Fábula: O cão, o galo e a raposa
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Raposa, que procurava comida ali perto, ao escutar o canto, se aproximou da
árvore, e foi logo dizendo o quanto lhe agradaria conhecer de perto, o dono de
tão extraordinária voz.
"Se você me permitir", ela disse, "Ficarei muito grato de passar
o dia em sua companhia, apreciando sua voz."
O
Galo então disse: "Senhor, por favor, dê a volta na árvore, e peça para
meu porteiro lhe abrir a porta, pois eu o receberei de bom grado."
Quando a Raposa se aproximou da árvore, o
Cachorro a atacou afugentando-a para longe.
Moral da História: Quem age de má fé, cedo ou tarde acaba por cair na
própria armadilha.
Fábula de Esopo.
Entendendo a fábula:
O galo e o cão escolheram uma mesma árvore para se abrigar,
mas em alturas diferentes: o galo acomodou-se num galho alto e o cão deitou-se
num oco na base do tronco. Esta organização foi crucial para o desfecho, pois
permitiu que o galo ficasse seguro e fora do alcance imediato de predadores,
enquanto o cão ficou posicionado estrategicamente no chão, pronto para agir
caso algum perigo se aproximasse da base da árvore.
02 – Qual era a verdadeira intenção da raposa
ao elogiar a voz do galo e que argumento ela utilizou para tentar convencê-lo a
descer?
A verdadeira intenção da raposa, que estava à procura de
comida, era caçar e devorar o galo. Para alcançar o seu objetivo sem levantar
suspeitas, ela usou a lisonja e o fingimento, elogiando a "extraordinária
voz" do galo e afirmando que ficaria muito grata se pudesse passar o dia
na sua companhia apenas para apreciar o seu canto.
03 – Como o galo demonstrou astúcia ao
responder à proposta capciosa da raposa?
O galo demonstrou grande inteligência ao não se deixar levar
pelos elogios da raposa. Em vez de descer do galho seguro, ele fingiu aceitar o
pedido, mas direcionou a raposa para a base da árvore, dizendo de forma irónica
que ela deveria falar primeiro com o seu "porteiro" para que este lhe
abrisse a porta. Com isso, ele fez com que a raposa fosse ao encontro do cão
sem que ela suspeitasse do perigo.
04 – O que aconteceu quando a raposa seguiu as
instruções do galo e como o conflito foi resolvido?
Seguindo a indicação do galo, a raposa aproximou-se do oco da
árvore à procura do suposto "porteiro". Nesse momento, o cão, que ali
dormia, acordou e atacou-a imediatamente, afugentando-a para longe. O conflito
resolveu-se através da união e da proteção mútua entre os dois animais
viajantes, que neutralizaram a ameaça da predadora.
05 – De que maneira o desfecho da narrativa
ilustra a moral da história: "Quem age de má fé, cedo ou tarde acaba por cair
na própria armadilha."?
A moral ilustra-se no facto de a raposa ter tentado criar uma
armadilha psicológica (usando a mentira e a falsa amizade) para enganar o galo
e transformá-lo em refeição. No entanto, por agir de má fé, a sua própria
ganância cegou-a para os perigos ao redor, fazendo com que ela caísse na
"armadilha" armada pelo galo, acabando por ser surpreendida e atacada
pelo cão que ela não previu que estivesse ali.
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