sábado, 13 de outubro de 2018

MÚSICA: SOCIOLOGIA - PADRE ZEZINHO - COM QUESTÕES GABARITADAS


Música: Sociologia
                           Padre Zezinho

Meu professor de sociologia costumava sempre
Nos dizer que não, que não existe solução onde,
Um povo não responde, à mais velha questão.

E a questão é repartir o pão, em partes justas, de
Maneira tal, que faz sucesso o povo que reparte,
E o que não reparte sempre se dá mal. pois eu vivi pra
Ver esta verdade, fui viver lá fora e constatei que
Não, que não existe solução onde, um povo não responde
A mais velha questão.

E a questão é mais que social, de tal maneira é uma
Questão maior, que faz sucesso o povo que reparte e o
Que não reparte fica na pior!

Já vi miséria em cima de miséria, mas a brasileira é
Muito mais boçal. Temos de tudo mas nos falta tudo,
Porque nesta terra tudo é colossal.

E é colossal também a ilusão de quem se esconde atrás
Do capital. Se em cada 100, 70 não tem nada,
Os 30 que tem tudo não sossegarão.

Por isso, aquele que tiver dinheiro faça o que é
Preciso pelo seu irmão. Se falta pão na casa do
Operário, o lucro do empresário é coisa de ladrão.

Pois a questão é repartir o pão, em partes justas de
Maneira tal, que o que se come na casa do empresário
Na do operário seja o mesmo pão.
Que o que se come na casa do empresário, na do
Operário... seja tal e qual.

Entendendo a canção:

01 – Que temas a canção aborda?
      Aborda a desigualdade social e seus impactos.

02 – A que velha questão o autor refere na segunda estrofe?
      A velha questão, é repartir o pão, em partes justas de maneira tal, que faz sucesso o povo que reparte.

03 – Segundo o autor o que acontece com quem não reparte?
      Sempre se dá mal.

04 – Nos versos: “Já vi miséria em cima de miséria, mas a brasileira é / Muito mais boçal.” O que o autor quis dizer?
      Que temos de tudo, mas nos falta tudo. Vivemos como escravos, pouca inteligência, educação e delicadeza em nossas ações.

05 – Em que versos ele aborda a desigualdade social?
     “E é colossal também a ilusão de quem se esconde atrás
      Do capital. Se em cada 100, 70 não tem nada,
      Os 30 que tem tudo não sossegarão.”



FÁBULA: O MORCEGO - WILLIAN BENNETT - COM QUESTÕES GABARITADAS

Fábula: O MORCEGO
              Willian Bennett


     Era uma vez uma guerra entre pássaros e feras. O morcego estava do lado dos pássaros. Mas na primeira batalha os pássaros foram severamente espancados. Ao constatar que as coisas estavam indo contra ele, o morcego saiu de fininho e se escondeu debaixo de uma tora, e lá ficou até terminar a briga.
  Quando as vitoriosas bestas estavam indo para casa, ele se meteu no meio delas. Após terem caminhado por um tempo, as feras notaram sua presença e disseram:
        -- Espere um minuto. Você não é um dos que lutou contra nós?
        O morcego respondeu:
        -- Oh, não! Eu sou um de vocês. Não pertenço ao grupo dos pássaros. Vocês não estão vendo minhas orelhas e garras? E olhem os meus dentes. Vocês já viram algum pássaro com caninos como os meus? Claro que não. Não, eu faço parte do grupo das bestas.
        Elas nada disseram e deixaram o morcego ficar.
        Logo depois houve uma nova batalha, e desta vez os pássaros venceram. Assim que percebeu a derrota do seu lado, o morcego saiu de fininho e se escondeu debaixo de uma tora. Quando a batalha terminou e os pássaros foram para casa, o morcego foi com eles.
        Ao notarem sua presença, os pássaros disseram:
        -- Você é nosso inimigo. Nós o vimos lutando contra nós.
        E o morcego respondeu:
        -- Oh, não. Eu pertenço ao seu grupo e não ao outro. Você já viu alguma besta com asas?
        Eles nada disseram e o deixaram ficar.
        Então o morcego ficou indo de um lado para o outro enquanto durou a guerra.
        Mas, finalmente, cansados de lutar, os pássaros e feras decidiram fazer as pazes. Organizaram um conselho para decidir o que fazer com o morcego.
        -- Você lutou com os pássaros, então vá viver entre eles – exclamaram as bestas.
        -- Nós não o queremos! – gritaram os pássaros. – Você lutou com as bestas. Vá viver entre elas.
        Ficou decidido que eles o excluiriam, e disseram-lhe:
        -- De agora em diante, você voará sozinho à noite e não terá amigos dentre os que voam ou os que andam.
        Por isso agora o morcego se esconde no escuro e vive nas cavernas sem luz. Ele voa como os pássaros, mas nunca pousa no topo das árvores. Ninguém procura saber que tipo de criatura ele é.
        Moral da história: O oportunista nem sempre se dá bem.

