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domingo, 11 de outubro de 2026

NOTÍCIA: PRESENÇA FEMININA NO ENSINO SUPERIOR - FRAGMENTO - UBS BRAND STUDIO - COM GABARITO

 Notícia: Presença feminina no Ensino Superior – Fragmento

          UBS BRAND STUDIO

        Mulheres são mais instruídas, mas enfrentam barreiras em certas áreas

        O público feminino é maioria no Ensino Superior brasileiro. Em 2020, 838.152 mulheres ingressaram em uma universidade e 518.339 concluíram a graduação contra, respectivamente, 668.996 e 359.890 homens. Os dados, divulgados em fevereiro de 2022, são do Censo da Educação Superior 2020, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC).

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEeTzvliS0imq2L_-lANv2uOA5LiUfTd5JGPRHCLOzkI1nadyLHwtSX4l3z8ueY91I-z2jtlh9ETpR6xqqxonFFvrJ7-RtrUFPCJhIKg6MOgd_efsQd5Jp42kfiNJuMNm9SrlTfB1yxX_8Hg6XnT5zfZj-LWc14oZPyTkyFntqqLR6EFMrSgWO_IWAEus/s320/images.jpg


        Apesar do maior acesso, as brasileiras ainda são minoria em áreas ligadas às Ciências Exatas. Elas representam apenas 13,3% dos alunos de Computação e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e 21,6% dos cursos de Engenharia e profissões relacionadas. O retrato está presente na pesquisa Estatísticas de Gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil, divulgada em março de 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

        – Esse desequilíbrio está ligado ao fato de que esses cursos e espaços de trabalho foram vistos, durante muitos anos, como voltados para o público masculino. Mas nós, mulheres, temos condições de desenvolver as competências pessoais e profissionais necessárias para a função. Dessa forma, resta enfrentarmos os desafios para que haja mais igualdade e oportunidade – afirma a Diretora Acadêmica da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Adriana Ziemer Gallert.

        Mudar a estrutura e o pensamento retrógrado do mercado corporativo é fundamental para que mais mulheres possam cursar aquilo que desejam – e sem preconceito. E o ideal é que essa transformação comece já dentro da faculdade.

        [...]

RBS BRASN STUDIO. Presença feminina no Ensino Superior: Veja dados. GZH Educação. Porto Alegre, 15 mar. 2022. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao-e-emprego/conteudo-publicitario/2022/03/presença-feminina-no-ensino-superior-veja-dados-c10qztnlz00260165ab1b14kw.html. Acesso em: 31 mar. 2022.

Fonte: Maxi: Séries Finais. Caderno 1. Língua Portuguesa – 8º ano. 1.ed. São Paulo: Somos Sistemas de Ensino, 2021. Ensino Fundamental 2. p. 51-52.

Entendendo a notícia:

01 – De acordo com os dados do Censo da Educação Superior de 2020 apresentados no texto, qual é a situação da participação das mulheres no Ensino Superior brasileiro em comparação à dos homens?

      As mulheres são maioria no Ensino Superior brasileiro. No ano de 2020, o número de ingressantes (838.152) e de concluintes (518.339) do sexo feminino superou o número de ingressantes (668.996) e de concluintes (359.890) do sexo masculino.

02 – Apesar de representarem a maioria no Ensino Superior, em quais áreas acadêmicas a presença feminina ainda é considerada minoria, segundo a pesquisa do IBGE divulgada em 2021? Cite as porcentagens mencionadas.

      As mulheres ainda são minoria em áreas ligadas às Ciências Exatas. Elas representam apenas 13,3% dos alunos nos cursos de Computação e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e 21,6% nas áreas de Engenharia e profissões correlatas.

03 – Segundo Adriana Ziemer Gallert, diretora acadêmica da Ulbra, a que se deve o desequilíbrio na presença de mulheres em cursos como Engenharia e Tecnologia?

      O desequilíbrio ocorre porque esses cursos e os respectivos espaços de trabalho foram historicamente vistos e construídos como ambientes voltados para o público masculino. A diretora reforça que as mulheres possuem capacidade total de desenvolver as competências necessárias, restando superar barreiras socioculturais por mais igualdade.

04 – Com base no texto, qual é a mudança necessária no mercado corporativo para garantir a inclusão de mais mulheres nos cursos de sua escolha, e onde essa transformação deve ser iniciada?

      É necessário transformar a estrutura e combater o pensamento retrógrado e o preconceito do mercado corporativo. O texto ressalta que o ideal é que essa mudança comece a ser promovida já dentro do ambiente universitário/faculdade.

05 – Qual é a contradição principal (paradoxo) apontada pelo título e pelo desenvolvimento do texto em relação à situação educacional e profissional das mulheres no Brasil?

      A contradição está no fato de que, embora as mulheres sejam mais instruídas e constituam a maioria dos estudantes e formandos na graduação, elas ainda enfrentam barreiras e sub-representação significativa em áreas estratégicas de exatas e tecnologia, demonstrando que o maior acesso à educação superior não elimina automaticamente as desigualdades de gênero em determinados setores.

 

 

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