma história de como ele salva a vida do filhote.

02 – Onde ficava o ninho dos Pelicanos?
      No alto de uma grande árvore.

03 – Quantos ovos tinha no ninho? E quem ficava chocando?
      Tinha 02 ovos. Era chocado pelos dois.

04 – Após o nascimento dos filhotes, os pais saíram juntos para buscar comida para todos. O que aconteceu?
      Apareceu no ninho uma cobra que queria alimentar-se dos filhotes.

05 – A cobra deu um bote certeiro no primeiro e por ser gulosa, deixou para engolir depois, e partiu para o segundo filhote. O que aconteceu?
      Os pais Pelicano viu e voltaram para salvar os filhotes.

06 – A mãe Pelicano partiu em direção da cobra e bicando espantou a mesma. O pai Pelicano fez o que?
      Foi cuidar dos filhotes, um estava muito machucado e o outro estava dando o último suspiro.

07 – Qual foi a reação do pai, ao ver aquela cena? Justifique com parte do texto.
      Papai Pelicano voou em direção ao céu como uma flecha e enquanto voava, arrancava as penas de seu peito, até que restou tirar pedacinhos do próprio peito sem sentir um fio de dor.

08 – O que tinha acontecido quando o pai voltou ao ninho?
      Tinha caído algumas gotinhas de sangue no bico do filhote que estava morto, e aconteceu o milagre. Ele viveu de novo.

09 – De acordo com o texto, ao retornar pro ninho, o que a mãe Pelicano entendeu diante do ocorrido?
      Vendo o pai aconchegando os filhotes em suas asas, a mãe entendeu o verdadeiro sentimento de amor.
     







TEXTO: QUEM SÃO ELES? BEATRIZ TEIXEIRA DE SALLES - COM GABARITO

Texto: QUEM SÃO ELES?
                                                                Por Beatriz Teixeira de Salles

        Espremidos entre a infância e a adolescência, os pré-adolescentes vivem a dualidade dessas duas fases de vida a um só tempo.
        Quando os pais querem que eles façam alguma coisa, lá vem o discurso: “Você já é bem grandinho”; mas quando os pais não querem liberá-los para ir algum lugar ou fazer determinada coisa, lascam: “Você ainda é muito novo, não pode!” Afinal, são muito novos ou já cresceram? Esse é apenas um exemplo da dificuldade de ser pré-adolescente, ou melhor, de ser quase adolescente, pois o termo pré-adolescência não é reconhecido cientificamente.
        Eles estão na faixa entre os 10 e 13 anos, vivem uma enorme diferença de desenvolvimento, não só sexual quanto psicológica, entre meninos e meninas e até dentro do mesmo sexo, e vivem entre a alegria infantil da falta de responsabilidade e a tão sonhada adolescência, quando algumas “regalias” do mundo adulto lhes são permitidas.
        Em conversa com Thiago, 12 anos, Isabella, 12, Cecília, 11, e Frederico, 10, a gente pode ver um pouco do perfil dessa moçada que vive nesse intervalo entre a infância e a adolescência.
        Eles mesmos admitem que, dependendo da situação, sentem-se crianças ou adolescentes. “Às vezes me incomoda ver que meus pais não acreditam que eu possa fazer algumas coisas. Se quero ir sozinha ao shopping, não posso. Mas, se quero brincar de bonecas, eles falam que já sou grande”, conta Isabella.
        Para Fernanda, a preocupação dos pais se divide entre a ameaça da violência real e um pouco de neura. “Os pais são muito imaginativos, só pensam que coisas ruins vão acontecer”, emenda Thiago. Frederico se queixa de não poder ir a reuniões de grupo sozinho, Cecília não tem autorização para andar de ônibus sozinha e por aí vai. Porém, todos reconhecem que “dá para entender” a preocupação dos pais e que, levando-se em conta a forma como foram criados, hoje são até liberais.

                                    prof. Elisandro Félix de Lima                                                         
Fonte: ESTADO DE MINAS. Caderno Feminino, Belo Horizonte, 14 maio 2000, p. 10. In: SOARES, Magda. Português: uma proposta para o letramento. São Paulo: Moderna, 2012, p. 17. 

Entendendo o texto:
01 – Que tipo de frase é usada no título do texto?
      Frase interrogativa.

02 – O que significa o termo “pré-adolescente” no texto?
      O pré-adolescente é quase um adolescente, é uma fase do indivíduo entre a infância e a adolescência.

03 – Segundo o texto, qual é o discurso dos pais quando querem que os filhos façam alguma coisa?
      "Você já é bem grandinho".