BENNETT, Willian J. O livro das virtudes II – O compasso moral.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1995. p. 559-60.
Entendendo o conto:
01 – O texto lido é uma fábula. Que características apresenta esse tipo de narrativa?
      O diálogo falado entre animais.

02 – “... o morcego saiu de fininho e se escondeu debaixo de uma tora.” Essa atitude revela covardia. Por quê?
      Sim. Porque na hora que precisavam da tua ajuda, ele abandonou-o.

03 – Essa fábula trata principalmente de uma atitude humana. Qual?
      Sim. A covardia, a falta de companheirismo.

04 – A frase final do texto – “Ninguém procura sabe que tipo de criatura ele é.” – é verdadeira? Justifique sua resposta.
      Sim. Porque é uma criatura em que não se pode confiar.

05 – Indivíduo responsável é aquele que responde pelos seus atos. O morcego da história foi responsável? Explique.
      Não. Porque ele não assumiu as decisões que ele tomou.

06 – Na sua opinião, a lealdade deve existir apenas entre companheiros ou vai além disso? Justifique sua resposta.
      Resposta pessoal do aluno.

07 – Que animal é considerado como símbolo da lealdade?
      É o cachorro.

08 – Na frase: “Quando as vitoriosas bestas estavam indo para casa, ele se meteu no meio delas.” Qual é, nesse texto, o significado do termo destacado?
      São as mulas, ou seja, as fêmeas do burro.

09 – Você concorda com a moral da história? Caso não crie uma nova moral.
      Resposta pessoal do aluno.






