Texto: Sapos, rãs, pererecas e ciência cidadã – Fragmento
[...]
De
repente, um toc-toc-toc à noite, perto do brejo, chama a atenção.
“Quem bate?” Na verdade, a pergunta deveria ser: “quem coaxa?”, porque o som é
típico da perereca-martelo. Na sequência, ouve-se um “fiu-fiu-fiu”.
Seria um passarinho caído da árvore? Que nada! É a rãzinha-assobiadora, que não
se contém de alegria depois de um banho de chuva.
Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDl42EZhFHSXN4IZQrTDs162ScbyxklEH4u3TOE7Nw-Iv0GZcpHWycz-U4HugKjUFJJgAL5a8iWYAj2dKLeB3fj85jUU4gLfOOq9r6Pb8YLsGWNAhbIlta5jH_yX5Knq4dMhS-6SluJI7FoZkuhek95uVJ2k5BAzO6nODl84m8wFzk8aCUfzhVmmbdWLU/s320/images.jpg LACERDA, João V.; GHILARDI-LOPES,
Natalia P. Sapos, rãs, pererecas e ciência cidadã. Ciência Hoje das Crianças,
Rio de Janeiro, n. 353, abr. 2024. Disponível em: https://chc. org.br/artigo/sapos-ras-pererecas-e-ciencia-cidada/.
Acesso em: 26 maio 2026.
Entendendo o texto:
01 – As expressões destacadas no texto são
exemplos de:
a) metáforas.
b) onomatopeias.
c) comparações.
d) personificações.
02 – Ao descobrir que o som não é produzido por
alguém “batendo”, mas por um animal, o texto provoca no leitor:
a) medo e preocupação.
b) curiosidade e surpresa.
c) tristeza e desânimo.
d) indiferença e distração.
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