04 – Qual é o discurso dos pais quando querem proibir os filhos de algo?
      "Você ainda é muito novo, não pode!"

05 – Há no desenvolvimento do texto alguma frase interrogativa? Que sinal de pontuação foi utilizado nessa frase? Reescreva-a.
      Sim. Ponto de interrogação (?). "Afinal, são muito novos ou já cresceram?”

06 – Segundo o texto, que idade marca a fase dos pré-adolescentes?
      Eles estão na faixa entre os 10 e 13 anos.

07 – Releia o segundo parágrafo do texto e responda qual é o tipo de comportamento de um pré-adolescente?
      Vivem uma enorme diferença de desenvolvimento, não só sexual quanto psicológica, entre meninos e meninas e até dentro do mesmo sexo, e vivem entre a alegria infantil da falta de responsabilidade e a tão sonhada adolescência.

08 – Quem são os pré-adolescentes citados no texto?
      Thiago, Isabella, Cecília, Frederico e Fernanda.

09 – Reescreva o depoimento de Isabella.
      “Às vezes me incomoda ver que meus pais não acreditam que eu possa fazer algumas coisas. Se quero ir sozinha ao shopping, não posso. Mas, se quero brincar de bonecas, eles falam que já sou grande".

10 – Que tipo de sinal de pontuação foi usado para marcar a fala de Isabella?
      Aspas.

11 – Qual é a opinião da pré-adolescente Fernanda?
     “A preocupação dos pais se divide entre a ameaça da violência real e um pouco de neura.” 

12 – Qual é a opinião do Thiago?
      "Os pais são muito imaginativos, só pensam que coisas ruins vão acontecer".

13 – Qual é a reclamação de Frederico?
      "Se queixa de não poder ir a reuniões de grupo sozinho".

14 – Qual é a reclamação de Cecília?
      “Não tem autorização para andar de ônibus sozinha e por aí vai.”

15 – No final os pré-adolescentes tem um pensamento em comum. Qual é?
      "Dá para entender" a preocupação dos pais e que, os pais de hoje são até liberais em vista de alguns pais no passado.


TEXTO: PAIXÃO POR AUTOMÓVEL - FÚLVIO ORIOLA - COM GABARITO

Texto: Paixão por automóvel

     Não há dúvida de que o automóvel é um dos bens materiais mais desejados do mundo. A dúvida fica só entre a marca e o modelo. Como em tudo na vida, cada um tem suas preferências.
        É fácil entender o desejo por um automóvel pela necessidade que quase todos temos de percorrer longas distâncias no dia-a-dia. Difícil de compreender é a paixão que algumas pessoas têm por um carro ou marca específica, pessoas que têm afeição por um fabricante ou por um modelo em particular. Cada um tem seus motivos. Pode ser o desenho, a mecânica ou a tradição. Pode ser o prestígio, a qualidade ou algum vínculo afetivo. No caso de motivos emocionais, o gosto não se discute.
        Mecânica, desempenho, segurança, conforto, qualidade ou acabamento são aspectos que levam à preferência por um carro. É muito comum a paixão cega a ponto de o fã de uma marca criar preconceitos sobre outras marcas. Há os que gostam só de picapes. Não pelo lado utilitário, mas pelo ar robusto ou mesmo pela sensação de “domínio no trânsito” que se tem do alto da cabine. O mesmo acontece com carros antigos, que, mesmo sem grande valor histórico, têm um fascínio especial. Também há quem goste de equipar ou “envenenar” seus carros, por puro prazer. Muitas vezes, gasta-se tanto dinheiro com acessórios, modificações e restaurações que daria para comprar outro carro mais novo e com até mais atrativos.

                                                                                       Fúlvio Oriola
                                  www.bestcars/artigos/paixão.htm.  18.04.2008

Entendendo o texto:
01 – De acordo com o texto, o automóvel:
a) é a maior paixão do seu fabricante.
b) poucas vezes desperta o desejo pela sua qualidade.
c) não é um bem desejado.
d) é um bem bastante almejado.

02 – O automóvel é um dos bens materiais mais desejados... A palavra desejados pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
a) observados.
b) cobiçados.
c) modificados.
d) cuidados.

03 – No fragmento “.... Há os que gostam só de picapes...”. O verbo destacado está no tempo verbal presente do indicativo.
04 – Quais são os aspectos que levam à preferência por um carro?
      São mecânica, desempenho, segurança, conforto, qualidade ou acabamento.


quinta-feira, 27 de setembro de 2018

MÚSICA(ATIVIDADES): COMO UMA ONDA - LULU SANTOS - COM QUESTÕES GABARITADAS

Música(Atividades): Como Uma Onda


                                                  Lulu Santos
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

Nada do que foi será
De novo do jeito
Que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre

Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
                                      Composição: Lulu Santos / Nelson Motta.