CONTO: PINÓQUIO - UMA HISTÓRIA MÁGICA - COM QUESTÕES GABARITADAS


Conto: PinóquioUma História Mágica


    Era uma vez um velho carpinteiro chamado Gepeto que vivia numa aldeia italiana. Ele não tinha filhos, desta forma passava seu tempo construindo bonecos.
        Um dia, Gepeto construiu um boneco de madeira muito bonito, quase perfeito e colocou o nome de Pinóquio e pensou alto: — Serás o filho que não tive, teu nome será Pinóquio.
        À noite, pediu para as estrelas que seu boneco virasse um menino de verdade e, enquanto Gepeto dormia Pinóquio recebeu a visita da fada Azul que tocando Pinóquio com a varinha mágica disse:
        — Vou te dar vida, boneco.
        Mas deves ser sempre bom e verdadeiro!
        Ela deu vida ao boneco e prometeu que se ele se comportasse bem, o transformaria em um menino de verdade...
        A Fada fez questão de criar um amigo para Pinóquio, o Grilo Falante que foi nomeado a consciência de Pinóquio.
        Na manhã seguinte, quando Gepeto acordou, ficou radiante de alegria ao perceber que seus desejos se tinham tornado realidade.
        Mandou então Pinóquio à escola, acompanhado pelo Grilo Falante — Pepe.
        No caminho encontraram a D. Raposa e a D. Gata.
        — Porque vais para a Escola havendo por aí tantos lugares bem mais alegres? — perguntou a raposa.
        — Não lhe dês ouvidos! — avisou-o Pepe.
        Mas Pinóquio, para quem tudo era novidade, seguiu mesmo os tratantes e acabou à frente de Strombóli, o dono de um teatrinho de marionetes.
        — Comigo serás o artista mais famoso do mundo! – segredou-lhe o astucioso Strombóli. O espetáculo começou. Pinóquio foi a estrela.
        Os outros bonecos eram hábeis enquanto Pinóquio só fazia asneiras ... Por isso triunfou! No final do espetáculo Pinóquio quis ir embora, mas Strombóli tinha outros planos.
        — Fica preso nesta jaula, boneco falante.
        Vales mais que um diamante!
        Por sorte o grilo Pepe correu e avisou a Fada Madrinha, que enviou uma borboleta mágica para salvar Pinóquio.
        Quando se recompôs do susto, a borboleta perguntou-lhe aonde vivia. — Não tenho casa! — respondeu o boneco.
        A borboleta voltou a fazer-lhe a mesma pergunta, e ele deu a mesma resposta.
        Mas, cada vez que mentia, o nariz crescia-lhe mais um pouco, pelo que não conseguiu enganar a Borboleta Mágica.
        — Não quero este nariz! — soluçou Pinóquio.
        — Terás que te portar bem e não mentir!
        Voltas para casa e para a Escola. — disse-lhe a Borboleta Mágica.
        Depois de regressar a casa, aonde foi recebido com muita alegria por Gepeto, passou a portar-se bem.
        Tempos depois, de novo quando ia para a Escola, Pinóquio encontrou pelo caminho João Honesto e Gedeão.
        Eles o convenceram a conhecer a Ilha de Prazeres, onde ninguém trabalhava.
        Pinóquio, que gostava de aventuras, esqueceu que deveria consultar sua consciência. Seguiram a viagem em uma carroça que era puxada por burrinhos, muito infelizes.
        Quando chegaram, Pinóquio saiu correndo, para conhecer a ilha. Era tudo muito bonito, cheio de doces e brinquedos.
        Ele estava brincando, quando percebeu que suas orelhas estavam crescendo e ficou com medo de se transformar em um burro. Ficou muito assustado e chamou pelo Grilo Falante.
        O Grilo perguntou a Pinóquio o que estava fazendo na ilha, ele começou a mentir, e a cada mentira seu nariz crescia.
        Os dois acabam descobrindo que as crianças que vinham para aquele lugar eram transformadas em burrinhos.
        — Anda, Pinóquio. Conheço uma porta secreta...! Não te queres transformar em burro? Levar-te-iam para um curral!
        — Sim, vou contigo, meu amigo Pepe. Resolveram pedir ajuda para a Fada Azul, que tirou todas as crianças da ilha.
        Quando voltou para casa, Pinóquio não encontrou Gepeto.
        Estava procurando em uma praia, quando encontrou uma garrafa com uma carta dentro.
        A carta dizia que Gepeto estava procurando Pinóquio no mar, quando foi engolido por uma grande baleia chamada Monstro.
        Como o grilo Pepe era muito esperto, ensinou Pinóquio a construir uma jangada e entraram no mar para procurar Gepeto.
        Perguntavam a todos os peixinhos que encontravam, se conheciam a baleia Monstro e dois dias mais tarde, quando navegavam já longe de terra, avistaram uma baleia.
        — Essa baleia vem direita a nós! gritou Pepe.
        — Saltemos para a água! Mas não puderam se salvar!!!
        A baleia engoliu-os !!!
        Em breve descobriram que no interior da barriga estava Gepeto, que tinha naufragado no decurso de uma tempestade e pai e filho se abraçaram de alegria.
        — Perdoa-me papá. — Suplicou Pinóquio muito arrependido.
        Logo depois chegou o grilo, e os três juntos tiveram a ideia de fazer uma fogueira na barriga da baleia o que fez com que a baleia espirrasse forte, por causa da fumaça, jogando os três para fora.
        A partir daí, Pinóquio, mostrou-se tão dedicado e bondoso que a Fada Madrinha, no dia do seu primeiro aniversário, o transformou num menino de carne e osso, num menino de verdade.
        — Agora tenho um filho verdadeiro! Exclamou contentíssimo Gepeto.