Entendendo a canção:

01 – Qual o título da canção?
      “Como uma onda.”

02 – O texto está escrito em verso ou em prosa?
      Está escrito em versos.

03 – Nele há quantas estrofes? Quantos versos?
      Possui 09 estrofes e 42 versos.

04 – Há, no texto, uma comparação. Qual é ela? Você concorda com isso?
      “A vida vem em ondas / como um mar.”

05 – Posicione-se com relação à passagem “Nada do que foi será / De novo do jeito que já foi um dia”, justificando com exemplos do dia-a-dia:
      Resposta pessoal do aluno.

06 – Com base no trecho: “Tudo que se vê não é / Igual ao que a gente / Viu há um segundo”, é correto afirmar:
a)   Os olhos enganam, atrapalham a percepção mais apurada do homem.
b)   A percepção do mundo se modifica a cada experiência vivida.

07 – Você concorda que “Tudo passa, tudo sempre passará”? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno.

08 – Você acha que podemos impedir a vida de mudar? É possível fugirmos do ir e vir dos acontecimentos?
      Resposta pessoal do aluno.

09 – O que significa “mentir para si mesmo”? Podemos enganar a nós mesmos sobre o que pensamos ou sentimos? Justifique.
      É o autoengano ocorre em situações onde convencemos a nós mesmos de uma realidade que é falsa.
      Sim, em outras palavras, quem mente para si mesmo não percebe o que está fazendo e aí reside precisamente o poder do autoengano.


FILME(ATIVIDADES): A MENINA E O PORQUINHO - GARY WINICK - COM GABARITO

Filme(ATIVIDADES): A MENINA E O PORQUINHO


 Data de lançamento 5 de janeiro de 2007 (1h 37min)
Direção: Gary Winick
Gêneros Fantasia, Comédia, Família
Nacionalidades EUAAlemanha

SINOPSE E DETALHES

        Fern (Dakota Fanning) é uma das poucas pessoas a perceber que o porquinho Wilbur (Dominic Scott Kay) é um animal muito especial. Com seu carinho e atenção ela ajuda a tornar Wilbur, que era o menor dos irmãos, em um porco vistoso e radiante. Quando se muda para um novo celeiro, Wilbur faz amizade com a aranha Charlotte (Julia Roberts). Os laços de amizade dos dois fazem com que os demais animais vivam como se fizessem parte de uma família. Porém quando surge a notícia de que Wilbur em breve será morto, Charlotte busca um meio de convencer o fazendeiro que ele merece ser salvo.

Entendendo o filme:
01 – Ao ler a sinopse e o cartaz você ficou com vontade de assistir ao filme? Qual dos dois chamou mas a sua atenção para a história? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno.

02 – Você leu a sinopse e a um cartaz do filme “A menina e o porquinho, o que permite saber de que ele trata, mesmo sem tê-lo assistido. Então, qual é o assunto do filme?
      A amizade entre uma menina e um porquinho.

03 – Quem são os personagens que aparecem no centro do cartaz?
      A menina Fern, o porquinho Wilbur e aranha Charlotte.

04 – Descubram o que significa cada um dos itens que antecedem a sinopse.
·        Direção: apresenta o nome de quem dirigiu o filme.
·        Roteiro: apresenta o nome de quem transformou a história do livro em um texto par o cinema.
·        Gênero: explicita o tipo de filme, dependendo de seu objetivo.
·        Origem: local onde foi produzido.
·        Duração: tempo total do filme.

05 – O que você acha que poderia acontecer de ruim com o porquinho Wilbur?
      Resposta pessoal do aluno. Sugestão: a inferência mais próxima ao filme é que o porquinho poderia ser morto para virar alimento.

06 – Sinopses, como a que você leu, resumem a história de um filme ou de um livro. Onde esse tipo de texto pode ser encontrado?
      Em sites de cinema, em jornais.

07 – Indique a finalidade das sinopses:
(X) Apresentar a obra para atrair o público.
(   ) Contar a história da obra.