            Adaptada do livro As Aventuras de Pinóquio do italiano Carlo Collodi.

Entendendo o conto:
01 – Qual é o título e o autor do texto?
      Pinóquio. Do autor Carlo Collodi.

02 – Quais os personagens do conto?
      Gepeto; Pinóquio; Fada Azul; O Grilo; D. Raposa; D. Gata; o Strombóli; a Borboleta mágica; João Honesto; Gedeão; balei Monstro; Fada Madrinha.

03 – Quem era o Gepeto?
      Era um velho e amável carpinteiro.

04 – Qual era o principal entretenimento do velho Gepeto?
      Era construir bonecos.

05 – Por que o bondoso velhinho vivia construindo bonecos?
a)   Para vender à comunidade.
b)   Por que não tinha filhos.

06 – Complete: Certo dia, para sair da solidão ele decidiu construir um boneco de madeira e colocou o nome de Pinóquio.

07 – Antes de ir dormir, Gepeto pediu as estrelas que transformasse o boneco em:
a)   Uma velha senhora.
b)   Um elegante moço.
c)   Um menino.
d)   Um grilo falante.

08 – Enquanto o velho Gepeto dormia alguém entrou no quarto. Quem entrou? O que aconteceu?
      Uma fada. Deu vida ao boneco.

09 – Quem deu vida ao boneco e o que ela prometeu se ele se comportasse direitinho e quem foi nomeado a consciência de Pinóquio?
      A Fada Azul, que o transformaria em um menino de verdade. O Grilo falante.

10 – O velho Gepeto acordou radiante de felicidade ao ver o seu boneco falando, o que ele fez para o boneco?
      Matriculou-o na escola.

11 – Pinóquio foi para a escola e no meio do caminho quem ele encontrou?
      João Honesto e Gedeão.

12 – Para onde os novos amigos levaram o Pinóquio? O que eles descobriram?
      Para a Ilha de Prazeres. Eles descobriram que todas as crianças que eram levadas pra lá, eram transformadas em burrinhos.

13 – Toda vez que o Pinóquio mentia, o que acontecia com ele?
      Seu nariz crescia.

14 – Quando Pinóquio voltou para casa ele não encontrou o Gepeto. O que tinha acontecido com ele?
      Ele saiu para procurar. E achou uma garrafa com uma carta dizia que Gepeto estava procurando Pinóquio no mar, quando foi engolido por uma grande baleia chamada Monstro.

15 – O que o Pinóquio e o Grilo fizeram para conseguir ir procurar o Gepeto?
      Eles construíram uma jangada.

16 – Eles conseguiram achar? De que maneira isso aconteceu?
      Eles foram engolidos pela Baleia Monstro, e encontraram o Gepeto dentro dela.

17 – De que maneira os três conseguiram escapar de dentro da Baleia? Copie trecho do texto.
     “Os três juntos tiveram a ideia de fazer uma fogueira na barriga da baleia o que fez com que a baleia espirrasse forte, por causa da fumaça, jogando os três para fora.”

18 – Após todos esses acontecimentos, o Pinóquio passou a ser tão dedicado e bondoso. Qual foi o presente que ganhou no seu 1° aniversário?
      A Fada Madrinha, lhe transformou num menino de carne e osso.