08 – Releia os itens que estão no início da sinopse e responda:
a)   Quem dirigiu o filme?
Gari Winick.

b)   Em que país o filme foi feito?
Estados Unidos.

c)   O filme tem duração maior que duas horas? Por quê?
Não. Porque dura 113 minutos, e cada hora tem 60 minutos.

d)   Um expectador que goste de suspense e de terror vai se interessar por esse filme?
Provavelmente não, porque esse é um filme de comédia / drama / fantasia.

09 – No cartaz, o título do filme está escrito na teia. Pensando no que você leu na sinopse, explique por que esse recurso foi usado no cartaz.
      O fato de Charlotte, a aranha, tecer mensagens em sua teia para salvar Wilbur.

10 – O que a aranha Charlotte pode ter escrito na sua teia para convencer o fazendeiro de que Wilbur é diferente?
      Que o Wilbur é um porco diferente e merece ser salvo.

11 – Releia este trecho da sinopse:
      “Mas, com a notícia de que os dias de Wilbur estão contados, parece que apenas um milagre poderá salvá-lo.”
Agora, este trecho do cartaz:
        “O milagre acontece quando menos se espera.”
Considerando essas frases, é possível supor que nesse filme:
(   ) Apenas coisas ruins acontecem.
(   ) Não acontecem milagres.
(   ) O problema de Wilbur será resolvido com o tempo.
(X) É preciso um milagre para salvar Wilbur.

12 – O efeito seria o mesmo se o título do filme tivesse sido traduzido como A menina e o porco? E, se fosse A menina e o pequeno porco? Por quê?
      Não. Porque o uso do diminutivo, nesse caso, denota / indica, além do tamanho do porco, a amizade, o carinho entre a menina e o animal.




CRÔNICA: AS TRÊS PENEIRAS - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO

Crônica: AS TRÊS PENEIRAS

    Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
        — Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
        Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, aparteou:
        — Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
        — Peneiras? Que peneiras, Chefe?
        — A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
        — Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
        E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
        — Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem A SEU respeito?
        — Claro que não! Deus me livre, Chefe! - diz Olavo, assustado.
        — Então, — continua o chefe — sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
        — Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar — fala Olavo, surpreendido.
        — Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todas usassem essas peneiras? — diz o chefe sorrindo e continua — Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade — Bondade — Necessidade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque: PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS, PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS e PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

   Publicado: https://formacao.cancaonova.com/diversas/as-tres-peneiras
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Entendendo a crônica:

01 – O que Olavo percebeu ao final da conversa com seu chefe?

a)   Que não sobrou nada de importante a dizer.

b)   Que boatos são necessários em nossa vida.

c)   Que podemos falar o que quiser da vida das pessoas.

d)   Que de nada adianta você ter verdade, bondade e necessidade em sua vida.

02 – De acordo com o texto, por que não se deve dar atenção aos boatos?

a)   Por que boatos são a mais pura verdade.

b)   Por que boatos transmitem doenças.

c)   Por que boatos são criados por pessoas honestas.

d)   Por que boatos nem sempre são verdadeiros.

03 – O que o autor do texto quer dizer quando escreve “logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta: -- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...?”

a)   Que Olavo é verdadeiro.

b)   Que Olavo queria impressionar o chefe.

c)   Que Olavo não tinha assunto.

d)   Que Olavo não tinha o que fazer.

04 – Qual é o título do texto?

      As três peneiras.

05 – Qual o nome dado as três peneiras?

      1ª Verdade.

      2ª Bondade.

      3ª Necessidade.

06 – O texto se apresenta formulado em quantos parágrafos?

(  ) dez.

(  ) quinze.

(X) treze.

(  ) quatro.

07 – “Fazer média com o chefe”. A frase traz implicitamente um valor semântico sobre Olavo em relação ao seu novo chefe. Que frase seguinte traz um valor contrário?

(  ) tentar cativar o chefe.

(X) tentar ser importuno.

(  ) tentar impressionar o chefe.

(  ) tentar bajular o chefe.

08 – O crivo das três peneiras referido pelo texto traz como segundo crivo:

(X) a bondade.

(  ) a necessidade.

(  ) a verdade.

09 – Lendo o texto, dá a entender que Olavo é um empregado:

(X) fofoqueiro e bajulador.

(  ) esperto e sensato.

(  ) conversador e prestativo.

(  ) boa gente e amigo.

10 – Qual foi a orientação dada pelo chefe ao Olavo?

      Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras.

11 – Complete as frases abaixo, de acordo com o texto:

a)   Pessoas inteligentes falam sobre ideias.

b)   Pessoas comuns falam sobre coisas.

c)   Pessoas medíocres falam sobre pessoas.

 12 - Escreva a mensagem que esse texto lhe passa.

      Resposta pessoal do aluno.