POEMA PARA SÉRIES INICIAIS: OS SONS DO MUNDO - ELIAS JOSÉ - COM GABARITO

Poema: Os sons do mundo      

                     Elias José


Mais do que os gritos
e os gemidos de desespero
das bandas de rock, ferem meus ouvidos
os mínimos ruídos da casa.
Quando a casa toda dorme,
o mundo inteiro dorme,
os ruídos surgem e crescem
e violentam minha insônia.

É um pingo d’água no banheiro,
um móvel que estrala,
o tique-taque incessante do despertador,
os roncos que vêm dos quartos,
o vento que bate nas vidraças
e o cochilo de bisavós e avós
que sai dos amarelados retratos.

JOSÉ, Elias. Cantigas de adolescer. São Paulo: Atual, 2002.

Entendendo o poema:
01 – Qual o título do poema?
      Os sons do mundo.

02 – Quem é o autor e de onde foi retirado o poema?
      Elias José, foi retirado de Cantigas de Adolescer.

03 – Quantos versos possui o poema?
      Possui 15 versos.

04 – O verso “e violentam minha insônia” no poema pode ser substituído, sem perder o sentido, por:
A. e aumentam minha insônia.
B. e intensificam minha insônia.
C. e despertam minha insônia.
D. e agridem minha insônia.

05 – De acordo com o texto, o poeta compara os sons do mundo com:
A. com os sons produzidos no trânsito.
B. com os sons produzidos pelos animais.
C. com os sons produzidos pelas bandas de rock.
D. com os som das vozes.

06 – O que o autor quer dizer com: “Os roncos que vêm dos quartos”?
      Significa que ele não consegue dormir com os roncos das pessoas da casa.


CRÔNICA: O MENINO QUE CHUPOU A BALA ERRADA - STANISLAW PONTE PRETA - COM GABARITO

Crônica: O menino que chupou a bala errada
         Stanislaw Ponte Preta


        Diz que era um menininho que adorava bala e isto não lhe dava qualquer condição de originalidade, é ou não é? Tudo que é menininho gosta de bala. Mas o garoto desta história era tarado por bala. Ele tinha assim uma espécie de ideia fixa, uma coisa assim… assim, como direi? Ah… creio que arranjei um bom exemplo comparativo: o garoto tinha por bala a mesma loucura que o Sr. Lacerda tem pelo poder. [Eu, Yuri, diria “a mesma loucura que o Sr. Lula tem pelo poder”. Entendeu agora?]
        Vai daí um dia o pai do menininho estava limpando o revólver e, para que a arma não lhe fizesse uma falseta, descarregou-a, colocando as balas em cima da mesa. O menininho veio lá do quintal, viu aquilo ali e perguntou pro pai o que era:
        – É bala – respondeu o pai, distraído.
        Imediatamente o menininho pegou diversas, botou na boca e engoliu, para desespero do pai, que não medira as consequências de uma informação que seria razoável a um filho comum, mas não a um filho que não podia ouvir falar em bala que ficava tarado para chupá-las.
        Chamou a mãe (do menino), explicou o que ocorrera e a pobre senhora saiu desvairada para o telefone, para comunicar a desgraça ao médico. Esse tranquilizou a senhora e disse que iria até lá, em seguida.
        Era um velho clínico, desses gordos e bonachões, acostumados aos pequenos dramas domésticos. Deu um laxante para o menininho e esclareceu que nada de mais iria ocorrer. Mas a mãe estava ainda aflita e insistiu:
        – Mas não há perigo de vida, doutor?
        – Não – garantiu o médico: – Para o menino não há o menor perigo de vida. Para os outros talvez.
        – Para os outros? – estranhou a senhora.
        – Bem… – ponderou o doutor: – o que eu quero dizer é que, pelo menos durante o período de recuperação, talvez fosse prudente não apontar o menino para ninguém.

De Stanislaw Ponte Preta (pseudônimo de Sérgio Porto).
Fonte: “365 – Seleção de Leitura e Informação”, 1973 (?).
Entendendo o texto:

01 – “O menino que chupou a bala errada” é um texto em prosa, organizado em parágrafos. Quantos parágrafos tem o texto?
      Possui 10 parágrafos.

02 – O narrador desse texto participa dos acontecimentos ou é apenas um observador?
      Apenas observador.

03 – Transcreva uma passagem do texto em que o narrador conversa diretamente com o leitor.
      “O garoto tinha por bala a mesma loucura que o Sr. Lacerda tem pelo poder. [Eu, Yuri, diria “a mesma loucura que o Sr. Lula tem pelo poder”. Entendeu agora?].

04 – Quantos personagens participam do acontecimento? Quais são?
      O menino, o pai, a mãe e o médico.

05 – Por que o menino poderia representar um perigo de vida para os outros?
      Porque a bala poderia explodir na hora que fosse expelida para fora.

06 – Na crônica de Stanislaw Ponte Preta, vimos a confusão resultante da dupla interpretação de uma mesma palavra (bala), que tem mais de um significado. Uma interpretação errada pode resultar em confusão. Escreva significados diferentes para a palavra abaixo:
Rosa: Nome de pessoa, nome de flor, cor de um objeto ou coisas.

07 – Qual é o substantivo que deu origem estes adjetivos?
a) amanteigado: manteiga.
b) venenosa: veneno.
c) enferrujado: ferrugem.

08 – Escreva o plural dos substantivos:
a) Capitão: capitães.
b) dobrão: dobrões.
c) espanhol: espanhóis.
d) poder: poderes.
e) barril: barris.
f) chapéu: chapéus.

09 – Escreva o aumentativo destes substantivos.
a) nariz: narigão.
b) orelha: orelhão.
c) cabeça: cabeção.
d) pé: pezão.
e) cabelo: cabelão.
f) dedo: dedão.
g) pescoço: pescoção.
h) braço: bração.



MENSAGEM ESPÍRITA - MAR ALTO -O LIVRO DOS ESPÍRITOS - DIVERSIDADE DAS RAÇAS HUMANAS - PARA REFLEXÃO


Mar alto

        “E, quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar.” – (Lucas, 5:4.)

        Este versículo nos leva a meditar nos companheiros de luta que se sentem abandonados na experiência humana.
             Inquietante sensação de soledade lhes corta o coração.
             Choram de saudade, de dor, renovando as amarguras próprias.
             Acreditam que o destino lhes reservou a taça da infinita amargura.
       Rememoram, compungidos, os dias da infância, da juventude, das esperanças crestadas nos conflitos do mundo.
     No íntimo, experimentam, a cada instante, o vago tropel das reminiscências que lhes dilatam as impressões de vazio.
         Entretanto, essas horas amargas pertencem a todas as criaturas mortais.
          Se alguém as não viveu em determinada região do caminho, espere a sua oportunidade, porquanto, de modo geral, quase todo Espírito se retira da carne, quando os frios sinais de inverno se multiplicam em torno.
        Em surgindo, pois, a tua época de dificuldade, convence-te de que chegaram para tua alma os dias de serviço em “mar alto”, o tempo de procurar os valores justos, sem o incentivo de certas ilusões da experiência material. Se te encontras sozinho, se te sentes ao abandono, lembra-te de que, além do túmulo, há companheiros que te assistem e esperam carinhosamente.
        O Pai nunca deixa os filhos desamparados, assim, se te vês presentemente sem laços domésticos, sem amigos certos na paisagem transitória do Planeta, é que Jesus te enviou a pleno mar da experiência, a fim de provares tuas conquistas em supremas lições.



Mensagens Espírita: O livro dos Espíritos
ALLAN KARDEC – Tradução Matheus R. Camargo
Perguntas e respostas
DIVERSIDADE DAS RAÇAS HUMANAS

52 – De onde provêm as diferenças físicas e morais que distinguem as variedades de raças de homens na Terra?
      Do clima, da vida e dos hábitos. O mesmo ocorre com dois filhos de uma mesma mãe, que, criados um longe do outro e de maneiras diferentes, em nada se assemelhariam no tocante à moral.


53 – O homem surgiu em vários pontos do globo?
      Sim, e em diversas épocas, e esta é uma das causas da diversidade das raças. Mais tarde os homens, dispersando-se nos diferentes climas e aliando-se a outras raças, formaram novos tipos.

53 – a) Essas diferenças constituem espécies distintas?
      Certamente não, todos pertencem a uma mesma família. As diferentes variedades do mesmo fruto impedem-no de pertencer à mesma espécie?

54 – Se a espécie humana não provém de um só fruto, os homens devem deixar de se ver como irmãos?
      Todos os homens são irmãos em Deus, porque são animados pelo espírito e tendem a um mesmo objetivo. Vós sempre quereis tomar as palavras ao pé da letra.

REPORTAGEM: AMAZONAS ADOTA MEDIDA PARA IMPEDIR ENTRADA DO CÓLERA COM HAITIANOS - COM GABARITO


Reportagem: Amazonas adota medida para impedir entrada do cólera com haitianos

     Mais de 600 imigrantes teriam entrado no país pelo município de Tabatinga.
        Técnicos vão verificar se fontes de água estão contaminadas.

                                            Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo.


Município de Tabatinga (Foto: Editoria de Arte/G1)

        Os imigrantes haitianos que chegam ao Brasil por Tabatinga (AM) começam a preocupar a Secretaria da Saúde do Amazonas. Técnicos da Fundação de Vigilância em Saúde foram enviados ao município, na segunda-feira (7), para implantar ações de prevenção contra o cólera. A equipe permanece na cidade até quarta-feira (9).
        O secretário da Saúde do Amazonas, Wilson Alecrim, estima que mais de 600 haitianos tenham entrado no país pela cidade. Como o Haiti passa por uma epidemia de cólera, alguns imigrantes podem apresentar a doença. De acordo com o secretário, foi por Tabatinga que o cólera foi introduzido no Amazonas em 1991 e provocou uma epidemia que se espalhou pelo país.
        “Desde a chegada dos haitianos em Tabatinga, a Secretaria da Saúde do município e o hospital do Exército estão em alerta para investigar casos da doença entre pacientes. Além desse acompanhamento, houve a necessidade de montar um sistema de vigilância ambiental dirigido aos mananciais de água que são usados no consumo doméstico”, afirmou ao G1.
        Segundo Alecrim, essas fontes de água serão analisadas pelos técnicos para verificar se foram contaminadas com o vibrião do cólera através das fezes ou vômito de doentes. Por enquanto, não foi constatada contaminação na água nem doentes.
        “Além da análise da água, estamos montando também uma linha de observação dos haitianos para procurarmos outras doenças que possam entrar no país com eles. Temos um laboratório na fronteira com a finalidade de identificar doenças de países vizinhos para evitar que elas ingressem”, disse.
        Segundo o secretário, os haitianos estão morando em habitações precárias, cedidas pela população local. “Eles entram no país por lugares onde não há polícia sanitária. As fronteiras são muito abertas na nossa região. Na maioria das vezes, elas são delimitadas somente por rios”, disse.
        Os técnicos também vão esclarecer a população sobre medidas de higiene que podem evitar a contaminação pelo cólera.

             ROSSETTO, Luciana. Amazonas adota medida para impedir entrada do cólera com Haitianos. Portal G1/Brasil, 8 fev. 2011.

Entendendo a reportagem:

01 – Por que existe temor em receber pessoas de um local onde há uma epidemia de cólera?
      Porque as pessoas podem trazer o microrganismo causador da doença e transmiti-lo, erando uma epidemia.

02 – Por que as habitações precárias facilitam a transmissão do cólera?
      Porque as fezes e o vômito dos doentes portando o vibrião podem contaminar a água que a população consome, atingindo maior número de pessoas.

03 – Qual é a importância de informar a população sobre a doença?
      As pessoas podem proteger-se; por exemplo, evitando tomar água de locais contaminados.